Meu nome é Júnior, tenho 23 anos, mais conhecido como Juninho no meu bairro. Sou negro de pele clara, tatuagens espalhadas pelo corpo, e um físico musculoso, faço academia desde os dezesseis anos. Atualmente estou namorando, nós conhecemos por amigos em comum, e esse ano faz dois anos que estamos juntos. Confesso que sempre fui safado, sempre olhando algumas mulheres que eu achava gostosa, umas curtidas proibidas no Instagram. Mas nunca cheguei a trair a Gabriela, bom.... Tirando a mamada que eu recebi de uma mina no aniversário de um amigo meu há uns seis meses atrás, estava loucasso, a Gabi estava fora com os pais, leitei a boca da novinha na rua. Mas isso passou, como disse, havia bebido demais.
São duas da tarde e eu estou no meu trabalho, trabalho em uma empresa de obras e reparos em casas. Geralmente são obras pequenas, como consertar uma parede, revitalizar uma infiltração. Hoje me deram o relatório semanal, e pelo visto, as próximas duas semanas irei trabalhar em um apartamento no Leblon, o imóvel foi recém adquirido, é antigo, e precisa de algumas reformas. Pego meu relatório e saio para fazer a primeira vistoria.
Ao chegar na recepção do prédio, o proprietário me recebe, é um homem coroa, cabelos lisos grisalhos, lentes nos dentes, corpo meio gordinho, usando roupas finas. Ao abrir a boca, noto sua fala afeminada, uma maricona completa. Até o jeito de andar, percebo.
- Olá, boa tarde, me chamo Ricardo. Você deve ser o agente da concert, certo?
- Boa tarde senhor, me chamo Júnior. Vim fazer a primeira vistoria do apartamento.
- Certo, vamos subindo.
Subimos pelo elevador, Ricardo me contou um pouco a história dele. Foi casado durante 20 anos e morava com o marido em São Paulo. Eram donos de uma rede de farmácia nacional. O marido pediu divórcio há alguns meses, quando Ricardo decidiu vir pro Rio de Janeiro, sua cidade natal.
Avaliei o apartamento enquanto Ricardo me observava, por fim, relatei a ele o que era preciso ser feito e disse que a reforma duraria uma duas semana.
- Acha que já consigo fazer a mudança?
- Acredito que não irá atrapalhar as obras, apenas deverá fazer uma boa limpeza todos os dias
- Ah ótimo Júnior, então irei providenciar. Me passa seu número para marcarmos?
- Sim, anota aí por favor:00
Chego em casa e ligo para a Gabi, hoje ela virá aqui pra casa, aproveito para arrumar algumas coisas. Ela me atende e diz que minha sogra está passando mal com pressão alta. Pergunto se ela quer que eu vá para a casa dela, mas ela diz que está tudo sobre controle e manda eu descansar em casa.
Meu pau estremece. Porra estou cheio de tesão. Faz uma semana desde que trepei com a Gabi. E bater uma me entedia. Eu gosto de meter, gosto do barulho molhado, gosto de ouvir o gemido enquanto meu pau entra. E bom sem nenhuma humildade, minha rola é grossa pra caralho, fora os 19cm de cumprimento. A Gabi lutou pra bucetinha se acostumar. Conto nos dedos as minas que me deram sem reclamar.
Estou quase indo dormir quando uma mensagem chega. Um número que não tem foto no whatsapp:
: *Video*
Abri a conversa e fui olhar o vídeo. Porra, era simplesmente um cu arregaçado. A pessoa virada de costas pra câmera, a bunda meio murcha, o cu sem pregas com alguns pelos em volta, o cu era rosado. A pessoa pega uma piroca de borracha e começa a meter logo em seguida. O cu chega a peidar quando a piroca vem pra fora, de tão largo. No fim do vídeo aparece o Sr. Ricardo com a língua pra fora.
Ainda sentado na beira da cama, o celular na mão tremendo um pouco enquanto o vídeo terminava. Meu pau, que já estava meio duro só de tédio e tesão acumulado, deu um pulo forte dentro da cueca samba-canção. Porra, que caralho era aquele?
O vídeo era curto, uns 25 segundos, mas o suficiente pra bagunçar minha cabeça. O cu do Ricardo era bem usado, rosado no meio, com a pele ao redor mais escura e uns fios de pelo grisalho grudados de suor. A bunda dele era mole, caidinha pro lado, mas quando ele metia aquela piroca de borracha grossa, o anel piscava e se abria todo, soltando um peidinho molhado e barulhento toda vez que saía. No final, ele virava o rosto, língua pra fora babando, olhos meio revirados de safadeza.
Meu coração batia forte. Nunca tinha feito nada assim com homem, só aquela mamada rápida naquela novinha bêbada há seis meses. Mas ver aquele coroa maricona se oferecendo daquele jeito... meu pau latejava, a cabeça inchada roçando no tecido da cueca, já soltando uma gota grossa de pré-gozo. Fiquei uns segundos parado, pensando na Gabi. Ela tava cuidando da mãe, não ia voltar pra casa hoje. Eu tava sozinho, com 19cm de rola grossa pedindo pra meter em algum buraco quente. Respirei fundo e respondi:
- "Porra viado... que cu guloso hein? Tá pedindo rola de verdade?"
Ele visualizou na hora.
- Ricardo: "Kkkkkk gostou, Júnior? Eu sou uma puta querendo macho. Fiquei o dia todo imaginando como seria essa rola preta. Tô sozinho aqui no apartamento. Vem?"
Não respondi. Apaguei a mensagem, bloqueei o número. Peguei a moto, coloquei uma bermuda folgada pra disfarçar o volume e saí. O caminho todo meu pau estava latejando, eu ia meter hoje pra caralho.
Cheguei no prédio uns 40 minutos depois. Interfonei e Ricardo atendeu, ficou surpreso quando mandei ele liberar o acesso. Subi, ele me esperava na porta, de shortinho curto e regata fina, o volume da barriguinha aparecendo. Ele sorriu safado.
— Nossa, nunca peguei alguém tão gostoso... — ele sussurrou, voz manhosa.
Assim que a porta do apartamento fechou, eu já empurrei ele contra a parede. Não falei muita coisa. Puxei o short dele pra baixo num só movimento. A bunda branca e flácida saltou pra fora, ainda com marcas do short. O cu dele tava brilhando de lubrificante, piscando, já meio aberto da brincadeira de antes.
— De quatro no sofá, agora — ordenei, tirando minha camiseta e abaixando a bermuda.
Minha rola pulou pra fora, pesada, veias grossas pulsando, a cabeça roxa brilhando. Ricardo gemeu só de ver.
— Ai que caralho... que piroca monstra, Júnior... Estoura esse rabo
Ele se posicionou rapidinho de quatro no sofá grande da sala, empinando aquela bunda murcha. Eu cuspi na mão, passei na rola e encostei a cabeça grossa no buraco dele. O cu tava quente, molhado, cedendo fácil.
Empurrei devagar no começo. O anel abriu todo, engolindo minha glande com um "ploc" molhado. Ricardo soltou um gemido alto, afeminado:
— Aaaahhh porra... vai devagar meu macho...
Mas eu não tava com paciência. Segurei na cintura dele, naquelas gordurinhas laterais, e meti tudo de uma vez. 19cm entrando fundo, abrindo aquele intestino. O cu dele peidou alto, soltando ar e lubrificante enquanto eu entrava até as bolas. O barulho foi obsceno, molhado, sujo.
Comecei a meter forte, ritmado. Cada estocada fazia a barriga dele balançar, a bunda mole tremendo. O som era puro sexo: *plap plap plap plap*, minhas bolas batendo na bunda dele, o cu dele fazendo barulhos de sucção toda vez que eu saía quase tudo e voltava metendo fundo.
— Isso... toma rola, seu viado... — rosnei, dando tapas fortes na bunda dele, deixando marca vermelha. Metia com ódio, o cu largo abrindo mais com meu pau
Ricardo gemia como uma puta:
— Ai sim... me fode... rasga esse cu de puta... mete mais fundo!
Eu aumentei o ritmo, suando, segurando o cabelo grisalho dele como rédea. O apartamento tava cheio do cheiro de sexo, suor e lubrificante. Meu pau entrava e saía brilhando, o cu dele cada vez mais aberto, vermelho, piscando.
Virei ele de lado, uma perna pra cima, e meti de novo, agora olhando pra cara dele. Ricardo tinha a boca aberta, baba escorrendo, olhos revirados de prazer. Eu cuspi na boca dele e ele engoliu, gemendo.
— Quer leite, puta? — perguntei, sentindo as bolas apertando.
— Quero... goza dentro... enche meu cu de porra quente
Não aguentei. Dei umas estocadas mais brutas, fundo pra caralho, e gozei. Jatos grossos, quentes, enchendo o cu dele. Senti o cu dele apertando meu pau enquanto ele também gozava, sem nem tocar na rola pequena dele, só da foda.
Fiquei dentro uns segundos, pulsando, esvaziando tudo. Quando tirei, um rio de porra grossa branca escorreu do cu destruído dele, pingando no sofá.
Ricardo virou, ainda ofegante, e lambeu minha rola suja, limpando tudo com a língua gulosa.
— Nunca imaginei que ia ser fodido assim por um gostoso igual você
Eu só sorri, pau ainda meio duro.
- Não manda mensagem. Se eu quiser te comer eu venho. E não abre essa boca de puta.
A reforma ia ser bem mais interessante do que eu imaginavaSe quiserem a continuação ou mais contos, digam aqui. Se quiserem entrar em contato comigo,me inscrevam. As histórias tem fotos que eu gero por IA de como imagino os personagens, caso queiram...