Era madrugada da manhã quando Carlos saiu do quarto na ponta dos pés. Patrícia dormia profundamente, o corpo ainda mole do sexo da noite, a marca de porra seca escorrendo pelas coxas. Ela nem mexeu quando ele abriu a porta.
O corredor estava escuro. O ar condicionado central roncava baixo. Carlos descalço, só de cueca, os olhos verdes claros brilhando na penumbra, deslizou até a porta do quarto de Silvia.
A maçaneta girou sem fazer barulho. Ele entrou.
O quarto do casal estava em silêncio. Arnaldo roncava pesado — aquele ronco grave, arrastado, de quem bebeu demais e dormia como uma pedra. Estava de costas para o resto do quarto, a barriga subindo e descendo, a boca aberta. Nem um terremoto acordaria aquele corno naquela noite.
Silvia estava acordada. Esperando.
Sentada na cama, os cabelos pretos soltos sobre os ombros, uma camisola fina de algodão que mal cobria as coxas. Ela olhou para Carlos e sorriu. A voz gostosa dela saiu num sussurro:
— Sabia que você vinha, meu tesouro. Tô molhada desde que você subiu as escadas.
Ele não respondeu com palavras. Apenas estendeu a mão. Ela levantou sem fazer barulho. Os dois se olharam por um segundo, depois olharam para Arnaldo — o corno roncando, alheio, perdido no mundo dos sonhos de quem nunca desconfiou de nada.
Silvia pegou Carlos pela mão e o puxou para o banheiro da suíte.
O banheiro era pequeno, azulejos brancos, um chuveiro elétrico preso na parede. Ela fechou a porta atrás deles e trancou. O som do chuveiro abafaria qualquer barulho.
Carlos ligou a água. Quente. O vapor começou a subir, embaçando o espelho.
Silvia tirou a camisola devagar, os cabelos pretos caindo sobre os seios, a boceta já brilhando de tão molhada.
— Mainha — ele sussurrou, puxando o corpo dela contra o dele. A água quente escorria pelos dois.
Ele desabotoou a cueca. O pau saltou para fora — duro, grosso, veiudo, a cabeça roxa e inchada.
Silvia se ajoelhou no piso molhado do box. Abocanhou ele com fome, a água escorrendo pelo rosto dela, os cabelos pretos colados nas bochechas. A voz gostosa dela saía em gemidos abafados enquanto a boca descia e subia, descia e subia, chupando com a mesma vontade de sempre.
Carlos agarrou os cabelos dela e empurrou fundo. Ela engasgou, os olhos lacrimejando, mas não recuou.
— Levanta, minha puta linda — ele ordenou baixo.
Ela levantou. Ele a virou de costas, empurrou o corpo dela contra o azulejo frio do box. A água quente batia nas costas dele e escorria pelas pernas dela.
Ele enfiou o pau na boceta dela de uma vez. Fundo. Silvia gemeu, a boca aberta, o vapor subindo.
— Cala a boca — ele sussurrou, mas ela não conseguiu. O prazer era muito.
Ele metia forte, rápido, as estocadas fazendo o corpo dela bater contra o azulejo. O som da água e da carne batendo na carne se misturava.
— Agora no cu — ele disse, puxando o pau para fora.
Ela se virou de frente para ele, apoiou as mãos no ombro dele, e ele a levantou. As pernas dela envolveram a cintura dele. Ele cuspiu na mão, passou no pau, e encostou na entrada do cu dela.
— Vai, meu macho — ela pediu, a voz gostosa falhada. — Bota.
Ele botou. Enfiou o pau no cu dela com força, com raiva, com todo o tesão acumulado do dia. O ânus apertou, resistiu, depois abriu.
Silvia abriu a boca para gemer — um gemido alto, grave, que ia ecoar pelo banheiro e talvez acordar o corno do outro lado da porta.
Carlos foi rápido.
Com a mão livre, ele tapou a boca de Silvia. Bem firme. A palma da mão pressionando os lábios dela, os dedos afundando nas bochechas. Ela olhou nos olhos dele — os olhos verdes claros brilhando de tesão e dominação.
— Quieta, mainha — ele sussurrou, a boca colada na orelha dela. — O corno tá dormindo ali do lado. Você quer acordar ele, quer? Quer que ele veja a mulher dele enganchada pelo cu no pau do genro?
Silvia balançou a cabeça que não, delirando com o que o genro fazia com ela. Os olhos dela estavam marejados — de prazer, de submissão, de tesão puro.
Ele começou a meter. Estocadas fortes. Fundas. O pau ia e vinha no cu dela com um ritmo brutal, o corpo dela balançando nos braços dele, a água quente escorrendo pelos dois. A mão dele continuava tapando a boca dela — firme, implacável.
Os gemidos dela saíam abafados, quase inaudíveis, perdidos no barulho da água. O nariz dela ofegava. Os olhos dela reviravam.
Ele metia sem dó. Cada estocada fazia o corpo dela tremer. O cu dela apertava o pau dele... grosso como um punho, quente, molhado de saliva e suor e porra do sexo anterior.
— Tá gostoso, minha nordestina deliciosa? — ele perguntou, a voz grossa de tesão.
Ela assentiu com a cabeça, os olhos fechados, a boca ainda tapada.
— Tá doendo?
Ela balançou que não... Mas apertou mais ele por dentro. Doía... mas ela queria mais dor e prazer. Se sentia vitoriosa por aguentar no cu o pau do genro... daquele tamanho.. e gostar de ser fodida daquele jeito. Jeito que seu marido jamais fodeu.
Ele meteu mais forte. A água do chuveiro já estava morna, quase fria, mas nenhum dos dois sentia. Só sentiam o prazer... o pau do genro pau no cu de Silvia, a mão na boca, o perigo do outro lado da porta.
Carlos sentiu que ia gozar.
— Vou gozar, mainha. Vou encher esse cu de porra. Você quer?
Ela gemeu abafado, os olhos implorando que sim.
Ele tirou a mão da boca dela só por um segundo — só para ouvir a voz gostosa dela dizer:
— Goza, meu amor. Goza tudo dentro do cu da sua puta. Enche essa cadela de leite.
Ele tapou a boca dela de novo — firme — e gozou. Jorrou quente, grosso, fundo, o pau enterrado até os bagos no cu da sogra. Ela gozou junto, o corpo todo tremendo, os dedos arranhando os ombros dele, a boceta vazia escorrendo mel pelo caminho.
Os dois ficaram assim por um minuto, ofegantes, a água fria agora caindo sobre eles, o pau dele ainda dentro do cu dela, a mão dele ainda tapando a boca dela.
Ele tirou o pau devagar. A porra escorreu pelo cu dela, escorrendo pelas coxas, misturando com a água do chuveiro.
Silvia desceu dos braços dele, as pernas bambas. Ajoelhou-se no piso molhado, limpou o pau dele com a boca, tirando cada gota de porra e mel.
Carlos desligou o chuveiro. O silêncio voltou ao banheiro.
Lá fora, Arnaldo roncava. Não tinha ouvido nada.
Silvia se levantou, enrolou uma toalha nos cabelos pretos, e sussurrou:
— Vai, meu gostoso. Volta pro seu quarto. Amanhã tem mais.
Carlos abriu a porta do banheiro, espiou o quarto. Arnaldo continuava de costas, o ronco grave e constante.
Ele saiu na ponta dos pés, atravessou o corredor, e entrou no quarto onde Patrícia dormia com um sorriso nos lábios, a porra seca ainda marcava suas pernas.
Deitou ao lado dela. Fechou os olhos lembrando do dia. Olhou o rabão da esposa...
O celular de Silvia vibrou.
"Mainha, amanhã eu quero mais. No cu de novo."
A resposta veio depois de um minuto:
"Pode vir, meu rei. O corno vai pescar amanhã cedo. A casa é nossa."
Carlos sorriu no escuro.