Claudia, a sogra 3

Um conto erótico de Sr Boi
Categoria: Heterossexual
Contém 1088 palavras
Data: 09/06/2026 06:25:39
Assuntos: Heterossexual

Capítulo 3: O Flagrante

Passaram-se dias desde aquela loucura na cozinha. Cláudia havia terminado de arrumar a cozinha após o almoço, o corpo ainda carregado da adrenalina do último encontro com Luiz. O desejo não parava; só mudava de alvo. Antonela, a filha do meio tinha viajado a trabalho na véspera, e André seu marido estava sozinho em casa. Perfeito.

Ela pegou o celular e mandou uma mensagem rápida para o genro:

“André, querido, pode passar aqui no final da tarde? Antonela deixou umas coisas dela no quarto de hóspedes e eu preciso entregar pra ela quando voltar. Tipo uns documentos e remédios. Te espero por volta das 18h. Beijos da sogrinha.”

Ele respondeu quase imediatamente: “Claro, dona Cláudia. Chego aí umas 18:30.”

Cláudia sorriu para a tela. 18:30 era tarde o suficiente para o sol baixar, mas cedo o bastante para o mercadinho da esquina ainda estar movimentado e para Marcos, o rapaz do pacote, estar no turno da tarde. Há meses ela o provocava: decotes mais baixos, shorts curtos, “acidentais” roçadas ao pegar produtos da prateleira alta. Ele sempre ficava vermelho, mas nunca dava o passo. Hoje ela daria.

Vestiu uma mini saia preta de couro sintético que mal cobria o começo da bunda, justa o suficiente para marcar as curvas. Por baixo: nada. Sem calcinha, sem nada. A blusa branca de alcinha fina deixava os seios siliconados quase saltando, mamilos marcando o tecido fino. Sapatos de salto médio, batom vermelho forte. Olhou-se no espelho do corredor: “Perfeita. Uma puta de 52 anos pronta pra caçar.”

Saiu de casa às 17:45, caminhando até o mercadinho. Sentia o ar fresco roçando diretamente na buceta depilada a cada passo, o clitóris roçando nas coxas. Já estava molhada antes mesmo de entrar.

No caixa, Marcos a viu chegar e congelou por um segundo. “Boa tarde, dona Cláudia. Tudo bem?”

“Tudo ótimo, Marcos. Só vim pegar umas coisinhas pra casa.”

Ela andou pelos corredores devagar, empinando a bunda ao se abaixar para pegar iogurtes da prateleira baixa, deixando a mini saia subir o suficiente para mostrar que não usava nada por baixo. Marcos, do caixa, acompanhava cada movimento pelo reflexo do vidro da geladeira. Quando ela foi pagar, colocou as sacolas na bancada e se inclinou um pouco mais do que o necessário, os seios quase escapando da blusa.

“Pode colocar na sacola plástica? E... será que você me ajuda a levar até em casa? São só dois quarteirões, mas tô com essas sacolas pesadas...”

Marcos hesitou por meio segundo. Depois assentiu, chamando o outro funcionário para cobrir o caixa. “Claro, dona Cláudia. Eu levo.”

Caminharam lado a lado. Cláudia andava devagar, rebolando sutilmente, sentindo o vento subir pela saia. Chegaram à porta da casa dela. Ela abriu, deixou ele entrar primeiro com as sacolas.

“Pode deixar na sala mesmo. Vou pegar uma água gelada pra você.”

Quando Marcos colocou as sacolas no sofá, Cláudia fechou a porta da frente com chave — clique alto. Virou-se para ele, sorrindo.

“Você sempre me olha tanto na loja, Marcos... acha que eu não percebo?”

Ele engoliu em seco, olhos descendo para as coxas dela.

“Eu... desculpa, dona Cláudia. É que a senhora é...”

“Linda? Gostosa? Puta?”, completou ela, aproximando-se. Enfiou as mãos sob a saia, levantou o tecido devagar até a cintura. Mostrou a buceta nua, inchada, brilhando de excitação. “Sem calcinha. Só pra você ver. E tocar. Se quiser.”

Marcos não resistiu. Avançou, mãos trêmulas tocando as coxas dela. Cláudia puxou ele para o sofá, sentou e abriu as pernas.

“Chupa minha buceta, seu puto. Quero sentir sua boca antes de te dar o que você sonha há meses.”

Ele ajoelhou entre as pernas dela, enterrou o rosto na buceta. Lambeu com fome, chupando o clitóris, enfiando a língua fundo. Cláudia gemeu alto, sem se importar com vizinhos. Segurou a cabeça dele, rebolando contra a boca.

“Isso... chupa a cliente tarada... lambe tudo...”

A língua dele passeava por cada centímetro da bucetona de Cláudia, saboreando a mulher que todos no mercado e na rua desejavam, ela gemia de forma teatral, quase como uma atriz pornô, o tesão subia por entre suas coxas e o grelo vibrava anunciando o orgasmo que veio rápido e forte como sempre.

“Agora é minha vez.” falou ela, ainda sentindo o corpo tremendo do orgasmo

Ela o puxou para cima. Abriu a calça dele, tirou o pau duro para fora. Ajoelhou no chão da sala, bem em frente ao sofá.

Enfiou na boca inteira, babando, olhando para cima com cara de safada. Marcos gemia baixo, mãos nos cabelos negros ondulados dela. Cláudia acelerou, chupando forte, lambendo as bolas, batendo com o pau dele em seu rosto e voltando à cabeça.

“Agora me fode... enfia na buceta da coroa tarada.”

Ela se deitou de costas no sofá, pernas abertas, mini saia enrolada na cintura. Marcos se posicionou entre as coxas dela, encaixou a cabeça do pau na entrada molhada e empurrou devagar. Cláudia gemeu alto ao sentir ele entrar, centímetro por centímetro, preenchendo ela completamente.

“Vai... mete fundo... me fode seu safado”

Ele começou devagar, depois acelerou. Batia forte, as bolas estalando contra a bunda dela, o sofá rangendo sob o ritmo. Cláudia cravou as unhas nas costas dele, sussurrando:

“Mais forte... me fode… vamos…” ela pedia e Marcos obedecia, estocadas cada vez mais fortes e rápidas, “mete esse pauzão na tia vai… isso gostoso… soca tudo.”

Marcos meteu com vontade, suado, grunhindo. Cláudia rebolava contra ele, apertando a buceta em volta do pau, levando os dois ao limite. Ela gozou primeiro, tremendo, gemendo alto, o corpo convulsionando.

“Agora... goza na cara da puta...”

Ele saiu dela rápido, ajoelhou na frente do rosto dela. Cláudia abriu a boca, língua para fora. Marcos gozou forte: jatos grossos e quentes no rosto, na boca, escorrendo pelo queixo, pingando nos seios. Ela lambia o que conseguia, olhos fixos nele, sorriso safado. Sugou as últimas gotas de semem da cabeça do pau dele com uma fome louca.

Pegou o celular da mesinha de centro, virou a câmera para si mesma. Selfies: rosto coberto de porra branca escorrendo, língua lambendo os lábios sujos. Ela fazia carras e bocas

“Pra minha coleção...”

Naquele exato momento, a porta da frente abriu.

André entrou, chave reserva na mão. Parou na entrada da sala, olhos arregalados.

Cláudia ajoelhada no chão, rosto melado de porra, celular na mão filmando a própria cara suja. Marcos de calça aberta, pau ainda semi-duro, tentando se cobrir às pressas.

O silêncio foi pesado, quebrado apenas pela respiração acelerada dos três.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Sr Boi a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários