Aviso: Este é o décimo quarto capítulo da saga Putty de Karola...
Antes de prosseguir, leia o Capítulo 13: Pôia e a Vaca!
Pôia estava deitada no gramado, nua, o corpinho pequeno e delicado todo melado de merda pastosa que escorria devagar pelas coxas, pela barriguinha, pelos peitinhos pequenos. A respiração ainda ofegante, mas o rostinho iluminado por um sorriso bobo de felicidade absoluta.
Putty, ao lado, também nua, babava um filete grosso de vômito misturado com diarreia que pingava do rosto, os olhos ainda vidrados no tesão da foda com a vaca.
De pé diante das duas, uma figura idêntica a Pôia — a mesma altura, os mesmos traços fofos, a mesma pele clara e macia — encarava a cena com os olhos semicerrados e a boca apertada. Só o cabelo era diferente: rosa choque, caindo em cachinhos suaves até os ombros.
Ela cruzou os braços, e disse com uma voz fininha mas carregada de raiva:
— Sou Püia, a irmã da Pôia.
Putty piscou, confusa. No planeta Karola não existiam gêmeas, então ela não fazia ideia do que aquela cópia da Pôia estava falando. Seus olhos se estreitaram, os músculos tensionaram, enquanto ela pensava que era algum truque alienígena de transformação, alguém copiando a aparência da sua pequena empregadinha pra se aproximar.
Putty começou a se levantar devagar, com os punhos cerrados, pronta pra atacar. Mas Püia foi mais rápida: pulou na frente de Pôia, colocando seu corpinho pequeno como escudo, os braços abertos, a postura firme apesar do tamanho.
— Fica longe dela!
Putty parou no meio do movimento e olhou bem: Püia não atacava Pôia. Pelo contrário, a protegia. Os olhos da garota de cabelo rosa estavam cheios de preocupação, não de maldade. Putty relaxou os ombros, baixando a guarda, ainda desconfiada, mas curiosa.
Püia virou o rosto pra Putty, com o dedo em riste:
— Que porra você tava fazendo com a minha irmãzinha? Olha o estado dela! Toda cagada, jogada no chão, respirando pesado... Você machucou ela? Se machucou, eu juro que te arranco a cabeça!
Joan e Mary surgiram correndo do quintal, ofegantes, vendo a cena. Joan ergueu as mãos imediatamente, com a voz calma, mas firme:
— Calma, Püia! Todo mundo aqui é amigo! Ninguém tá querendo machucar ninguém, eu juro!
Püia olhou desconfiada pras duas, mas reconhecia Joan e Mary. Sabia que elas nunca mentiriam pra ela. Relaxou um pouco os braços, mas continuou em posição protetora.
Lentamente, ajoelhou-se ao lado de Pôia, sentou-a com cuidado, encostando o corpinho mole da irmã no próprio peito. Abraçou forte, enterrando o nariz no cabelo azul de Pôia.
— Senti tanta saudade... — sussurrou Püia, com a voz embargada. — Agora eu vim pra ficar junto de você de vez... como eu prometi... nunca mais te deixo sozinha...
Mary começou a explicar para Putty:
— Essa é a irmã gêmea da Pôia, que tinha fugido da fazenda enquanto as duas eram mantidas como escravas e...
Putty a interrompeu:
— Gêmea? O que é isso?
Todo mundo olhou pra ela com espanto, e Joan perguntou:
— Você não sabe o que é uma irmã gêmea? Não tinha isso em Karola?
— Não, só existiam clones. E alienígenas que se transformavam, imitando a aparência dos outros. Pensei que era um dos dois.
Mary então começou a explicar:
— Bom, quando a Dona Cegonha vem trazer o bebezinho pra mamãe e pro papai, pode acontecer de...
Putty interrompeu a explicação novamente:
— Tá de putaria com a minha cara, porra? Eu já pesquisei naquele troço que vocês chamam de Internet como funcionam as coisas aqui na Terra. Sei que vocês precisam enfiar um caralho numa buceta e gozar dentro, pra nascer um novo humano miniatura, que depois cresce com o tempo.
Joan continuou:
— É, tem isso... E às vezes, ao invés de nascer só uma criança, nascem duas, iguais! Às vezes nascem duas diferentes também... E às vezes nascem três iguais... Ou quatro... Já teve mulher parindo até seis duma vez!
Putty arregalou os olhos:
— Mas que caralho! Como a barriga dessa filha da puta não estourou com tanta gente dentro? E depois, como a xota não rasgou com tudo isso saindo?
Agora foi a vez de Püia interromper elas:
— A aula tá muito legal, mas quem é essa vadia aí? E por que a minha irmãzinha tá assim, toda esmerdalhada?
Mary completou:
— Foi o milagre do amor! — E fez um coraçãozinho com as mãos.
Pôia, agora já se recuperando da foda, abraçou Püia, falando baixinho:
— Calma, irmãzinha... a Putty é minha amiga... ela só fez o que eu pedi...
Püia ergueu uma sobrancelha, olhando pra irmã:
— Você pediu pra ser afogada em merda de vaca???
Pôia assentiu, com risinhos tímidos escapando, e as bochechas coradas:
— S-sim... foi... gostoso...
Püia ficou boquiaberta. Pôia deu uma tossidinha fofa, cuspindo um pouquinho de diarreia pastosa que ainda estava presa na garganta. O líquido marrom escorria dos lábios delicados.
Püia, preocupada, instintivamente lambeu a boca da irmã pra limpar. Depois, sem pensar duas vezes, grudou sua boca na de Pôia, sugando com força qualquer resquício de bosta que ainda estivesse ali dentro.
A língua de Püia entrava fundo na boca da irmã, puxando a pasta grossa e quente, engolindo golfadas de vômito misturado com diarreia.
Pôia amoleceu completamente no abraço, deixando Püia fazer o que quisesse, enquanto gemidinhos baixinhos escapavam.
— Mmmh... tem mais... vou tirar tudo...
Püia sugava com força crescente, sua língua girando na garganta de Pôia, puxando até de dentro do estômago da irmãzinha. Pôia deixava rolar, com os olhos semicerrados de prazer.
Quando sentiu que não tinha mais nada, Püia desgrudou a boca, mas Pôia segurou o rosto da irmã com seus bracinhos finos e forçou o beijo de volta, invertendo tudo.
Agora era Pôia que sugava a boca de Püia, sua língua invadindo, puxando de volta a diarreia que a irmã tinha acabado de beber. A pasta quente escorria entre as bocas, com gosma marrom pingando das duas.
Pôia enfiava a língua fundo na garganta de Püia, raspando as paredes internas, sugando cada gota de merda que ainda estava ali, o gosto ácido e fedorento enchendo sua boca novamente.
— Mmmh... sua boca tá cheia da minha merda... vou beber de volta...
Püia arregalou os olhos, espantada com a taradice da irmãzinha, seu corpo tremendo de choque.
— P-Pôia... você tá... mmmh... bebendo sua própria bosta da minha boca... aaaah... que loucura...
Pôia não parava, sua língua girava e puxava mais pasta grossa, engolindo golfadas quentes que desciam pela sua garganta, o líquido viscoso escorrendo das bocas unidas.
— Isso... devolve minha merda... mmmh... tá quente ainda... aaaah...
Püia gemia, suas mãos apertando os ombros de Pôia, sem saber se parava ou continuava:
— Irmãzinha... você mudou tanto... aaaah... tô sentindo você sugar tudo de volta...
Pôia tirava e enfiava a língua ritmadamente, como se fodendo a boca da irmã, puxando os últimos resquícios de diarreia. As duas bocas estavam inchadas e meladas de gosma marrom.
Devagar, Pôia tirou o uniforme de empregada de Püia, revelando o corpinho idêntico: a pele clara e macia, tetinhas pequenas e rosadas, a bucetinha já brilhando de excitação.
Deitou ela na grama úmida, com o Sol batendo em seus corpos nus:
— Agora deita aqui... vou lamber você toda...
Pôia começou lambendo os peitinhos da irmã, com a língua passeando pelos biquinhos duros, girando em círculos lentos, sentindo o gosto salgado da pele misturado ao suor fresco. Ela lambia devagar, traçando linhas úmidas pelos seios, sugando levemente os bicos rosados.
— Mmmh... suas tetinhas são tão macias... quero lamber cada centímetro...
Püia arqueou as costas, gemendo surpresa e tesão:
— Pôia... você tá lambendo meus peitinhos... aaaah... que sensação louca...
Pôia mamava nas tetinhas de Püia, abocanhando um bico inteiro, chupando devagar no começo, e depois com mais força, girando a língua ao redor, puxando o leite fino que começava a sair.
— Aaah... tá saindo leitinho... tão quentinho e docinho... vou... sugar... shluuurp...
Püia gemia alto, com as mãos na cabeça de Pôia:
— Aaaah... tá saindo leite de mim... você tá mamando em mim... como se eu fosse... aaaah... sua mamãe...
Pôia alternava entre as duas tetinhas, sugando cada vez mais forte, com leite escorrendo pelos cantos da boca, lambuzando o rosto e o pescoço das duas.
— Isso... mais leite... mmmh... tá enchendo minha boca...
Pôia desceu lambendo o corpinho de Püia, com a língua traçando um caminho pela barriguinha lisa, pelo umbigo, sentindo o suor quente e o cheiro doce de excitação da irmã. Ela lambia devagar, deixando trilhas de saliva, sugando levemente a pele.
— Seu corpinho é todo quentinho... cheiroso... mmh...
Chegou na bucetinha rosa e molhada de Püia, abriu os lábios com os dedinhos, sua língua já esticada, lambendo os lábios externos, depois os internos, provando o gozo doce que escorria.
— Mmmh... sua bucetinha tá pingando... molhadinha...
Püia tremia as pernas:
— Aaaah... Pôia... sua língua na minha buceta... aaaah... chupando minha xotinha...
Pôia chupava com gula, a língua dançando no clitóris, depois enfiando fundo, sugando o gozo que escorria em golfadas.
— Isso... goza na minha boca... mmmh... que melzinho quente...
Püia gozou forte, espirrando jatos na boca de Pôia. Ela bebeu tudo, lambendo até ficar limpa.
— Mmmh... seu gozo tá docinho...
Püia, ofegante, mijou de repente, um jato quente e forte. Pôia abriu a boca, bebendo sem deixar cair uma gota.
— Mijo de irmãzinha... tão quente... tão salgadinho...
Pôia beijou Püia de novo, forçando o mijo de volta pra boca dela:
— Bebe seu próprio mijo... mmmh... prova o gosto...
Püia engoliu, com os olhos arregalados:
— Aaaah... tô bebendo meu mijo... da sua boca... porra...
Pôia virou a irmã de bruços, e abriu as nádegas dela:
— Agora o cuzinho... vou chupar...
Pôia lambeu a borda do cu de Püia, com a língua gulosa, e depois foi enfiando fundo, sugando o interior quente e úmido.
— Mmmh... que cu quentinho... tá saindo um... bafinho...
Püia gemeu, surpresa:
— Pôia... você tá chupando meu cu... aaaah... que sensação... boa... delícia... uhh...
Pôia sugava com força, puxando a diarreia de dentro do intestino da irmã.
— Aaaah... eu tô... cagando na sua boca... mmmh... minha irmãzinha tá bebendo minha merda...
Pôia engolia tudo, gemendo:
— Sua diarreia tá grossa... quente... parece um... chocolatinho derretido... mmmh...
Püia, pela primeira vez na vida, estava cagando pasta fecal na boca da sua própria irmã.
— Isso... caga tudo na minha boca... mmmh...
Pôia foi descendo e lambendo as pernas de Püia, passando a língua pelas coxas, pelas panturrilhas, até chegar nos pés.
— Seus pezinhos... tão lindinhos... tão delicados...
Pôia tirou os sapatinhos e meias da irmã:
— Mmmh... esse cheirinho de suor...
Ela lambeu a sola de um dos pés, enfiou a língua entre os dedinhos, sugando o suor acumulado.
— Seus dedinhos... gostosos... tenho que chupar um por um...
Pôia chupou cada dedinho, deslizando a língua entre eles, sugando com força:
— Mmmh... o gosto entre os dedinhos... salgado...
Püia gemeu:
— Pôia... chupando meus pés... aaaah... que tesão... não sabia que era... mmmh... tão bom...
Pôia colocou um pé inteiro da irmã na boquinha e chupou devagar, passando a língua pela sola macia, sentindo cada vinco da pele, o gosto salgado do suor.
A boca pequena de Pôia se esticava ao máximo, com as bochechas afundando enquanto sugava, o calcanhar pressionando contra o céu da boca.
— Mmmh... seu pezinho tá quentinho... cabe direitinho na minha boca...
Püia gemeu, surpresa com a sensação nova, mexendo os dedinhos instintivamente dentro da garganta de Pôia.
— Pôia... sua boca tá... aaaah... os meus dedinhos... lá dentro... mexendo na sua garganta...
Pôia tentou colocar os dois pés de uma vez, abrindo a boca o máximo que conseguia, mas os pezinhos escorregavam... um escapava, o outro ficava meio torto.
Ela fez biquinho, chateada, e seus olhos marejaram de frustração:
— Não cabe os dois... queria tanto chupar juntinhos...
Püia riu baixinho, ofegante, esticando os pezinhos pra ajudar:
— Calma, maninha... tenta um de cada vez... enfia mais fundo... mmmh... assim...
Pôia forçou o pezinho descalço até o calcanhar, os dedinhos de Püia roçavam a garganta dela, mexendo de tesão, fazendo Pôia engasgar levemente de prazer.
— Aaaah... seus dedinhos... na minha garganta... cof cof... mmmh...
Pôia, morrendo de tesão, pegou o outro pé e empurrou com força, conseguindo enfiar os dois pezinhos ao mesmo tempo, esticando sua garganta ao limite, os olhos lacrimejando, mas um sorriso safado de satisfação no rosto.
— Dois pezinhos... glurgh... na minha boca... mmmh... consegui... glurck...
Püia começou a gostar de verdade, a sensação da boca quente da irmã envolvendo seus pés estava a deixando louca. Ela chupou o pezinho de Pôia em retribuição, lambendo a sola melada de suor, saboreando cada pedacinho.
— Pezinho é... tão gostoso... mmmh... tem gosto de você... molhadinho...
As duas ficaram algum tempo assim, chupando os pés uma da outra, com as bocas cheias, sons molhados de lambidas ecoando, gemidos abafados misturados com risadinhas tímidas e ofegantes.
— Mmmh... pezinho cheiroso... aaaah... esse chulezinho... é bom... ahhh...
— Pôia... você tá me babando... meus dedinhos... hmmm... molhados...
Por fim, o tesão explodiu. As duas gozaram forte e ao mesmo tempo, as bucetinhas esguichando uma em cima da outra, seus corpos tremendo, os gemidos altos ecoando.
Caíram desfalecidas lado a lado no gramado, abraçadas, ofegantes, todas meladas de gozo, merda, e muita baba.
Pôia viu a irmã estirada no gramado, com a respiração ofegante, a boca aberta ainda vazando baba, vômito e merda, e falou baixinho:
— Entendeu agora o que aconteceu, irmãzinha?
Continua...