Espiando as primas no banheiro

Um conto erótico de Fred
Categoria: Heterossexual
Contém 1297 palavras
Data: 09/06/2026 10:08:55

Em uma festa de interior, bem no meio da roça em uma fazenda, espionei minha mulher a irmã e uma prima tomando banho juntas. Era uma festa de vários dias, por isso levamos barracas e acampamos lá. Minha esposa com seus 24 anos e minha cunhada e a prima delas com 19, todas uma delícia minha esposa e cunhada muito parecidas ambas com seu 1,67m cabelo preto até o meio das costas, minha esposa era na época mais fofinha, porém muito gostosa, bundão e coxão com uns peitinhos pequenos que eu adoro, minha cunhada uma falsa magra que sempre que podia me provocava na casa dela ou na minha desfilando de lingerie e shortinhos curtos sem sutiã, adorava ver os peitinhos dela sempre que dava uns “vacilos” e deixava aparecer sem querer, peitinhos pequenos que sempre tive vontade de chupar, a prima delas um tesão, um pouco mais baixa, loirinha com olhos cor de mel, pele branquinha e carinha de menininha ainda, mas que eu sabia que já aguentava muita rola.

O banheiro era meio “comunitário” masculino colado no feminino dividido por uns tapumes e entre esses tapumes haviam uns vãos. Eu já tinha sacado a malandragem nesse banheiro, já tinha dado uma conferida em umas gostosas que estavam na festa também.

Acordamos em um dos dias em nosso acampamento, a família estava toda acampada próximo, ainda estava sonolento quando escutei as meninas uma chamando a outra para irem tomar banho antes de ter muita gente circulando, meu pau que já estava duro pela ereção matinal chegou a pulsar com a possibilidade de ver as três tomando banho juntas, fiquei na barraca por um tempo olhando elas a caminho do banheiro, assim que elas entraram peguei minha toalha e fui atrás a passos apressados para que ninguém entrasse no banheiro masculino antes de mim.

Quando entrei escutei no banheiro feminino o barulho do chuveiro, encontrei um vão bem no meio dos tapumes que dividiam os banheiros e por ele pude ver que era minha mulher quem estava no chuveiro enquanto as outras terminavam de tirar suas roupas. Escutei elas falando qualquer coisa e respondi para que soubessem que eu estava ali, minha mulher me chamou pelo nome e respondi a convidando para um banho comigo pra não dar na cara a minha real intensão, por sorte ela disse que não, pois já estava sem roupa e molhada. As três deram risadinhas e me tranquilizei.

Abri o chuveiro e me molhei enquanto escutava elas cochichando e rindo baixo, ensaboei bem minha rola dura e fui espiar, minha mulher terminava de lavar o cabelo e sua prima já se aproximava do chuveiro enquanto a cunhada estava ao lado, eu podia ver seu corpo de perfil, peitinhos apontando para frente, e bundinha acompanhando a curvatura da coluna, uma delícia de novinha.

Quando a prima entrou no chuveiro, ficou de frente pra onde eu espiava, pude ver aqueles peitinhos iguais duas peras apontando pro teto, uma barriga sem definição mas bem cuidada e uma bucetinha que fez meu pau latejar na hora e eu que estava alisando a rola já a algum tempo acabei perdendo um pouco do controle e batendo no tapume, elas perceberam e perguntaram se estava tudo bem, respondi que sim e que havia escorregado. Elas riram, voltei ao chuveiro e me molhei novamente e sempre esfregando a rola.

Voltei ao lugar de visão a prima ainda estava la se ensaboando, deslizando suas mãozinhas pelo seu corpo liso e gostoso, a bucetinha é daquelas mais marcantes um pouco inchada, marca bem em uma novinha pequena, do tipo que quando olhamos por trás fica parecendo um sanduiche, que bucetinha gostosa. Minha mulher passava creme no cabelo em um canto do banheiro e minha cunhada havia mudado a posição ficando de frente para o meu campo de visão, tive a impressão que ela sabia que eu estava olhando elas, ela estava com uma das mãos cobrindo os seios e a outra por cima da buceta, mas nada exagerado, como quem está repousando as mãos em algum lugar ainda assim pude ver um pouco a bucetinha gostosa dela.

A prima virou de costa e pude comtemplar sua bundinha perfeita, pele branquinha e a agua escorrendo formando um caminho natural para a perdição, a bunda pequena, redondinha que deixava a mostra o pacotinho de prazer que ela escondia no meio das pernas, a cabeça do meu pau brilhava. Me molhei novamente e quando voltei para o lugar de visão a prima havia trocado de lugar com a cunhada, que estava de costas para a minha visão, com a bunda completamente a mostra e as costas arqueadas, arrebitando ainda mais aquela bunda em formato de coração, quando vi, me segurei pra não gozar e esbarrei de novo no tapume, novamente perguntaram sobre o barulho, disse que havia perdido a noção do espaço, rapidamente me concentrei em continuar olhando o espetáculo e ela estava do mesmo jeito.

Meu pau estava explodindo, o tesão por ver aquelas gostosas sem roupa e ainda de poder ser pego fazendo isso estava demais, quando a cunhada virou de frente ai eu realizei meu sonho, ver a bucetinha dela sem nenhum impedimento, e que delícia, igual da minha mulher, toda lisinha e bem fechadinha quase escondida, protegendo a grutinha, os peitinhos eu já conhecia mas mesmo assim ainda me hipnotizavam enquanto ela se ensaboava deslizando seus delicados dedos sobre seu corpo delicioso eu não me contive e gozei, soltando um leve gemido que tentei disfarçar tossindo. Estava em êxtase tamanho era o tesão.

Terminei meu banho, quando sai esperei por elas na porta, passou um tempo e elas saíram dei um beijo na minha mulher e bom dia para as outras, minha mulher mandou eu levar as toalhas e roupas para o acampamento pois ela ia ver alguma coisa com a prima. Então fomos eu e a cunhada, meu pau ainda estava meia bomba e por eu estar se cueca e usando um short folgado, ele marcava tanto parado quanto enquanto andava. A cunhada andando do meu lado perguntou com um sorriso de canto de olho se meu banho tinha sido bom, de pronto respondi que tinha sido ótimo, nisso ela da uma encarada na minha rola solta um sorrisinho e fala que estava dando pra perceber, me chamou de safado e saiu de perto.

Cheguei na barraca de pau duro, entrei, tirei o short e comecei tocar mais uma exclusiva pra minha cunhada que tinha me deixado louco no caminho, ouvi passos, mas continuei minha barraca estava um pouco aberta, pois na pressa do tesão não percebi uma “janela” aberta, vi a sombra de alguém e ouvi me chamar, era minha cunhada eu disse que estava na barraca um pouco ocupado trocando de roupa, ela respondeu que ia me esperar pra irmos juntos onde minha mulher estava, continuei minha punheta e da posição que eu estava não conseguia ver se tinha alguém olhando diretamente, mas podia perceber quando alguém se aproximava da barraca, eu estava deitado com a cabeça próximo a janela da barraca aberta e os pés para a porta da barraca.

Ela estava quieta, mas eu percebi que estava bem próxima a janela, onde poderia ter uma bela visão do que eu estava fazendo, então, sabendo que agora era ela que estava vendo eu comecei bater com força e gemer baixinho, chamando pelo nome dela, percebi que ela chegou mais perto e eu gemi baixinho o nome dela enquanto gozava e esfregava a porra na cabeça do pau, ouvi uma respiração ofegante e ela se afastou.

Disse que já estava saindo, ela respondeu meio sem voz que estava ali ainda, eu sai e vi ela um pouco afastada, no encontramos e fomos em direção a minha mulher, nenhuma palavra sobre o assunto, só olhares safados!

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Comentários

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Ufa ufa, Derico, o voyeurismo foi muito show show show.

Eu também tenho um texto "0 amigo do meu marido me enrabou" tá no ranking do site e se puder visitar, comentar ou apenas votar já tá de bom tamanho.

Enfim, Derico a cenas do banheiro na qual descreve seu 'sonho'...quando a cunhada virou de frente ai eu realizei meu sonho, ver a bucetinha dela sem nenhum impedimento... Os (todos) parágrafos ficaram excelentes,

𝐃𝐞𝐫𝐢𝐜𝐨, 𝐯𝐨𝐭𝐚𝐝𝐬𝐬𝐦𝐨☛✪✪✪

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Obrigado Maísa, relembrar esse acontecido ainda me da muito tesão.

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