Minha enteada pt2

Um conto erótico de Gen
Categoria: Heterossexual
Contém 823 palavras
Data: 08/06/2026 18:58:10

Bom pessoal, como contei na narrativa anterior, minha enteada cresceu e virou uma mulher bem bonita e com um belo corpo.

Eu e a Sílvia sempre tivemos um relacionamento muito próximo, mas sempre havia uma barreira ali na questão de pai e filha. Eu sentia que por eu ser o padrasto dela, as coisas funcionavam assim. Porém, nós nos gostávamos bastante, sempre conversando, rindo, até então na maior inocência. Quando a Silva tinha 19 anos, a mãe dela não estava em casa e ela resolveu me chamar pra ter uma conversa bem franca. Eu fiquei um pouco receoso na expectativa do que poderia ser. Enfim, ela chegou bem envergonhada, muito tímida pra alguém que se dava muito bem comigo e foi difícil tentar conversar. Eu tive a maior paciência do mundo pra tentar tirar dela o que ela mesmo havia resolvido conversar. Depois de um tempo ela jogou a real: Eu peguei você e minha mãe transando diversas vezes e confesso que isso me deixa um pouco assustada, pois a forma como vocês transam é difícil de esquecer, e as vezes eu assistia tudo, horrorizada.

Cara, confesso que aquilo me pegou de surpresa, e eu senti medo. Não sabia o que falar. E a Sílvia percebeu que eu fiquei extremamente desconfortável. Para o meu alívio, ela foi bem compreensiva e disse que estava tudo bem, que ela só queria contar que sabia do que rolava e da forma como rolava. Mas eu fiquei sem entender o real motivo disso. Não fazia sentido só contar por contar. Desse dia em diante, as coisas mudaram um pouco, muitas vezes eu peguei a Sílvia se masturbando quando eu estava só em casa, e me pareceu que ela facilitava as coisas para que eu pudesse pegar ela no ato. Porém, a Sílvia acabou virando minha melhor amiga, e eu queria sentir por ela o que eu sempre sentia, sentimento de padrasto, nada mais. Enfim, ela começou a saber dos meus segredos e eu dos dela, ela soube de como eu gostava de transar e ela começou a falar da vida dela. Quando a Sílvia fez 22 anos, eu comecei a olhar "diferente" pra ela, e isso começou a me consumir. Eu não queria, mas estava sentindo desejo sexual por ela. E eu comecei a montar situações, criar esquemas, para que eu pudesse transar com ela com o querer dela, para que não ferisse a consciência dela. Eu comecei instigando ela, eu fingia que não sabia que ela estava em casa quando a gente ficava a sós, e eu saia do banho com a toalha enxugando o rosto e meu pau balançando enquanto eu andava até passar perto do quarto dela. Não tentei muitas vezes para não parecer que estava meio óbvio as minhas tentativas. Eu queria que passasse a impressão de "surpresa". Mas eu percebia que ela olhava. Eu fiz de tudo para que a a ideia de ter relações sexuais partisse da Silvia, e esse dia chegou. Num dia bem claro, a mãe dela saiu pra fazer sei lá o que, e o garoto foi pra casa do pai. Ficou só eu e Sílvia. A Sílvia comentou comigo que ia fazer alguma coisa na cozinha pra comer e eu só balancei a cabeça e subi para o segundo andar da casa. De repente eu ouço ela me chamar e eu desço lá pra ver o que era. Quando eu chego na cozinha, ela estava completamente nua se apoiando na bancada e com as mãos abrindo as nádegas. Cara, eu bati meu olho naquele cu roxo dela e percebi que já tinha histórico, e eu não conseguia despregar o olhar. Ela falou: Me come. Eu não pensei 2x. Já coloquei meu pau pra fora, cheguei perto dela, coloquei lubrificante e naquele dia eu comi tanto o cu dela, não fiz mais nada, foi só no cu, que de noite ela me mandou mensagem dizendo que o cu dela estava dolorido e com sensação de dormência ao mesmo tempo, que ela ia tocar nele, e entrava 2 dedos com a mesma facilidade que entra um quando tá lubrificado. Enfim, desse dia em diante, ela se transformou na minha nova puta, e fazia melhor que a mãe. As vezes ela ia até meu quarto enquanto eu estava dormindo (eu não dormia mais junto com a Jéssica) e começava a me masturbar até eu acordar, depois chupava, levava gozada na boca ou na cara e me dava boa noite e ia pro quarto. Quando a mãe não estava, era cu e buceta o tempo todo. E o sexo anal com ela era aquele tipo de sexo em que ela ficava deitada de barriga pra baixo e eu em cima comendo o cu dela e empurrando a cada estocada. As vezes a brutalidade do sexo era tão intensa que movia ela do lugar um pouco. Enfim, isso durou até o dia que ela arrumou um namorado.

Vou continuar na parte 3.

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