Miguel fodido pelo irmão postiço

Um conto erótico de Thiago P.
Categoria: Gay
Contém 1179 palavras
Data: 09/06/2026 09:25:06

Miguel e Roberval se conheciam havia anos. Desde que o pai de Roberval, um homem rude, autoritário e de pavio curto, casou com a mãe de Miguel quando o garoto tinha apenas 13 anos, Roberval — então com 18 — se tornou uma sombra constante e perigosa na vida dele.

Roberval era o típico filho problemático: tatuagens nos braços e pescoço, barba sempre por fazer, boca suja, corpo forte de quem passava mais tempo na rua do que em casa. Entrava e saía de empregos, brigava, bebia e fodia quem quisesse. Em casa, ele transformou Miguel em seu alvo favorito. Chamava o enteado de “santinho”, “virgenzinho de merda”, “bundinha apertada” e “putinha do irmão” quando estavam sozinhos. Roçava o volume da calça “sem querer” no corpo magro de Miguel no corredor estreito, entrava no banheiro sem bater enquanto o garoto tomava banho, ficava olhando descaradamente para o volume na cueca dele e ria quando Miguel ficava vermelho, gaguejando e tentando se cobrir.

— Um dia eu vou te arrombar esse cuzinho virgem, Miguelzinho. Você vai chorar pedindo mais — sussurrava ele no ouvido do garoto antes de sair do quarto, deixando Miguel tremendo de vergonha, medo… e uma excitação proibida que ele odiava sentir.

Miguel nunca contou nada para a mãe nem para o padrasto. Tinha pavor de piorar a situação. Com o tempo, aquela tensão diária virou uma tortura lenta: olhares longos, toques “acidentais”, piadas sujas e humilhações constantes que faziam Miguel se sentir pequeno, vulnerável e estranhamente atraído pelo perigo.

Agora, aos 19 anos, Miguel tinha conseguido seu primeiro emprego sério como auxiliar administrativo na mesma empresa onde Roberval trabalhava esporadicamente na logística. O padrasto havia puxado o fio para arranjar a vaga, e Roberval não perdia oportunidade de lembrar quem “devia favores” ao garoto.

O relógio da sala de arquivos marcava quase oito da noite. O andar estava deserto, apenas o zumbido frio do ar-condicionado antigo preenchia o silêncio. Miguel estava de joelhos, organizando caixas de relatórios antigos, dedos trêmulos. Ele queria terminar logo e ir embora antes que Roberval aparecesse.

Mas o destino não colaborou.

— Ainda aqui, Miguelzinho? Trabalhando até tarde como um bom menino…

A voz grave, rouca e carregada de deboche veio da porta. Miguel sentiu um frio na espinha. Roberval entrou devagar, fechando a porta pesada com um clique que soou definitivo. Camisa social aberta no peito tatuado, barba por fazer, aquele sorriso predatório que Miguel conhecia muito bem.

— Seu pai me mandou vir te buscar… mas eu já imaginava que você ia estar aqui, todo certinho, todo sozinho. — Roberval se aproximou lentamente, como um animal cercando a presa. Parou bem atrás de Miguel, tão perto que o garoto sentia o calor do corpo e o cheiro de cigarro e suor masculino. — Continua virgem, né? Aposto que ainda não deixou ninguém tocar nessa bundinha branquinha.

Miguel engoliu em seco, o rosto queimando.

— Roberval… por favor. Aqui é o trabalho. Eu só quero terminar e ir pra casa.

Roberval riu baixo, colocou as mãos grandes nos ombros de Miguel e apertou, massageando devagar, descendo um pouco pelas costas.

— Você sempre foi assim… desde os 13 anos. Todo tímido, todo assustado, mas eu vejo como você me olha escondido. Como fica duro quando eu roço em você em casa. — Ele se inclinou, lábios quase tocando a orelha de Miguel, voz baixa e sedutora. — Aposto que você bate uma punhetinha pensando no irmão postiço te segurando e te fodendo até chorar, não é? Imagina meu pau grosso abrindo esse cu virgem… te fazendo minha putinha particular.

Miguel tentou se levantar, mas Roberval o empurrou de volta contra a mesa com firmeza, sem violência ainda, só dominância.

— Fica quietinho… deixa eu cuidar de você hoje. Ninguém vai saber. Vai ser nosso segredinho sujo.

Roberval virou Miguel devagar, segurou seu queixo com força e o beijou. O beijo começou quase sedutor, língua invadindo devagar, mas logo ficou possessivo, faminto. Enquanto beijava, ele abria o cinto do garoto.

— Ajoelha, Miguelzinho. Mostra pro irmão como você é obediente.

Miguel, tremendo, caiu de joelhos. Roberval puxou o pau grosso, veioso e já babando pra fora.

— Abre a boca. Isso… bem larguinha.

Ele segurou a cabeça de Miguel com as duas mãos e enfiou a rola devagar no começo, depois com mais força. Quando chegou na garganta, começou a foder fundo. Miguel engasgou violentamente, olhos enchendo de lágrimas.

— Isso… engole tudo, viadinho. Chora pra mim. Engasga no pau do irmão.

Roberval meteu garganta profunda, socando devagar mas sem misericórdia, segurando a cabeça do garoto enquanto saliva escorria pelo queixo, pingava nas bolas e lágrimas desciam pelo rosto vermelho de Miguel. O garoto tossia, chorava, nariz escorrendo, mas Roberval só gemia de prazer e humilhava:

— Olha pra mim enquanto eu uso sua garganta. Você nasceu pra isso, Miguelzinho. Pra ser minha putinha de boca e cu.

Depois de longos minutos de boquete brutal, Roberval puxou o pau melado, deixou Miguel tossindo e chorando no chão por alguns segundos, depois o levantou e virou de costas contra a mesa de metal.

Puxou a calça e cueca até os tornozelos, cuspiu grosso no cuzinho virgem e enfiou dois dedos secos, girando e abrindo com força.

— Aaaahhh! Dói! Roberval, por favor… — gritou Miguel.

— Cala a boca e aguenta. Esse cu é meu desde que você chegou na nossa casa.

Roberval posicionou a cabeça grossa e empurrou com força selvagem. Miguel soltou um grito lancinante quando o pau rasgou sua entrada. A dor foi queimante, profunda, como se estivesse sendo partido ao meio.

Roberval meteu uns 13cm de uma vez e começou a socar com brutalidade. Estocadas fortes, bolas batendo alto na bunda. A mesa rangia contra a parede.

Depois virou Miguel de frente, colocou as pernas dele sobre os ombros e meteu olhando nos olhos cheios de lágrimas:

— Tá sentindo, putinha? Toda minha rola destruindo seu cuzinho virgem. Goza pra mim enquanto eu te arrombo.

Em seguida, virou o garoto de lado, levantou uma perna e continuou socando fundo, uma mão apertando o pescoço de Miguel enquanto a outra dava tapas fortes na bunda.

Por fim, colocou Miguel de quatro sobre a mesa, segurou o cabelo dele como rédea e fodeu com selvageria total — estocadas rápidas, profundas, brutais. O cuzinho vermelho e inchado piscava ao redor da rola grossa, fazendo barulhos molhados obscenos.

— Você é minha agora, Miguelzinho. Minha putinha particular. Vai tomar rola todo dia que eu quiser.

Roberval acelerou, rosnando, e gozou fundo — jatos grossos, quentes, enchendo o cu virgem até transbordar. Ficou pulsando lá dentro enquanto Miguel soluçava.

Puxou o pau com um “ploc” molhado, admirando o buraco destruído, aberto e escorrendo porra.

— Limpa essa bagunça e vai pra casa. E não ouse contar nada pro seu padrasto… senão eu conto pra todo mundo como você chorou gostoso com meu pau na garganta e no cu.

Deu vários tapas fortes na bunda dolorida, riu e saiu.

Miguel ficou caído na mesa, corpo tremendo, cu ardendo em fogo, garganta dolorida, porra escorrendo pelas coxas, lágrimas molhando o metal. A humilhação era esmagadora… mas o pior era saber que, no fundo, ele já esperava ansioso pelo próximo “encontro”.

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