A primeira viagem de Giulia aconteceu três semanas depois de sua contratação.
Desde que começou a trabalhar na igreja, ela ouvira Karina, Bianca e Fernanda mencionarem repetidas vezes as reuniões do Conselho Estadual de Mulheres. Uma vez por mês, líderes femininas das principais congregações da região se reuniam na capital para discutir calendários, congressos, projetos sociais e campanhas de arrecadação.
No papel, parecia uma responsabilidade séria.
Na prática, era também a desculpa perfeita.
A igreja pagava combustível, alimentação e hospedagem. Como Karina era uma das coordenadoras estaduais, ninguém questionava a presença de Bianca e Fernanda. Giulia, agora integrante oficial da equipe, passou a ter o mesmo direito.
Quando Karina anunciou que ela iria com as três, Rafael recebeu a notícia com entusiasmo.
– Já vai viajar representando a igreja? – perguntou, visivelmente impressionado.
– É só uma reunião do Ministério de Mulheres.
– Mesmo assim. Mostra que confiam em você.
Giulia dobrou uma blusa e colocou dentro da mala aberta sobre a cama.
– Vamos voltar no sábado de manhã.
– Vocês vão dormir lá?
– A reunião termina tarde. A igreja paga o hotel.
Rafael assentiu sem qualquer preocupação.
– Melhor. Não quero você voltando de estrada à noite.
Ele se aproximou da mala e observou as roupas escolhidas por ela.
– Vai levar isso?
Giulia segurava um vestido preto de tecido leve.
– Por quê?
– Não está curto demais para um compromisso da igreja?
Ela olhou para a peça e depois para ele.
– É para jantar.
– Jantar com quem?
– Com as meninas.
Rafael soltou um pequeno riso.
– Vocês vão para uma reunião, Giulia. Não para desfilar.
Antes, aquele comentário teria feito com que ela trocasse de roupa. Talvez até pedisse desculpas. Naquela noite, apenas dobrou o vestido e o colocou no fundo da mala.
– Vou levar mesmo assim.
Rafael a encarou por alguns segundos. Parecia não estar acostumado a ouvir uma resposta tão simples e definitiva.
– Você anda meio diferente.
Giulia fechou o zíper da mala.
– Estou trabalhando. É normal mudar a rotina.
Ele continuou olhando, mas não discutiu.
Na manhã seguinte, Bianca chegou dirigindo uma caminhonete preta pertencente à igreja. Karina estava no banco da frente, enquanto Fernanda ocupava o banco traseiro, cercada por pastas, bolsas e uma caixa com materiais do evento.
Giulia acomodou a mala no porta-malas e entrou.
– Bom dia, missionária – Bianca disse, olhando para ela pelo retrovisor.
– Não começa.
– Deixa a menina – Fernanda falou, puxando Giulia para um abraço. – É a primeira viagem oficial dela.
Karina virou-se no banco.
– Está com os documentos?
– Estão aqui.
– Crachá?
– Também.
– E falou para o Rafael que voltaremos amanhã?
– Falei.
Bianca sorriu.
– Então está tudo em ordem.
Giulia conhecia aquele sorriso.
O trajeto até a capital levou pouco mais de duas horas. No início, conversaram sobre trabalho, revisaram horários e distribuíram tarefas. Giulia ficou responsável por registrar as participantes e conferir as reservas do próximo congresso.
Depois de algum tempo, porém, os assuntos mudaram.
Bianca colocou música, Fernanda abriu uma pequena bolsa de cosméticos e Karina começou a discutir qual roupa usaria à noite.
– Vocês realmente vão sair depois da reunião? – Giulia perguntou.
Bianca ergueu os olhos para o retrovisor.
– Nós vamos sair.
– Para onde?
– Surpresa.
Giulia olhou para Fernanda.
– Você não vai me contar?
– Aprendi que é melhor não estragar as surpresas da Bianca.
– Não é nada que você não possa recusar – Karina esclareceu. – Você sempre pode voltar para o hotel.
A frase deveria tranquilizá-la, mas aumentou sua curiosidade.
– E vocês vão aonde?
Bianca sorriu novamente.
– Você faz perguntas demais para alguém que ainda não decidiu se quer as respostas.
A capital era muito maior do que a cidade onde Giulia e Rafael moravam. Prédios altos, avenidas movimentadas, restaurantes sofisticados e uma liberdade que só existia onde ninguém conhecia seus nomes.
A reunião aconteceu num auditório pertencente a outra igreja, igualmente moderna e luxuosa. Havia iluminação profissional, telões imensos e uma recepção decorada como um evento empresarial.
Durante toda a tarde, Giulia viu Karina mudar completamente.
Diante das outras líderes, ela era séria, eloquente e admirada. Falava sobre crescimento feminino, propósito, excelência e o papel das mulheres na expansão do reino. Bianca cuidava das relações públicas, distribuindo abraços e elogios. Fernanda conferia números, inscrições e despesas.
Giulia observava e aprendia.
Em determinado momento, as quatro subiram ao palco para uma fotografia oficial. Sorriram diante de uma faixa com o nome do Ministério Estadual de Mulheres.
Bianca publicou a imagem nas redes sociais da igreja com uma legenda:
“Mulheres unidas por um propósito maior.”
Rafael foi um dos primeiros a curtir.
Giulia sentiu um desconforto breve ao ver o nome dele na tela.
Mas o sentimento desapareceu quando Bianca se aproximou e murmurou:
– Ele está orgulhoso da esposa missionária.
Giulia bloqueou o celular.
– Não começa.
– Ainda nem começamos.
A reunião terminou pouco depois das sete da noite.
Para as outras participantes, as quatro seguiriam para o hotel reservado pela igreja. E, por algum tempo, foi exatamente o que fizeram.
O quarto era amplo, com duas camas, uma pequena sala e vista para a cidade. Assim que a porta se fechou, Bianca tirou os sapatos e se jogou sobre uma das camas.
– Finalmente.
Karina abriu o frigobar.
– Ninguém bebe muito. Precisamos voltar cedo amanhã.
Fernanda começou a desfazer os cabelos diante do espelho.
– Você fala isso todo mês.
– E todo mês vocês ignoram.
Giulia permaneceu perto da porta, observando as três.
– Então fazemos isso todos os meses?
Bianca levantou a cabeça.
– A reunião? Infelizmente.
– Você sabe que não estou falando da reunião.
Karina serviu quatro pequenas doses.
– Nem toda vez fazemos a mesma coisa.
– Mas sempre saímos – Fernanda explicou. – É o único dia do mês em que ninguém espera que sejamos esposas, líderes ou exemplos.
Bianca se sentou na cama.
– Aqui somos apenas mulheres com dinheiro e uma noite livre.
Giulia pegou o copo que Karina lhe ofereceu.
– Dinheiro da igreja.
Karina não tentou negar.
– Parte dele.
Giulia bebeu devagar.
– E ninguém percebe?
– Nossos maridos movimentam quantias que você ainda nem consegue imaginar – Bianca respondeu. – O que gastamos numa noite não aparece nem como erro de arredondamento.
Fernanda olhou para ela.
– Não banaliza.
– Não estou banalizando. Estou dizendo a verdade.
Karina se aproximou de Giulia.
– Você ainda pode ficar aqui. Pedir comida, dormir e nos esperar.
– E para onde vocês vão?
Karina sustentou seu olhar.
– Para um lugar discreto.
Bianca completou:
– Onde ninguém pergunta quem somos no domingo.
As três começaram a se arrumar.
Giulia abriu a mala e encontrou o vestido preto que Rafael havia criticado. Ao segurá-lo, lembrou-se do modo como o marido examinara a peça, como se até suas roupas precisassem da aprovação dele.
Entrou no banheiro e fechou a porta.
Quando saiu, alguns minutos depois, as três interromperam a conversa.
O vestido acompanhava suas curvas e deixava as pernas expostas. O cabelo solto caía sobre os ombros. A maquiagem era discreta, mas seus olhos revelavam uma expectativa que ela já não conseguia esconder.
Bianca foi a primeira a falar:
– Ainda bem que você não ouviu seu marido.
Giulia olhou para ela.
– Como sabe que ele reclamou?
– Homens como Rafael sempre reclamam quando percebem que outras pessoas também podem desejar o que eles consideram propriedade.
Karina entregou a Giulia um casaco.
– Vamos.
Elas deixaram o hotel pela garagem, evitando atravessar o saguão principal. Bianca chamou um carro particular por meio de um aplicativo instalado num segundo celular, que não era usado para assuntos da igreja.
O destino ficava numa parte mais afastada da cidade.
Giulia imaginava um bar, talvez uma casa noturna ou algo do gênero. Em vez disso, o carro parou diante de um motel sofisticado, cercado por muros altos e vegetação cuidadosamente iluminada.
Ela ficou imóvel.
– Um motel?
Bianca pagou a corrida.
– Você esperava uma vigília?
Fernanda tocou o braço de Giulia.
– Está tudo bem?
Giulia olhou para a entrada discreta, depois para as três.
– O que exatamente vamos fazer aqui?
Karina respondeu sem rodeios:
– Encontrar duas pessoas.
– Que pessoas?
– Três homens – Bianca disse. – Profissionais. Adultos, discretos e acostumados com esse tipo de encontro.
Giulia sentiu o coração acelerar.
– Vocês contrataram garotos de programa?
– Acompanhantes – Fernanda corrigiu, ainda que sua voz revelasse certo constrangimento.
– É a mesma coisa.
– É – Karina admitiu. – E você não é obrigada a tocar em ninguém.
Giulia olhou para as três, tentando entender como haviam passado tão facilmente de líderes religiosas respeitadas a mulheres paradas diante de um motel, prontas para pagar por uma noite de prazer.
Mas talvez não tivessem mudado.
Talvez fossem as mesmas mulheres o tempo todo.
– Eles sabem que somos quatro? – perguntou.
Bianca abriu um sorriso.
– Sabem.
– E sabem sobre nós?
– Sabem apenas o necessário.
Karina se aproximou de Giulia e falou com calma:
– Ninguém vai pressionar você. Pode entrar, beber alguma coisa e apenas observar. Se quiser ir embora, eu mesma levo você.
Giulia deveria ter pedido para voltar.
Pensou em Rafael, provavelmente diante da televisão, acreditando que a esposa dormia num hotel depois de uma reunião religiosa. Pensou na fotografia publicada horas antes. Pensou no dinheiro da igreja pagando aquele quarto e os homens que as aguardavam.
Era errado em tantas camadas que ela já não conseguia separar uma culpa da outra.
Ainda assim, quando Bianca estendeu a mão, Giulia a segurou.
A suíte era maior do que ela imaginava. Tinha iluminação baixa, espelhos, uma banheira ampla e uma cama cercada por cortinas escuras. Sobre uma mesa, havia bebidas, frutas e quatro taças.
Os três homens esperavam perto do bar.
Eram adultos, bem cuidados e vestidos com elegância. Não se comportavam como desconhecidos que haviam chegado para impor alguma coisa. Cumprimentaram Karina, Bianca e Fernanda pelo primeiro nome, indicando que aquilo já acontecera antes.
Um deles olhou para Giulia, mas não se aproximou.
– Ela é nova? – perguntou.
Karina permaneceu ao lado dela.
– É a primeira vez que vem conosco.
O homem assentiu.
– Então ela define os próprios limites.
A frase surpreendeu Giulia.
Rafael raramente perguntava sobre os limites dela.
Aquele desconhecido, pago para estar ali, havia feito isso antes mesmo de tocá-la.
Bianca pegou uma taça e entregou a Giulia.
– Respira.
– Estou respirando.
– Não parece.
Fernanda tirou o casaco dos ombros de Giulia e o colocou sobre uma cadeira.
– Ninguém aqui precisa provar nada.
Karina ergueu a própria taça.
– À nossa nova integrante.
Giulia olhou para as três mulheres.
Depois para os três homens.
Por fim, observou a própria imagem refletida numa das paredes espelhadas: vestido preto, taça na mão, cercada por pessoas que conheciam uma versão dela que Rafael jamais imaginara existir.
– À liberdade – Bianca corrigiu.
As taças se encontraram.
Giulia bebeu.
Naquela noite, ela descobriu que a liberdade das três não tinha uma forma única. Às vezes, existia no toque entre mulheres. Em outras, na possibilidade de escolher um desconhecido apenas porque desejavam, sem pedir aprovação, sem prometer amor e sem fingir submissão.
Os homens não comandavam a noite.
Eram convidados pagos.
As decisões pertenciam a elas.
Karina conduzia tudo com a segurança habitual. Bianca transformava cada hesitação em provocação. Fernanda, mais cuidadosa, permanecia próxima de Giulia, certificando-se de que ela estava confortável.
No início, Giulia apenas observou.
Viu as três abandonarem, uma por uma, a postura que exibiam na igreja. Não havia esposas de pastores naquela suíte. Não havia mulheres exemplares. Não havia submissão.
Havia desejo.
Havia escolha.
E havia dinheiro suficiente para que nenhuma delas precisasse aceitar menos do que queria.
Quando um dos acompanhantes se aproximou de Giulia, parou a uma distância respeitosa.
– Posso?
A pergunta era simples.
Mesmo assim, ela sentiu algo se desfazer dentro de si.
Durante anos, Giulia havia aprendido a corresponder, ceder e satisfazer. Quase nunca lhe perguntavam o que queria.
Ela olhou para Karina.
Karina não respondeu por ela.
Bianca também não.
Fernanda apenas segurou sua mão.
A escolha era sua.
Giulia voltou os olhos para o homem e assentiu.
– Pode.
O primeiro toque foi delicado, quase cauteloso. Giulia permaneceu tensa por alguns segundos, consciente das três mulheres ao redor, da aliança em seu dedo e da vida que havia deixado na cidade vizinha.
Então Bianca se aproximou por trás e afastou seus cabelos, deixando um beijo lento em seu ombro.
– Você ainda pode parar – sussurrou.
Giulia fechou os olhos.
Não queria parar.
O homem em sua frente, começo a despi-la, com calma, vou removendo o vestido do corpo dela, exibindo uma lingerie linda por baixo, Fernanda se aproxima e começa a beija-la, as duas começam a se envolver em um beijo intenso, enquanto o Homem na frente dela, já percorria o corpo daquela bela jovem com a boca, ficando entre as pernas dela, sem falar nada, apenas puxava a calcinha para o lado e começava a lambe-la, chupando o buceta de Giulia que gemia alto, cheia de tezão.
Ao longe, Giulia ouvia gemidos altos, barulhos intensos era Karia de 4, com um dos rapazes metendo nela, o olhar de tezão de Karina era lindo, ver aquela mulher que antes estava toda posturada, gemer alto na rola daquele homem, excitou muito todas elas.
Fernanda e Bianca deixam Giulia ali, com aquele rapaz e começam as duas a dar atenção para outro, Giulia olhava para o homem de joelhos na frente dela, seu corpo forte e musculoso, sua pele parda bronzeada, era um homem lindo, com um corpo perfeito.
Ele então se levanta, fica de pé na frente dela, com a rola pontando pra cima, era o maior pau que a Giulia já tinha visto na vida, talvez nem era tão grande assim, mas era muito maior e mais grosso que de Rafael.
Sem cerimonias, ela segura aquele pau com a mão, punhetando ele e aproxima a boca, iniciando um boquete, Karina olhava de onde ela estava, a cena linda de Giulia mamando aquele rapaz, demonstrando muita experiência naquilo que fazia.
Karina morde os lábios e pensa:
– HUMM que boqueteira safada.
Depois de mama-lo, o homem senta no sofá e Giulia vem por cima, encaixa a buceta dela no pau dele e começa sentar, ela já não se importava com mais nada, na mente dela já não vinha mais nada, era só aquele momento, ela com aquele homem gostoso, quicando intensamente no pau dele.
Bianca se aproxima de Giulia, alisando a bunda dela, e logo depois a beijava, propondo um 69 entre as duas, Bianca faz Giulia ficar por cima, ela encaixa a buceta na boca de Giulia e o rapaz vem novamente com o pau e começa a meter nela, Bianca começa a lamber e a chupar a buceta dela ao mesmo tempo que o rapaz mete, ela começa a gemer alto, sente o corpo todo arrepiar e louca de tezão, começa a gozar.
Era isso que Bianca queria, ela então sai de baixo de Giulia e as duas se beijam, logo vem Karina com outro rapaz, se aproxima de Giulia e pede para ela mama-lo.
Quando ela começa a mamar, o rapaz que estava metendo nela, diz:
– nossa, ela gostou tanto que até a buceta dela ficou mais molhada.
Todos riem, inclusive Giulia, que não estava mais tímida, já estava bem entregue a situação toda, Bianca chama o terceiro rapaz e os 3 homens ficam em volta de Giulia, revezando nela, enquanto as meninas olhavam para a nova integrante do grupo.
Enquanto Giulia se divertia com os 3, Karina se afasta um pouco, pegando um celular na bolsa, sem que ela perceba, começa a fazer videos e fotos de Giulia com aqueles 3 homens.
Fernanda olhava para Karina, se sentindo um pouco incomodada, mas não fala nada, Bianca sorria, fingindo que nada estava acontecendo.
Depois de brincarem com Giulia, Fernanda se levanta, chamando a atenção dos meninos, falando que agora era a vez dela, como já se conheciam, já sabiam muito bem o que Fernanda queria, um deles se sentou no sofá, ela subiu por cima encaixando a buceta, logo em seguida o segundo veio por trás, lambuzando bem o pau de lubrificante e derramando sobre a bunda de Fernanda e começa e meter no cuzinho dela, iniciando assim uma DP.
Giulia estava tomando uma taça de vinho, olhava aquilo maravilhada, com Fernanda sendo duplamente fodida por homens grandes e fortes, ela sente a buceta dela ficar bem molhada, olhando para a amiga ali, naquela situação.
Karina se aproxima, dando um beijo na boca de Giulia e diz:
Você também curte Anal? já fez?
Giulia olhava, diz que já tinha feito sim, sempre fazia com Rafael, ela então olhava para Giulia com um brilho nos olhos, segurando ela pela mão e a levando para a cama, onde Bianca quicava no garoto de programa.
Karina diz:
– Amiga ela curte anal
Bianca sorria, enquanto rebolava em cima do pau do rapaz, e sai de cima dele, o rapaz entende, troca de camisinha e pega o lubrificante, Giulia olhava sorrindo, e observava o tamanho do pau do GP, era maior que dos outros dois e com certeza muito maior que do proprio marido.
Ela diz que gosta de fazer, ela mesmo sentando, então o rapaz se deita na cama, Giulia sobe no colo dele, de costas para o rapaz, e começa a sentar com o cuzinho na rola dele.
Karina e Bianca apenas olham aquilo, Giulia consegue sentar perfeitamente no pau daquele homem e começa a gemer alto enquanto quicava, Fernanda olhava aquilo, enquanto descansava junto com os meninos no sofá, tomando um drink.
O rapaz que estava proximo, começa a ficar excitado de novo, se aproxima e pergunta de podia meter nela também.
Giulia arregala os olhos, fica um pouco apreensiva mas diz que sim.
Então fica de 4 na cama, encaixando a buceta na rola dele enquanto o outro começa meter no cuzinho dela.
Era a primeira DP de Giulia, ela gemia descontroladamente, talvez pelo álcool em seu corpo, a dor era suportável e o tezão que ela estava sentindo naquele momento era enlouquecedor.
o terceiro rapaz, se aproxima, agora com o pau na boca de Giulia, Karina mais uma vez, faz algumas fotos sem que ela perceba, olhando atentamente Giulia se deliciando com aquilo tudo.
Algumas horas foram se passando, noite intensa, com excessos de todos os lados.
Naquela suíte paga com dinheiro que jamais deveria ter passado pelas contas da igreja, ela atravessou mais uma fronteira. Não como alguém arrastada pelas outras, mas como uma mulher que, pela primeira vez, podia dizer sim ou não e ser obedecida.
Horas depois, as quatro estavam espalhadas pela cama e pelo sofá, exaustas, com taças vazias sobre a mesa e roupas abandonadas pelo quarto.
Os acompanhantes já tinham ido embora.
Giulia permanecia deitada entre Bianca e Fernanda, enquanto Karina conferia o horário no celular.
– Precisamos sair em quarenta minutos – disse.
Bianca soltou um gemido de protesto.
– Ainda está escuro.
– E às oito teremos café com as outras coordenadoras.
Fernanda começou a rir.
– Precisamos parecer descansadas e cheias do Espírito Santo.
Giulia riu também.
Foi um riso cansado, incrédulo, quase nervoso.
Poucas horas antes, ela havia aparecido numa fotografia oficial representando a igreja. Agora precisava tomar banho, voltar ao hotel e vestir novamente a máscara de mulher respeitável.
Karina sentou-se ao lado dela.
– Arrependida?
Giulia pensou antes de responder.
Havia culpa.
Havia medo.
Havia uma parte dela que desejava voltar no tempo e impedir que tudo aquilo tivesse começado.
Mas havia também uma satisfação profunda, uma sensação de ter pertencido a si mesma por algumas horas.
– Ainda não sei.
Karina sorriu.
– É uma resposta melhor do que fingir.
Ao saírem do motel, o céu começava a clarear.
No carro, Bianca publicou mais uma fotografia do encontro estadual. As quatro apareciam no palco, sorrindo diante do logotipo da igreja.
A legenda dizia:
“Servir é abrir mão de si por um propósito maior.”
Giulia leu a frase e quase riu.
Depois guardou o celular na bolsa, ao lado do cartão secreto.
Quando chegaram ao hotel, havia uma mensagem de Rafael:
“Bom dia, amor. Espero que a reunião tenha sido abençoada.”
Giulia ficou olhando para a tela.
Fernanda, ao lado dela, perguntou:
– Vai responder?
Giulia digitou lentamente:
“Foi uma experiência que nunca vou esquecer.”
Enviou.
Não era mentira.
Apenas não era a verdade que Rafael imaginava.