Sábado de feriadão

Da série Leite de Cocos
Um conto erótico de Pedro
Categoria: Heterossexual
Contém 2833 palavras
Data: 09/06/2026 10:40:27
Última revisão: 09/06/2026 13:58:55

Logo após o almoço.

- Amor eu vou dar uma volta, relaxar um pouco.

- Tudo bem. Eu vou terminar de revisar uns processos e depois vou dar um jeito nos meus pés.

- Amor, seus pés são lindos. São uma delícia!

- Exatamente por isso! Precisa manter, né Pedro!?

- Vai na podóloga?

- Não, só vou hidratar aqui mesmo.

Pedro adorava os pés da sua amada. Pequenos, proporcionais ao seu corpo, delicados porém firmes, suaves, macios, perfumados e saborosos. “Que delícia aqueles pés!” “Lamber, beijar, chupar, foder aqueles pés!” Nossa, só de pensar o pau de Pedro já começa a dar sinais. “Que delícia de pés ela tem!”, Pedro viajava.

No que Pedro saía pela porta do apartamento:

- Amor, se cuida!

- Tudo bem amor, eu sei aonde vou. E deu um sorrisinho maroto de quem sabe o que vai fazer. Ela também sorriu e atirou um beijo para ele, que retribuiu e fechou a porta.

Pedro atravessa a balsa sentido Santos, no playlist Criolo cantando que não existe amor em SP. “Será que existe em Santos?” Sorriu e balançou a cabeça. Pedro sabia muito bem aonde teria que passar para que a tarde fosse de brisa e de paz.

Na entrada da viela um moleque novinho, estilo caiçara, de moletom aberto na frente, sem camiseta, bermuda de surfista, chinelo e pochete, indaga:

- E aê patrão, vai querer o que?

- Prensado de 20.

“Que moleque marrento!” pensou Pedro, “Mas é gostoso!”, “E essa mala!?”, “Só pode estar sem cueca!”. Pedro observa que os vincos do abdome do moleque adentram pelo cós da bermuda. Que havia um pequeno, mas bem definido, caminho de pelos escuros descendo do umbigo e entrando pela cintura da bermuda em direção ao pau. “Caralho, Pedro, se controla, tu tá na biqueira, porra!”

O moleque mete a mão na pochete, tira o pequeno pedaço enrolado em papel filme, passa para Pedro, que coloca no bolso, entrega a grana, dá as costas e sai.

- Vlw!

- Flw!

Foi uma transação rápida e, embora para alguns esse momento seja tenso, para Pedro até que era tranquilo, embora não fosse frequente.

Pedro entra no carro, arranca, dirige por uns minutos e para em uma praça sossegada próxima da orla.

Ali mesmo dischavra. “O cheiro tá bom. E até que não tem muito galho nem muita semente!”. Bola na seda que ele já trazia no porta-luvas, lambe e tá feito um fino! Bola mais 2 pra deixar de reserva dentro do maço de cigarros que ele havia comprado especialmente para aquele dia. Pedro não costuma fumar cigarro e beck só de vez em quando.

Pedro sai do carro, vai até um canto mais reservado da praça, acende e dá a primeira tragada. Solta sem prensar. Só queria sentir o sabor e a vibe do beck. Não deu coceira na garganta, então ele deu mais um trago e prendeu. “Delícia!” Na mesma hora sua cabeça ficou leve. Cara, que vontade de sorrir!

O dia estava bonito, não fazia frio embora fosse outono, também não fazia calor. Era uma tarde de sol, nem 3 da tarde. Dia bonito. Pedro deu mais uns pegas e a boca secou. Lembrou da garrafinha de água no carro. Apagou e deixou a ponta no cantinho do banco. “Pra alguém que achar se divertir também”.

Foi para o carro, bebeu, ligou o playlist, agora ele queria ouvir Maskavo e brisar um pouco na regueira dos caras. Relaxou, fechou os olhos, viajou, ligou o ar, brisou na brisa do ar, riu um pouco, ele estava bem, estava feliz, “Vida melhor não há!”, pensava ele, “E se existir não quero!” Hahahahaha! Riu alto.

Por um momento lembrou do moleque da biqueira e seu pau deu sinais de vida. Pedro deu uma sovada por cima da bermuda. O bicho já estava querendo uma punheta, mas ali não era o lugar. O pau ficou mais duro quando Pedro imaginou essa possibilidade. Apertou mais um pouco, agora na cabeça, que já estava melada e a pele deslizava fácil. Um arrepio percorreu sua coluna de cima a baixo, “Que tesão caralho!”. Mas ele decidiu que deixaria para depois. Parou por um instante, deu a partida e foi em direção a pista de sk8.

Dirigiu com suavidade, como se estivesse pilotando uma nave pelo espaço, deslizando, desviando de asteroides e planetas. Que viagem, Pedro! E riu novamente. Até que chegou em frente ao parque e estacionou.

Pedro colocou seus óculos escuros, um Ray-ban Aviador que ele ganhou da mulher no seu último aniversário, pegou seu maço de cigarros, onde estavam os 2 outros finos, e pôs no bolso da bermuda jeans, colocou o isqueiro no bolso do seu moletom cangooroo, agarrou sua garrafinha de água e desceu do carro em direção às pedras a beira mar, atrás do heliponto, na ponta do parque.

Ele sabia que ali estaria seguro e que poderia brisar a tarde toda. Sua mulher já sabia o que ele estava fazendo e não se preocuparia. Logo antes do entardecer ele retornaria são e salvo.

Pedro encontrou uma pedra relativamente confortável, as ondas estavam calmas, o mar parecia que cantava para ele, acendeu e relaxou mais uma vez.

Enquanto fumava seus olhos viajavam nas ondas, seu pensamento variava de assunto como quem zapeia no controle de uma televisão com infinitos canais multicoloridos. Tudo parecia fazer muito sentido e todas as respostas estavam ali, na sua mente, naquele momento. “Cara, como eu não tinha pensado nisso antes!?” Para em alguns momentos já nem saber a pergunta para a qual ele havia encontrado a resposta. E sorria, feliz e relaxado.

Quando terminou, jogou a ponta para Yemanjá, agradeceu a companhia e caminhou de volta em direção a pista onde uns caras estavam fazendo manobras de sk8.

Parou com ambos os braços escorados sobre a grade e o queixo sobre as mãos, encantado observando as manobras, os corpos, os movimentos harmônicos e suaves, quase como se o sk8 fosse parte de seus corpos. Como se os caras estivessem flutuando no ar.

Pedro lembrou de quando ele praticava sk8, coisa que agora não rola mais. Joelho fodido. Herança da família de seu pai. Pelo menos pode tentar algumas manobras quando era adolecente e enquanto descobria seus primeiros amores e temores, mas isso fica para outro conto.

Dentre os caras, maioria novinho, tinha um que parecia mais velho, deveria ter uns 30 e poucos. Magro, cabelo e barba longos, loiro, olhos claros, pele branca porém bronzeada do sol da praia. Regata branca, camisa aberta, braços fortes, porém não super malhados, tatuagens, calça jeans desgastada segura apenas por um cinto estilo militar e uma cueca de elástico largo aparecendo na cintura.

Pedro ficou encantado e a brisa não deixou ele disfarçar. O cara percebeu, fez mais algumas manobras e veio até Pedro.

- E aê cara, blz!?

- Tranquilo! Respondeu Pedro com a voz lenta e grave por ter fumado um.

- Curtindo a brisa!? E sorriu. Certamente percebeu que Pedro estava viajando.

- Aham.

- Massa! Curte sk8?

- Já curti, agora não mais.

- Sério? Pq? E deu uma pegada na mala. Pedro encarou, não foi possível desviar o olhar daquela pegada.

- Joelho, respondeu Pedro sem tirar os olhos daquela obra de arte que ali estava à sua frente.

- Entendi. Calor hoje né!? E levantou a regata para limpar o suor da testa, deixando exposto aquele abdômen trabalhado pelos anos de rolê.

Além de magro e bem definido, o cara tinha o peito cabeludo e um maravilhoso caminho-da-felicidade que descia do peito e ia até a borda da cueca. Pelinhos loiros formando uma linha dourada que hipnotizaram Pedro.

Para sua sorte, seu moletom era largo, e ele pôde jogar um pouco o quadril para trás, de modo a disfarçar que seu pau já estava duro.

Pedro sempre teve uma bela bunda, sempre foi elogiado e sacaneado por isso desde os tempos da escola. Redonda, grande, empinada. Uma senhora bunda! Proporcional, deixo aqui registrado.

Ao se posicionar daquele jeito, o cara deu uma espiadinha por cima do ombro de Pedro, de modo a observar aquela bunda. Pedro percebeu e não conseguiu disfarçar. O cara disfarçou, olhou para o horizonte e fez um comentário qualquer sobre o dia.

A tensão estava no ar. O cara levantou o braço sobre a cabeça e começou a inspecionar os pelos do sovaco, ali, bem na frente de Pedro, que a essa altura já estava com a cueca toda melada.

O cara quis puxar assunto sobre irem para algum lugar mais reservado, mas Pedro, que é safo, se ligou que o cara não curtia de verdade, não demonstrou excitação em nenhum momento da conversa. Nada de barraca armada. Provável que ele apenas quisesse fumar um na aba de Pedro. Então Pedro desanuviou. Não era seguro.

Ambos se cumprimentaram. O cara foi para a pista continuar suas manobras. Pedro esperou a brisa do pau duro baixar um pouco, bebeu uns goles de água e foi em direção ao carro. "Puts, já está ficando tarde, preciso voltar."

No carro, Pedro pega o celular e manda um áudio para sua esposa:

- Amor, já estou voltando. Está tudo bem.

No que ela só responde com ‘OK’.

Pedro dá a partida, liga o som, na playlist agora é Charlie Brown: “Foi quando te encontrei/ Ouvindo o som e olhando o mar/”. Nesse momento, a memória de Pedro o levou de novo para a época do sk8. O coração de Pedro quis dar um pulo. “Para! Brisa errada!” Ele troca de música na mesma hora. “Meu, tu não sabe o que que aconteceu!” “Ahhhhhh, bem melhor!” Pegou o último fino, acendeu e seguiu em direção a balsa sentido Guarujá, cantando alto e se divertindo como no dia quando ele, criança, ouviu os caras na rádio pela primeira vez.

Ao chegar no apartamento Pedro tira o moletom. O ambiente é climatizado. Estava bem gostoso lá dentro. Vai até a varanda, que é toda envidraçada e fica em frente a orla. Sua mulher está lá, de roupão, hidratando os pés com óleo de coco.

- Hummm, que cheiro bom!

- É, mas esse não é de comer não!

- Sim, amor eu sei!

- Amor não, doutora amor para o senhor, seu maconheiro meliante! Ela sabia o que ele havia feito durante a tarde e o cheiro era apenas mais uma evidência naquele caso.

Levantou-se, séria, tirando o roupão e ficando totalmente nua, olhos nos olhos, em frente a Pedro. Pedro ficou levemente embasbacado, ainda estava chapado, a erva era boa. Então ela comandou com voz firme:

- Vire-se e mãos na parede!

Pedro ficou parado, sem entender muito bem o que fazer. Ela o pegou pelo braço e o girou em direção a vidraça da sacada.

- Mãos na parede, já falei! O empurrando contra o vidro.

Ele foi sem apresentar resistência. Lá em baixo, embora já fosse fim de dia e o tempo estivesse esfriando, algumas pessoas ainda faziam caminhada no calçadão, alheias ao que ocorria ali naquela sacada. Era um andar alto. “Quem iria falar alguma coisa!?”, “E se alguém ver?!”, “Ah, foda-se!” pensava Pedro enquanto sentia o corpo nu de sua mulher aproximar-se do seu.

- Tire sua camiseta mas permaneça virado para a parede!! Ela ordenou.

Pedro obedeceu.

No que ela aproximou mais seu corpo ao de Pedro, que pode sentir os bicos dos seios roçando em suas costas. “Que tesão, caralho!”

Nisso Pedro já estava de pau duro dentro daquelas bermudas jeans que já se mostravam apertadas. Ela afrouxou o cinto e deixou as bermudas caírem sobre os All Stars pretos de Pedro, o deixando apenas com sua zorba slip branca. Pedro adora cuecas brancas. Principalmente as que têm abertura frontal.

A pélvis dela encostava na bunda de Pedro, ela estava o encoxando. Ele ficava cada vez mais duro de tesão, parecia que o pau ia explodir. Suas mãos apertaram levemente as nádegas de Pedro. Ela gostava daquela bunda. E, embora ambos soubessem que, por regras muito bem estabelecidas entre ambos, nenhum deles passaria disso em relação a bunda/cuzinhos, Pedro ficava doido com aquele tratamento que ela lhe dava.

O combinado entre os dois era que assim como Pedro não pode mexer no cuzinho dela, ela também não mexe no dele. Não que ele não quisesse, seria perfeito! Mas porque ela assim decidiu. E vocês sabem que a última palavra sempre será a de Pedro: “Sim, amor!”

Logo ela deslizou as mãos pelos quadris de Pedro em direção a sua mala. Massageou por cima da cueca. Primeiro apertou suavemente o pau, depois o saco. Uma parada mais hard, uma dorzinha no saco as vezes o deixa mais excitado. E ela sabe. Logo em seguida, uma mão no saco e outra na cabeça, que já estava toda melada e babava o pano da cueca.

- O que é isso aqui, meliante?

- Não é nada não, senhora!

- Você sabe que não pode andar armado!

- Sei sim, senhora!

- Por essa infração vou ter que te castigar!

Quando Pedro ouviu essas palavras seu pau deu um pulo de tesão. Ele já sabia que aquelas mãos mágicas o levariam à loucura! A manhã do feriado já tinha sido intensa. Agora, brisado, ia ser melhor ainda!

Ela enfia a mão pela abertura da cueca e começa a manipular seu pau lentamente, esfregando a cabeça no tecido. Pedro começa a gemer. A baba diminui a fricção mas aumentava o tesão, o deixando doido. E, quanto mais ela o manipulava, mais sua jeba babava. “Caralho, que tesão da porra!”

Sua captora para por um instante. Pedro retoma o fôlego.

- Continue aí, mão na parede, você está sob custódia!

Pedro, com os braços sobre a cabeça, em pé, escorado no vidro da sacada, de frente para o mar, sem camisa, apenas de cueca, pau duraço, babando, e a vida acontecendo lá embaixo como se nada estivesse acontecendo ali em cima.

Ela vai até a mesinha ao lado do sofá, pega o óleo de coco, volta até Pedro, baixa suas cuecas até seus tornozelos. O pau dele pula pra fora! Pulsante.

Ela pinga algumas gotas de óleo naquele pau que, quente, reage à temperatura mais fria do líquido e pula. Pedro sente o cheiro do óleo que, aquecido pelo calor de seu membro, chega até suas narinas. “Que cheiro maravilhosos!”, “E que larica!”, “Mas isso aqui está muito melhor!”, “Concentração, Pedro!”.

Ela começa a masturbar o pau de Pedro com suavidade. Como se quisesse untar aquela ferramenta inteira, inclusive os ovos.

Para isso ela passa mais óleo nas mãos e começa a massagear aquelas bolas que já estavam penduradas de tesão. Então ela fecha os dedos em um círculo, entre os cocos e a base do pau, deixando o saco de Pedro mais esticado.

Suas bolas foram prensadas dentro daquela bolsa de pele, que agora estava mais lisa e brilhante. Com a outra mão ela agarra firme o pau pela base. Pedro suspira, geme. Seu pau estralando, veias pulsando. “Que tesão!”, “Caralho!”, “PQP!”

Ela aperta levemente as bolas de Pedro, que geme pela leve dor. Isso o fez sentir mais tesão! Então ela volta a polir a cabeça do pau, que agora tinha baba e óleo se misturando e lubrificando tudo de uma maneira incrível!

Seus dedos exploram o freio do pau, voltam, tentam penetrar pela uretra, Pedro geme, suspira, se contorce. Passam pela cabeça e vão até a borda da chapeleta, que de tão inchada está muito proeminente. Então ela volta a fazer a conchinha com a mão e a torturar Pedro como fez naquela manhã. Pedro já sabia qual seria seu destino, ser torturado até não aguentar mais.

O que Pedro não esperava era que a brisa do beck o faria sentir aquelas sensações de maneira mais intensa e relaxada ao mesmo tempo. Agora aquela agonia sentida 2 dias atrás se transformou quase que em uma massagem em um ponto interno, aquele que ele sente quando está prestes a gozar. O ponto que se contrai entre o cu e o pau e o faz explodir em jatos fartos de porra.

Pedro foi se deixando levar por aquela sensação até que não pode mais segurar e gozou. Gozou bastante! Uma brisa muito doida! Pareceu durar mais do que das outras vezes. Que o tempo passou mais lento. E as contrações pareceram mais compassadas, longas e ritmadas, como as ondas do mar que ele observara mais cedo, lá na beira do heliponto. Sem palavras pra descrever. Só sentindo!

As pernas de Pedro quiseram fraquejar, ele apenas deixou-se levar pelo relaxamento que sentiu pós gozo e sentou-se ali mesmo, no piso, roupas presas aos seus tornozelos, parado, olhando para a porra que escorria pelo vidro e empoçava na esquadrilha da vidraça.

Ela riu e dirigiu-se para o banho.

Pedro, na larica, e sentindo aquele maravilhoso cheiro de coco, salivou ao ver tanta porra e não pensou duas vezes. Caiu de boca no canto da esquadria e sugou tudo com vontade. Parecia que ele estava devorando o mais delicioso dos manjares! Saboreava cada gota. Lambeu até o vidro!

Quando terminou, limpou a boca com as costas da mão, tirou os tênis, as roupas jogou no sofá e foi em direção ao banheiro.

- Agora ela me paga!

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