SOCIEDADE SECRETA DO TERCEIRO ANO PT 8 O ERRO

Um conto erótico de GABRIEL SILVA
Categoria: Grupal
Contém 2505 palavras
Data: 08/06/2026 16:37:14

De repente, as duas coroas elegantes me chamaram.

Elas estavam sentadas num canto mais reservado do deck assistindo, taças de champanhe caro na mão, olhando pra mim com um misto de curiosidade e desejo. A mais alta, loira tingida, com corpo escultural claramente resultado de cirurgias, fez um gesto com o dedo.

— Vem cá, garoto.

Eu saí de dentro de Edna, o pau ainda duro, brilhando. Barreto, o dono do iate, franziu a testa e começou a falar:

— Ei, não sai não, rapaz. Continua com a professora…

A loira virou pra ele com um olhar que mandava nele.

— Cala a boca.

Barreto baixou a cabeça imediatamente, submisso.

— Obedeça ela garoto — murmurou ele, quase envergonhado.

As duas coroas me puxaram para um canto mais reservado do salão principal, atrás de um biombo de madeira escura. Ricardo observava tudo de longe, encostado na grade, com um copo na mão. Olhei pra ele. Ele apenas acenou com a cabeça, dando permissão.

Olhei pra Barreto. Ele suspirou e disse:

— Vai devagar com elas…

A loira riu alto:

— Devagar nada. Quero intensidade máxima. Cadê os outros meninos?

Eu fiz um sinal pra Ricardo. Ele mandou chamar Neguin e Paulo. Os dois apareceram rápido, já com o pau pra fora, duros.

As duas coroas se despiram.

Eram lindas pra caralho. Corpos claramente reconstruídos malhados— seios siliconados perfeitos, cintura marcada, bundas grandes e empinadas, pernas longas e torneadas. A loira tinha uns 42 anos, pele bronzeada, lábios carnudos. A outra, morena, uns 45, com quadril largo e um olhar faminto por sexo. A menina riquinha de 18 anos ficou sentada no sofá, ainda vestida, olhando tudo com os olhos arregalados, assustada.

A loira tirou a camisinha usada que eu tinha usado em Edna e, com a boca, colocou uma nova em mim. A morena fez o mesmo com Neguin e Paulo. Elas trabalhavam com habilidade, lambendo, chupando de leve antes de desenrolar a camisinha com os lábios.

— Agora sim — disse a loira, olhando pro meu pau com admiração. — Que coisa linda… vem, me come.

Ela se deitou de costas no sofá largo, abriu as pernas. Eu me posicionei e meti devagar no começo. A buceta dela era quente, molhada, mas ainda apertada. Comecei a socar com força. Ela gemia alto, unhas cravando no sofa.

— Isso… mete forte… me arromba… ai caralho, que pau grande da porra e esse!

A morena pegou Neguin e Paulo ao mesmo tempo. Um na boca, outro na buceta. Ela rebolava, chupava, gemia como uma vadia experiente.

— Mais fundo… me arromba… que eu aguento!

Os homens do grupo assistiam, alguns masturbando, outros bebendo. Barreto observava tudo com o maxilar travado, mas não interferia.

Eu metia cada vez mais forte na loira. O pau entrava até o talo, saindo molhado, batendo fundo. Ela gritava de prazer, pernas tremendo no ar.

— Porra… você é enorme… me fode mais… me destrói garoto!

A morena, agora de quatro, tomava o pau do Neguin no cu e Paulo na boca. O corpo dela balançava, gemendo abafado.

— Isso… me enche o cu de rola… ai que delícia…

Eu continuei socando na loira com violência, segurando os seios siliconados com força, apertando os bicos. Ela gozou primeiro, gritando, apertando meu pau por dentro, o corpo convulsionando.

— Aaaahhh… porra… gozei… continua… não para!

Eu não parei. Meti mais forte, sentindo o cu dela piscar quando mudei de buraco. Entrei no cu dela com força. Ela gritou, mas empinou mais a bunda.

— Sim… no cu… me arromba no cu… ai caralho!

Neguin e Paulo também metiam com força . O deck ecoava com gemidos, tapas na bunda, o barulho molhado de carne contra carne.

As coroas pediam violência, mas os olhos delas mostravam um misto de prazer e medo do tamanho dos nossos paus. Elas elogiavam alto:

— Que pauzão… me fode mais forte… você é um touro…

Barreto ouvia tudo, o rosto vermelho, mas calado.

Eu metia sem parar, o suor escorrendo, o ódio e o tesão misturados. A loira gozou de novo, tremendo inteira, unhas cravando nas minhas costas.

A noite estava longe de acabar.

A loira, ainda gemendo com meu pau no cu dela, virou o rosto para a filha quando ouviu a voz dela.

A menina riquinha — Pamela, como descobri depois — estava de pé ao lado do sofá, mãos tremendo, rosto vermelho, mas com um brilho estranho nos olhos.

— Mãe… deixa eu… — disse ela, voz baixa, quase um sussurro.

Eu me espantei. Parei de meter por um segundo, olhando para ela. Pamela era magra, pele clara, cabelo liso castanho, cara de menina rica mimada. Uns 18 anos. Virgem, pelo que parecia. E agora queria participar?

A loira, ainda com meu pau dentro dela, respirou pesado e perguntou:

— Tem certeza, filha? Ele é enorme… você nunca…

Pamela acenou com a cabeça, sem muita convicção, mas com determinação. Os olhos dela estavam fixos no meu pau, que ainda brilhava molhado do cu da mãe.

— Eu quero… quero perder hoje.

Os homens no deck riram baixo, excitados com a cena exeto Barreto. A loira suspirou, saiu de mim devagar e se sentou no sofá, pernas abertas, gozo dela ainda escorrendo.

— Então vai… mas devagar com isso— disse ela, quase como uma ordem.

Eu fiquei parado, pau latejando, olhando para Pamela. Ela tirou o vestido curto com as mãos trêmulas. O corpo era delicado, seios pequenos e firmes, cintura fina, bucetinha lisinha, rosada. Ela se deitou na cama ao lado, pernas abertas, olhando pra mim com medo e curiosidade.

— Vem… — murmurou ela,

Eu troquei a camisinha me posicionei entre as pernas dela. Segurei meu pau e esfreguei a cabeça na entradinha virgem dela. Pamela soltou um gemidinho, apertando os lençóis.

— Vai devagar… por favor… — pediu ela, mas com um tom mandão no final.

Eu empurrei bem devagar. A cabeça do pau abriu a entradinha apertada. Pamela soltou um gritinho agudo, cravando as unhas nos meus braços.

— Ai… tá doendo… para um pouco…

Parei, só com a cabeça dentro. Ela respirava rápido, olhos marejados. Depois acenou com a cabeça.

— Continua…

Entrei mais um pouco. Era absurdamente apertada. Pamela gemia, o corpo tremendo, mas não mandava parar. Eu metia milímetro por milímetro, com medo de machucar ela de verdade. O pau entrava devagar, abrindo ela, sentindo a resistência da virgindade.

— Isso… assim… — murmurou ela, mas com um tom mandão. — Mais um pouco… quero sentir como é.

Eu continuei, suando, controlando a vontade de meter forte. Metade do pau já estava dentro. Pamela gemia alto, lágrimas escorrendo, mas rebolava levemente, como se quisesse mais.

Neguin, que estava ao lado, esticou a mão e passou nos seios pequenos dela.

Pamela virou o rosto rápido e repreendeu, voz firme apesar do gemido:

— Só ele pode tocar em mim.

Ela olhou pra mim, olhos brilhando.

Eu segurei os seios dela com cuidado, apertando de leve enquanto continuava metendo devagar. Pamela gemia mais alto agora, o corpo se acostumando.

— Mais… vai mais fundo… quero sentir você inteiro…

Eu empurrei mais. Quase todo o pau entrou. Pamela soltou um grito longo, apertando os lençóis, pernas tremendo. Eu parei, deixando ela se acostumar.

— Tá bom? — perguntei baixo.

— Tá… continua… devagar… mas continua…

Eu comecei a meter com ritmo lento, mas profundo. Pamela gemia, misturando dor e prazer, os olhos fixos nos meus.

A cena era surreal. Eu fodendo a filha virgem da loira, enquanto a mãe assistia, e os outros homens olhavam, excitados.

Pamela, deitada de costas, pernas abertas, olhou pra mim com os olhos marejados, mas com uma determinação que me surpreendeu.

— Tira a camisinha — disse ela, voz tímida, mas firme.

Eu hesitei.

— Tem certeza?

— Tira.

Eu tirei a camisinha, jogando no chão. Meu pau, duro e latejando, encostou na entradinha virgem dela. Pamela respirou fundo, segurando meus braços.

— Vai devagar… mas entra.

Eu empurrei devagar. A cabeça grossa abriu a bucetinha apertada. Pamela soltou um gemido agudo, cravando as unhas nos meus braços.

— Ai… tá doendo… para um pouco…

Parei, só com a cabeça dentro. Ela respirava rápido, lágrimas escorrendo.

— Continua… vai mais fundo agora…

Entrei mais um pouco. Metade do pau. Pamela gemia alto, o corpo tremendo.

— Isso… assim… mais… quero sentir você inteiro em min…

Eu continuei, devagar, mas firme. O pau entrava centímetro por centímetro, abrindo ela. Pamela gritava baixo, mas empinava o quadril, querendo mais.

Neguin foi pra loira. A mulher loira, ainda excitada, puxou ele e mandou:

— Me fode violento. Quero sentir dor.

Neguin meteu com força na buceta dela. A loira gritou de prazer, unhas cravando nas costas dele.

— Isso! Mais forte! Me arrebenta!

Paulo foi pra morena. Ela se colocou de quatro e pediu o mesmo:

— Mete no cu. Violento. Quero sentir.

Paulo enfiou no cu dela com força. A morena gemia alto, rebolando, pedindo mais.

Eu continuava metendo devagar em Pamela. Ela gemia, lágrimas escorrendo, mas o corpo começava a se acostumar.

— Aumenta um pouquinho… só a intensidade… — pediu ela, voz tímida.

Eu acelerei um pouco. Metia mais fundo, mais ritmado. Pamela gemia mais alto, unhas cravando nos meus ombros.

— Assim… isso… vai… não para…

A cena era insana. Eu fodendo a filha virgem da loira, devagar, mas com intensidade crescente. Neguin arrebentando a buceta da loira com violência. Paulo socando o cu da morena com força. Os gemidos enchiam o salão.

Pamela olhava pra mim, olhos vidrados.

— Mais… quero mais rola…

Eu metia com mais força agora, mas ainda controlado, com medo de machucar ela de verdade. O pau entrava quase todo, saindo molhado, voltando fundo.

Cada movimento era lento, controlado, quase reverente. Meu pau entrava devagar, centímetro por centímetro, sentindo a bucetinha virgem dela se abrindo ao meu redor. Ela era absurdamente apertada, quente, molhada de excitação misturada com medo de se machucar. Pamela gemia baixinho, tímida, os olhos semicerrados, as mãos pequenas apertando meus ombros.

— Assim… devagar… ai… tá abrindo tudo… — sussurrava ela.

Eu segurava a cintura dela com firmeza, mas sem forçar. Metia devagar, saindo quase todo e voltando com calma, deixando ela sentir cada veia, cada centímetro. O corpo dela tremia debaixo de mim, as pernas finas abertas ao máximo.

De repente, Pamela arqueou as costas. Os olhos dela se reviraram. O corpo inteiro convulsionou. Ela gozou forte, apertando meu pau como um punho quente e molhado.

— Aaaahhh… Matheus… eu… eu tô gozando… ai meu Deus…

Ela delirava na minha rola, gemendo alucinadamente, o corpo sacudindo, as unhas cravando nas minhas costas. Mesmo tímida, o orgasmo dela era intenso, quase desesperado. A bucetinha dela pulsava, esguichando um pouco, molhando minhas bolas.

Aquilo me deu um tesão insano. Eu sentia o pau latejar dentro dela, o prazer subindo rápido.

Tentei tirar pra gozar fora, mas Pamela percebeu. No meio do clímax dela, ela segurou meu corpo com as pernas e os braços, puxando-me pra dentro com força surpreendente.

— Não… fica… goza dentro… por favor… — gemeu ela, voz rouca de prazer.

Eu não consegui resistir. Gozei forte, jatos grossos e quentes explodindo dentro da bucetinha ex virgem dela. Gozei litros, muita porra, enchendo ela completamente. Pamela gemia alto, sentindo cada jato, o corpo tremendo, olhos revirados.

— Tá quente… que sensação… ai… que delícia…

Neguin e Paulo gozaram também, quase ao mesmo tempo, enchendo as camisinhas dentro da loira e da morena. Eles gemiam alto, batendo forte, mas mantendo a proteção.

Ficamos ali por um momento, cansados, respirando pesado. O ar cheirava a sexo, suor e lubrificante.

Mas não deu nem tempo de recuperar o fôlego.

Olhamos pro outro lado do salão e vimos uma suruba intensa acontecendo.

Edna estava no centro, de quatro no sofá grande. Dois homens a fodiam ao mesmo tempo — um na buceta, outro no cu em uma dupla penetração brutal. Edna gemia alto, o corpo balançando, a bunda grande tremendo a cada estocada. Outro homem enfiava o pau na boca dela. Ela chupava, babando os olhos semicerrados de exaustão e prazer forçado.

Sarita, ao lado, também estava sendo usada. Um homem metia na buceta dela enquanto outro chupava os seios grandes. Ela gemia, rebolando, o corpo maduro brilhando de suor.

As novinhas — Tamires, Jéssica, Larissa, Vitória e Camila — estavam espalhadas pelos sofás e no chão. Todas sendo fodidas. Uma de quatro, outra cavalgando, outra com dois paus na boca. Gemidos, tapas, o barulho molhado de carne contra carne enchia o salão.

Ricardo e Aline assistiam de longe, encostados na grade do deck, como supervisores frios. Ricardo observava tudo com satisfação. Aline, inquieta, mexia no celular escondido, olhando de vez em quando para o grupo.

Eu fiquei ali, pau ainda dentro de Pamela, gozo escorrendo dela, assistindo a cena toda.Os homens gozaram quase ao mesmo tempo.

Eles tiraram as camisinhas uma por uma, gemendo alto, e jorraram porra quente nos rostos e corpos das mulheres. Jatos grossos e brancos explodiram na pele delas. Edna recebeu no rosto, nos seios grandes, na barriga e nas coxas. Sarita foi coberta no peito, na bunda e na boca. As novinhas — Tamires, Jéssica, Larissa, Vitória e Camila — estavam completamente lambuzadas: rostos melados, cabelos grudados, seios brilhando, gozo escorrendo pelas barrigas e coxas. Algumas gemiam baixo, outras choravam em silêncio, o corpo tremendo de exaustão e humilhação.

O cheiro forte de sexo, suor e porra enchia o salão inteiro.

As mulheres ficaram ali por alguns segundos, ofegantes, cobertas, destruídas. Depois, devagar, se levantaram e foram para o banheiro se limpar. Edna caminhava com dificuldade, pernas bambas, gozo escorrendo pelo corpo todo. Sarita ajudava Tamires, que mal conseguia ficar em pé de tanto levar vara. As novinhas seguiam em silêncio, olhares baixos, corpos marcados.

Os homens se reuniram no deck principal, rindo, acendendo cigarros, abrindo mais garrafas de whisky. Alguns já se vestiam, outros continuavam nus, corpos suados brilhando sob as luzes baixas.

Barreto, o dono do iate, pegou uma mesa de madeira nobre, puxou para o centro do salão e sentou.

— Vamos jogar um truco pra relaxar! — gritou ele, animado.

Ele me chamou com um gesto.

— Vem, Matheus. Senta aqui.

Eu já estava vestido. Sentei à mesa. Ricardo sentou de parceiro com Barreto. Eu fiquei sem parceiro.

— Quem vai ser meu parceiro? — perguntei.

Barreto sorriu, misterioso.

— Alguém?

A porta do salão principal se abriu com um clique suave.

Um homem entrou.

Alto, imponente, cabelo grisalho bem cortado, terno escuro impecável, relógio de luxo no pulso. Caminhava com passos calmos, mas cada movimento irradiava autoridade natural. O ar mudou imediatamente. Os homens pararam de falar. Ricardo se levantou respeitosamente. Até Barreto pareceu encolher um pouco.

Era Seu Augusto.

Ele olhou ao redor do salão, sorriu de leve e sentou ao meu lado como meu parceiro, como se fosse a coisa mais natural do mundo.

— Boa noite, senhores — disse ele a todos com voz grave, calma, quase agradável. — Continuem o jogo. Não parem por minha causa.

Barreto distribuiu as cartas com as mãos levemente trêmulas. O jogo começou. O ar estava carregado. Ninguém ousava falar alto. Seu Augusto jogava com tranquilidade, como quem já tinha feito isso mil vezes.

Eu olhei para ele de canto. Ele percebeu e sorriu discretamente.

— Você está indo bem, Matheus. Continue assim sempre faça a primeira.

O iate seguia navegando na noite escura. E eu, sentado ao lado do verdadeiro chefe da Seita,

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