A vampira de Belém - parte 1

Um conto erótico de Fernando
Categoria: Heterossexual
Contém 2676 palavras
Data: 10/06/2026 15:03:21
Última revisão: 10/06/2026 15:06:55

Bom, antes de mais nada gostaria de me apresentar. Me chamo Fernando, tenho, atualmente, 42 anos de idade, cabelos castanhos, olhos claros, 82 kg e cerca de 1:80 m de altura. Não sou muito bonito não, um tanto narigudo devo dizer, tenho barriguinha de cerveja, apesar dos esforços na academia, que me deram um físico bacana para minha idade, mas nada da tal barriguinha sumir… existem derrotas que a gente apenas aceita kkkkk.

Eu sou leitor da casa dos contos há muitos anos. Já tive outro perfil aqui na casa, onde eu contei algumas histórias, a primeira delas escrita em 2009. Resolvi criar esse perfil aqui para contar alguns causos do passado e atuais, mas sob uma ótica um pouco mais madura da minha parte. Pelo menos quero crer que amadureci kkkkk.

Recentemente passei por um divórcio. Na verdade, nem tão divórcio assim, já que eu e minha ex só não moramos mais juntos, mantemos uma relação bem saudável, rica em sexo e respeito a individualidade de cada um. Ela ficou com a casa e eu com o apartamento.

Não sei dizer se a célebre frase de Walter Pitkin “A vida começa aos 40”, é de fato uma verdade, mas não posso negar que depois de me livrar de certas amarras, todas superadas por volta dos 40 anos de idade, passei a viver melhor. Quando falo em amarras, não estou me referindo ao meu casamento, mas sim a sensação de que preciso estar no controle de tudo. Quantos de nós não acabamos vivendo em estresse por tentar controlar coisas, e pessoas, que, às vezes, estão longe do nosso alcance? Quando entendi isso, ficou até mais fácil entender que eu e minha ex estávamos vivendo uma realidade que não era mais agradável. Por que continuar juntos se não estamos felizes? Separamos e passamos a ter interações sociais, e sexuais, ainda melhores um com o outro. Deixamos de viver um relacionamento padronizado pela sociedade.

Nesse momento entendemos que nunca deixamos de nos amar, mas que precisávamos de espaço para sermos nós mesmos, sem magoar um ao outro. Mas não pensem que antes dessa epifania não tenhamos sido infieis e injustos um com o outro. Chumbo trocado fere a ambos atiradores. Apenas paramos de atirar… Claro que esse processo foi mais fácil porque não chegamos a ter filhos. Com filhos qualquer divórcio ganha um peso a mais.

Outra coisa. Eu sou um sujeito que foi criado para ser um “bom cidadão”. Dedicado ao estudo, trabalho, família… bem, vocês já devem ter entendido. Mas isso tudo é apenas uma máscara. Vivi a vida inteira me culpando por não ser o homem que “eu deveria ser”. Dentro de mim existia uma vontade… um desejo… que não condizia muito com o que a sociedade espera de um “bom cidadão”. No fim eu era duas pessoas, uma o Fernando que a sociedade conhece, e a outra o verdadeiro Fernando, que hoje em dia também tem seu espaço.

Toda essa introdução não tem relação direta com o conto a seguir, mas ele serve de embasamento para que os amigos e amigas possam entender qual o momento que vivo. Não pensem que esse conto será cheio de filosofias de buteco, não… longe disso. Dito isso vamos ao conto.

Essa história se refere a uma mulher incrível que eu conheço há anos, mas que só pude conhecer pessoalmente recentemente. Sabe aquela pessoa que completa a sua loucura? Então, essa é a Maya. Esse primeiro conto não mostra essa loucura, mas pretendo explorar isso em outra trama mais para frente.

Trabalho numa empresa que desenvolve equipamentos mecânicos e paineis eletrônicos para indústria de um modo geral. Um dos nossos fortes são as adequações de segurança atendendo a NR12. Eu ocupo o cargo de gerente de projetos, o que significa que estou sempre em contato com diferentes pessoas da equipe, clientes e fornecedores.

Quase 90% desses contatos são com homens (quem trabalha nessas áreas de mecânica e eletrônica industrial sabe bem o que estou falando), mas graças a Deus sempre temos algumas belas mulheres atuando no meio. A questão é que muitas boas relações foram criadas com pessoas de todos os cantos do Brasil, tendo como ponto de partida essas relações profissionais. Raros são os casos em que tive a oportunidade de conhecer essas pessoas, até porque não viajo tanto quanto gostaria a serviço pela empresa, já que também atuo como professor de curso profissionalizante, logo essa segunda profissão me impede de viajar muito.

Recentemente tive a oportunidade de acompanhar in loco a instalação de alguns paineis elétricos em uma empresa parceira nossa na cidade de Belém. E essa foi uma viagem para a qual eu fiz questão de ir, inclusive permanecendo alguns dias a mais na cidade para monitorar por mais dias o correto funcionamento dos paineis. Essa é a história contada, mas a verdade é que eu estava doido para conhecer pessoalmente Maya, uma mulher com a qual já troco mensagens há pelo menos 10 anos.

Maya é representante de uma outra empresa que já foi cliente nossa no passado, e desde então mantivemos uma amizade bastante ativa, apesar da distância. Sempre brincamos que somos namorados em uma realidade paralela, e não foram poucas as vezes que trocamos fotos e praticamos um delicioso sexting, isso quando eu ainda era casado. Maya tem 34 anos, 1:54 de altura, cabelos loiros encaracolados, olhos castanhos e um sorriso lindo. Ela é casada… na verdade união estável, mas dá na mesma certo?

A gente tem uma amizade bacana, ambos gostamos de terror e muitas das nossas conversas giram em torno desse segmento, falando de filmes, livros, mitos, lendas, creepypastas e coisas desse tipo. Somos até meio sombrios em alguns casos, mas me sinto bem falando com ela.

Sempre conversamos sobre a possibilidade de um dia eu ir para o Pará, e sempre que entrávamos nesse assunto, falávamos sobre alguns lugares onde Maya gostaria de me levar para turistar. E claro, sempre falamos de como seria bacana a gente se encontrar.

Quando apareceu esse trabalho por lá eu fiz questão de ir junto. Não nego que fiquei um pouco apreensivo no momento que mandei a mensagem para Maya pelo whatsapp informando a novidade, afinal de contas ela poderia se assustar com a ideia, mesmo tendo alimentado ela por tanto tempo. A questão é que tudo poderia ser uma brincadeira, ou uma fantasia a dois que jamais deveria deixar de ser isso: uma mera fantasia.

A resposta dela foi super positiva. Manifestou muita animação, embora um pouco preocupada em como daria um perdido no companheiro. Maya exigiu que eu fizesse exames de sangue, como forma de garantir que eu não era portador de nenhuma doença sexualmente transmissível, pois segundo ela “foder no pêlo é que é bom”. Claro que ela fez os exames dela também e me mandou fotos, assim como mandei para ela. Isso deixou logo, bem claro a intenção de ambos.

Ainda assim eu temia que tudo iria melar na hora de nos encontrarmos de fato.

Um dia antes de embarcar Maya me chama no whatsapp.

A minha viagem ocorreu no mês passado e eu acabei ficando quase duas semanas por lá. Os primeiros dias foram de trabalho pesado na instalação dos equipamentos e como tinha o resto da nossa equipe junto, eu acabei ficando mais na minha. Tive a oportunidade de visitar alguns lugares e provar da excelente gastronomia local.

Depois que o resto da equipe retornou para nosso estado, acabei chamando Maya, dando sinal verde para nosso encontro. Ela já havia dado uma desculpa para o marido, e se hospedado em um apartamento alugado por um famoso serviço de aluguel online. Ela achou melhor do que se a gente fosse ficar em um hotel, embora eu tenha mantido o meu quarto ativo e boa parte das minhas bagagens por lá.

Nosso encontro foi marcado para uma quarta feira à noitinha. Comprei um bom vinho e algumas rosas. Peguei um carro de aplicativo, deixei dentro dele uma mochila com algumas roupas e fui em direção ao endereço indicado, apreensivo sobre como seria esse encontro.

Chegando no prédio, interfonei para Maya que prontamente abriu a porta eletrônica e me mandou subir. O prédio era um tanto antigo, mas muito charmoso. Ao bater na porta, percebo que a mesma está apenas encostada, chamo por Maya e ouço sua voz:

- Pode entrar, a porta está aberta.

Espiei para dentro e logo observei que o ambiente estava com pouca luz. Entrei e fechei a porta. Nisso vejo que Maya estava perto da entrada, apenas de lingerie vermelha. Ela, com poucos passos, chega até onde eu estou e salta no meu colo. Acabo deixando as flores cair no chão, com uma mão sigo segurando a garrafa de vinho, com o pé empurro a porta ouvindo o “clic” dela fechar, e com a outra mão abraço Maya puxando ela forte contra o meu corpo e beijando ela alucinadamente.

Vamos em direção ao sofá, onde está um pouco melhor iluminado, deixo o vinho numa poltrona, e acabo me sentando no sofá com Maya encaixada no meu colo. Ela rebola a bucetinha em cima do meu pau já duro. Agora com as duas mãos livres, posso explorar o corpo da bela, apalpando sua bunda, segurando seus cabelos, coxas, pescoço…

- Safado - ela fala em um dos poucos instantes que desgruda a boca da minha. Quando ameaço falar alguma coisa, ela me dá um forte tapa no rosto.

Ela se levanta e volta a sentar no meu colo, agora de costas, acomodando meu pau duro em suas nádegas. Minhas mãos buscam hora seus seios, hora sua bucetinha, que percebo estar molhada mesmo por cima da calcinha. Minha boca percorrendo seu pescoço e dando lambidas na orelha. Maya rebola deliciosamente no meu pau.

Depois de algum tempo ela se levanta, eu levanto-me também e aproveito para tirar minhas calças, camisa, meias… fico apenas de cueca. Maya me olha por alguns segundos e em seguida ela cai de joelhos e puxa a peça íntima para baixo revelando meu cacete duro e babado. Ela me olha nos olhos e sorri, satisfeita.

Primeiro um beijo na cabeça. Depois, algumas lambidinhas no saco enquanto com a mão delicada uma punheta deliciosa se inicia. Em seguida Maya começa a abocanhar meu pau com aquela boquinha de anjo. Seu boquete babado, alternado com uma punhetinha, vai me deixando louco. Por vezes ela pára e me olha sorrindo, para em seguida engolir meu pau de novo.

Acabo puxando ela pelos cabelos, prontamente ela entende e se levanta, dou-lhe um beijo delicioso e empurro a mesma para o sofá. Me ajoelho na sua frente, retiro sua calcinha, enquanto ela vai se livrando do sutiã. Caio de boca nos seus seios pequenos, firmes e bicudos. Passo a língua e até os dentes, fingindo que vou mordê-la nos mamilos. Em seguida, caio de boca na bucetinha. Ela coloca as pernas nos meus ombros e segura forte meus cabelos, dou umas lambidinhas mais leves no início, sentindo seu melzinho delicioso escorrer. Em seguida começo a criar uma pressão com os lábios nos lábios vaginais dela, e a língua passa a tocar com certa pressão o clitóris. Pouco a pouco vou introduzindo um, depois dois, dedos na bucetinha. E claro, em alguns momentos tiro os dedos e com a língua dou uma acariciada babada no cuzinho.

- Me come logo Fernando, quero gozar no seu pau.

- Certeza que não quer gozar na minha boca?

- Depois, agora me fode.

Levanto-me e puxo ela mais para a beirada do sofá e miro o pau na entrada da bucetinha rosada enquanto seguro suas pernas mais para cima, deixando sua bucetinha, lisinha e totalmente babada, totalmente exposta. Num movimento lento, mas contínuo começo a penetrar. Ela com os olhos fechados, recebe meu pau milímetro por milímetro, até estar todo dentro. Fico uns poucos segundos parado encarando-a e assim que seus olhos se abrem, começo a meter lentamente, mas indo o mais fundo possível, uma vez no fundo deixo alguns segundinhos e inicio o movimento de saída, tirando quase todo o cacete da bucetinha deliciosa e molhada de Maya. Em seguida volto a meter tudo para dentro.

Inclino meu corpo em direção ao dela, buscando com minha boca encontrar, primeiro a sua boca para um beijo apaixonado e depois os seios para mais uma sessão de lambidas e sugadas nos mamilos.

Começo a intensificar o ritmo das metidas… batendo cada vez mais forte meu corpo contra o dela. Maya dá gemidas e reboladas cada vez mais instigantes. Levanto-me trazendo ela comigo, e me sento no sofá, mudando a posição, deixando ela por cima.

- Fode agora putinha!! - Sussurro no ouvido dela enquanto dou-lhe um belo tapa na bunda. Ela responde com um sorriso sacana e com um brilho no olhar… morro de tesão ao ver o semblante dela.

Ela começa a cavalgar, rebolar, mover o corpo de forma frenética, mantendo o meu pau o mais dentro de si possível e atritando o clitóris contra meu corpo. As unhas cravadas nas minhas costas, enquanto eu a chamo de putinha e safada.

Cada série de reboladas é marcada por gemidos, baixos, porém deliciosos e também por arranhões. Eu sigo passeando pelo corpo dela com as mãos, e movendo meu corpo contra o dela a cada nova rebolada. Sinto suas costas suadas com as minhas mãos… os pelinhos da nuca levemente arrepiados. Seus gemidos se intensificam e as “kikacas” ficam cada vez mais intensas. O orgasmo se aproxima…

Em segundos Maya começa a gozar. Gemendo e xingando. Com seu belo corpo vibrando de tesão e com suas unhas cravadas nas minhas costas.

Quando sinto seu corpo amolecer, pego-a no colo, e começo a meter em pé mesmo. Suas pernas balançam no ritmo das minhas estocadas. Ela se segura no meu pescoço e fecha os olhos sussurrando no meu ouvido.

- Me enche de leite seu merda.

Sigo metendo, com as mãos agarradas nas nádegas da minha linda anfitriã. Um dedinho mais maroto acaricia de leve o cuzinho de Maya, mas sem penetrar. Ela responde ao carinho cravando as unhas em mim.

- Quando mais você cravar as unhas, mais tesão eu sinto - falo ofegante, entre uma metida e outra.

Ela apenas sorri.

Coloco ela deitada no sofá, tiro meu pau da sua bucetinha, e gozo intensamente sobre seu corpo, especialmente nos seios.

- Eu disse pra você gozar dentro - fala ela me olhando com um sorriso nos lábios.

Não respondo nada, apenas caio de joelhos na sua frente e volto a chupar sua bucetinha lisinha e agora toda vermelha por causa do atrito da foda. Ela suspira e joga o corpo para trás, arqueando levemente as costas e me dando um acesso mais fácil a bucetinha, e permitindo que minha língua alcance seu cuzinho. Dou-lhe algumas lambidinhas bem babadas no cuzinho, arrancando um misto de gemido e suspiro, e volto a abocanhar sua bucetinha com meus lábios famintos. Introduzo dois dedos na bucetinha e passo a acariciar freneticamente o clitóris de Maya com minha língua e em pouco tempo ela goza deliciosamente na minha boca.

Deixo meu corpo cair para trás, sentando-me no chão e fico a observar Maya. Ela logo se inclina e me olha nos olhos.

- Vamos beber esse vinho ou não - ela fala com um sorriso sarcástico no rosto.

- Primeiro vou tomar um banho. Essa cidade é quente demais.

- Égua, e você esperava o que? - ela responde rindo animada. Vou tomar banho com você.

Nos levantamos e damos um abraço apertado, gostoso e amigável. Nisso Maya acaba dizendo.

- Pensei que esse dia nunca chegaria a acontecer, mas agora te prepara, que tudo que a gente conversava via mensagem nós vamos ter que fazer.

Vou em direção ao banho, com as palavras de Maya na mente, sabendo que se essa última frase for verdade, terei as melhores fodas da minha vida e vai ser difícil eu ir embora de Belém.

*********

Bom galera, essa é a parte 1. A história tem mais algumas partes que pretendo ir postando a medida que consigo escrever. Escrever não é algo muito natural para mim kkkkk.

Abraço a todos e espero que tenham gostado da leitura.

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