Recomeço - Liberdade vigiada Parte 3.2

Um conto erótico de Pietra
Categoria: Heterossexual
Contém 3187 palavras
Data: 08/06/2026 20:29:25

Continuando de onde parei. Confesso que a idéia de ir almoçar com a esposa dele não me animou no início, mas acabei indo e ela foi super legal comigo. Não tocamos no assunto da manhã, e antes de começarem o “interrogatório” sobre mim eles já tinham me contado tudo sobre eles, as famílias e como o casamento deles tinha chegado naquela situação.

Ambos são de família tradicional (e de posses) no estado. Os pais da Camila venderam suas propriedades aqui, para investir no centro-oeste. Ela, já casada, foi a única que ficou. Ela é arquiteta, mas trabalha como organizadora de eventos, voltados a um nicho bem específico, o que me deixou um pouco preocupada pois meus pais também atendem a clientes naquele setor, não era impossível que tivessem algum contato.

O pai do Pedro levou uma vida de “rockstar”, nunca trabalhou de verdade, vivendo de mesada da família até morrer. Quando faleceu começaram a surgir mais filhos, de fora do casamento. Por isso o avô, que ainda é vivo, passou os bens para um fundo, hoje administrado pelo tio mais novo. A mãe também nunca trabalhou, mas é tecnicamente colaboradora do fundo e recebe o bastante para viver mantendo o estilo de vida, sem quaisquer preocupações.

A companhia em que o Pedro trabalha é a empresa original do avô. Hoje é gerida pelo tio, que contratou uma empresa de consultoria para transformar a área de segurança em uma unidade de negócio à parte. O Pedro já passou anos rodando por outras áreas da empresa, e está sendo preparado para assumir a operação da nova unidade, quando estiver pronto.

Ele e Camila se casaram muito cedo, caso de “gol no treino”, o filho deles é uns dois anos mais velho do que eu, e saiu de casa aos 17, indo morar com a tia, para completar o último ano do ensino médio e cursar faculdade em outro país. Quando ele saiu de casa, eles resolveram tirar o atraso, e tentar viver as experiências deixadas para trás enquanto a idade permitisse.

A maioria de suas fantasias se encaixavam muito bem uma com a outra, mas tinham algumas que conflitavam. Tinha uma em específico que não tinha como conciliar, e quase virou caso de divorcio. Não quiseram me dar mais detalhes, só falaram que para resolver, ele deixava ela explorar esse lado dela com outras pessoas, o que ela fazia com frequência, em troca ele tinha um passe “meio livre” (tinha algumas condições), que ele usava muito raramente.

As partes mais picantes, quem me contou foi a própria Camila. O Pedro ficava um pouco desconfortável quando entrávamos no assunto, mas, depois do almoço, a Camila me levou para um “tour” nas lojas de roupa na cidade - sob protestos do marido que, vendo a mudança de planos, falou que primeiro iria para a academia, depois ia assistir ao jogo com os amigos e por fim viria me “resgatar” das garras da esposa.

Ficamos juntas do almoço até umas 8:30 quando ela me levou até o bar onde o Pedro estava. Conversamos de tudo e no final já estava tão confortável com ela quanto com uma das minha tias, mas também fiquei com a sensação que estava sendo testada. A história é longa, e não acho que é o que o público daqui está procurando… vou deixar aqui apenas o finalmente da parte “picante”.

Pelo que a Camila me contou, ela e o Pedro gostavam de “roleplay” e, como também gostavam de uma “brincadeirinha” em grupo, não era raro organizarem umas festinhas temáticas. Ambos gostavam de se exibir, se divertiam muito. A única coisa que pegava um pouco, é que ela também gostava de trocar os parceiros, adorava ver o marido transando com outras mulheres, mas ele era um pouco ciumento e não gostava de vê-la com outros homens. Deixava ela a vontade, pra não estragar o clima, mas a não ser que estivesse “na ação”, com ela ou com outra, geralmente usava algum pretexto para sair do quarto, não gostava de ficar só assistindo.

Ela ainda continuou, falando que ela também gostava mais de participar, mas para ela era mais fácil pois, algumas vezes, até tinha vontade de experimentar “coisinhas gostosas” como eu, já ele se incomodava se outro homem chegasse perto demais… Devo ter feito cara de espanto, pois ela rapidamente falou para eu ficar tranquila, que o Pedro tinha sido bem enfático ao falar para ela não tentar nada comigo e falou: “então, se estiver interessada em experimentar, vai ter que pedir para ele…”

Tentando parecer que não tinha achado o comentário nada demais, eu perguntei se essa era a grande diferença entre eles. Ela riu falando “não bobinha, a questão é que, bom você já deve ter percebido que ele gosta de estar no controle, então… as vezes, eu também… e muito mais no controle do que ele gosta, se é que você me entende… e o Pedro não quer nem de falar do assunto”. Ela falou isso me olhando de maneira super maliciosa, enquanto dava uma examinada em um manequim toda montada como uma dominatrix, com um chicote na mão, que não parecia nem um pouco de brinquedo (era uma loja de fantasias e acessórios que, sinceramente, mais parecia um sex-shop). Entendi o recado e fiquei quieta. Já era tarde, o jogo já devia estar terminando, então ela me levou até o bar onde o Pedro estava.

Da porta, fiquei procurando o Pedro lá dentro, o lugar não era pequeno e estava bem cheio. Quando o encontrei, ele já tinha me visto, e estava vindo em minha direção. Falou que já tinham me “roubado” tempo demais e, outro dia, me apresentaria aos amigos.

Não fomos pra casa, sei que agora vou decepcionar muitas pessoas, mas para algumas coisas sou meio fresquinha mesmo… O Pedro não estava muito bêbado, mas já tinha tomado umas a mais e não quis deixar ele dirigir. Minha carteira de motorista podia muito bem ser um quadro na parede, não encosto nela desde que tirei a licença, então sugeri pegarmos um Uber, mas ele preferiu pegar um quarto no hotel, no quarteirão da frente.

Já mencionei que para algumas coisas sou meio fresquinha? Então.. Também não gosto de ficar com gente em estado “alterado” (a não ser que eu seja a causa rsrsrs). Só de sentir o cheiro de álcool no hálito já me tira o tesão. Já eram perto das 21h, estávamos cansados e, no caso dele, suado e com umas cachaças a mais na cabeça, não foi difícil manobrar.

Fomos tomar banho juntos, o que afastou o cheiro do álcool e até comecei a esquentar de novo, mas decidi me manter firme. Liguei a tv em um programa esportivo, para assistirmos juntos na cama. Acabamos dormindo com a tv ligada. Lá pela 1h, acordo com beijinhos e carícias dele, que já estava com o pau duro encaixado na minha bundinha. Não sei por quanto tempo transamos antes de dormir de novo, só sei que acordamos já no meio da manhã e fomos tomar café, ja com um pouco de pressa, pois ele tinha um compromisso de almoço. Me deixou em casa falando que voltaria mais para o final do dia.

O dia passou devagar. Conforme combinamos no sábado, a Camila tinha me enviado um link com a lista de fabricantes de roupas (dessas que vendem por sites tipo aliexpress) que ela e as amigas já tinham comprado, com as respectivas avaliações.

Passei a manhã e quase toda a tarde explorando os sites e, pelo preço de pouco mais de um vestido nas lojas que eu comprava na minha cidade, eu comprei tudo o que eu achei que precisava. Mesmo que ainda tivesse que mandar ajustar ainda sairia muito mais em conta, apertando um pouco eu consegui completar meu guarda-roupa, basicamente com lingerie e roupinhas mais ousadas, sem pedir mais dinheiro lá em casa.

O Pedro chegou já no final da tarde. Eu tinha acabado de tomar banho e estava de calcinha e camiseta no sofá, com a tv ligada num seriado qualquer, pensando no que fazer de comida, mas com preguiça de levantar… Ele por outro lado, chegou animado. Bem animado! Abri a porta e voltei para o sofá, pensando em fazer um pouco de charminho antes de deixar ele avançar, mas não deu muito. Ele já sentou e veio me pondo no colo dele, e eu já sentia ele duro contra a minha perna. Dei uma espreguiçada, abraçando ele e dando uns beijinhos, e falei que estava com fome. Ele falou, com cara de safado, que tinha trazido uma linguiça pronta pra eu abocanhar…

Eu dei um empurrãozinho nele, fingindo não ter achado graça, e falei que estava mesmo com fome (e era verdade, depois do café só tinha comido umas frutinhas e tinha passado de 18h), mas ele já sabia que eu gosto de ouvir essas baixarias e nem se abalou. Voltou a me abraçar, me deu uns beijinhos na bochecha, depois beijou meu pescoço enquanto tirava minha camiseta. Eu fazia cara de contrariada mas fui deixando.

Veio na minha orelha e falou que as bolas dele pareciam que iam explodir, para eu ver se conseguia dar “um jeito nisso” enquanto ele pedia uma pizza, e foi desabotoando a camisa enquanto me olhava. Desisti de me fingir desinteressada e fui encarar o monstrinho.

Ele se levantou para eu tirar a calça dele, depois jogou uma almofada no chão entre as pernas dele antes de sentar novamente. Ajoelhei e comecei devagar, só com lambidinhas e beijinhos pela extensão do pau, umas lambidinhas no saco, mordidinhas na base, voltava lambendo, coloquei uma bola na boca, depois a outra. Daí voltei subindo, lambendo e beijando o mastro dele até chegar na cabecinha. Dei umas lambidas e coloquei para dentro da boca. Tava indo bem, tive que abrir bem para não raspar os dentes, mas não estava desconfortável.

Senti a mão dele na minha cabeça, acariciando meus cabelos, o que me animou ainda mais. Fui tentando brincar com ele dentro da boca, circulando com a língua. Demorou um tempinho para pegar o jeito, estava um pouco apertado, tirei ele de dentro algumas vezes, não consegui evitar de dar umas dentadinhas, no processo, mas ele não reclamou, e uma hora eu senti que meu maxilar tinha relaxado mais um pouco e percebi que conseguia brincar com ele um pouco melhor.

Aí fui tentando engolir mais do pau dele. Eu segurava nele com uma das mãos para apoiar minhas tentativas de colocar mais para dentro da boca, a outra já estava enfiada por dentro da calcinha… Ouvi ele me chamando, perguntando qual pizza eu queria, mas quando tentei responder ele segurou minha cabeça no lugar e deu umas risadinhas (pqp… a mesma mania do Sérgio…) ele falou que era brincadeira já tinha pedido.

Mas em seguida perguntou sério se ele podia filmar e mandar para a Camila. Pensei uns segundos e senti a mão dele afrouxar para me deixar responder. Respondi que podia, e voltei com o pau dele pra boca. Nessa altura eu já estava empenhada em descobrir o quanto eu conseguiria engolir e fui devagar colocando cada vez mais pra perto da garganta.

Não tinha pressa e demorou uns minutinhos mas acabei conseguindo até encaixar a cabeça toda garganta abaixo, mas assim dava um pouco de reflexo, se estivesse de estômago cheio poderia ter dado vexame, então parei de forçar tanto e comecei a fazer um entra e sai, mas só deixando a pontinha entrar na garganta. Eu só segurava o pau dele para marcar até onde eu ia engolir, mas queria ver se fazia ele gozar só com a boca. O que não demorou muito. Eu estava começando a sentir um leve desconforto no maxilar quando ele começou a grunhir e a gozar. Devia estar mesmo com muito esperma acumulado, os jatos pareciam que não acabavam. Eu ia engolindo e ele jorrava mais.

Quando parou, eu suguei até a última gota e tirei da boca para dar uma respirada. Me deu uma satisfação gigante, não sei porque, e acabei me animando e voltando com o pau dele, que estava dando uma desinchada, pra dentro da boca. Ele deu um pulinho… devia estar sensível lá, mas não me pediu pra sair, pelo contrário, não tirou a mão da minha cabeça e aumentou os carinhos.

Não ia ficar satisfeita antes de encostar a boca na base do pinto dele e, com o pau meia bomba ficava mais fácil, mas não consegui colocar tudo pra dentro. Duro ou meia-bomba, quando batia no fundo da garganta ameaçava dar reflexo e eu tirava. Mesmo assim continuei brincando. Ele já estava dando sinais que o menino ia levantar de novo quando ouvi a campainha, e levantei com um susto, tinha até esquecido da pizza.

O Pedro se levantou para pegar a camisa. Fazendo uma cara de moleque, a vestiu em mim abotoando só uma das casinhas perto do meu umbigo e falou pra eu ir pegar a pizza enquanto ele pegava copos e guardanapos! Eu olhei pra ele com cara de quem diz “tá maluco?” mas ele só deu uma ajeitada na gola da camisa (abrindo mais) , deu um tapinha na minha bunda, me entregou um dinheiro para oferecer de gorjeta e correu pra cozinha.

Bom, eu fui, sem intenção de provocar o entregador, mas sabendo que iria. Era um cara novo, devia ter uns 20 anos, mas tinha cara de moleque e era todo magricelo. Quando vi a expressão de espanto dele, não resisti. Peguei a pizza e a levei andando bem devagar caprichando na rebolada até a mesa, coloquei ela lá com uma abaixadinha desnecessária e voltei estendendo o dinheiro falando que era uma caixinha (a pizza já tinha sido paga pelo aplicativo).

Ele tava super sem graça, não sabia pra onde olhar, mas tinha um sorriso que parecia que ia rachar a cabeça dele em dois. Gaguejou que não precisava, agradeceu umas 3 vezes e achei que ele tinha travado. Um pouquinho nervosa, resolvi acabar logo com a brincadeira, agradeci e fui fechando a porta, ele foi indo para trás, ainda falando que da próxima vez que eu fosse pedir lá para falar pro Wesley entregar!

O Pedro veio da cozinha rindo, falando que eu tinha assustado o menino, que ele queria esperar ele vir pra cima antes de entrar pelado na sala (eu não imaginava que era esse o plano, ainda bem que ele saiu!). Falei que agora estava com pena do coitado, e ele me perguntou se eu ia “chamar pelo Wesley” da próxima vez que fosse pedir pizza. Lembrando da cara de nerd espantado dele respondi, que talvez.

Depois de comermos, voltei pro meu lugar, no colo do Pedro, e comecei a beijá-lo. Ele já foi brincar com meus seios, parece que nunca cansa. Ainda bem, eu adoro! Depois de um tempo dei uma levantada para ficar de frente, com ele entre as pernas, afastei a calcinha e coloquei o pau dele para dentro da xaninha, começando a rebolar devagarzinho com ele dentro.

Em determinado momento, percebi que ele desviou a atenção, parecia dar uma olhada na sala. Na segunda vez que ele fez isso, eu me irritei (mesmo) e falei pra focar em mim! Ele então me perguntou se não dava para quem passasse na rua nos ver pela janela, se o Wesley não podia ter nos visto. Até eu parei para dar uma olhada e falei que não, a janela estava fechada, e era desses vidro que tem tipo umas bolhas, só dava pra ver se estivesse perto. O sofá ficava na direção da porta, com certeza não daria pra ver.

Ele começou a beijar meu pescoço e brincou um pouquinho com meus peitos e então falou: “acho que daquela parede dá pra ver, pelo menos a silhueta” . Apoiou minha bundinha com as mãos e se levantou sem tirar de dentro. Eu tomei um susto, com direito a gritinho, me agarrei no pescoço dele com os braços e na cintura com as pernas. Ele me apoiou contra a parede e caiu de boca nos meus peitos.

“Tá maluco? E se der mesmo pra ver da rua, o que eles vão achar?” falei. E ele tirando meus mamilos da boca respondeu: “Não vão achar nada… vão é ter certeza que aqui mora uma taradinha linda, gostosa e cheirosa, que goza toda bonitinha quando leva ferro na bucetinha rosada”. E começou um movimento entra e sai, com saídas lentas, até a base da cabecinha, e estocadas fortes, mas sem colocar tudo no começo. Em pouco tempo eu comecei me contorcer enquanto ele fazia isso, e ele parou de me segurar, para apoiar os braços na parede. Eu já estava com os braços em volta do pescoço dele, e as pernas cruzadas nas costas, eu fui aos poucos deixando ele entrar mais até sentir o quadril dele batendo lá embaixo. Ele me espremeu um pouco mais contra a parede e manteve o ritmo.

Eu não sou de gritar ou mesmo de gemer muito alto, mas não conseguia segurar uns sustinhos mais altos quando ele estocava com mais força e já imaginava os vizinhos na frente da casa assistindo, quando tive que morder o ombro dele para abafar os gemidos enquanto gozava, eu queria ter segurado mais um pouco só que já tinha ficado super excitada mamando o Pedro, mas não tinha dado tempo de gozar antes dele, não aguentei.

Ele diminuiu o ritmo e voltou a me segurar, mas não parou. Em pouco tempo, voltei a jogar o quadril contra ele, mas fui na orelha dele e pedi para ele me levar pra cama. Ele falou que não, queria gozar pelo menos uma vez comigo lá. Eu insisti pra ele me levar para cima que eu queria dar de quatro… Ele voltou a negar, falando que tínhamos muito tempo, que ia me comer até eu não aguentar mais (tadinho, tava me subestimando rsrsrsrs).

Mas veio baixinho na minha orelha falando com aquele tom sarcástico dele: “vira e põe a mão na parede, vagabunda” e me pôs no chão e eu virei apoiando os braços e empinando bem a bundinha. Ele abaixou minha calcinha até o joelho e já veio metendo forte. Foram mais as primeiras estocadas, depois voltou a um ritmo rápido, ainda batendo com o quadril na minha bundinha, só de vez em quando dava umas estocadas daquelas que parecem que vão entrar ainda mais fundo. Começou a me dar uns tapas na bunda, não fraquinhos, como ele costumava, mas também não fortes a ponto de doer, acho que mais faziam barulho do que outra coisa, mas deviam estar me deixando com o lado direito todo vermelho.

Meteu assim até que uma hora tirou de dentro e começou a gozar na minha bunda e parte de baixo das costas. Imediatamente depois de gozar, me virou de frente, me beijou e me pegou no colo para me carregar até o quarto. Me deitou na cama e voltou para a sala, voltando com um balde de gelo, uma garrafa de água, suco de laranja, o que tinha sobrado da pizza, e também meu vibrador que eu tinha deixado à mostra no banheiro…

Continua….

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