O Início de Tudo: A Mulher do Meu Tio

Um conto erótico de Fernando A.
Categoria: Heterossexual
Contém 4513 palavras
Data: 01/06/2026 22:08:08

Desde muito novo, sempre me interessei por mulheres mais velhas do que eu. Hoje, tenho 28 anos e geralmente fico com mulheres na faixa dos 35 aos 45 anos. Nessa idade, elas adoram sentar em um novinho e, se eu achar a mulher gostosa, vou querer transar com ela — ainda mais se for uma MILF. Já transei com mães e irmãs de amigos meus que estão nessa faixa etária. Até fico com mulheres da minha idade ou um pouco mais novas, mas não tem jeito: sinto muito mais tesão quando é uma mulher mais velha.

Quando eu era bem mais jovem, o meu tio, que tinha 48 anos na época, conheceu uma mulher chamada Cláudia. Ela tinha 30 anos e eu, naqueles tempos, ainda era virgem. Fiquei completamente encantado por ela. Era um espetáculo de mulher, com um corpo lindo, bem gostosa e todo definida, além de lindos seios naturais. Parecia um avião. Tinha longos cabelos vermelhos, olhos pretos e cerca de 1,65 m de altura, mas para mim qualquer pessoa parece baixa, já que tenho 1,90 m. Naquela época, eu já frequentava a academia com bastante frequência, ostentava um corpo bem definido, tinha barba e aparentava ser mais velho do que os meus 18 anos indicavam.

Eu a conheci em um churrasco de família. Ela passou a tarde inteira me olhando, e eu fingia que não ligava, embora minha mente estivesse cheia de pensamentos safados. No fundo, eu carregava aquele medo típico de transar com alguém, especialmente sendo ela mais velha. Eu tinha colocado na cabeça que sofria de ejaculação precoce só porque me masturbava e gozava rápido — mal sabia eu que se masturbar e transar são coisas totalmente diferentes.

Depois do churrasco, todos foram embora, mas logo recebi uma notificação de solicitação de amizade no Facebook. Era ela: Cláudia Rodrigues. Não pensei duas vezes e aceitei. O perfil dela era repleto de fotos na praia ou na piscina de biquíni. Fiquei extremamente excitado com as fotos dela e me masturbei muito naquela noite, mais de uma vez. Na mesma madrugada, ela me mandou um "oi" no privado. Tivemos um papo tranquilo, bem básico, nada demais.

No dia seguinte, fui para o trabalho. Eu trabalhava com o meu tio na loja de autopeças dele, que era bem conhecida na região. Eu atuava como vendedor, ganhava comissão e, graças a isso, não demorou muito para eu realizar o sonho de comprar a minha primeira moto.

Nesse dia, Cláudia apareceu na loja. Eu a cumprimentei e lhe dei um abraço bem apertado. Enquanto a segurava, ficava imaginando se aquela safada fazia ideia de que eu tinha batido uma punheta gloriosa para ela na noite anterior. Senti o cheiro do perfume dela; pense numa mulher cheirosa! Cláudia era muito elegante, sempre bem-vestida, mas com um toque extremamente sexual, entendem? Ela costumava ser séria, não era de dar muitos sorrisos, mas, por algum motivo, comigo ela ficava totalmente à vontade.

Passaram-se algumas semanas e ficamos muito próximos. Quase não conversávamos pelo Facebook, o nosso forte era o contato pessoal. Ela começou a me dar presentes caros: relógios, roupas, sapatos, correntes. Meu tio confiava cegamente em mim; afinal, nunca passaria pela cabeça dele algo entre mim e ela. A preocupação dele era com os outros empregados da loja, que ficavam secando a Cláudia. Um certo dia, ela me mandou uma mensagem pedindo o meu número de WhatsApp.

No WhatsApp, começamos falando sobre coisas da loja e ela me passou alguns trabalhos extras para fazer com ela. Aceitei numa boa; embora não fosse a minha obrigação, eu fazia tudo para ela com o maior prazer. Depois desse papo profissional, a conversa migrou para o lado pessoal. Ela perguntou se eu estava bem, trocamos aquelas mensagens padrão de rotina, até que ela soltou a seguinte pergunta:

— Fernando, você acha as fotos do meu Facebook vulgares?

— Não acho. Acho todas muito bonitas. Por que a pergunta?

— Seu tio está implicando comigo por causa delas — explicou. — Ele quer que eu feche o meu Facebook para que os outros rapazes não fiquem me secando.

— Faz sentido pelo lado dele, mas acho um exagero. Ele precisa ter confiança em você, afinal, você é a mulher dele.

— Pois é, eu disse isso a ele, mas ele ficou meio lá, meio cá. Os outros caras me seguem, mas eu não aceito ninguém.

— Isso já prova que você é uma mulher de caráter.

— Obrigada pelas palavras, me deixaram mais tranquila. Seu tio está com uma paranoia de que o pessoal está se masturbando pensando em mim... Dá para acreditar?

— Olha, não acho difícil ser verdade — respondi, provocando. — Afinal, você é uma mulher muito atraente, os homens reparam.

— Nossa, que loucura! Mas e você? Já bateu uma punheta para mim?

Na hora, eu travei com o celular na mão. Demorei uns cinco minutos para responder, pensando: "Caramba, ela deve saber!". Eu era muito inocente na época.

— Não, não... Claro que não — menti.

— Hum... Que decepção! — ela rebateu.

Fiquei sem acreditar no que estava lendo e perguntei:

— Mas por quê?

— Eu queria muito que o meu "sobrinho" tivesse batido uma punheta pensando em mim. Eu me sentiria muito desejada.

Diante daquilo, tomei coragem e confessei tudo:

— Eu menti para você. Já me masturbei sim pensando em você, e não foi só uma vez, foram várias. Inclusive aqui no trabalho.

— Own, que fofo! E quais são as suas fotos preferidas?

Mandei para ela os prints de algumas fotos que eu tinha salvas no aparelho.

— Você gosta dessas? E olha que essas nem são as minhas preferidas — ela respondeu, atiçando.

— Por favor, você não vai contar nada para o meu tio, né? — pedi, tenso.

— Fique tranquilo, este vai ser o nosso segredo.

Naquele momento, experimentei uma mistura esquisita de sentimentos: não sabia se ficava excitado ou preocupado. Eram sensações novas, e meu coração parecia que ia explodir no peito. Antes de encerrar o papo, ela soltou a cartada final:

— Boa noite, meu amor. Espero que você aproveite bastante isso que vou te mandar, e amanhã você me fala o que achou. Tchau.

Em seguida, ela enviou uma foto de visualização única, tirada de baixo para cima, mostrando os seios e a buceta completamente nua. Eu me masturbei com muita força vendo aquela imagem. Foi incrível!

No dia seguinte, eu estava morrendo de vergonha de ir trabalhar, mas engoli o seco e fui. Não a vi pela manhã e toquei o serviço normalmente. Quando eu já estava me organizando para ir embora, ela chegou à loja. Falou rapidamente com o meu tio e veio direto na minha direção, ordenando que eu a acompanhasse até a sala dela. Eu fui.

Lá dentro, ela me perguntou o que eu tinha achado da foto. Respondi que tinha adorado.

— E você se tocou olhando para ela? — questionou, com um sorriso de canto.

— Claro que sim. Eu já me masturbava com você de biquíni, imagina sem nada!

Ela deu uma risada puramente safada, caminhou resoluta na minha direção, segurou o meu pau por cima da calça e me deu um beijo incrível. Eu nunca tinha beijado de língua daquele jeito na vida. Aquela mulher tinha um gosto maravilhoso e, na mesma hora, o meu pau começou a latejar dentro da roupa. Após o beijo, ela se afastou e disse:

— Vou te mandar mais uma coisinha hoje no WhatsApp, mas quero que você mande uma coisinha para mim também, pode ser?

Eu estava em êxtase, totalmente sem palavras, e apenas acenei com a cabeça.

— Pode ir para casa — ela finalizou.

Antes de sair da sala, tomei uma atitude inesperada para a minha timidez da época:

— Cláudia, queria te pedir uma coisa.

— Não vou chupar você ou te dar aqui, se é isso o que você quer. Já estamos nos arriscando demais — ela disparou, com uma expressão muito maliciosa.

— Não é isso, não.

— Então o que seria?

— Você poderia me dar a lingerie que está usando hoje? Eu te acho muito cheirosa e queria ter algo seu para sentir o seu cheiro quando eu estiver me masturbando.

A safada me encarou com um olhar de puro tesão.

— Ai, que fofo! Eu vou te dar sim, querido. Você quer só a calcinha ou o conjunto inteiro?

— O conjunto inteiro, por favor.

— Está bem, então. Sua sorte é que estou com outra lingerie aqui na bolsa, pois vou tomar um banho para ir à academia mais tarde.

Ela foi até o banheiro privativo da sala, trocou-se, colocou as peças usadas dentro de uma sacola e me entregou, avisando para eu só abrir quando ela mandasse o sinal. Saí dali nas nuvens. Antes de eu cruzar a porta, ela avisou: "Não se toque até eu te mandar a surpresa".

Fui embora superanimado, tentando adivinhar o que ela me pediria em troca. Ao chegar em casa, aproveitei para raspar os pelos e me depilar por completo, já imaginando o que estava por vir. O tempo passava e a ansiedade só aumentava. Não resisti, abri a sacola e peguei a lingerie dela: era linda, tinha um tom azul-celeste com detalhes em renda branca. Meu pau ficou duro no ato. Levei a calcinha até o rosto e aspirei o cheiro, que era incrivelmente doce. O membro latejava, quase pulando para fora da bermuda, mas me segurei e esperei a mensagem. No entanto, naquela noite ela não mandou nada. Pensei em me masturbar, mas preferi segurar a onda para ver qual seria a explicação dela no dia seguinte.

Acordei na manhã seguinte meio decepcionado. Imaginei várias coisas: que ela tinha se arrependido, que não queria mais brincar ou que o meu tio havia descoberto tudo. Mas assim que pisei na loja, a primeira coisa que ela fez foi me chamar para se explicar. Pediu mil desculpas, dizendo que estava ansiosa, mas que o meu tio não tinha saído do pé dela a noite toda. Ele estava pressionando para transar e, embora ela não estivesse com vontade e quisesse curtir a noite conversando comigo, acabou tendo que ceder, e ele acabou dormindo na casa dela.

Eu Disse a ela que estava tudo bem e que poderíamos fazer isso em outro momento, mas confessei que tinha ficado muito ansioso esperando a mensagem a noite inteira. Cláudia sorriu, achando a minha confissão a coisa mais fofa, e perguntou se eu tinha aberto a sacola. Admiti que sim, contei o quanto o cheiro dela era bom e o tamanho do tesão que senti. Ela me deu uma bronca leve, dizendo que era para eu ter esperado, mas brinquei: "Mas você não apareceu!". Ela baixou a cabeça, sorrindo, e cedeu: "Você tem razão, vou te perdoar dessa vez". Nos rimos.

— E você se masturbou ontem? — ela quis saber.

— Não. Fiquei super-excitado, mas decidi não me tocar. Fiquei pensando em você a noite toda até pegar no sono.

Ela ficou completamente corada e disparou:

— Nossa, que fofinho... Você deve estar com o saco bem cheio, né?

— Com certeza. Acumulei muita coisa só para soltar tudo ontem.

Ela olhou para um lado, olhou para o outro, certificando-se de que a sala estava segura, segurou o meu pau com firmeza por cima do tecido e comandou:

— Vamos comigo ali no banheiro que vou aliviar você.

Meu coração disparou. Seria a primeira experiência sexual da minha vida. Entramos no banheiro privativo da sala dela; ela tirou o meu tênis, a minha calça e a minha cueca. Sentei-me no vaso sanitário e, ali, recebi o melhor boquete de toda a minha existência. Lembro perfeitamente dela segurando o meu membro com a mão; as unhas dela estavam lindas, pintadas de verde-escuro. Enquanto ela me masturbava e lambia a cabeça do meu pau, elogiava:

— Nossa, eu nunca vi um pau tão lindo como o seu... Reto, grande e tão grosso! Olha o tamanho dessa veia! Quero engolir esse pau inteiro!

Ela começou a chupar com vontade. O barulho daquela mamada ecoa na minha mente até hoje. Ela fazia de um jeito que deixava o meu membro completamente babado, gemendo ofegante e, às vezes, batendo com o meu pau no próprio rosto de tanto tesão.

— Você é perfeita, linda... Chupa bem demais! Eu nunca imaginei que isso fosse tão gostoso — eu dizia, em transe.

Ela só emitia sons abafados com a boca ocupada, sem querer parar para falar nada; a meta dela era me chupar.

No meio do boquete, o tesão subiu tanto que pedi:

— Deixa eu te comer, Cláudia... Por favor.

— Não! — ela respondeu com firmeza, tirando a boca por um segundo. — Você só vai receber isso hoje. Eu nem planejava te dar esse boquete agora, tinha planos para outro momento. Agora cale a boca e deixa eu te chupar. Você vai gozar na minha boca, vai sair daqui e vai voltar a trabalhar, entendeu?

— Entendi — obedeci.

Ela voltou a me chupar como se estivesse morrendo de sede, como se aquele fosse o último pau da face da Terra. O membro estava tão ereto que eu sentia a cabeça dele tocar direto no fundo da garganta dela. Em alguns momentos, ela interrompia a mamada por alguns segundos apenas para me masturbar olhando para a minha rola, cheia de desejo. Não demorou muito e o ápice chegou.

Segurei firme na cabeça dela, puxando-a contra mim, e descarreguei todo o meu gozo direto na sua boca. Ela emitia sons agudos de excitação enquanto engolia. Tirei o pau da boca dela e ela se sentou no chão, totalmente ofegante e excitada, ordenando: "Pode sair". Limpei-me rapidamente, guardei o membro todo babado para dentro da calça e saí do banheiro pronto para o trabalho. Ela trancou a porta por dentro e ficou lá por um tempo.

Trabalhei como nunca naquele dia. Bati a minha meta do mês em poucas horas e ainda ajudei alguns colegas a baterem as deles. Não nos falamos mais durante o expediente. À noite, já em casa, ela me mandou uma mensagem perguntando o que eu tinha achado. Respondi que tinha sido a melhor sensação da minha vida.

— Fico feliz que tenha gostado — ela digitou. — Mas será que não poderíamos continuar com a nossa brincadeira virtual hoje? Ou você está muito cansado?

— Claro que podemos. Não estou cansado, estou com mais disposição ainda!

— Que bom, porque tenho uma surpresa para você.

Ela me enviou um vídeo dela mesma se masturbando intensamente dentro do banheiro da empresa, falando o meu nome entre os gemidos. Fiquei louco de tesão, com uma vontade absurda de chupar aquela mulher. Em troca, ela me pediu um vídeo meu me masturbando usando a calcinha azul que ela havia me dado. Eu gravei e mandei.

— Pronto — ela disse. — Agora você pode aproveitar o meu vídeo que vou aproveitar o seu. Mas faça um favor: não goze na minha calcinha. Quero que você a leve de volta para a loja amanhã, goze nela lá dentro e me entregue, porque vou vesti-la cheia do seu esperma.

Fiquei absurdamente excitado com aquele pedido fetiche. Me masturbei muito naquela noite assistindo às imagens dela, mas já não era a mesma coisa: eu precisava urgentemente senti-la por dentro.

No dia seguinte, cheguei mais cedo ao trabalho. Fui direto ao banheiro, me masturbei e gozei bastante na calcinha dela. Levei a peça direto para a sala dela; ela a vestiu na hora, tirou uma foto de comprovação e me mandou. Passei o dia inteiro com o pau duro, imaginando a minha porra colada na buceta da mulher do meu tio. No horário do intervalo, chamei-a para almoçar comigo. Naquele dia, o meu tio tinha saído para resolver pendências externas. Ela foi na frente e eu fui logo em seguida, para não levantar suspeitas na loja.

Durante o almoço, joguei limpo:

— Cláudia, não quero mais ficar só nas preliminares e na brincadeira virtual. Eu quero transar com você de verdade.

— Você está apressando as coisas, Fernando — ela ponderou.

— Me desculpa, mas eu não aguento mais ficar só nisso. Eu preciso te sentir, preciso muito de você.

Ela olhou para os lados e confessou:

— Eu também estou louca para te dar, mas tenho muito medo de sermos pegos pelo seu tio. Imagina a confusão, ainda mais com você.

— Vamos fazer isso aos poucos, na maior cautela do mundo — insisti.

Ela pensou por alguns instantes, pesou os prós e contras e acabou concordando. Revelou que, no próximo fim de semana, o meu tio viajaria para a casa de uns parentes no interior. Ela deveria ir junto, mas inventaria uma desculpa de última hora para ficar, e a casa ficaria totalmente livre para nós. Passei a semana inteira em um estado de ansiedade absurdo, contando os dias para finalmente foder aquela mulher. Decidi não me masturbar em nenhum dia da semana; queria chegar lá no ápice absoluto do meu tesão. Durante os dias que antecederam o encontro, aquela safada passava por mim na loja me provocando com toques sutis, olhares gélidos de desejo e frases de duplo sentido sussurradas no meu ouvido.

Quando o grande dia finalmente chegou, eu estava radiante. Nem processava direito o fato de que iria perder a virgindade; a minha mente estava ocupada apenas pela imagem da Cláudia. Ela me ligou avisando que estava pronta e me esperando. Me preparei por completo: cortei o cabelo, fiz a barba, aparei os pelos do corpo, tomei um banho caprichado e fui. Ela já havia me entregado uma cópia da chave anteriormente.

Abri a porta da casa com cuidado, caminhei pelos cômodos em silêncio e entrei no quarto principal. Cláudia estava totalmente produzida para mim, parecendo uma verdadeira atriz pornô. Vestia uma lingerie preta minúscula que contrastava perfeitamente com os seus longos cabelos vermelhos, além de um salto alto agulha. O som do salto dela estalando no piso de madeira conforme ela caminhava na minha direção é algo que lembro até hoje.

— Gostou? — ela perguntou, girando o corpo.

Apenas acenei que sim com a cabeça, de boca aberta. Ela deu um sorriso vitorioso. Tirei as minhas roupas, ficando apenas de cueca, e me sentei em uma cadeira que estava posicionada bem no centro do quarto. Ela avisou que faria uma dança para me provocar primeiro. Aquela vagabunda começou a se exibir, retirando as peças de roupa lentamente, uma a uma. Em um dos movimentos, ela esfregou a bunda diretamente no meu pau, que já estava latejando tanto que chegava a melar a cueca com o líquido que saía da cabeça. Pensei: "Meu Deus, não vou aguentar cinco minutos com essa mulher".

Ela tirou o sutiã, ficando totalmente nua, e sentou-se no meu colo. Comecei a chupar os seus seios com vontade; que delícia de carne! Segurava os dois com as minhas mãos e alternava as bocadas naqueles bicos lindos.

— Vai, meu amor... Chupa tudinho, são todos seus. Aproveita tudo o que tenho para te oferecer, sou todinha sua, meu "sobrinhozinho" lindo... — ela gemia no meu ouvido.

Eu estava louco de desejo. Aquela mulher sabia exatamente o que fazer para me enlouquecer. De repente, ela se inclinou e disse:

— Fernando, eu estou muito molhada. Preciso sentar em você agora, o seu pau vai escorregar para dentro de mim muito fácil.

— Não seria melhor eu te chupar primeiro? — perguntei, tenso, com medo de gozar rápido demais.

— Não, não vamos adiar isso. Estou te desejando há meses... Por favor, eu quero muito sentir você dentro de mim.

Não tive escolha. Ela puxou a minha cueca para baixo, segurou o meu pau ereto, alinhou com a sua fresta e sentou de uma vez. Gememos juntos no mesmo compasso. O meu membro preencheu completamente o interior dela: era uma sensação incrivelmente apertada e quente. Se eu achava que o boquete no banheiro tinha sido o ápice, aquilo ali foi a melhor sensação da minha vida; parecia que eu tinha ganhado sozinho na loteria.

Cláudia começou a cavalgar e a rebolar com força. Eu estava tão atordoado de prazer que mal sabia o que fazer: não sabia se chupava os seios, se segurava na cintura dela ou se falava alguma coisa. O fato é que a falta de experiência e o excesso de tesão cobraram o preço rápido: não demorou muito e eu gozei. Foi uma descarga enorme, e nem deu tempo de avisar; ela simplesmente sentiu as ondas do meu leite quente atingindo o fundo da sua buceta. No mesmo instante, bateu o arrependimento: "Droga, estraguei tudo logo de primeira".

Ela parou os movimentos, olhou para mim com uma expressão totalmente safada, colocou a mão no meu rosto e confortou:

— Hum, que jato forte! Meu príncipe estava muito excitado, né? Não ia aguentar tanto tempo... Você é tão lindo, olha só como está ofegante.

Eu tentava recuperar o fôlego e pedi desculpas:

— Desculpa, Claudia... Não consegui segurar. Eu não queria que o nosso momento acabasse tão rápido.

Ela deu um sorriso malicioso e rebateu:

— E por que você acha que acabou? Olha para você... Ainda está completamente duro!

Olhei para baixo e, para a minha surpresa, o meu pau continuava ereto e duro como uma pedra. Foi ali que compreendi que o prazer de uma punheta não se compara ao calor de uma buceta apertadinha. Sem perder tempo, ela saiu do meu colo, ajoelhou-se entre as minhas pernas e me deu outro boquete, ainda melhor que o primeiro, fazendo o membro pulsar novamente. Em seguida, me puxou para a cama.

Ela deitou-se de costas e abriu bem as pernas para mim. Subi no meio delas e comecei a metê-la com força. Ela gemia alto, jogando a cabeça para trás e gritando: "Caralho, que pau enorme! Porra, me fode assim, vai! Eu sou sua, eu sou sua!". Durante o ato, ela ia me dizendo o que queria, me ensinando os ângulos e o ritmo; ela foi a minha verdadeira professora na cama. Depois, pedi para ela ficar de quatro. Comecei a socá-la por trás, puxando os seus longos cabelos vermelhos na minha direção a cada estocada.

Ela me deixou claro que gostava quando o sexo era forte, mas acompanhado de elogios e tapas estalados na bunda; tentei xingá-la de vadia e vagabunda, mas ela cortou na hora, dizendo que não curtia palavras sujas, preferindo os elogios e a pegada bruta. Aquela noite foi simplesmente inesquecível. Mais tarde, ela sentou diretamente na minha cara e mandou que eu a chupasse. Atendi prontamente: chupei toda a sua região íntima e fui até o rabo dela. A buceta dela era perfeita, bem vermelhinha e com o clitóris saltado. Deixei tudo completamente babado e, enquanto enfiava os dedos nela, ela ia guiando a minha mão até o ponto exato que a fazia tremer.

Cláudia gemia de puro prazer. Eu estava possuído pelo tesão, focado em fazê-la atingir o ápice. Ela olhou para baixo, ofegante, e avisou:

— Estou quase... Vou sentar em você de novo e vamos gozar juntos!

Ela subiu no meu pau e começou a estocar com velocidade. Eu já estava no meu limite novamente. O encaixe foi perfeito: ela me deu um abraço apertado, prendendo as pernas ao meu redor enquanto a sua musculatura contraía em espasmos de orgasmo. Senti o melzinho dela escorrer pelo meu membro e, no mesmo segundo, descarreguei tudo dentro dela pela segunda vez.

— Caralho, que tesão! Você foi incrível, meu amor — ela disse, me dando um beijo demorado e carinhoso.

Ficamos deitados na cama por um longo tempo, nos beijando e nos abraçando sob os lençóis. Ela ostentava um sorriso enorme no rosto e eu, sem saber direito como reagir àquela estreia triunfal, exibia um sorriso que ia de orelha a orelha.

— O que você achou da sua primeira foda? — ela perguntou, me provocando.

— Já tive melhores! — brinquei.

Ela me deu um tapa leve no braço, rindo da minha audácia.

— Falando sério... Não tenho palavras para descrever o que aconteceu aqui hoje — confessei. — Você foi incrível. Fiquei com muito medo de você se irritar comigo porque gozei rápido na primeira.

— Jamais — ela respondeu, acariciando meu peito. — Eu sabia que isso ia acontecer, afinal você é um rapaz jovem e cheio de energia, e sabia que não demoraria para ficar duro de novo. Você foi muito bem, bem demais para quem nunca tinha feito isso antes.

— Eu tive uma excelente professora na hora — elogiei, fazendo-a rir.

— Espero que esta não tenha sido a última vez — comentei.

— Claro que não. Estou completamente apaixonada por você, Fernando. Além de toda essa safadeza na cama, você sempre foi muito gentil e carinhoso comigo. Você vai se tornar um homem incrível.

Dormimos juntos e saímos no dia seguinte. Passamos o domingo conversando sobre várias coisas da vida e trocando ideias sobre novas posições para o sexo. Ficamos nesse caso escondido por exatos dois anos. Nesse período, o casamento dela com o meu tio acabou e eles se separaram. Um ano após a separação, ela me deu a notícia de que havia conseguido uma proposta e mudaria para outro estado. Fiquei muito triste, e ela também, mas não havia o que fazer. Nosso encontro de despedida foi marcado por uma das transas mais intensas que já tivemos.

Passaram-se mais dois anos. Eu já estava bem estabelecido: terminei a minha faculdade, consegui um excelente emprego em uma grande empresa e mantinha um caso com três ficantes diferentes na firma — todas mais velhas do que eu, já que peguei o jeito definitivo para lidar com esse tipo de mulher. No entanto, por mais mulheres que eu experimentasse ao longo do tempo, a imagem da Cláudia nunca saía da minha cabeça. Foi quando o meu celular tocou e era ela. Disse que sentia muito a minha falta, que precisava me ver e me convidou para viajar até o estado onde morava. Respondi que entraria de férias no mês seguinte e que seria o momento perfeito para ir sem preocupações.

Ao desembarcar lá, ela correu para os meus braços, me encheu de beijos e disse que estava morrendo de saudades. Conversamos muito sobre os anos distantes e ela me confessou, emocionada, que nunca tinha me esquecido e que, por incrível que pareça, não havia conseguido se envolver com mais ninguém desde o dia em que foi embora. O amor e o tesão entre nós continuavam tão vivos quanto antes.

Foi uma noite longa de conversas e promessas, mas deu tudo certo. Decidi não deixá-la ir outra vez. Hoje, completa exatamente cinco anos que estamos casados oficialmente. Me mudei em definitivo para o estado dela, conseguindo uma transferência para uma filial da empresa onde eu já trabalhava. Quando revelei a história da nossa união para a minha família na época, boa parte ficou revoltada e me criticou muito; o meu tio, principalmente, cortou relações e não fala mais comigo até hoje.

Mas quer saber? Isso não importa. Construí uma vida linda e estou ao lado da mulher que amo demais. Ela continua maravilhosa como sempre e, para completar a nossa felicidade, nossa família vai aumentar: ela está grávida, já na 12ª semana da gestação. Sobre a nossa vida sexual, praticamos muito, quase todos os dias da semana. Só demos uma pausa neste exato momento por conta dos cuidados com a gravidez, mas faço questão de enchê-la de carinho e atenção, mesmo quando os hormônios a deixam maluca e com vontade de me matar, haha. Eu escolhi essa vida e não me arrependo de absolutamente nada.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Fernando077 a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários