Quando os Policiais se Deitam para o Negão – Capítulo 4: A Marca do Mestre

Um conto erótico de HDNA
Categoria: Gay
Contém 1622 palavras
Data: 09/06/2026 22:23:23

A noite que se seguiu ao incidente na viatura foi um mergulho profundo em um abismo de sensações contraditórias. O sêmen de Malik, que eu e Marcos havíamos compartilhado de forma tão degradante e íntima, parecia ter selado um pacto de sangue e fluidos entre nós. Em casa, o silêncio da minha esposa e a rotina doméstica pareciam agora uma afronta à realidade vibrante e perversa que eu descobrira. Eu me sentia como um agente infiltrado na minha própria vida, um homem que vestia a pele de um marido e policial exemplar, mas que por dentro carregava o calor e o cheiro de um mestre implacável. Cada toque da minha esposa me fazia estremecer de nojo, não por ela, mas pela ausência da brutalidade e da autoridade que Malik exalava. Eu estava faminto, não de comida ou de carinho, mas de dor, de humilhação e da sensação de ser preenchido até o limite.

Na delegacia, a tensão entre eu e Marcos havia se transformado em uma sincronia silenciosa. Não precisávamos mais de palavras; nossos corpos falavam uma língua que só Malik nos ensinara. Estávamos ambos em um estado de prontidão constante, esperando pelo próximo chamado, pela próxima oportunidade de nos ajoelharmos diante do nosso deus de ébano. O trabalho policial havia se tornado um mero pretexto para estarmos perto um do outro e, consequentemente, perto de Malik. Quando o turno finalmente acabou e a sombra da noite começou a cobrir a cidade, não houve hesitação. Dirigimos para a casa de Malik como se fôssemos puxados por um fio invisível.

Desta vez, Malik nos recebeu com uma aura de seriedade que nos deixou em alerta. Ele não estava na sala; a voz dele veio do quarto, profunda e imperiosa.

— Entrem. E tirem essas fardas antes de cruzarem o batente. Eu não quero o cheiro da lei no meu santuário hoje.

Nós obedecemos com uma pressa quase infantil. O som dos botões sendo abertos, do couro dos cintos sendo desatados e do tecido caindo no chão era a trilha sonora da nossa libertação. Entramos no quarto completamente nus, sentindo o arrepio do ar condicionado na pele suada. Malik estava deitado na cama, apoiado em travesseiros, observando-nos com um olhar que parecia despir nossas almas. Ele segurava um chicote de couro curto e um conjunto de algemas que brilhavam sob a luz suave de um abajur.

— Julio, venha cá — ele ordenou, indicando o pé da cama. — Marcos, fique no canto. Assista e aprenda como se trata uma vadia que ainda guarda um pouco de orgulho no coração.

Eu me aproximei, sentindo meus joelhos fraquejarem. Malik me agarrou pelo pescoço e me puxou para um beijo que foi menos um carinho e mais uma invasão. Sua língua explorou minha boca com uma agressividade que me deixou sem fôlego, e o gosto de tabaco e homem era o néctar que eu tanto desejava. Ele me soltou e me virou de costas para ele, empurrando minha cabeça contra o colchão.

— De quatro, Julio. Eu quero que o seu parceiro veja cada detalhe da sua queda.

Eu me posicionei, sentindo-me vulnerável e exposto. Malik pegou o chicote e começou a passá-lo suavemente pelas minhas costas, descendo pelas minhas nádegas e coxas. O toque era leve, quase um carinho, mas eu sabia o que viria a seguir.

— Você acha que é especial porque eu gozei na sua cara ontem, não é? — Malik perguntou, sua voz sussurrada no meu ouvido. — Acha que já sabe o que é ser meu. Mas você não sabe nada. Você ainda tem esse olhar de quem acha que pode voltar para a viatura e ser um homem. Hoje, eu vou tirar isso de você.

Sem aviso, o primeiro golpe do chicote estalou contra a minha nádega esquerda. A dor foi um choque elétrico que me fez arquear as costas e soltar um grito agudo. Antes que eu pudesse me recuperar, o segundo golpe atingiu a nádega direita, deixando uma trilha de fogo na minha pele.

— Grite para mim, Julio! — Malik ordenou, desferindo uma sequência de golpes rítmicos e brutais. — Eu quero ouvir o som da sua dignidade sendo estraçalhada!

Eu gritava, as lágrimas escorrendo pelo meu rosto e manchando o lençol. A dor era intensa, mas por baixo dela, um tesão negro e incontrolável fazia meu pau pulsar contra o colchão. Eu amava a dor, amava o fato de que Malik se importava o suficiente para me marcar. Marcos, no canto, assistia a tudo com os olhos arregalados, sua mão se movendo freneticamente em seu próprio membro, sua respiração tão ofegante quanto a minha.

— O que você é, Julio? — Malik perguntou, parando o chicote por um momento, apenas para dar um tapa violento com a mão aberta na minha bunda agora avermelhada.

— Eu sou sua putinha, Mestre! — eu gritei, minha voz falhando. — Sou sua cadela de farda! Por favor, me use!

Malik riu, um som satisfeito e cruel. Ele jogou o chicote de lado e pegou o frasco de óleo. Ele derramou o líquido frio sobre as minhas feridas ardentes, a sensação sendo um alívio e uma tortura ao mesmo tempo. Ele começou a massagear minha entrada com seus dedos grossos, forçando-os para dentro com uma brutalidade que me fazia gemer de dor e prazer.

— Você é tão apertado, Julio... — ele comentou, sua voz carregada de luxúria. — Mas eu vou te abrir. Eu vou te rasgar até que você não consiga mais fechar as pernas sem pensar em mim.

Ele se posicionou atrás de mim. Senti o calor de sua pica monumental, o monstro negro que eu vira ontem, pressionar contra o meu ânus. Era enorme, uma presença que parecia impossível de ser acomodada. Malik agarrou meus quadris com uma força que eu sabia que deixaria marcas roxas por dias.

— Olhe para o Marcos, Julio. Olhe para o seu parceiro enquanto eu te possuo.

Eu virei o rosto, encontrando o olhar de Marcos. Naquele momento, Malik deu um empurrão violento. A dor foi como uma explosão dentro de mim. Senti minhas entranhas serem deslocadas, minha pele sendo esticada ao limite absoluto. Eu gritei, um som rouco e desesperado, enquanto Malik se enterrava até a base.

— Ahhh... Malik... para... dói... dói muito... — eu implorava, mas minhas mãos agarravam os lençóis com força, puxando meu corpo para trás, buscando mais daquela invasão.

— Dói porque você é meu, Julio! Dói porque eu estou reivindicando cada centímetro desse seu corpo de policial! — Malik começou a se mover, e cada estocada era um golpe de mestre. Ele não tinha pressa; ele queria que eu sentisse cada veia, cada pulsação de seu pênis dentro de mim.

O ritmo aumentou gradualmente. Malik fodia com uma cadência animal, seus quadris batendo contra os meus com um som de carne contra carne que preenchia o quarto. Eu estava em transe, uma massa de dor e prazer que não conseguia mais distinguir onde eu terminava e Malik começava. A cada estocada, eu sentia o mundo girar, as luzes do quarto se transformando em borrões coloridos.

— Marcos, venha cá! — Malik ordenou, sem parar o movimento. — Fique de joelhos na frente dele. Eu quero que o Julio sinta o gosto da lei enquanto eu fodo a lei por trás.

Marcos se aproximou, seus olhos cheios de uma adoração doentia. Ele se ajoelhou na minha frente e envolveu meu pau com sua boca quente. A sensação dupla — ser fodido brutalmente por Malik e ser chupado por Marcos — foi o gatilho final para a minha sanidade. Eu estava sendo usado como um objeto, um brinquedo nas mãos de dois homens, e a satisfação que eu sentia era maior do que qualquer coisa que eu já experimentara na vida.

— Isso... veja só essas duas vadias! — Malik zombava, suas mãos agora apertando meus mamilos com uma força que me fazia ver estrelas. — Um policial sendo fodido por um negro e o outro policial chupando o pau dele. A cidade ia adorar ver isso, não ia? O delegado ia ficar com inveja!

Ele aumentou a velocidade, suas estocadas agora eram violentas, profundas, atingindo meu ponto G com uma precisão cirúrgica. Eu estava gritando, gemendo, meu corpo inteiro tendo espasmos de prazer. Marcos chupava com uma avidez desesperada, tentando acompanhar o ritmo frenético de Malik.

— Eu vou gozar! — Malik rugiu, sua voz vibrando dentro de mim como um trovão. — Eu vou encher esse seu cu de porra, Julio! Eu vou te marcar por dentro!

Com uma série de estocadas finais que pareceram me levantar do colchão, Malik enterrou-se até o fundo e despejou sua carga massiva de sêmen quente dentro de mim. A sensação de plenitude foi avassaladora, um calor que se espalhou por todo o meu corpo, fazendo-me ter um orgasmo violento e involuntário na boca de Marcos.

Ficamos ali por um longo tempo, uma massa de corpos suados e fluidos. Malik se retirou lentamente, o som de sucção sendo o último acorde daquela sinfonia de degradação. Ele se levantou e caminhou até o banheiro, voltando momentos depois com uma toalha úmida. Ele limpou o rosto de Marcos, que ainda tinha vestígios do meu sêmen, e depois se voltou para mim.

— Você foi bem hoje, Julio. Mas não pense que acabou. Amanhã, você e o Marcos vão me prestar um serviço especial na delegacia. Eu quero ver o quanto vocês são capazes de arriscar por mim.

Ele me deu um último tapa na bunda e nos mandou embora. Saímos da casa como sombras, o peso do sêmen de Malik ainda presente dentro de mim, uma lembrança física da minha submissão. Enquanto caminhávamos para a viatura, o silêncio da noite era apenas quebrado pelo som dos nossos passos. Eu olhei para Marcos, e ele olhou para mim. Não precisávamos de palavras. Éramos a marca de Malik, e o mundo nunca mais seria o mesmo.

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