Capítulo 12: A Cama de Menelau
2025, Asilo São Lucas, Ribeirão Preto
O relógio marcava 5:55 PM. A luz do dia já havia quase desaparecido completamente, deixando o quarto iluminado apenas pela lâmpada amarela e fraca do abajur. O ar estava denso, carregado de café fresco e expectativa. Thiago, Carla, Roberto e Jéssica continuavam ali, ninguém demonstrando a menor intenção de sair. Jéssica havia trazido mais uma jarra de café. O silêncio era quase palpável até que Thiago, com a voz baixa, quebrou-o:
“São Alexandre… você foi atrás dela mesmo sabendo que era casada com um homem perigoso?”
Eu respirei fundo. O peito velho doía com a lembrança, como se as costelas ainda guardassem o peso daqueles dias. “Fui. O dom não me deixava escolha. Era como uma força maior, uma fome que queimava por dentro. E o que aconteceu naquela casa… foi o começo do fim de tudo.”
1978–1979, Fazenda de Menelau, Ribeirão Preto
Trabalhar para Otávio me dava acesso quase ilimitado às fazendas vizinhas. Menelau era, de longe, o maior fazendeiro da região — milhares de cabeças de gado, extensas plantações de cana, influência política que chegava até Brasília e um temperamento explosivo, conhecido por todos como “cão raivoso”. Ninguém ousava desafiá-lo. Helena, sua esposa, era o troféu exibido em festas e leilões. Casados há três anos, ela vivia prisioneira numa gaiola dourada: joias, vestidos caros, uma casa enorme, mas sem liberdade. Linda de morrer, mas profundamente infeliz.
Consegui um pretexto perfeito: entregar dois touros reprodutores de raça que Otávio havia vendido para ele. Cheguei no fim da tarde, quando o sol avermelhado queimava a terra vermelha como sangue. Menelau estava viajando para Goiânia a negócios — ficaria fora pelo menos três dias. Helena me recebeu na varanda principal, vestindo um simples vestido leve de algodão branco que se colava ao corpo suado pelo calor. Aos 24 anos, seu corpo havia amadurecido de forma magnífica: seios mais cheios e pesados, quadris largos e femininos, cintura ainda fina e uma bunda redonda, firme e empinada que balançava suavemente a cada passo.
Quando nossos olhos se encontraram, o dom explodiu dentro de mim como nunca antes. Uma onda quente de desejo puro, quase dolorosa.
“Páris…” ela sussurrou, a voz tremendo de emoção contida.
“Helena.”
Assim que a porta pesada de madeira se fechou atrás de nós, ela se jogou nos meus braços com desespero. Seus lábios macios colaram nos meus num beijo faminto, línguas se entrelaçando, mãos apertando minhas costas. “Eu nunca te esqueci,” murmurou entre beijos molhados. “Todo santo dia penso em você. Nas suas mãos… no seu cheiro… no jeito como você me fazia sentir viva.”
Não perdemos tempo com mais palavras. Eu a peguei no colo, sentindo o peso delicioso de seu corpo, e subi as escadas largas de madeira direto para o quarto principal — o quarto de Menelau. A cama de casal era enorme, feita de jacarandá maciço, com lençóis brancos impecáveis, travesseiros perfeitamente arrumados e um grande retrato do fazendeiro na cabeceira, olhando sério para o quarto. Joguei Helena sobre a cama do marido com força.
Com um puxão violento, rasguei o vestido fino de cima a baixo. Seus seios grandes e pesados saltaram livres, mamilos rosados já duros como pedras. A buceta dela brilhava, inchada, os lábios grossos e carnudos reluzindo de excitação. O cheiro dela encheu o quarto — doce, quente, feminino.
“Você é minha,” rosnei, caindo sobre ela como um animal.
Helena abriu as pernas imediatamente, gemendo alto, oferecendo-se por completo. Enfiei dois dedos grossos na buceta quente e encharcada enquanto minha boca atacava seus mamilos. Chupei com força, mordiscando de leve, sentindo o corpo dela arquear violentamente contra mim. “Páris… me fode na cama dele,” pediu, a voz rouca de tesão. “Me fode como aquele filho da puta nunca conseguiu.”
Ajoelhei entre suas coxas grossas e macias. Lambi sua buceta com fome selvagem: língua larga abrindo os lábios inchados, circulando o clitóris inchado e sensível, sugando-o para dentro da boca. Helena agarrou meus cabelos, empurrando minha cabeça contra ela. Seus gemidos ecoavam pelo quarto luxuoso. Gozou pela primeira vez em menos de dois minutos — um jorro quente e abundante espirrou na minha boca e queixo, molhando os lençóis brancos impecáveis de Menelau. “Ai, meu Deus! Páris!”
Levantei-me, tirei a calça com pressa. Meu pau latejava, duro como aço, veias saltadas. Helena, ainda tremendo do orgasmo, se ajoelhou na cama do marido e engoliu meu pau com desespero. A boca quente e molhada desceu até o fundo da garganta, saliva escorrendo pelos cantos dos lábios, olhos lacrimejando de prazer. Segurei seus cabelos loiros e comecei a foder sua boca com estocadas profundas. “Chupa, vadia. Chupa o pau que vai te destruir hoje.” Ela engasgava, babava, mas não parava — pelo contrário, chupava com mais vontade, língua girando na cabeça, mão massageando minhas bolas.
Virei-a de quatro sobre a cama. A visão era perfeita: bunda empinada, buceta pingando, o cu piscando. Meti na buceta de uma só vez, fundo, até o talo. A cama rangia violentamente. Comecei a meter com força bruta, pele batendo contra pele. Dei tapas fortes e sonoros na bunda redonda, deixando marcas vermelhas que logo ficariam roxas. “Isso é o que você merece, Helena. Ser comida como uma puta na cama do seu marido.”
Ela gozou pela segunda vez, a buceta apertando meu pau como um punho quente e molhado, líquido escorrendo pelas coxas e manchando completamente os lençóis. Puxei seus cabelos loiros com força, forçando a cabeça para trás. “Diz pra quem você pertence.”
“Pra você, Páris! Só pra você! Sou sua puta!”
Cuspi no cu dela, lubrifiquei com os dedos e entrei devagar no buraco apertado. Helena gritou de prazer misturado com dor, empurrando a bunda contra mim. “Me fode inteiro! Quero tudo!” Meti brutalmente, bolas batendo contra a buceta encharcada. O cu dela pulsava, apertando meu pau. Gozou pela terceira, quarta e quinta vez em sequência — o corpo convulsionando, lágrimas de prazer escorrendo pelo rosto, gemidos roucos enchendo o quarto.
Virei-a de frente, coloquei suas pernas sobre meus ombros e meti fundo na buceta novamente. O ângulo permitia estocadas profundas e fortes. Sexto orgasmo. Sétimo — o corpo dela tremia descontroladamente, líquido jorrando, encharcando a cama inteira. O cheiro de sexo dominava tudo.
Finalmente, puxei o pau para fora e subi sobre ela. Gozei na cara linda de Helena com jatos grossos e longos. O esperma acertou sua testa, bochechas, boca aberta e pingou sobre os seios pesados e mamilos duros. Ela lambeu tudo o que conseguiu, gemendo baixinho, exausta e radiante de prazer.
Ficamos deitados na cama destruída por longos minutos. Lençóis encharcados de suor, buceta, cu e esperma. Helena acariciava meu peito com dedos trêmulos. “Me leva embora, Páris. Eu não aguento mais essa vida de prisão.”
Beijei sua testa suada. “Vou te roubar. Logo.”
Mas do lado de fora, o barulho inconfundível de caminhonetes chegando quebrou o encanto. Menelau havia voltado mais cedo.
*2025, Asilo São Lucas*
O quarto estava em silêncio absoluto. Thiago passou as mãos no rosto, claramente perturbado. Carla estava vermelha, mordendo o lábio. Roberto balançava a cabeça devagar. Jéssica murmurou, quase sem voz: “Na cama do marido… meu Deus.”
Eu olhei para eles, cansado até os ossos. “Foi a melhor e a pior foda da minha vida. Amanhã conto como tudo desabou depois disso
