A Priminha Gostosa

Um conto erótico de Redentor2026
Categoria: Heterossexual
Contém 6040 palavras
Data: 10/06/2026 02:05:03
🤖 Texto produzido com auxílio de inteligência artificial

Eu sempre soube que a prima Letícia era perigosa. Desde pequenos, ela tinha aquele jeito de olhar

de canto, aquele sorriso que parecia esconder segredo. Mas agora, aos 24 anos, ela não era mais a

garotinha magrela de tranças. Era uma mulher feita, com corpo de quem sabia exatamente o poder

que tinha.

A reunião de família era na casa da vó, como sempre. Churrasco, cerveja gelada, música alta e

aquela bagunça típica de família grande. Eu estava no quintal, fumando um cigarro escondido,

quando ela apareceu. Vestido curto, florido, daqueles que sobem na coxa quando a gente senta.

Cabelo preto solto, pele bronzeada do sol de Recife.

— Primo... faz tempo, hein? — disse ela, aproximando-se devagar.

Seus olhos desceram pelo meu corpo sem vergonha nenhuma. Eu sorri, nervoso.

— Tá linda, Letícia. Tá... diferente.

Ela riu baixinho, aquele riso rouco que me arrepiou.

— Diferente como? Fala.

Eu não respondi com palavras. Só olhei. Olhei praqueles peitos que o decote mal conseguia

esconder, pra curva da cintura, pras coxas grossas que o vestido mal cobria. Ela percebeu. E gostou.

A noite caiu e a casa foi esvaziando. Alguns primos foram dormir na sala, outros voltaram pra casa.

Eu fiquei. Ela também.

— Vem comigo — sussurrou ela no meu ouvido, quando ninguém estava olhando.

Subimos pro quarto antigo dela, aquele que ainda tinha os pôsteres de boyband na parede. Mal

fechamos a porta e ela já me empurrou contra a parede, beijando minha boca com fome. A língua

dela era quente, molhada, exigente. Minhas mãos desceram direto pra bunda dela, apertando por

baixo do vestido. Não tinha calcinha.

— Priminha safada... — murmurei entre os beijos.

— Sua priminha gostosa — respondeu ela, mordendo meu lábio inferior. — Sempre quis te dar esse

cu desde os 18.

Ela se virou, levantou o vestido e empinou aquela bunda redonda e firme na minha direção. Eu não

pensei duas vezes. Ajoelhei, abri ela com as mãos e passei a língua devagar, sentindo o gosto doce e

proibido. Letícia gemeu baixo, segurando minha cabeça contra ela.

— Isso, primo... lambe gostoso...

Eu me levantei, tirei o pau pra fora já duro pra caralho e esfreguei na entrada molhada dela. Entrei

devagar, sentindo ela apertar ao meu redor. Quando estava todo dentro, segurei aqueles quadris e

comecei a meter com força. O quarto antigo encheu do barulho de pele contra pele, dos gemidinhos

abafados dela e dos meus grunhidos.

— Mais forte... me fode, vai... — pedia ela, empinando mais.Eu metia fundo, sentindo as bolas batendo na boceta molhada. Puxei o cabelo dela, inclinei seu

corpo e continuei estocando. Letícia tremia, gozando pela primeira vez com meu pau dentro,

apertando tanto que quase me fez gozar junto.

Virei ela de frente, levantei uma perna e voltei a entrar. Olhei nos olhos dela enquanto metia.

Aqueles olhos pidões, safados, de priminha que virou puta na minha mão.

— Goza dentro, primo... me enche...

Não aguentei. Segurei firme na cintura dela e gozei forte, pulsando dentro daquela boceta quente e

molhada. Ela me beijou enquanto eu terminava, gemendo baixinho no meu ouvido:

— Agora você é meu, hein? Priminha gostosa não esquece fácil.

Descemos separados, como se nada tivesse acontecido. Mas o olhar que ela me deu quando passou

por mim na cozinha, lambendo o canto da boca, deixou claro: isso era só o começo.

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Na manhã seguinte, o cheiro de café e pão na chapa enchia a casa da vó. Eu desci tentando agir

normal, mas meu corpo ainda sentia o gosto dela. As marcas das unhas de Letícia nas minhas costas

ardiam por baixo da camisa.

Ela já estava na cozinha, ajudando a arrumar a mesa. Short jeans bem curto, daqueles que deixam

metade da bunda de fora, e uma regata fina branca sem sutiã. Os bicos dos seios marcavam o tecido.

Quando me viu, mordeu o lábio inferior discretamente e abriu um sorrisinho safado.

— Bom dia, primo — disse ela, doce demais, entregando-me uma xícara de café.

Nossos dedos se tocaram de propósito. Ela passou o polegar devagar na minha palma, um toque que

ninguém mais viu.

O dia foi uma tortura lenta. Família inteira reunida, todo mundo conversando, rindo, jogando

dominó. E eu só conseguia pensar na boceta quente e molhada dela apertando meu pau na noite

anterior. Letícia sabia disso. Sentava de frente pra mim de pernas abertas de vez em quando, só o

suficiente pra eu ver que não estava de calcinha por baixo daquele short.

No fim da tarde, quando a maioria foi pra praia, ela me puxou pelo braço.

— Vem ajudar eu pegar uma coisa no quarto de cima.

Subimos as escadas rápido. Mal entramos no quarto e ela já trancou a porta. Empurrou-me na cama

velha e subiu em cima de mim, beijando meu pescoço.

— Tô louca pra te sentir de novo — sussurrou, esfregando a boceta quente por cima da minha

bermuda. — Fiquei molhada o dia inteiro pensando no teu leite que você deixou dentro de mim

ontem.

Tirei o short dela com pressa. A boceta dela estava inchada, brilhando de tesão. Passei dois dedos e

ela já estava encharcada.

— Priminha safada do caralho... — rosnei.

Letícia abriu minha bermuda, pegou meu pau duro e sentou devagar, engolindo tudo de uma vez.

Soltou um gemido abafado, jogando a cabeça pra trás.— Ai, primo... como você me enche gostoso...

Ela começou a cavalgar. Devagar no começo, rebolando, sentindo cada centímetro. Depois mais

rápido, as mãos apoiadas no meu peito, as tetas balançando dentro da regata. Eu segurei aquela

bunda macia e ajudei ela descer com força.

— Quero gozar no teu cu hoje — falei, apertando ela.

Os olhos dela brilharam.

— Então vem...

Ela saiu de cima, ficou de quatro na cama e empinou aquela bunda perfeita. Cuspi na mão, passei na

rola e na entradinha rosada dela. Entrei devagar, sentindo o cuzinho apertado me engolir. Letícia

mordeu o travesseiro pra não gritar.

— Isso... mete tudo, vai... me arromba...

Comecei a meter cada vez mais fundo. O quarto enchia do barulho molhado e dos gemidos

abafados dela. Segurei o cabelo dela como rédea e acelerei, fodendo aquele cu gostoso com força.

Letícia tremia inteira, gozando sem nem tocar na boceta, apertando meu pau tão forte que eu não

aguentei.

Gozei fundo dentro da bunda dela, jatos grossos enchendo ela. Quando saí, um fio de porra escorreu

devagar pelo cuzinho arrombado até pingar na boceta.

Ela virou, me beijou com língua e sussurrou no meu ouvido:

— Amanhã a família vai embora... mas eu vou ficar mais uns dias aqui na vó. Quero que você me

foda todos os cantos dessa casa antes de ir embora.

Sorri, passando a mão na bunda dela ainda marcada pelos meus dedos.

— Pode deixar, priminha gostosa. Essa semana ainda vai ser bem longa.

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Os dias seguintes viraram um jogo perigoso e viciante. Durante o dia, éramos os primos

comportados na frente da família. À noite, virávamos animais.

Na terceira noite, Letícia me mandou uma mensagem às duas da manhã:

"Quarto da vó. Agora. Tô pelada te esperando."

A vó tinha ido dormir na casa de uma tia. A casa estava quase vazia. Entrei no quarto e o cenário me

deixou com o pau latejando na hora: Letícia estava de quatro na cama grande, completamente nua,

com um plug anal rosa enfiado no cu e a boceta brilhando de tesão. Ela olhou pra trás com cara de

puta.

— Hoje eu quero ser bem usada, primo. Quero sentir dor de tanto levar pau.

Não falei nada. Tirei a roupa, segurei o plug e puxei devagar, vendo o cuzinho piscar aberto. Cuspi

direto na entrada e meti meu pau grosso de uma vez, sem dó. Letícia soltou um gemido rouco,

quase um grito abafado.

— Isso! Me rasga! — pediu ela, empinando mais.Eu meti com força bruta, estocadas fundas e rápidas, batendo as bolas na boceta dela. O barulho

molhado ecoava no quarto. Puxei o cabelo dela com força, arqueei seu corpo e continuei

arrombando aquele cu guloso.

Depois de uns minutos, tirei e mandei ela virar. Deitei na cama e puxei ela por cima, mas de costas

pra mim. Fiz ela sentar no meu pau, agora no cu de novo, e segurei aquelas coxas grossas abrindo

bem.

— Rebola gostoso, priminha vadia.

Letícia rebolava descendo até o talo, gemendo alto, sem mais se importar se alguém ouvia. As tetas

dela pulavam enquanto ela cavalgava meu pau no cu. Eu metia os dedos na boceta dela, dois, depois

três, fodendo os dois buracos ao mesmo tempo.

— Ai caralho... tô virando tua putinha particular... — gemia ela.

Virei ela de lado, levantei uma perna dela bem alta e voltei a comer a boceta agora. Metia fundo,

batendo forte, enquanto chupava aqueles mamilos duros. Letícia gozava sem parar, esguichando no

meu pau, o corpo tremendo inteiro.

— Goza na minha cara... por favor... — implorou ela.

Tirei o pau, subi na cama e segurei a cabeça dela. Meti na boca quente e fodi a garganta dela com

força. Letícia babava inteiro, olhos lacrimejando, mas não parava de chupar. Quando não aguentei

mais, puxei pra fora e gozei forte no rosto dela — jatos grossos na testa, bochecha, boca e tetas.

Ela ficou ali, lambendo o que conseguia alcançar, sorrindo safada com a cara toda melada de porra.

— Ainda não acabou — falei, ainda duro.

Virei ela de bruços, abri aquelas nádegas e meti de novo no cu arrombado, agora cheio da minha

saliva e da porra que escorria. Fodi com raiva, segurando o pescoço dela contra o colchão. Letícia

só gemia feito uma cadela no cio:

— Me enche de novo... me usa... sou tua priminha puta...

Gozei pela segunda vez dentro do cu dela, tão fundo que quando saí, a porra jorrou pra fora em um

fio grosso e branco escorrendo até a boceta inchada.

Ela virou, me beijou com boca ainda suja de porra e sussurrou:

— Amanhã eu quero no banheiro da piscina... enquanto a família estiver lá fora. Quero você me

fodendo com risco de alguém entrar.

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No dia seguinte, o sol estava forte e a família toda estava na área da piscina. Risadas, música,

cerveja e crianças correndo. Letícia apareceu com um biquíni minúsculo branco que quase não

cobria nada. A calcinha era fio dental e o top mal segurava aqueles peitos grandes e empinados. Ela

me olhou do outro lado da piscina com cara de quem já estava molhada.

Por volta das quatro da tarde, quando todo mundo estava distraído, ela me mandou mensagem:

"Banheiro da piscina. Porta destrancada. Entra logo."Entrei rápido. Ela estava encostada na pia, biquíni já no chão, completamente pelada. Na mão, um

plug anal maior que o da noite anterior, preto, com vibração.

— Quero que você coloque isso no meu cu enquanto me fode — disse ela, virando de costas e

empinando a bunda.

Cuspi no plug, enfiei devagar no cuzinho dela enquanto ela gemia baixinho. Liguei a vibração no

máximo. Letícia tremeu inteira.

— Agora me fode, primo. Com força.

Segurei a cintura dela e meti meu pau na boceta encharcada de uma vez. O plug vibrando no cu

deixava ela absurdamente apertada. Comecei a estocar forte, fazendo os peitos dela baterem contra

a pia. O barulho de pele molhada ecoava no banheiro pequeno.

— Mais forte... me arromba... quero que todo mundo ouça — gemeu ela.

Eu metia com raiva, uma mão no cabelo, outra dando tapa forte na bunda. O plug vibrando contra

meu pau através da parede fina deixava tudo ainda mais intenso. De repente, alguém bateu na porta.

— Tem alguém aí? — era a voz de uma tia.

Letícia mordeu o braço pra não gemer alto, mas eu não parei. Continuei metendo fundo, devagar

mas forte, enquanto respondia:

— Sou eu, tia. Tô no banho, já tô saindo.

Assim que a tia se afastou, tirei o plug, virei Letícia de frente, levantei uma perna dela e meti no cu

sem aviso. Ela arregalou os olhos e gozou na hora, esguichando na minha barriga.

— Seu louco... quase fomos pegos... — sussurrou, mas sorria como uma vadia.

Fodi o cu dela com tudo, segurando o pescoço, olhando nos olhos enquanto estocava. O plug agora

estava na boceta dela, vibrando forte. Os dois buracos cheios.

— Goza dentro do meu cu de novo... me enche de porra, primo...

Não aguentei. Gozei jatos grossos e quentes bem fundo na bunda dela. Quando tirei, a porra

escorreu pelo chão do banheiro. Letícia se ajoelhou rápido, chupou meu pau sujo de porra e cuspe,

limpando tudo com a boca gulosa.

— Ainda não acabou — falei, ofegante.

Levei ela até o box, fiz ela ficar de quatro no chão molhado e meti de novo na boceta, agora usando

o plug no cu novamente. Fodi ela por mais uns dez minutos, batendo forte, até ela gozar outra vez,

tremendo inteira, quase sem voz de tanto gemer.

Antes de sair, eu mandei:

— Hoje à noite, no terraço da casa. Quero te foder lá em cima, com a família toda dormindo lá

embaixo. E vou trazer uma surpresa.

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A casa estava em silêncio depois da meia-noite. Todo mundo dormindo nos quartos de baixo. Subi

as escadas pro terraço com o coração acelerado e uma sacola na mão. Letícia já estava lá em cima,esperando encostada na mureta, usando apenas uma camisola fina preta, sem nada por baixo. O

vento levantava o tecido, mostrando a bunda redonda e a boceta lisinha.

— Trouxe a surpresa? — perguntou ela, com os olhos brilhando de tesão.

Abri a sacola: um dildo grosso de 20cm, vibrador bullet, algemas de pelúcia e um chupão de

clitóris. Os olhos dela arregalaram.

— Hoje você vai virar minha putinha completa, priminha.

Não esperei resposta. Empurrei ela contra a mureta, levantei a camisola e meti dois dedos na boceta

já encharcada. Ela gemeu alto demais. Tapei a boca dela com a mão enquanto enfiava os dedos com

força.

— Shhh... se alguém acordar e subir, vai te ver tomando pau no cu como uma vadia.

Virei ela de costas, abri bem as pernas e enfiei o dildo grosso na boceta dela de uma vez. Letícia

agarrou a mureta, gemendo abafado. Enquanto o dildo entrava e saía, eu lambia e chupava o

cuzinho dela, preparando o terreno. Depois enfiei o bullet vibrando no cu.

Os dois buracos cheios. Ela tremia inteira, pernas bambas.

— Por favor... me fode de verdade agora...

Tirei o bullet, cuspi no cu e meti meu pau grosso no lugar, bem fundo. Com o dildo ainda enfiado

na boceta, comecei a foder o cu dela com estocadas brutais. Dupla penetração completa. Letícia

mordia o próprio braço pra não gritar, mas o corpo dela convulsionava de prazer.

— Ai caralho... tô tão cheia... me arromba os dois buracos, primo...

Eu metia com força, alternando entre o cu e puxar o dildo pra foder a boceta, depois voltando pro

cu. O barulho molhado de estocadas ecoava no terraço. Dei tapas fortes na bunda dela, deixando

marcas vermelhas.

Depois algemei as mãos dela nas costas, forcei ela a ficar de joelhos e meti na garganta dela com

tudo. Fodi a boca dela fundo, fazendo ela babar inteiro no pau, engasgando, lágrimas escorrendo.

Enquanto isso, enfiava o vibrador na boceta dela no máximo.

— Olha pra mim enquanto chupa o pau que fodeu teu cu, priminha puta.

Os olhos dela estavam vidrados de tesão. Puxei ela pelo cabelo, levantei e dobrei ela por cima da

mureta, bunda empinada pro alto. Meti no cu de novo, sem piedade, enquanto usava o dildo na

boceta ao mesmo tempo. Letícia gozava sem parar, esguichando no chão do terraço, o corpo inteiro

tremendo.

— Vou gozar... me enche os dois buracos...

Tirei o dildo, meti meu pau na boceta e gozei forte, enchendo ela de porra quente. Depois tirei e

enfiei no cu, gozando o resto lá dentro também. Quando saí, a porra escorria dos dois buracos dela,

descendo pelas coxas grossas.

Letícia, ainda algemada, virou de frente, ajoelhou e limpou meu pau com a boca, chupando devagar,

olhando pra mim com cara de puta satisfeita.— Amanhã é o último dia antes da família ir embora... — sussurrou ela, lambendo os lábios. —

Quero que você me foda no quarto da vó, na cama dela, enquanto todo mundo estiver arrumando as

malas lá embaixo. Quero sentir o cheiro dela enquanto você me enche de porra.

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O último dia chegou. A casa estava uma bagunça de malas abertas, gente indo e vindo, carregando

coisas pro carro. A vó estava na cozinha dando as últimas ordens. E nós dois estávamos prestes a

fazer a maior loucura até agora.

Letícia me mandou mensagem às 11h da manhã:

"Quarto da vó. Agora. Deixei a porta só encostada."

Entrei devagar. Ela estava de quatro em cima da cama da vó, completamente nua, com as pernas

bem abertas. O plug gigante já enfiado no cu e um vibrador grosso preso na boceta com fita. O

cheiro do quarto da vó — aquele perfume antigo de alfazema — contrastava com a cena depravada.

— Rápido, primo... todo mundo tá lá embaixo — sussurrou ela, olhando pra trás com cara de puta

desesperada.

Fechei a porta só encostada, como ela deixou. Tirei a roupa em segundos e fui pra cima dela. Puxei

o plug do cu com força e meti meu pau no lugar, sem piedade. Letícia agarrou o travesseiro da vó e

mordeu pra abafar o gemido.

— Me fode bem forte... quero sentir na alma — pediu.

Comecei a arrombar o cu dela com estocadas profundas e brutais. O colchão velho rangia

perigosamente. Eu segurava o quadril dela e metia com raiva, fazendo a bunda dela balançar.

Depois tirei, puxei o vibrador da boceta e enfiei meu pau ali, alternando entre os dois buracos sem

parar.

— Sua priminha vadia... tomando pau na cama da vó — rosnei no ouvido dela.

De repente ouvimos passos na escada. Alguém subindo. Meu coração disparou, mas não parei.

Continuei metendo fundo no cu dela, tapando a boca de Letícia com a mão. Os passos pararam no

corredor. Era a tia dela.

— Letícia? Tá aí?

Letícia tremia inteira, gozando em silêncio enquanto meu pau entrava e saía do cu dela. Respondi

com a voz mais calma que consegui:

— Sou eu, tia. Tô pegando uma coisa que a vó pediu.

Assim que a tia desceu, tirei Letícia da cama, coloquei ela de pé encostada na cômoda da vó e

levantei uma perna dela. Meti na boceta com tudo, fodendo de frente enquanto olhava nos olhos

dela.

— Você é louca... quase fomos pegos — falei, metendo mais forte.

— Isso que me deixa mais molhada — respondeu ela, sorrindo safada.Virei ela de costas de novo, dobrei ela sobre a cômoda e voltei pro cu. Fodia com força, dando tapas

fortes na bunda que deixavam marcas vermelhas. Peguei o vibrador e enfiei na boceta dela enquanto

continuava arrombando o cu. Dupla penetração completa na cama da vó.

Letícia gozava sem parar, pernas tremendo, boceta esguichando no chão do quarto.

— Goza dentro... me enche os dois buracos de porra antes que alguém suba de novo...

Não aguentei. Meti fundo no cu e gozei forte, enchendo ela de jatos grossos. Tirei rápido, enfiei na

boceta e gozei o resto lá dentro também. Quando saí, a porra escorria dos dois buracos, pingando no

chão do quarto da vó.

Letícia se ajoelhou rápido, chupou meu pau sujo com fome, limpando tudo. Depois passou os dedos

na boceta e no cu, recolheu a porra que escorria e lambeu, olhando pra mim.

— Agora desce primeiro — sussurrou ela, ainda com porra no canto da boca. — Eu vou descer

daqui a pouco... com tua porra escorrendo entre as pernas.

Desci as escadas com o coração ainda disparado. Minutos depois Letícia desceu, andar um pouco

estranho, cara corada. Sentou na mesa da cozinha ao lado da vó, cruzou as pernas e me deu um

sorrisinho discreto.

Eu sabia que mesmo com a família indo embora, aquilo não ia terminar ali.

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Depois que a família finalmente foi embora, a casa da vó ficou só nossa por mais dois dias. Letícia

não perdeu tempo. Mal o último carro saiu da rua, ela já me puxou pela camisa e sussurrou:

— Agora não tem mais freio. Quero virar sua puta total nesses dois dias.

Naquela mesma tarde, ela me levou pro porão da casa — um lugar escuro, cheio de coisas velhas,

cheiro de mofo e pouca luz. Letícia estava vestindo apenas uma saia curta e uma blusa cropped.

Sem calcinha, sem sutiã.

Ela se ajoelhou no chão sujo, abriu minha bermuda e engoliu meu pau até o fundo da garganta sem

aviso. Chupava com fome, babando grosso, olhos lacrimejando enquanto eu fodia sua boca com

força.

— Isso... engole o pau do primo, vadia.

Depois de deixar meu pau todo babado, ela se levantou, tirou a saia e ficou só de cropped. Virou de

costas, apoiou as mãos numa mesa velha e empinou a bunda.

— Quero os dois buracos hoje... sem parar.

Enfiei primeiro na boceta, metendo fundo e rápido. Depois tirei e entrei direto no cu, sem cuspe, só

com a lubrificação da boceta dela. Letícia gemeu alto, ecoando no porão.

Peguei o dildo maior que tínhamos e enfiei na boceta enquanto continuava fodendo o cu. Dupla

penetração bruta. Ela tremia inteira, gemendo feito uma cadela:

— Me arromba... me usa como buraco... sou tua priminha puta particular...

Alternei os buracos várias vezes. Boceta. Cu. Boceta. Cu. Cada vez mais forte. Dei tapas fortes na

bunda, deixei vermelha. Puxei o cabelo dela como rédea e meti com violência.Depois mandei ela deitar de costas numa velha esteira suja no chão. Levantei as pernas dela até os

ombros e meti no cu novamente, bem fundo. Enquanto fodia, cuspi na boca dela e mandei engolir.

— Abre a boca, priminha. Mostra pra mim como você é safada.

Ela abriu a boca, língua pra fora. Cuspi várias vezes enquanto estocava fundo no cu dela. Letícia

gozava sem parar, esguichando, o corpo convulsionando.

No final, subi no peito dela, enfiei o pau na boca e fodi a garganta com força. Quando estava quase

gozando, tirei e gozei muito — no rosto, nos olhos, na boca, nos peitos. Jatos grossos e quentes.

Letícia ficou ali, melada de porra, lambendo tudo que conseguia.

Mas ainda não tinha acabado.

Levei ela pro quintal dos fundos, já de noite. Coloquei ela de quatro na grama, nua, e fodi os dois

buracos de novo, agora ao ar livre, com risco de algum vizinho ouvir ou ver. Metia com força,

tapando a boca dela, enquanto ela gemia abafado:

— Me enche de novo... quero dormir com tua porra escorrendo...

Gozei mais uma vez, primeiro na boceta, depois tirei e terminei no cu. Quando terminei, a porra

escorria dela toda, pelas coxas, pingando na grama.

Letícia virou, me beijou com boca ainda suja de porra e falou baixinho:

— Amanhã é nosso último dia aqui... Quero que você me grave tomando pau. Quero um vídeo meu

sendo arrombada nos dois buracos pra eu ver depois... e quero que você me leve pra um motel

safado quando a gente voltar pra cidade.

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No último dia na casa da vó, algo começou a mudar entre nós.

Depois de um dia inteiro de sexo bruto no porão e no quintal, à noite decidimos tomar banho juntos

no banheiro principal. A água quente caía sobre nossos corpos enquanto eu ensaboava as costas dela

devagar. Letícia virou o rosto pra mim, os cabelos molhados colados na pele, e me beijou diferente

dessa vez. Não foi o beijo faminto e desesperado dos dias anteriores. Foi mais lento, mais profundo,

com a língua acariciando a minha como se quisesse sentir meu gosto de verdade.

— Você me deixa louca, sabia? — sussurrou ela contra minha boca, enquanto a água escorria entre

nós.

Eu a prensei de leve contra a parede do box, mas sem pressa. Minhas mãos desceram pelas curvas

do corpo dela, não mais só apertando, mas explorando, admirando. Beijei seu pescoço, o ombro, o

canto da boca.

— Você é perigosa pra mim, Letícia... sempre foi.

Ela sorriu, um sorriso mais suave, quase tímido, e me puxou pra dentro dela ali mesmo, debaixo da

água. Dessa vez não foi arrombada. Foi lento, profundo. Eu entrava devagar, sentindo cada

centímetro dela me apertar, enquanto nos olhávamos nos olhos. Letícia passava os dedos no meu

rosto, na minha barba, como se estivesse decorando cada detalhe.

— Me fode gostoso assim... — murmurou ela, mas a voz estava mais rouca, mais carregada de

sentimento. — Quero sentir você inteiro.Aumentei o ritmo aos poucos, mas mantive o olhar fixo no dela. Cada estocada era acompanhada de

beijos molhados, respirações misturadas. Quando ela gozou, agarrou minhas costas com força e

escondeu o rosto no meu pescoço, gemendo meu nome baixinho, quase carinhoso.

Depois do banho, fomos pro quarto dela. Pela primeira vez, não transamos como animais. Eu deitei

e ela subiu por cima, mas devagar. Sentou no meu pau e rebolou suave, os peitos pressionados

contra meu peito, enquanto nos beijávamos sem parar. Minhas mãos percorriam as costas dela, a

cintura, subindo pro cabelo.

— Você é linda pra caralho... — falei entre os beijos. — Não é só o corpo. É o jeito que você me

olha.

Letícia parou de rebolar por um segundo, me olhou fundo e sorriu.

— Eu sempre tive uma quedinha por você, sabia? Desde adolescente. Achava que era só tesão...

mas agora tá ficando diferente.

Ela acelerou aos poucos, mas continuou o beijo apaixonado. Quando gozei dentro dela, puxei seu

corpo contra o meu e ficamos abraçados, ainda conectados, sentindo a respiração um do outro.

Deitamos lado a lado depois, ela com a cabeça no meu peito, traçando círculos com o dedo na

minha pele.

— Amanhã a gente volta pra realidade... — disse ela baixinho. — Mas eu não quero que isso acabe

aqui.

Passei a mão no cabelo dela e beijei sua testa.

— Também não quero.

Na manhã seguinte, antes de irmos embora, transamos mais uma vez. Ainda tinha desejo bruto,

ainda tinha força nas estocadas, mas agora tinha algo a mais: olhares demorados, sussurros,

carinhos. Eu a comi de quatro, mas com uma mão entrelaçada na dela. Gozei dentro dela novamente

e, ao invés de levantar, abracei ela por trás, beijando suas costas.

Enquanto arrumávamos as malas, Letícia me olhou do outro lado do quarto e sorriu daquele jeito

novo — mistura de safadeza com algo mais doce.

— No motel, quando a gente chegar na cidade... quero que você me foda com força de novo. Mas

também quero que me trate como sua depois.

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Voltamos pra cidade separados, cada um no seu carro, mas com o coração acelerado. Durante a

viagem, trocamos mensagens o tempo todo. Algumas safadas, outras diferentes... mais carinhosas.

Quando chegamos ao motel na saída da cidade, já era noite. O quarto era simples, mas tinha uma

cama grande, luz baixa e um espelho enorme na parede. Assim que fechamos a porta, Letícia me

olhou diferente. Não pulou em mim como antes. Ela se aproximou devagar, colocou as mãos no

meu peito e me beijou com calma, sentindo meus lábios, minha língua, como se tivesse saudade.

— Senti falta disso... de você — murmurou ela entre os beijos.Tirei a roupa dela aos poucos, beijando cada pedaço de pele que aparecia. O pescoço, os ombros, o

vale entre os seios. Quando ela ficou nua, eu a peguei no colo e a levei pra cama. Deitei sobre ela,

nossos corpos colados, e entrei devagar, olhando nos olhos dela.

— Porra, Letícia... você me bagunça inteiro — confessei, metendo fundo, mas com ritmo lento e

intenso.

Ela gemeu baixinho, as unhas arranhando minhas costas, mas dessa vez não eram arranhões de puta.

Eram carinhos. Ela puxava meu corpo contra o dela, queria me sentir inteiro.

— Então me bagunça mais... me faz sua de verdade.

Aumentei o ritmo aos poucos. Metia mais fundo, mais forte, mas sempre voltava pra beijar sua

boca, seu pescoço, morder de leve o lóbulo da orelha. Letícia envolvia minhas pernas com as dela,

cruzando os calcanhares nas minhas costas, me prendendo dentro dela.

— Eu gosto quando você me olha assim... — sussurrou ela, olhos brilhando. — Não só com tesão.

Tem outra coisa agora.

Virei ela de lado, levantei uma perna dela e voltei a penetrar, agora mais fundo. Uma mão segurava

seu seio, apertando o bico, enquanto a outra acariciava seu clitóris. Ela rebolava contra mim,

gemendo meu nome.

— Goza pra mim, priminha... quero sentir você apertando meu pau.

Letícia gozou tremendo, a boceta pulsando forte ao meu redor, molhando tudo. Eu continuei

metendo, beijando suas costas, até que não aguentei mais e gozei dentro dela, enchendo com jatos

quentes e longos.

Ao invés de sair, fiquei dentro, abraçando ela por trás, beijando sua nuca.

— Eu não esperava que fosse ficar assim... — falei baixo. — Achei que ia ser só safadeza. Mas tô

gostando demais de você.

Ela virou o rosto, me beijou por cima do ombro e sorriu.

— Eu sempre gostei de você, seu idiota. Só demorei pra admitir que não era só tesão. Quero

continuar te vendo... escondido da família por enquanto, mas de verdade.

Ficamos um tempo abraçados, meu pau ainda semi-duro dentro dela. Depois ela me empurrou de

leve, subiu por cima e começou a cavalgar devagar, olhando nos meus olhos. Dessa vez o sexo era

molhado, suado, mas cheio de beijos e olhares.

— Você é minha priminha gostosa... mas tá virando muito mais que isso — falei, apertando a bunda

dela enquanto ela descia no meu pau.

Letícia sorriu, acelerando o rebolado, os cabelos caindo no rosto.

— Então me faz sua namoradinha secreta... e continua me fodendo gostoso assim todo dia.

Gozei pela segunda vez dentro dela enquanto nos beijávamos com paixão. Depois, ela deitou no

meu peito, traçando desenhos na minha pele com o dedo.

— Quero dormir assim hoje... sentindo você escorrendo de mim.

----Acordamos juntos na manhã seguinte, ainda no motel. A luz do sol entrava fraca pelas cortinas.

Letícia estava enroscada em mim, uma perna por cima da minha, o rosto colado no meu peito.

Quando abri os olhos, ela já estava me olhando.

— Bom dia... — sussurrou ela, com um sorriso pequeno e doce que eu nunca tinha visto antes.

Beijei sua testa, depois sua boca, devagar. O beijo foi crescendo naturalmente, até virar algo mais

quente. Minhas mãos desceram pelas costas dela, apertando sua cintura, puxando seu corpo contra o

meu. Senti meu pau endurecer entre nós.

— Quero você de novo... — falei baixo, contra os lábios dela.

Letícia subiu em cima de mim, sentou devagar, me engolindo inteiro. Dessa vez ela não rebolou

com pressa. Movia-se lento, rebolando fundo, sentindo cada centímetro enquanto nos olhávamos.

Os cabelos dela caíam sobre o rosto, e eu os afastei pra poder ver seus olhos.

— Eu tô gostando demais disso... de nós dois assim — confessou ela, respirando ofegante, as mãos

apoiadas no meu peito. — Não é só sexo. É você me olhando como se eu fosse especial.

Segurei o rosto dela com as duas mãos e puxei pra um beijo profundo enquanto ela continuava

cavalgando. Nossas línguas se enroscavam, respirações misturadas. Eu subia o quadril, encontrando

cada descida dela, metendo mais fundo.

— Você sempre foi especial pra mim, Letícia. Só não podia admitir antes.

Virei ela de costas na cama com cuidado, deitei por cima e voltei a penetrar, agora mais intenso,

mas ainda olhando nos olhos. Cada estocada era acompanhada de beijos no pescoço, no colo, nos

seios. Chupei seus mamilos devagar, mordendo de leve, enquanto metia ritmado e forte.

— Eu quero te ver sempre... — murmurei, acelerando. — Quero te beijar, te foder, te abraçar... tudo

escondido por enquanto, mas de verdade.

Letícia gemeu mais alto, as pernas me apertando contra ela.

— Então me faz sua... me fode e me ama ao mesmo tempo.

Aumentei o ritmo, metendo com vontade, mas sempre com carinho. Uma mão entrelaçada na dela,

a outra segurando sua coxa. Quando ela gozou, cravou as unhas nas minhas costas e gemeu meu

nome, o corpo tremendo debaixo de mim. Eu gozei logo depois, enchendo ela novamente, pulsando

fundo enquanto nos beijávamos com paixão.

Ficamos um tempo conectados, eu por cima, distribuindo beijos pelo rosto dela.

— Nunca imaginei que ia sentir isso pela minha priminha — falei rindo baixinho, ainda dentro dela.

Ela riu também, passando os dedos no meu cabelo.

— E eu nunca imaginei que ia me apaixonar pelo primo que eu só queria sentar gostoso. Mas aqui

estamos...

Tomamos café da manhã no quarto, nus, rindo de bobagens. Depois do café, ela me puxou pro

chuveiro. Lá, o sexo voltou a ser mais quente: eu a fodi contra a parede, uma perna dela levantada,

metendo forte enquanto a água caía. Mas mesmo assim tinha beijos, olhares e palavras carinhosas

no meio da safadeza.

Quando saímos do motel, ela segurou minha mão antes de entrarmos nos carros.— A gente vai dar um jeito, né? — perguntou, um pouco insegura.

— Vamos sim. Devagar, mas vamos — respondi, beijando os nós dos dedos dela.

----

Os meses seguintes foram um turbilhão doce e intenso.

Nós nos encontrávamos sempre que possível. Motéis, viagens rápidas para cidades vizinhas, e até

alguns fins de semana na casa de praia de um amigo. A paixão só aumentava. O sexo continuava

safado e intenso — Letícia adorava ser dominada, ter o cu e a boceta fodidos com força, gozar

esguichando enquanto eu a chamava de priminha safada. Mas agora tudo era misturado com amor

de verdade.

Havia noites em que eu a fodia com tudo, segurando o pescoço, enchendo ela de porra nos dois

buracos... e logo depois a abraçava forte, beijava cada centímetro do seu rosto e dizia o quanto a

amava. Letícia chorava de prazer e emoção, dizendo que nunca tinha sido tão feliz.

Um ano e meio depois, decidimos assumir.

A reação da família foi um choque enorme. Houve choro, brigas, decepção. Mas nós dois ficamos

firmes. Depois de muita conversa e tempo, a maioria aceitou. A vó, surpreendentemente, foi a

primeira a perdoar de verdade.

Dois anos após aquele verão na casa dela, eu me ajoelhei na praia ao pôr do sol, com o mar batendo

nos nossos pés, e pedi Letícia em casamento. Ela chorou tanto que mal conseguia falar “sim”.

O Casamento

Foi uma cerimônia simples, bonita e emocionante. Letícia estava linda de vestido branco, com o

cabelo solto e um sorriso que iluminava tudo. Quando o padre perguntou se eu a aceitava, respondi

olhando nos olhos dela:

— Aceito minha priminha gostosa pra vida inteira.

Ela riu entre lágrimas e disse o mesmo.

A noite de núpcias foi especial. No resort onde passamos a lua de mel, fizemos amor devagar por

horas. Beijei cada parte do corpo dela como se fosse a primeira vez. Meti nela com paixão, olhando

fundo nos seus olhos, dizendo o quanto a amava enquanto gozávamos juntos. Depois, ainda dentro

dela, prometi que seria dela pra sempre.

A Família

Três anos depois do casamento, nosso primeiro filho nasceu: Lucas. Um menino forte, com os

olhos da mãe e o sorriso travesso que eu tinha quando era jovem.

Dois anos mais tarde, veio Laura. Uma menininha linda, cheia de energia, que puxou o jeitinho

dengoso da mãe.A vida se estabilizou de um jeito bonito. Letícia e eu construímos uma casa confortável. Durante o

dia, éramos pais dedicados — levando as crianças na escola, brincando no quintal, viajando juntos.

À noite, quando as crianças dormiam, a priminha gostosa ainda aparecia.

Muitas vezes, depois de colocar Lucas e Laura pra dormir, Letícia me puxava pro quarto, trancava a

porta e sussurrava:

— Vem foder tua mulher...

E eu fodia. Às vezes com força bruta, dando tapas na bunda, metendo no cu dela enquanto ela

mordia o travesseiro pra não gemer alto. Outras vezes era lento, romântico, com beijos longos e

olhares cheios de amor enquanto eu gozava dentro dela.

Anos Depois

Numa noite quente, depois de colocar as crianças pra dormir, estávamos na varanda da nossa casa.

Letícia, agora com 31 anos, ainda mais linda e mulher, estava sentada no meu colo, com a cabeça

encostada no meu peito.

— Lembra quando eu era só a priminha safada que você arrombou na casa da vó? — perguntou ela,

rindo baixinho.

— Como vou esquecer? — respondi, apertando ela contra mim. — Hoje você é minha esposa, mãe

dos meus filhos... e continua sendo a mulher mais gostosa do mundo.

Ela virou o rosto, me beijou devagar e sussurrou:

— E eu te amo mais a cada dia. Obrigada por ter transformado aquela loucura em nossa família.

Ficamos ali, abraçados, vendo as estrelas. A paixão continuava. O tesão continuava. E o amor, esse

tinha se tornado a coisa mais forte de todas.

Fim

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