Traí meu marido ao dar pro Lucas Bergvall e o corno se churrascou

Um conto erótico de moggfamale
Categoria: Heterossexual
Contém 3819 palavras
Data: 08/06/2026 23:25:49
Última revisão: 09/06/2026 00:24:18
Assuntos: Heterossexual, Corno

Olá à todos! Meu nome era Paula (era, explicarei depois rsrs) e a história, ao contrário da maioria que tem aqui, é verídica!

Tudo começou em um final de semana quando meu marido chegou do trabalho (mesmo sendo final de semana, ele trabalhava de repositor em um supermercado atacarejo aqui em Codó - Maranhão). Ele era CLT 6x1 com escala fixa na semana, o que dificultava muito nossa interação de casal e, principalmente, nossa vida sexual.

Ele chegou sábado depois das 19h, mais uma vez fazia hora extra pra ao menos chegar em um salário líquido mínimo, e como sempre... chegou cansado. Já fazia quase dois meses que não transávamos, e eu estava subindo pelas paredes. Sempre fui muito fiel à ele e jamais pensei em outro homem, mas tudo mudou naquela noite.

Ele jantou seu arroz com polenta e eu puxei o sofá-cama da kitnet, fiquei deitada e aguardei ele retornar do banheiro... estava decidida a dar para ele! Iria pegar meu maridinho de jeito. Deitei no sofá igual uma taruíra envenenada e o aguardei... mas, para minha surpresa, ele foi direto pro computador (que ficava de frente pro sofá-cama, nosso quarto/sala). Ele ligou o PC Gamer dele com kit Xeon (ele jura que é), e ao iniciar as redes sociais, tentei instiga-lo abaixando minha calcinha e comecei a tocar uma siririca gostosa. Não sou a mulher mais linda do muito, mas tenho meus atributos: uma bunda legal, redondinha e branquinha. Como tenho descendência holandesa (muito comum aqui no Nordeste), olhos verdes, cabelo puxado pro loiro e boca carnuda, sempre fui muito desejada por ser magra e de bunda saliente... o que atraiu o Junilson. Sempre gostei muito do meu marido, conheci ele no fim da adolescência, ele não era muito bonito, tinha cardboard skin, Assolan hair e potato nose, mas sempre fui muito tímida e ele me tratava bem... mas amor? Bem, aí já é diferente. Casamos muito cedo e antes dos 25 você não tem muitas opções em solo maranhense.

O fato é que, naquela noite, estava com muito tesão. A siririca se intensificava, eu enfiava o dedo do meio com vontade na minha xaninha e chamava o Junilson pra me fuder, mas ainda não estava molhada. Eu passava meus angel feet nas costas dele e fazia loli voice para atiça-lo... mas ele não dava a mínima... só ficava vendo stats de jogadores no Sofascore. Foi então que, mesmo atrás de uma tela, eu o vi pela primeira vez: Lucas Bergvall. Eu fiquei obcecada nele e amor? Esse sim foi a primeira vista. O Junilson lia a notícia de que o Tottenham Hotspur havia ganho de 1 a 0 do Villareal na estreia da UEFA Champion League, e o Lucas Bergvall havia sido eleito o Player of the Match. Aquele hunter eyes, Michelangelo statue face com paradise sunset hair e clear sky eye era algo surreal. Sua cartolina skin e Max Steel shape me fizeram gozar muito naquela siricia sobre o sofá-cama. Mesmo depois do prazer, continuei me tocando lentamente para a foto do Lucas na tela, admirando cada pixel de sua face.

Junilson desligou o computador e pegou sua bag para fazer delivery. Eu geralmente pediria para ele ficar comigo e tirar a noite para descansar, mas ele dizia que precisava fazer extra para upar sei lá o quê. Como último esforço possível para salvar nosso relacionamento, pedi para ele fazer um exame de testo a fim de ver como estava, e tratar a falta de libido dele. Junilson concordou, disse que segunda feira iria fazer e que me mostraria assim que saísse.

Ele fechou a porta.

Foi ele virar as costas e eu não resisti.

Liguei o computador e a foto do Arrascaeta com o símbolo do Flamengo no fundo surgiu. Ignorei e fui direto no Edge, a pesquisa foi certeira: "Lucas Bergvall sem camisa".

Meu Deus! Aquele shape mogador, aquela red Bradesco mouth e, o mais importante: a calabresa marcando o short de jogador branco do Spurs. Eram, certamente, no mínimo 26 centímetros. Eu arranquei minha camisa, a rasgando e arrebentando o sutiã. Apertava minhas tetas e metia os dedos por cima da calcinha mesmo. Era dedada no cu, na xota; na xota e no cu. Chupava meus dedos como podia imaginando aquela white nata icecream dick dele.

Me saciei de prazer, como nunca antes... e decidi que, definitivamente precisaria dar para aquele Deus sueco.

No dia seguinte, domingo, convenci Junilson a tirar férias, exigi que ele passasse mais tempo comigo; até que finalmente concordou.

Iniciei o plano.

- Amor, olha só, estive pensando... você gosta tanto de futebol, que tal irmos pegar umas férias no país onde esse esporte foi criado?

- Marrapaz, você nunca se interessou por futebol, por que isso agora?

- Ah - pausei - não por mim, por você! Você precisa muito relaxar.

- Tá certa, eu tô é tu. Trabalho muito. Bora pra mode fazê uma viagem.

O aeroporto de São Luís ficava há 6 horas de carro, então planejamos a viagem por lá e compramos as passagens de madrugada na Decolar a fim de conseguir promoção. Junilson raspou a poupança para nossas férias... como ele é acomodado e avoado para muitas coisas, prometi que cuidaria da viagem com carinho e cautela.

O dia da viagem se aproximava e eu ficava cada vez mais ansiosa apenas com a ideia de conhecer o Lucas Bergvall.

Reservei um hotel próximo do Tottenham Hotspur Stadium, bem ao norte de Londres, justificando pro Junilson que os hotéis naquela região eram mais baratos.

Os passaportes saíram rápidos e embarcamos.

Ao chegar lá, passamos na frente do estádio do Tottenham, e ali Junilson se empolgou: - Égua, tamo hospedados pertinho do estádio dos Spurs.

Meu plano estava funcionando.

Não precisei força-lo a procurar pelo jogo, ele mesmo deu a ideia: - Poderíamos ver um jogo deles.

Assenti, com um leve sorriso no meu chery lips.

Tottenham e Copenhagen jogariam às 21h, e na escalação, Bergvall estava confirmado.

Tudo o que eu precisava era um plano para fisgar aquele sueco gostoso e realizar os meus desejos mais lascivos.

O ponteiro do relógio marcava 19:30, estávamos nos arredores do luxuoso estádio, enquanto o Junilson estava maravilhado com a arquitetura britânica, gastando todos os dados do seu roaming internacional para ver se o 5G local tankava abrir o aplicativo do iFood para conferir o saldo das entregas.

Eu estava focada na missão, meu objetivo era claro: o Setor Oeste, o mais próximo possível do túnel dos jogadores.

Comprei os ingressos fazendo um empréstimo na Nubank em nome daquele futuro corninho, e garanti os tickets na ala mais cara, alegando pro Junilson que era um "bônus de pacote turístico". Ele aceitou rindo, com aqueles tartaruga's road tooth, orgulhoso de ter investido cada centavo da poupança que juntou com muito suor no atacarejo de Codó.

- Égua, Paulinha, a grama dos cara parece um tapete de sala de rico - ele sussurrou, olhando fixamente para a imensidão do telão de LED.

- Com certeza, amor - respondi, esboçando um sorriso tenso, enquanto meus olhos escaneavam o campo procurando aquele Deus, durante o aquecimento dos Spurs.

E de repente, ele entrou no gramado: Lucas Bergvall.

O mundo simplesmente congelou em câmera lenta.

O contraste de seu paradise sunset hair balançava com o vento frio da noite Londrina, em movimentos suaves. Os gominhos trincados destacavam-se mesmo com o colete de treino genérico por cima do uniforme. Ele exalava uma aura estética avassaladora, moggando a existência de qualquer ser humano num raio de 25 quilômetros. Ele estava pronto para destruir o time do Copenhagen inteiro.

Mal sabia ele que, o que ele destruiria naquela noite, seria minha pink strawberry bocetinha.

Quando ele olhou em direção à arquibancada com aqueles hunter eyes e a cartolina skin brilhando sob os refletores ingleses, eu quase caí dura no chão de concreto do estádio.

PRRRRRRIIIIIIIIIII

O jogo começou, e eu confesso que não vi um minuto sequer da bola rolando. Meu foco era puramente monitorar cada movimento do Deus sueco. Junilson, por outro lado, estava em uma espécie de transe digital. Ele não olhava para o campo; ficava atualizando freneticamente a bet365 para tentar uns trocados, reclamando em voz alta que o meio-campo dos Spurs estava sem IDGAF mentality na marcação.

A cada arrancada dele pelo gramado, meu coração disparava.... eu precisava chegar perto!

Faltando poucos minutos para o apito final, o Tottenham já goleava por 4 a 0. Eu precisava urgentemente achar uma desculpa ou uma oportunidade para dar o fora dali e ir de encontro à Bergvall.

Foi quando a oportunidade de sorte única apareceu.

Pênalti pro Tottenham, Richarlison na bola. Era só fazer 5 a 0... mas, era o Richarlison.

- Amor, pode apostar nele sem medo, com certeza vai fazer o gol.

Foi uma jogada arriscada, mas eu tinha que executar... algo me dizia que o Bagricharlison perderia aquele penalti.

E ele perdeu.

Junilson começou a gritar puto, pistolando geralREAIS, PERDI 100 REAIS, MINHA DIÁRIA DE FINAL DE SEMANA!!!

- Meu amor, me desculpa, desculpa mesmo, estou me sentindo muito mal agora por causa disso. DEU ATÉ DOR DE BARRIGA.

Essa era a brecha no sistema.

Sim, fingi uma dor de barriga homérica.

- Junilson, estou muito nervosa por ter feito você apostar no bagre! Vou no banheiro, me espera aqui, por favor!

- Vai lá, preula! - ele respondeu, puto, sem tirar os olhos da tela do celular.

Eu não fui para o banheiro. Corri como um um calango em asfalto quente, em direção à grade do túnel de acesso ao vestiário. Usei toda a minha lábia de descendente de holandesa misturada com a pura malandragem maranhense para convencer o steward inglês de que eu era uma brasileira afiliada à CazéTV em parceria com o PodPah.

Funcionou.

O juiz apitou o fim do jogo.

Lucas veio caminhando calmamente em direção ao túnel, aplaudindo a torcida. O suor da partida brilhava em sua pele... e aquele homem de 1 metro e 87 estava a menos de dois metros de mim.

Era a minha chance.

Sempre estive acostumada com o 1,68 do Junilson, então fiz um esforço a mais para esticar os braços por cima da grade protetora e mudei o tom de voz para a minha melhor loli voice a fim de cortar o barulho da torcida: - Lucas! Lucas! Please, a interview for PodPah, from Brazil!

Ele parou. Girou o corpo lentamente, e não só o corpo: tudo em câmera lenta. Seus Cataratas de Foz do Iguaçu eyes perfuraram a minha alma, enxergando todas as minhas segundas intenções maliciosas. Ele deu um sorriso de lado com aquela jawline chadmente desenhada e deu dois passos na minha direção.

Eu estava prestes a tocar no ápice da evolução humana.

O tempo parou.

O barulho da torcida do Tottenham tornou-se um zumbido distante enquanto Lucas Bergvall se inclinava sobre a grade. O cheiro dele era uma mistura inebriante de suor atlético, perfume caro e adrenalina. Atingiu minhas narinas, fazendo meu clitóris pulsar violentamente contra o tecido da calcinha branca, que já estava encharcada.

- PodPah? - ele repetiu com um sotaque sueco carregado que vibrou no meu útero - I don't know them, but want to know who are you.

Aquelas palavras foram o gatilho. Eu claramente não queria uma entrevista, eu queria que aquele monumento de carne e músculo me abrisse ao meio.

Olhei profundamente naqueles blue São Caetano eyes, deixei minha voz cair para um sussurro rouco e sujo, e deslizei minha mão por baixo da grade, tocando deliberadamente a coxa dele, sentindo a musculatura rígida e quente daquele atleta.

- I can show you something much better than an interview, Lucas... - sussurrei, enquanto meus dedos subiam perigosamente em direção àquele salsichão sueco que eu tanto já havia mentalizado.

Ele sentiu a pressão.

Vi a pupila dele dilatar. O desejo bruto acendeu o rosto másculo... ele não era apenas um atleta, era um predador.

Lucas olhou para os lados, viu que os seguranças estavam distraídos com a efusividade da torcida devido ao 4 a 0, e com um movimento rápido e preciso, agarrou meu pulso e me puxou para mais perto da grade, sussurrando no meu ouvido: - My hotel is two blocks from here, I have a private entrance, come latter, or I'll make you wait until the next match.

Eu não teria uma segunda partida ou uma segunda chance, e por isso mesmo não pensei duas vezes.

Se pensei no Junilson? Sim! Pensei... "Quero que aquele corno beta se foda" - coloquei o celular no modo avião.

Eu saí do estádio como um raio, seguindo as instruções rápidas de Lucas.

Quando cheguei na frente do hotel seguindo as direções da rua, uma surpresa: ERA O MESMO EM QUE EU ESTAVA.

O risco do corno me pegar me dava mais adrenalina, aquela questão proibida com o Bergvall me excitava, e meu grelo latejava de tal forma que me siriricava de leve cada vez que podia.

Por mais que era o mesmo hotel e havia chance de reencontrar Junilson, Bergvall estava na suíte presidencial... e ele já estava me esperando.

Ele não estava mais com o uniforme do Tottenham; vestia apenas um roupão de seda aberto, branco, revelando aquele shape de bodybuilder que derrubaria toda e qualquer árvore do Parque Ibirapuera.

Eu estava quase gozando só de olhar: o abdômen era tão definido que parecia esculpido em mármore, e entre as pernas... a promessa de 26 centímetros estava ali, pulsando, semi-ereta e imensa.

- Welcome to paradise, baby - disse ele, com um sorriso predatório.

Lucas não perdeu tempo com preliminares gentis. O homem me agarrou pela cintura, me erguendo do chão como se eu não pesasse nada, e me jogou na cama king-size. Ele rasgou minha blusa com uma força bruta que me fez soltar um gemido agudo. Quando ele arrancou minha calcinha, meus olhos saltaram: minha sweet e pink Barbie buceta estava transbordando, brilhando de tanto desejo.

- Look at you... so wet for me - a voz grossa ecoava no quarto, e ele... mergulhava o rosto entre minhas pernas.

A língua dele era como a de um animal selvagem, um urso sueco. Ele me lambeu com vigor, explorando cada dobra, sugando meu clitóris com uma intensidade que me fez arquear as costas e gritar o nome dele.

LUUUUCAAAAAAAAAAAAAAS - ele também era do Tottenham, mas felizmente não era o Moura.

Eu sentia meus dedos cravarem nos lençóis de seda enquanto ele me levava ao primeiro orgasmo antes mesmo de me tocar com o pau.

Mas o prato principal estava por vir: Lucas se posicionou acima de mim, e quando ele revelou totalmente a sua jamemba, eu quase perdi o fôlego.

ERA COLOSSAL!

Veias saltadas na trozoba, a glande rosada e quente, um instrumento de prazer feito para destruir uma vagininha como a minha.

Ele me virou de costas, me colocando na posição de quatro, destacando minha bunda redonda e branquinha, que ele agora admirava com fome.

- This ass is a masterpiece - ele rosnou.

Sem aviso, ele empurrou na buceta: a primeira estocada foi devastadora. Eu senti cada centímetro daquela imensidão rasgando minha resistência e preenchendo cada espaço vazio do meu útero. Soltei um grito que ecoou pelo quarto, mas não era de dor, era a sensação de ser finalmente preenchida por um Deus.

Ele começou a foder com uma força animalesca, sem cansar, mesmo após jogar uma partida inteira de Champions. Cada estocada era um impacto seco, violento, era piroca encaixando na xota, e saco batendo na bunda... e isso fazia meu corpo inteiro chacoalhar. Ele segurou meus quadris com força, deixando marcas de dedos na minha pele clara; ele enterrava o canhão dentro de mim repetidamente.

- Who is your husband? Does he fuck you like this? - ele perguntava em inglês, enquanto me dava tapas estalados na bunda, deixando-a vermelha e quente.

- He... he doesn't... oh God, Lucas! He is a little beta and for him nothing left. Please me fode mais! Me destrói! - eu gritava, completamente entregue ao prazer proibido.

O ritmo acelerou. O som da pica na xoxota preenchia o quarto. Eu sentia a pressão daquela jerba atingindo o fundo do meu ventre, me fazendo ver estrelas. Eu estava em transe, imaginando o Junilson no hotel, esperando por mim, enquanto eu era possuída pelo homem que mais desejei na vida.

Lucas mudou a posição, me puxando para cima, me fazendo sentar em cima dele.

Eu desci sentando forte, sentindo o pau dele preencher cada milímetro da minha buceta melada. Comecei a quicar, movendo meus quadris em círculos, sentindo o prazer subir como uma onda elétrica. Eu olhava para aquele rosto de mármore enquanto sentia que iria gozar novamente, as paredes da minha vagina contraíam violentamente ao redor de seu pau grosso.

A velocidade na qual eu quicava aumentava.

Rápido.

Forte.

- Oh my God Lucas!

- Oh Yeah.

- Lucas, tell for me...

- What you want to know?

Eu permanecia quicando, minha xota ardia.

- Please, tell me, how much gave in your testosterona test?!

Após ouvir os números, eu não aguentei mais.

Parei de quicar, deixando a base de minha vagina no saco dele... e ele também não aguentou mais: com um rugido gutural, Lucas me apertou contra o peito e disparou uma descarga massiva de sêmen quente dentro de mim. Eu senti o jato quente inundar meu interior, transbordando, enquanto ele tremia em meus braços.

Ele ficou por volta de 15 segundos gozando sem parar.

- When you did the testosterona test? - indaguei.

- YESTERDAY - Gritou o gostoso enquanto ainda ejaculava.

Exame recente, mais deno resultado... era o que eu precisava ouvir.

GOZEI, GOZEI MUITO.

O squirt foi monumental. Os jatos saiam da minha buceta junto com a gala dele, escorrendo por minhas coxas grandes.

Ficamos ali, ofegantes, cobertos de suor e porra.

Eu estava completamente exausta e satisfeita, sentindo a semente branca do sueco escorrer até meus joelhos.

Enquanto eu me vestia lentamente, Lucas me deu um beijo possessivo nos lábios e sussurrou:

- Come back to me whenever you want. Just tell your 'husband' that the MVP took care of you.

"Husband". Essa palavra me quebrou e o choque de realidade veio.

O Juneilson... aquele betinha era meu marido? Não... eu não queria aquela realidade, eu não merecia.

Era hora de ligar o celular.

*50+ Mensagens*

"- Cadê ocê muié?

- Onde c tá?

- Tô preocupado"

Quer saber?

Era hora de acabar com aquele relacionamento.

Mandei uma mensagem dizendo que estava no hotel, o mesmo que estávamos hospedados... mas, que não estava no nosso quarto. Ele respondeu assentindo, já que ele havia chegado no hotel e estava no quarto, na esperança de me encontrar.

- "Já liguei pra puliça, necrotério, tudo quanto é canto... CADÊ OCE."

- Suíte presidencial. 15º Andar - respondi, seca, direta.

O tempo de Junilson vir era o tempo de mais amassos e beijos quentes entre nós.

Minutos pareciam frações de segundos em seus braços.

A porta do quarto finalmente se abriu com um rangido seco. Junilson entrou segurando o Xiaomi, o saldo exibido na tela do app Nubank pulsava em vermelho sangue, o suor da caminhada brilhando na testa de outdoor e os fios do Assolan hair completamente desgrenhados pelo vento britânico.

As palavras travaram na garganta de Junilson.

E lá estávamos nós, deitados na cama de casal com lençóis de poliéster. Eu me mantinha estática, queixo erguido, aura de uma verdadeira rainha que me tornei, com sorriso despenhando dos lábios. E ao meu lado, calmamente encostado na cabeceira, estava Lucas Bergvall. Ele não estava fazendo nada explícito, estava apenas existindo, pelado embaixo do lençol de ceda, com o pau fazendo um alto relevo de Planalto Central.

A moggada brutal foi instantânea.

O choque estético no ambiente foi tão violento que o ar pareceu faltar no quarto. Junilson aparentou estar em um estado multidimensional e devastador.

Junilson, com seus 1,68 de postura curvada por carregar caixas de leite no atacarejo, parecia um Hobbit perto dos quase 1,87 de pura estátua nórdica do Bergvall, mesmo aquele sueco gostoso estando deitado.

O maxilar de Bergvall estava tão incrivelmente afiado e esculpido por deuses antigos que a sombra projetada pela sua mandíbula criava um eclipse parcial no rosto de Junilson, que tentava engolir em seco, mas seu potato nose e a falta de queixo o faziam parecer um personagem secundário de animação dos filmes do Shrek.

Junilson olhou para o sueco com olhos arregalados de desespero, revelando um Negative Tilt trágico de quem trabalha na escala 6x1. Bergvall apenas sustentou o olhar com seus hunter eyes semicerrados, exalando uma densidade de superioridade genética e tranquilidade. Cada fio de cabelo de Bergvall brilhava como se houvesse um holofote exclusivo focado em cada um dele, enquanto o cabelo de Junilson parecia ter sido eletrocutado por uma torre de alta tensão da Equatorial Energia.

Junilson tentou reagir: ele apontou o dedo trêmulo, tentou inflar o peito, mas a proximidade com o shape do jogador do Tottenham drenou todas as suas forças... o corno parecia estar perdendo massa muscular em tempo real apenas por estar no mesmo frame que o sueco.

Lucas Bergvall olhou para Junilson de cima à baixo. Com uma elegância descomunal, o meia sueco pegou meu celular, que estava em cima do criado-mudo, desbloqueou com o Face ID (que funcionou só de olhar de longe de tão perfeito que era o rosto do rapaz) e abriu o Sofascore.

Com uma voz aveludada, que parecia o som de harpas tocando nos portões de Valhala, Bergvall falou em um inglês impecável:

- Hey, mate! Nice stats on your iFood app... But look at thisrating tonight. 92% pass accuracy. And look: this is my face in EAFC 26. Can your kit Xeon run this game? Let's play toguether!

Junilson olhou para o próprio reflexo no espelho do guarda-roupa, olhou para o gráfico de calor perfeito desenhado no campo dos Spurs pelo Bergvall na tela... e depois para a própria carteira de trabalho azul que estava saindo do bolso da sua bermuda de tactel.

A humilhação foi tão cirúrgica, tão absoluta, que Junilson não conseguiu nem chorar. Ele apenas deu dois passos para frente, abriu a janela da suíte presidencial.

15º andar pertencente ao jogador da camisa 15.

Junilson olhou para o abismo, e o abismo o olhou de volta.

"- I'ts Over. Brutal"

Foram suas últimas palavras.

Junilson se espatifou, caindo bem em cima do teto de um Renault Twingo enferrujado que jazia quebrado há anos no estacionamento.

Bergvall olhou pra mim e disse: - Wow, that was sad.

Assenti.

- Anyway, it's another normal day in my life.

Concordei novamente com Lucas, dando de ombros, e enquanto ouvia embaixo os burburinhos dos populares em torno do corpo de Junilson, comecei a chupar o pau de Bergvall.

Hoje, eu mudei de nome. Todos me conhecem por Mackenzie Medlock.

Tenho medo de revelar meu passado em Codó, mas em todo o caso, sei que ser a primeira rainha do mundo tem seus pesos.

Hoje, minha xota está estourada e não me restou mais nenhuma prega no cu, não sobrou nada... assim também como não sobra pro beta.

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Comentários

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Desculpe eu jamais daria para um homem chamado Junilson e muito broxante,imagina. Me fode Junilson, vai com força Junilson, põe tudo Junilson, ainda bem que você meteu chifre nele kkkkkkkkkk .

Eu gostei muito do seu conto, erótico e muito divertido.

Parabéns. Beijinhos da titia Suely Brodyaga 😘😘😘😘😘😘😘😘😘

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