Vida Amorosa 3 - Camisinha / Fôlego - Part 15 e 16

Um conto erótico de Augusto
Categoria: Heterossexual
Contém 2457 palavras
Data: 08/06/2026 18:21:35

Cheguei em casa não eram nem 11 horas e tinha um carro parado em frente de casa. Entrei sem fazer barulho, era como eu tinha imaginado. O encontro da minha irmã não tinha acabado, ela estava transando no quarto. A porta estava aberta e fazia muitos barulhos, eu tinha vontade de espiar mas acabei preferindo ir para o meu quarto, me deitei tentando ignorar enquanto mexia no celular, não parava de olhar o relógio já fazia dois minutos e a quantos minutos eles vem fazendo isso? Eu me perguntava. Só sei que aquilo demorou mais de 10 minutos, o barulho finalmente chegou ao fim, tinha vontade de masturbar, não vou negar, fiquei com pau duro ouvindo eles.

Depois de um tempinho eles saíram pela porta, eles ficaram no portão uns 10 minutos e quando a minha irmã voltou estava com um blusão e tomou um susto quando me viu.

“Meu Deus João, se pior que assombração.”

Dei risada e falei “foi mal.”

Ela terminou de entrar “tá frio lá fora… bom, eu vou dormir.”

“Tá bem.” Eu falei.

Ela ficou me olhando tipo como se estivesse me examinando.

“Eu conheço esse olhar, é um olhar de culpa.”

Ela foi indo até o seu quarto, eu seguindo.

“Tô sem nada por baixo pode me esperar colocar uma calcinha.”

“Grande diferença.”

Ela tirou a blusa de costas pra mim, eu pude ver a bunda da minha irmã tão vermelha e com marcas de mãos, ela foi ligeira na gaveta e pegou uma calcinha e se vestiu rapidamente de frente pra mim, nesse momento vi que estava um pouco vermelha a sua bucetinha e colocou o sutiã bem rápido.

Eu olhando com uma bela ereção que passava despercebido por causa do meu poder, quando minha irmã puxou a coberta para se deitar um pacote de camisinha caiu no chão.

“As camisinhas!” Ela falou um pouco assustada “eu me esqueci delas.” complementou.

Eu pude ver ela pegando dois pacotes de camisinha, mas quando ela foi pegar as camisinha em cima da escrivaninha tinha três.

Três camisinhas? Quem era esse cara! eu pensei.

Ela pegou com cuidado, “merda.”

Mais uma camisinha escorregou e vazou o líquido do seu amante bem em cima da cama.

“Pega essa toalha pra mim.”

Eu entrei no seu quarto o cheiro de sexo estava empreginado no ar, a toalha estava no chão e quando eu puxei um lubrificante enrolado nele caiu.

“Tinha me esquecido disso… me dá essa toalha e põe esse lubrificante na terceira gaveta da primeira fileira.

O seu guarda roupa era gigante, tinha quatro fileiras de gaveta, quando eu abri vi o meu cinto de castidade, vibradores, consolo, algemas e até consolo ligado num negócio que parecia uma calcinha, e sem falar de outros lubrificantes e camisinhas.

Meu Deus, a minha irmã era uma tarada!!! Eu pensei.

“Que diabos de gaveta é essa?” eu falei.

“Ah outra hora eu deixo você usar meu consolo se você quiser.” ela falou brincando.

“Tô fora.”

Quando eu olhei ela já estava deitada na cama.

“Você quer me falar algo?”

“É constrangedor.”

“Deixa eu adivinhar, o seu encontro com a Pamela não deu certo você voltou pra casa mais cedo ouviu a sua irmã transando, ficou excitado e se masturbou no seu quarto… adivinhei?”

“Você errou e acertou, um acerto mínimo mas errou feio.”

“Então fala.”

Eu estava cansado e com o pênis duro, ela iria acabar descobrindo então sentei na cama, aquilo me deixava com mais tesão, a cama onde minha irmã tinha acabado de fazer um sexo.

“Eu saí com a Pamela (é claro que eu menti, não iria falar que tinha saído com uma trans muito gostosa, mas não deixava de ser trans) fomos ao shopping comemos e depois fomos pra rua e compramos um gin de 10.”

“Isso é coisa de vagabundo bebendo gin de 10, meu Deus.”

“Dá pra você não ser preconceituosa!”

“João você tem que entender, só tem drogados e gente sem futuro bebendo gin de 10 até às 6 da manhã.”

“Tá bom, mas esse não é o caso.”

“Eu vou pro serviço às 6 da manhã, as primeiras ocorrências aos finais de semana é por causa de droga e essas bebidas baratas, o povo bebem até encher o cu cachaça e depois quer ir na padaria comer um salgado como se fosse normal, é aonde a maioria dos acidentes acontece.”

“Meu Deus, ninguém aqui é alcoólatra, já voltou a ser aquela irmã que controla tudo.”

“Ah meu Deus, eu esqueci que você ainda é meu bebê.”

Ela me puxou me dando um abraço, senti o molhado do esperma do amante dela encostando nas minhas costas, eu pulei em cima dela.

“O que deu em você?”

“Esse negócio em mim.”

E apontei pra mancha, ela começou a rir.

“Tinha me esquecido disso.”

Fiquei em cima da minha irmã.

“Fala logo que amanhã vou correr bem cedo, você quer ir comigo?”

“Pode ser.”

“Então amanhã eu te acordo e você me conta tudo, a sua irmã tá acabada, tá precisando dormir.”

“Tá bom.”

Saí da cama meio frustrado.

“João?”

“Oi?”

“Você pode me fazer um favor e jogar essas camisinhas no lixo.”

“Não vou por a mão nisso nem ferrando.”

“Meu Deus, pega aquela toalha e coloca em cima da sua mão”

Fiz como ela pediu, ela jogou tudo em cima da toalha de qualquer jeito.

“Põe no lixo e a toalha coloque no tanque.”

“Tá bom.”

Mas antes de sair eu falei “você podia abrir a janela esse quarto tá cheirando a esperma e sexo.”

“Ah, acho que não vai adiantar muito, esse cheiro deve ser eu.”

Aquilo foi ainda mais excitante meu pau pulou de tesão.

Fui levando com um certo nojo as camisinhas que vazava esperma em cima da toalha, era bem nojento aquilo, pude perceber que as camisinhas esticadas tinham um tamanho considerável, me bateu uma certa curiosidade em saber o tamanho.

Qual era o tamanho que minha irmã tinha pegado essa noite. Eu pensei.

Com um certo de nojo, olhei pra ver se ela estava olhando e peguei tentando ter o mínimo contato possível, coloquei ela estendida em cima do piso e fui atrás de alguma coisa pra medir, entrei na dispensa e tinha uma fita métrica empoeirada quando cheguei o esperma tinha vazado no piso. Como eu era burro.

Mas mesmo assim não iria parar a missão e medi, estava dando dezoito centímetros e meio, a minha irmã estava bem satisfeita. Como eu queria ter 18 centímetros de pau me deu um pouco de ciúmes e lembrei da Luiza que tem 18 centímetros mole, como pode isso? O mundo era tão injusto, me dava inveja essas coisas.

Organizei tudo e passei pelo quarto da minha irmã que já estava tudo apagado, certamente estava sonhando depois de uma transa selvagem. A lembrança das marcas na bunda dela era excitante demais. Foi uma noite difícil de dormir.

Parte 16

Quando peguei no sono parece que foi 5 minutos pois a minha irmã já me acordava pra correr, ela foi tomar um banho e me enrolei na cama e quando ela saiu eu também fui tomar um banho, mais ela ainda estava arrumando o cabelo, fiz um café pra gente e depois fomos.

“Vamos correr em volta da lagoa.”

Quando chegamos fizemos um aquecimento e corrida, nossa como ela tinha um pique, foi praticamente duas voltas eu já não aguentava mais, o corpo suando, o coração acelerado, eu parei ela continuou correndo. Eu estava no banco pingando de suor quando ela parou e sentou do meu lado ofegante, eu fiquei olhando pra ela. Minha irmã passou a mão no pescoço tirando o excesso de suor e jogou em mim com a mão.

“Que nojo.” eu falei.

Foi bem sensual, mas jogar em mim foi um pouquinho demais.

“Se fosse da Pamela você não estaria reclamando né.”

Dei uma risadinha.

“Ah seu pilantra, agora me conta o que aconteceu?”

“Então a gente foi numa pracinha bebendo gin de 10.” Sabia que isso iria deixar ela irritada.

Ela passou a mão na sua coxa bem na parte de dentro, ela usava um shortinho folgado e bem curto, e forçou a mão removendo o excesso de suor que chegava a pingar no chão e passou bem no meu rosto.

“Isso é melhor que essa bebida de noia.”

“Ah que nojo.”

Enquanto eu limpava com minha camisa, acabei lambendo o meu beiço sem ela ver, sentir o gosto salgado do seu suor até que era um pouquinho sensual e provocativo, mais ela dando risada parecendo só mais uma pegadinhas de irmãos, deixando o clima leve.

“Conta logo antes que eu fique desidratada, preciso de água de côco ou um gatorade.”

“Meu Deus quanto drama.”

“Eu suei muito ontem a noite e hoje de manhã também só bebi um copo de café.”

“Ontem se suou muito?” Falei provocando.

“Pelo jeito mais que você, já que chegou bem cedo.”

“Tá certo, sem humilhação não é você.”

Ela ficou rindo.

“Então ontem eu e a Pamela na pracinha ficamos nos beijando e acabou acontecendo eu não queria por ser um lugar público, mas aconteceu.”

“Ah João! Olha se eu for te buscar na delegacia por causa de nudez e sexo em lugares públicos. Eu juro por Deus que vou deixar você preso no cinto de castidade e vou fazer questão de contar pra todo mundo o porquê.”

Senti um frio na barriga de medo.

“Não fizemos um sexo, foi só um boquete eu juro.”

“Como se fosse normal, olha você está vendo alguém aqui chupando um pênis?”

“Não.”

“ISSO MESMO, porque é crime… olha eu ainda te mato.”

“Foi mal.”

“Era isso que você queria me falar?”

“Não… deixa pra lá.”

“Meu Deus se tá parecendo uma mulherzinha fala logo.”

“Já que você não me deixa escolher… ela me chupou e foi como se a boca dela abraçasse o meu negócio e eu não aguentei mais que três minutos.”

Ela riu “meu Deus, que constrangedor.”

Ela começou a cheirar o seu suvaco “será que tô fedendo? Eu iria passar na feira e comprar água de coco e comer uma pamonha quente.”

“Eu topo.”

Ela estava cheirando o suvaco como se fosse um macaco.

“Se tá parecendo homem.”

“Quando você se trabalha com vários homens possessivos e machista acontece isso, parece que é contagioso, seria bom pra você.”

“Tá falando que não sou macho.”

“Você é tipo o homem que não liga pra nada, perigoso até se for trans você ficaria, não tem preferências.”

Nossa como aquilo me acertou no meio, foi como se ela me conhecesse melhor que eu.

“Se tá de palhaçada.” Fiquei irritado.

“Ah tô só pegando no seu pé.” E riu indo na direção do carro, fui junto com a minha irmã e fomos até a feira e no caminho conversamos.

“Antes eu jurava que aguentava mais com uma mulher me chupando, aquele cinto me deixou fraco.”

“Ah se tá paranóico com isso, tenta relaxar e aproveitar o momento.”

“Eu faria isso se eu aguentasse igual o cara que transou com você, ele ficou mais 10 minutos metendo.”

Ela riu “temos que colocar limites na nossa intimidade.”

“Depois que você me fazer voltar ao normal… se lembras as regras hoje eu mando.”

“Manda porque?”

“Porque você me obrigou a levar as camisinhas pingando esperma do seu quarto até o lixo, só por isso.”

“Tá bom você ganhou no argumento, então o que o meu irmão deseja?”

“Em casa.”

“Ainda bem que tem consciência.”

Fomos comer a pamonha enquanto eu estava segurando uma ereção nas calças.

No carro minha irmã ficou me olhando rindo.

“Que foi?” eu perguntei.

“Nada chefe.”

“Chefe?”

“Sim, agora eu estou aos seus cuidados.”

Me senti confiante, chegamos em casa tirei a minha roupa, fiquei pelado com pênis meia bomba e fui até a minha irmã, “o que você acha? Quero uma resposta sincera.”

“Você tem um abdômen, mais isso porque você é magro e não porque treina, se você treinasse todo dia iria dar resultado, finalmente tá deixando os pelos crescer, fico feliz! Caso você mande eu chupar o seu pênis, não vou achar que estou chupando um adolescente.”

“Alguma outra dica.”

“Não deixe os pelos crescer tanto, já falei que você tem um pênis pequeno então vai vir muito pelo na boca, evite deixá-los os pelos crescer muito e as bolas devem ser raspadas sempre, não queremos pelos na boca.”

“Está bem, eu quero ficar mais forte então me chupe até eu aguentar o máximo.”

“Conheço uma técnica que deve ajudar.”

“Qual?”

“Só me avise quando estiver pra gozar.”

“Está bem.”

Ela ficou de joelhos e começou a cheirar o meu pênis, cheirou ele inteiro, senti a cabeça dela indo pra minha virilha e cheirou mais ainda, voltou cheirando o meu pau.

“Tá com cheiro de homem hoje irmão, melhor que cheirando a hidratante.”

Não sei porque, meu pau ficou duro igual pedra, ela me masturbou um pouco me cheirando e começou a me chupar, ela não era boa no boquete como a Luiza, parecia que a boca da minha irmã era mais frouxa, me chupava com delicadeza e sentia a língua dela mover na cabeça do meu pau, era totalmente diferente mais muito gostoso, era uma técnica diferente, a de Luiza era mais intensa, minha irmã chupava e lambia meu pênis, chupava as bolas e quando se concentrou na cabeça do pau, eu estava delirando.

“Eu vou gozar.”

Ela segurou forte na base do meu pau.

“Vou segurar por 30 segundos.”

Assim ela fez, e voltou a chupar. Eu pela primeira vez tomei uma atitude e segurei a cabeça da minha irmã enquanto ela me chupava, flexiono meu corpo todo. “Eu vou gozar.”

Ela segurou de novo a base do pau.

“Foi rápido agora.” ela falou.

“Eu preciso gozar.” falei gemendo.

Ela sorri e volta a me chupar com vontade, eu morri de tesão e forcei a cabeça dela deixando parada e bombei com força até não aguentar mais. Coloquei tudo na boca dela e segurei gozando na sua garganta até a última gota e quando soltei, ela se levantou e foi ao banheiro e depois voltou e sentou-se comigo.

“Você tem um longo caminho.”

“É então você vai chupar muito o meu pau.”

“É, e você vai fazer coisas cada vez piores, você tá achando que vai só mandar, conhece essas regras eu mando, você obedece e depois você manda.”

“É igual, direitos iguais.”

“Quando você começar a durar mais que 3 minutos, talvez você possa começar a engatinhar a pensar em direitos iguais.”

“Tá bom.”

“Só a realidade irmãozinho.”

Ela saiu e foi pro banheiro tomar banho e me deixou pensativo, será que devo continuar? O que a minha irmã vai me obrigar a fazer? Eu não posso ser precoce pro resto da vida.

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