Em casa no tédio, esperando as ordens da minha irmã, eu jamais iria desistir agora, quando recebo uma mensagem de Pamela.
“Oi João, vou conseguir escapar da minha família na parte de tarde, estarei em casa, vamos tomar um banho de piscina, só eu e você.”
Nossa aquilo certamente seria o melhor convite do meu final de semana, nunca tive tão ativo assim na vida.
Sábado Luiza, domingo de manhã a minha irmã e agora domingo a tarde Pamela, a minha agenda estava completa, com a maior confiança do mundo sai pra comprar camisinha, comprei um pacote fiquei analisando e achei uma que fazia durar mais tempo no sexo.
Eu peguei morrendo vergonha mais aquilo era o início, o constrangimento maior foi passar com atendente, ela pediu meu CPF e pra pagar demorou mais que escolher a camisinha. A atendente me olhava com um sorrisinho no rosto, eu já estava em pânico, “camisinha pra durar mais”, ela olhava pra mim e pensava “eu vejo um precoce.”
Saí morrendo de vergonha e fui direto pra casa, tomei um banho e abri o pacote e peguei uma camisinha, passei um perfume e fui diretamente para casa de Pamela.
Cheguei na casa de Pamela, ela me abraçou e me beijou na bochecha.
“Você já almoçou?” eu perguntei.
“Já comi o resto de pizza de ontem.”
“Resto de pizza ontem? Então você não saiu pra ver a sua família.”
“O merda.” Ela falou.
Sentou no sofá e me olhou “me desculpa.”
“Porque você mentiu pra mim?”
“Foi mal, eu prometi pra Luiza em ajudar ela ter um encontro com você.”
“Você mentiu nas minhas costas, foda.”
“Ah, vai falar que foi tão ruim assim.”
“Ela te falou como foi o rolê?” eu perguntei meio preocupado
“Não, ela ficou fazendo o drama dela e não me contou nada.”
“Humm.”
Pamela começou a rir “aconteceu algo né, me fala eu fiz o encontro acontecer, eu mereço ouvir.”
“Não aconteceu nada… bom aconteceu algo.”
“Me fala logo inferno.” O nível de ansiedade dela parecia alto.
“Luiza me fez uma massagem, sabe não era pra eu sentir nada, ela é um homem, mas eu acabei com uma ereção.” Não sei porque eu falei aquilo, eu menti em cima de outra mentira.
Ela colocou a mão na boca. “O que aconteceu?”
“Não aconteceu nada, a gente continuou bebendo e quando acabou a bebida fomos embora.”
“Isso é bom ou ruim?”
“Eu não sei.” Eu respondi.
“Meu Deus na hora que eu contar a ela que você ficou excitado ela vai ficar feliz.”
“Pamela para com isso, eu não quero namorar ela.”
“Eu não sei.”
“Vamos parar com esse assunto e vamos nadar.”
Comecei a empurrar para piscina, ela começou a tirar a camisa e eu fiquei olhando esperando acontecer algo, mas ela estava de biquíni e quando eu tirei a minha roupa.
“Tira de perto da piscina porque pode molhar.”
Ela recolheu a roupa e foi nesse momento que a camisinha caiu no chão, ela pegou a camisinha no chão e olhou para mim.
“É sério? Você veio pra minha casa com uma camisinha.”
Eu comecei a gaguejar.
“Você vem com segundas intenções, hein João?”
“Talvez eu vim com segundas intenções, mas a pessoa que eu estou interessado está me jogando para sair com uma trans. Uma trans com um pênis maior que um cavalo.”
Ela não aguentou segurar o riso “para de falar merda.”
“É sério quantas humilhação eu passei aqui? Comparações de tamanho entre outras coisas, você acha que eu fiz isso porque eu gosto? Fiz pra passar um tempo maior com você.”
Pamela neste momento parou para pensar.
“É eu acho melhor eu ir embora, foi um erro ter vindo aqui.”
Peguei minhas coisas enquanto Pamela chorava sem falar nada, e sai sem dizer nada, no caminho de volta Luiza me ligou, eu não atendi, ela me mandou uma mensagem.
“Seu idiota, se você não volta pra casa da Pâmela e pedir desculpas, eu juro que eu conto tudo a ela, eu conto como você chupou meu pau e tudo que aconteceu ontem. E aí será o fim pra você, eu sei muito separar as coisas e não preciso ficar mentindo igual você, seja homem pelo menos uma vez na vida e faça o que é certo.”
“QUE MERDA!” Eu gritei tão alto e sozinho, virei as costas e voltei pra casa de Pamela.
Ela me recebeu com os olhos vermelhos.
“Foi mal, acho que eu peguei pesado com você.”
“Ah tá tudo bem… eu mereci você deve estar bravo comigo, eu fui uma idiota.”
Ela ainda estava de biquíni e foi até a mesinha e ficou de quatro empinando a bunda gigante pra minha direção e olhou com a minha camisinha na mão “você quer de volta?”
“Ah, eu quero muito.”
Eu avancei muito rápido e puxei seu corpo, ela ficou me olhando sem dizer nada, eu queria e sentir o mesmo dela, e dei um beijo na sua boca, foi bem correspondido, eu precisava descontar as minhas emoções e dei um tapa na bunda dela e outro beijo foi quando Luiza apareceu na porta. Eu e Pamela olhamos.
“Fiquei preocupada atoa.” falou Luiza.
Pamela correu em direção de Luiza dando um abraço, a marca na bunda de Pamela estava evidente, um vermelho marcante na bunda branca. Eu fiquei chateado com a situação, sempre essa mulher homem com pênis enorme no meu caminho, parecia uma cruz que eu devia carregar pra onde quer que eu fosse.
Pamela foi na frente “vamos na piscina eu preciso relaxar.”
Luiza veio até mim e me abraçou.
“Foi mal te devo uma, você quer que eu vá embora?”
“Venha, vamos à piscina.” eu falei.
Ela caminhou comigo até a piscina, pamela colocou a mão no meus bolsos e tirou a carteira e celular enquanto eu percebi Luiza tirando os pertences também, foi nesse momento que eu senti a malícia, mas era tarde demais então Luiza com a sua força me pegou e me empurrou pra piscina e enquanto ela ficava se gabando com os seus músculos Pamela empurrou ela também e rindo se jogou em cima da gente. Como a piscina lava os sentimentos ruins, purifica toda magoa, a gente rindo como bobos e velhos amigos.
Depois de um tempo a Luiza reclamou que sua roupa tinha molhado, então Pamela saiu da piscina, “vai gente me passa a roupa de vocês eu vou colocar pra centrífuga e depois secar”, foi estranho mais tirei a minha camisa, tênis, meia e shorts, “a cueca também.” Quando eu olhei a Luiza já estava pelada com os seios à mostra, a nudez pra ela nunca foi um problema.
A Pâmela foi levar nossas roupas à lavanderia e ficou eu e a Luiza pelados dentro da piscina.
“Você está bravo comigo? Acho que vocês iriam transar eu atrapalhei.”
“Fica suave, eu não vou brigar com você, brigar pelado seria idiotice.”
“Ah, você está pelado? Nem percebi.”
“Só porque se tem um pênis enorme não precisa ficar diminuindo os outros.”
“Você adora falar que eu tenho um pênis grande… e não estou diminuindo ninguém, você que tem um pênis pequeno.”
“Tá bom, mas você ainda me deve uma.”
“Então vai querer que eu chupei o seu pau… isso quer dizer que você gostou?”
Ela me abraçou e senti o seu membro batendo na minha perna, ela beijou minha bochecha e foi no meu pescoço.
“Luiza.”
“É só você mandar.”
Senti a sua mão descendo no meu pênis e pegou nele.
“Masturbar?” ela perguntou com um sorriso.
“Você está fazendo porque quer, eu ainda vou querer o favor.”
“É claro que vai.”
Eu já estava inclinado a falar (me chupa aqui sua vagabunda), mas me afastei.
“O que foi?”
“Depois que eu perdi a virgindade tudo parece complicado, o tesão faz a gente fazer loucuras, eu gosto da Pamela e estou quase pedindo pra você me chupa na casa dela enquanto ela seca minhas roupas.”
“Não é muito diferente de um tempo atrás, você chupou meu pênis sentado no sofá dela.”
“O tesão faz a gente…”
“Se sentir poderosa.” Complementou Luiza com um largo sorriso no rosto.
Fiquei imóvel pensando.
“Não sei como isso faria você se sentir poderosa.”
“Ah noite eu te provo.”
“Duvido.”
Aquilo foi meu erro.
Depois que Pamela voltou a gente ficou na piscina por mais um tempo, Luiza propôs da gente beber. Começamos os jogos, muito álcool, muitas risadas altas, muita nudez e palavras excitantes.
“O que falar para deixar uma mulher excitada?” Perguntou Luiza.
“Sempre quando alguém fala que eu estou cheirosa eu fico feliz.” falou Pamela.
Eu, bêbado tentando gravar isso na minha cabeça.
“Vamos transar nós três.” Falou Pamela.
A gente estava bêbado e fomos todos para o quarto, estávamos pelados e Luiza com seu pau enorme balançando no meio das pernas, eu queria me manter distante daquilo.
Pamela ficou quatro “quem vai primeiro?”
“O João tem que ir primeiro.” Falou Luiza.
“Eu quero o João por último.” falou Pamela.
“Como você é malvada Pamela.” falou Luiza.
“Malvada porque?” Perguntou Pamela.
“Ele perceberia porque você estaria larga, se é que você me entende.”
“O que você quer dizer com isso, Luiza?” eu perguntei.
“Ah vamos esquecer esse assunto.” Falou Pamela.
“Nossa como você é lerdo João, se eu for primeiro e você o segundo únicas palavras que você vai ouvir é MAIS FUNDO, MAIS FUNDO, quando na verdade seu pênis vai estar todo dentro dela.”
“Luiza não se deve falar essas coisas, João você tem um pênis ótimo, eu gosto dele.” Falou Pamela.
“Você não é tão ingênuo assim né João.” Falou Luiza.
Fiquei meio constrangido, aquilo foi rápido demais eu estava de pau duro mesmo com aquela humilhação, foi quando Luiza se aproximou com aquele pênis meia bomba e colocou por cima do meu pau, meu pau sumiu, aquilo parecia uma humilhação bem na frente da Pamela, eu não sabia como reagir, eu queria sair do quarto.
“Você deve desculpa a ele, chupa o pau dele como um pedido de desculpas.” Pamela deu praticamente uma ordem.
Luiza praticamente se deitou obedecendo as ordens de Pamela e começou a me chupar.
“Se tivesse um pau grande teria dificuldade pra fazer uma garganta profunda.” Falou Luiza.
Luiza continuou chupando com aquela boca que dava um abraço no meu pau, depois de tanto humilhação porque eu ainda estava gostando do boquete daquela pessoa, aquela mesma pessoa que falou palavras pra me rebaixar na frente da pessoa que eu gosto, agora gemia de tesão em sentir. O tesão realmente era poderoso, como pode envolver tantos sentimentos, tirando toda a culpa ou remorso.
Foi nesse momento que Pamela agarrou o pênis de Luiza e começou a chupar, ela mal conseguia colocar na boca, a diferença era enorme, ver a pessoa que eu gosto chupando outro pênis era um sentimento de traição e ciúmes.
Eu estava pra gozar era tanta coisa, aquela boca abraçando meu pênis e ver Pamela ter que lidar com aquele pênis de cavalo da Luiza era demais, eu estava pra gozar. Quando Luiza se levantou “fica de quatro.”
Pamela ficou de quatro e ficou pincelando o pau na buceta de Pamela. (Aquilo era um ménage?) Me perguntei, como poderia? Eu parecia um cara olhando com ciúmes e inveja.
“Você é minha putinha.” Falou Luiza.
Luiza tinha se transformado em outra pessoa.
“Você quer isso, João?” perguntou Luiza pegando no meu pau “ah você quer sim.”
Pamela me olhou com um sorriso, e Luiza meteu o pênis nela foi colocando devagar e Pamela gemendo a cada bombada eu fiquei olhando com atenção.
“Vem aqui João.” Falou Pamela gemendo.
Eu fui até a Pamela ela começou a chupar meu pau, mais Luiza queria deixar mais evidente sua presença e começou a meter forte com força, Pâmela nem conseguia mais me chupar, só gemia com a cabeça na minha coxa meu pênis pingando pré gozo na orelha e bochecha, Luiza fodia ela com um sorriso no rosto me olhando.
O quarto ficou quente e com cheiro de sexo e suor, Pamela suava e Luiza também, enquanto eu só olhava esfregando o meu pau no rosto de Pamela.
“Se continuar assim vou gozar.” falou Pamela.
“Então fala como está sendo arrombada pelo meu pau.”
Pamela gemia alta.
“Eu vou gozar, eu vou gozar.”
Nesse momento Pamela estava gozando, e pelo que eu entendi Luiza também começou a gozar dentro de Pamela, Pamela se deitou perdendo as forças e Luiza caiu em cima dela com o pau de cavalo todo dentro.
As pernas de Pamela tremia enquanto ela se recuperava, Luiza saiu de cima.
“Deita João.” Falou Luiza.
Eu deitei com pênis duro apontando pra cima.
“Vai Pamela senta no João.”
“Sentar? Tô nem conseguindo sentir minhas pernas, como eu vou sentar.”
“Rebola no colo do João, eu quero ver isso.”
Pamela vira e limpa a buceta que estava escorrendo esperma com a calcinha, ela senta sem penetrar e se deita em cima de mim, o corpo quente e suado se cola no meu, ela beija a minha bochecha.
“Senta no pau dele e diga a verdade.” Falou Luiza.
Pamela levanta o quadril e senta no meu pênis, a sua buceta estava melada com fluidos demais.
“Eu posso sentir o seu pau, mas não é como o da Luiza.”
Eu já sabia que era evidente isso, mas ela falou que sentia meu pau, e isso era bom demais, Pamela começou a rebolar no meu colo, a sua bucetinha estava tão quente e melada que sentia escorrer nas minhas bolas.
“Eu tinha razão, você deveria ir primeiro João, eu estava certa e vocês ficaram discutindo comigo… vocês dois me devem desculpa.”
“Desculpa amiga.” Falou Pamela.
“Desculpa, Luiza.” Falei totalmente constrangido, porque simplesmente não discuti com ninguém, mas parece que quem tem o pau maior sempre tem razão.
“Eu sei.” Falou Luiza saindo do quarto.
“Que merda deu nela hoje, ela estragou a nossa noite me desculpa João, eu sei o tanto que isso era importante pra você, juro que vamos passar um final de semana sozinhos.”
“Você jura?”
“Sim.”
Enquanto ela me beijava e rebolava no meu pau, eu já estava pra explodir e não tinha como fazer a técnica da minha irmã.
“Eu vou gozar.” Eu falei.
Ela sorriu e me beijou na bochecha.
“Não vai sair?” eu falei.
Ela me beijou e falou “toda gozada mesmo, goza dentro de mim amor.”
Porra aquelas palavras me deixou doido, eu fui ao delírio e acabei gozando dentro da buceta e ficamos nos beijando enquanto eu ejaculava dentro, ficamos assim um tempo até meu pau amoleceu dentro dela e o esperma escorreu pelas minhas bolas e foi diretamente no meu cu, aquilo era estranho demais.
Luiza voltou do banho pelada, “o casalzinho vai transar mais ou vão tomar um banho?”
“Eu preciso de um banho urgente", falou Pamela.
Pamela foi tomar banho e fiquei nu na cama de pênis mole e com o esperma da Luiza e do meu e da Pâmela secando no meu pau e na minha bunda que escorreu.
“Fui exagerada com você, me desculpa.”
“Você gosta de mulher ou de homem? Você tem que se decidir e parar de brincar com os sentimentos de Pamela e do meu, sei que não tenho chance contra você. Você quer me seduzir e dez minutos depois quer seduzir a Pamela, eu não vou brigar com você, mas tem que se decidir, eu estou me esforçando muito pra isso dar certo e você está simplesmente curtindo isso como se não ligasse pra ninguém.”
Luiza se virou sem dizer nada, mais tenho certeza que a humilhação que ela fez eu passar na frente da pessoa que eu gosto, não foi nada comparado as palavras que falei a ela, o pior que ela falou pra me diminuir e me rebaixar, já eu dei um conselho de amigo que não quer mais participar desse conflito, Pamela voltou do banho e eu fui tomar um banho e quando sai Luiza já tinha ido embora.
Pamela não me deixou ir embora e ficou abraçada comigo assistindo filme e me dando beijos enquanto eu chorava em silêncio.