Lucas ainda tinha o braço firme na cintura da Fernanda, puxando ela contra o corpo dele de forma natural, como se já fosse um casal há tempos. Fernanda, ainda corada e com aquele ar de quem tinha acabado de sair de uma foda intensa, sorriu para o grupo, tentando disfarçar o nervosismo.
— Então vocês são os famosos amigos da faculdade do Lucas? — perguntou ela, a voz um pouco rouca ainda.
Diego deu uma risada baixa, sem esconder o olhar que desceu pelo corpo dela.
— Isso aí. E pelo visto ele tava guardando você pra ele sozinho, hein? Caralho, Lucas… você não tava mentindo quando falou que tinha “visita especial”.
Ruan balançou a cabeça, rindo também.
— Porra, mano. Ela é linda demais. E esse chupão aí no pescoço… trabalho recente, né?
Fernanda riu, envergonhada, e instintivamente levou a mão ao pescoço, mas Lucas segurou o pulso dela com carinho e abaixou a mão dela.
— Deixa ele aparecer, amor. Não tem que esconder nada — disse Lucas, olhando pra ela com aquele sorriso safado.
Eu senti um calor subir pelo corpo. Ver meu amigo marcando território na frente dos outros me deu um tesão imediato. Pigarreei e entrei na conversa, forçando um tom descontraído:
— É isso aí, galera. O Lucas não perde tempo. Assim que eles se viram, já era. Eu só tô aqui segurando vela mesmo.
Júlia, que estava quieta até então, me olhou com um sorrisinho curioso, erguendo uma sobrancelha.
— Ah, então você é o amigo que sobrou? Coitado… — brincou ela, dando uma olhada mais demorada em mim. — Mas pelo menos você tem cara de gente boa. Vem, senta aqui do meu lado que eu te faço companhia enquanto esses dois ficam se agarrando.
Ela deu um tapinha no sofá ao lado dela. Eu sorri e sentei, sentindo o olhar dela percorrendo meu peito e braços. Júlia era morena, cabelo liso na altura dos ombros, corpo bem definido, peitos menores, mas uma bunda enorme e um shortinho que deixava as coxas à mostra. O jeito como ela se inclinou um pouco na minha direção já deixava claro que estava interessada.
Enquanto isso, Lucas puxou Fernanda pro colo dele no outro sofá, sem a menor cerimônia. Ela sentou de lado, com as pernas sobre as dele, e ele passou a mão possessivamente pela coxa dela, subindo devagar até quase a barra do shortinho jeans.
— Tá confortável aí, princesa? — perguntou ele baixinho, mas alto o suficiente pra todo mundo ouvir.
Fernanda mordeu o lábio e assentiu, encostando a cabeça no ombro dele.
— Tô… mas ainda tô meio bagunçada da soneca — respondeu ela, rindo.
Eu não resisti e incentivei:
— Soneca tá bom, Fernanda. Eu estava escutando a soneca de vocês.
Lucas riu e apertou a coxa dela com mais força, subindo a mão até apertar a bunda por cima do short.
Diego e Ruan trocaram um olhar surpreso, mas claramente entretidos com a cena. Ruan soltou um assobio baixo.
— Porra, o clima aqui tá quente pra caralho. Vocês acabaram de acordar de uma foda ou o quê?
Fernanda escondeu o rosto no pescoço de Lucas, rindo envergonhada, mas Lucas simplesmente deu de ombros.
— Mais ou menos isso. O Matheus que tá aguentando ai.
Eu sorri, sentindo o pau latejar dentro da bermuda só de ver a mão do Lucas apertando a bunda da minha namorada na frente de todo mundo.
— Eu aguento tranquilo. Na verdade, eu até incentivo. Escutar o que eles fazem, me excita.
Júlia virou o rosto pra mim, aproximando mais o corpo.
— Olha só… você é um amigo bem diferente, hein? A maioria ficaria constrangido. Eu gostei dessa vibe — disse ela, baixando um pouco a voz e encostando o joelho no meu. — Você não parece o tipo que se diverte fácil.
— Exatamente — respondi, olhando de relance pra Fernanda sendo apalpada por Lucas. — Gosto de ver eles felizes, se é que me entende. E o Lucas faz ela feliz pra caralho hahaha.
Lucas, como se quisesse provar o ponto, virou o rosto da Fernanda e deu um beijo lento e molhado nela, enfiando a língua sem pressa. Fernanda gemeu baixinho contra a boca dele, correspondendo. A mão dele subiu pelas costas dela por baixo da blusa fina.
Diego riu alto.
— Caralho, já tá rolando pornô ao vivo? A gente nem abriu a primeira cerveja ainda!
Ruan pegou o cooler que trouxeram e começou a distribuir latas.
— Então vamos resolver isso. Cerveja pra todo mundo. Hoje o bagulho vai ser bom.
Júlia me entregou uma lata gelada, roçando os dedos nos meus de propósito.
— Toma, Matheus. Pra você relaxar também. Ou será que você prefere assistir o show particular ali? — perguntou ela, apontando com o queixo pra Lucas e Fernanda, que ainda estavam se beijando.
Eu ri e encostei minha lata na dela, brindando.
— Posso fazer as duas coisas.
O papo fluiu leve e divertido depois disso. Falamos sobre faculdade, sobre as loucuras que Lucas já tinha feito, sobre como ele sumiu o dia inteiro e agora entendiam o motivo. Fernanda permanecia no colo de Lucas o tempo todo, e ele não tirava as mãos dela — ora apertando a coxa, ora passando os dedos por baixo da blusa, ora dando beijos no pescoço dela.
Júlia riu ao meu lado e encostou o corpo mais no meu, passando o braço por trás do sofá.
— Você realmente gosta de ver eles assim, né? Interessante… Eu gosto da mesma coisa que você, Voyeur, que fala né?
O clima na sala estava ficando cada vez mais quente, mas ainda leve e cheio de risadas. Depois de mais algumas cervejas e muitas piadas, Lucas se levantou, carregando Fernanda no colo como se ela não pesasse nada.
— Bora pra piscina, galera? O dia tá lindo lá fora e eu quero ver minha ficante de biquíni.
Todo mundo concordou animado. Fomos nos arrumando rapidamente. Fernanda trocou pro micro biquíni vermelho que mal cobria os mamilos e a bunda, e Lucas não perdeu a chance de dar um tapa forte nela assim que ela apareceu no quintal.
Eu caminhei ao lado de Júlia, que agora não escondia mais o interesse, passando a mão no meu braço enquanto andávamos.
— Você é bem diferente do que eu imaginava quando o Lucas falou que tinha um amigo aqui — comentou ela baixinho.
— Você que é muito melhor do que eu pensei quando Lucas falou — respondi sincero, olhando pra Fernanda que ria enquanto Lucas a carregava pra beira da piscina. — Gosto de ver eles se divertir, mas também gosto de me divertir.
Chegamos na área da piscina. O sol ainda estava forte. Lucas já tinha colocado música no som, e as primeiras cervejas geladas estavam sendo abertas novamente. Fernanda sentou na borda da piscina, pés na água, e Lucas ficou atrás dela, abraçando por trás, beijando seu ombro e descendo as mãos pela barriga dela.
Eu me sentei perto, com Júlia do meu lado, e levantei minha lata:
— Um brinde ao final de semana do Lucas e da Fernanda. Ouvindo eles transarem o tempo todo!
Todo mundo riu e brindou. Lucas apertou os peitos da Fernanda por cima do biquíni na frente de todos, e ela gemeu baixinho, recostando a cabeça nele.
O clima estava apenas começando a esquentar de verdade.
O sol batia forte na piscina. Lucas colocou uma música mais animada no som portátil e logo sugeriu:
— Bora jogar uma pelada de vôlei na água, rapaziada? Os caras contra os caras. As meninas assistem e torcem.
Diego e Ruan toparam na hora, já tirando as regatas. Eu também entrei na brincadeira. Nós quatro pulamos na piscina, a água gelada batendo na cintura. As meninas se acomodaram nas espreguiçadeiras à beira da piscina, com cervejas na mão, óculos de sol e sorrisos curiosos.
Fernanda estava deslumbrante no micro biquíni vermelho, as marcas de chupão ainda visíveis no peito e no pescoço. Júlia, ao lado dela, usava um biquíni preto que valorizava sua bunda enorme e os peitos menores, mas bem empinados.
O jogo começou leve e descontraído. Risadas, tapas na água, bolas voando. Lucas era o mais competitivo, gritando e comemorando cada ponto. Eu jogava mais para me divertir, mas não perdia a oportunidade de olhar para as meninas.
Enquanto a gente jogava, Fernanda e Júlia começaram a conversar baixinho, quase cochichando entre elas, longe o suficiente para que os outros não escutassem direito.
Fernanda tomou um gole da cerveja e olhou para Júlia com um sorrisinho cúmplice.
— Posso te falar a real? — perguntou ela, mordendo o lábio.
Júlia virou o corpo na espreguiçadeira, interessada.
— Fala. Tô morrendo de curiosidade desde que cheguei.
Fernanda respirou fundo, ainda corada.
— O Lucas não é exatamente meu ficante… Ele é amigo do Matheus. Eu sou namorada do Matheus. Mas… a gente tá brincando nesse final de semana. Eu tô sendo dele. Do Lucas. E o Matheus… ele gosta disso. Ele incentiva, assiste, fica excitado pra caralho vendo eu dar pra outro.
Júlia arregalou os olhos por um segundo, depois soltou uma risada baixa, surpresa e claramente excitada com a revelação.
— Caralho… sério? Então aquele papo todo de “segurando vela” e “eu incentivo” era verdade? Porra, Fernanda… que casal doente. Eu adorei.
Fernanda riu, aliviada, e continuou:
— É. Ele me comeu várias vezes hoje. Até na piscina eu tô toda marcada. E o Matheus fica ali, olhando, se masturbando ou me encorajando. É a nossa coisa.
Júlia olhou na direção da piscina, onde eu acabava de dar um toque na bola. Depois voltou os olhos para Fernanda.
— E… o Matheus tá livre então? Tipo… ele tá realmente nessa de ver você com outros e ele… se divertir também?
Fernanda sorriu, maliciosa.
— Tá sim. Ele adora. Se você quiser chegar nele, pode ir fundo. Ele vai gostar. E eu também não me importo.
Júlia deu um sorrisinho safado e tomou mais um gole.
— Anotado…
Enquanto isso, o jogo na piscina esquentava. Lucas, Diego e Ruan começaram a ficar mais próximos de Fernanda entre os pontos. Lucas a puxava para dentro da água de vez em quando, dando beijos nela, apertando a bunda por baixo da água. Diego e Ruan trocavam olhares e comentários, cada vez mais soltos. Em certo momento, Lucas pegou Fernanda pela cintura, colou o corpo dela no dele e deu um beijo bem demorado, apertando os peitos dela por cima do biquíni na frente de todo mundo.
Diego riu e comentou:
— Porra, Lucas… você não divide não?
Lucas soltou a boca da Fernanda só o suficiente para responder, com um sorriso:
— Depende… hoje ela tá bem safada. Quem sabe.
Fernanda gemeu baixinho quando Lucas desceu a mão e apertou sua buceta por cima do biquíni, na frente dos outros dois. O clima ficou nítido: Diego e Ruan estavam com os olhares famintos, circulando os dois como predadores. Fernanda olhava pra eles com tesão, mordendo o lábio, enquanto Lucas a marcava.
Eu assistia de dentro da piscina, pau duro dentro da bermuda molhada, incentivando mentalmente.
Depois de mais alguns minutos de jogo, Júlia se levantou da espreguiçadeira, caminhou até a borda da piscina e me chamou com o dedo.
— Matheus… vem aqui rapidinho. Quero te mostrar uma coisa dentro de casa.
Eu saí da água, pingando, e segui ela. Lucas me deu um olhar cúmplice e um sorrisinho, como quem diz “vai fundo”. Fernanda apenas piscou pra mim.
Júlia me puxou pela mão até entrarmos na sala de estar, ainda fresca comparada ao sol lá fora. Assim que passamos da porta, ela fechou e me empurrou contra a parede com força surpreendente. Seu corpo colou no meu, os peitos pressionando meu peito molhado.
— Então é verdade… você gosta de ver sua namorada sendo comida pelos outros? — perguntou ela baixinho, a boca bem perto da minha, mão descendo direto pro volume na minha bermuda.
— Gosto pra caralho — respondi, já respirando mais pesado.
Júlia sorriu, apertando meu pau por cima do tecido.
— Que bom. Porque eu tô molhada desde que cheguei e vi o jeito que você olha pra ela sendo tocada. Isso me excita pra porra.
Ela se ajoelhou rápido, puxando minha bermuda pra baixo. Meu pau pulou pra fora, já duro. Júlia não perdeu tempo: lambeu da base até a cabeça, deu uma chupada gostosa na glande e depois engoliu quase tudo, gemendo enquanto me olhava de baixo.
— Gluck… gluck… gluck… — o barulho molhado enchia a sala.
Eu segurei o cabelo liso dela e fodi sua boca com calma, apreciando cada estocada. Júlia babava bastante, saliva escorrendo pelo queixo, olhos lacrimejando, mas não parava. Ela massageava minhas bolas enquanto chupava com vontade.
Depois de uns minutos, ela se levantou, tirou o top do biquíni e a parte de baixo, revelando a buceta lisinha e molhada. A bunda enorme dela era ainda mais impressionante de perto.
— Me fode aqui, Matheus. Quero sentir você enquanto sua namorada tá lá fora sendo devorada pelos seus amigos.
Eu a virei de costas contra o sofá, empinei aquela bunda grossa e enfiei devagar. Ela estava encharcada. Entrei até o fundo e comecei a meter com força, o barulho de pele molhada ecoando. Segurei os cabelos dela com uma mão e dei tapas na bunda com a outra.
— Isso… mais forte… — ela gemia, empinando mais. — Quero gozar no pau do amigo da Fernanda…
Eu metia fundo, sentindo ela apertar. Mudei de posição, sentei no sofá e puxei ela pra cima, de costas pra mim. Júlia sentou no meu pau, quicando gostoso, a bunda grande batendo contra minhas coxas. Eu apertava os peitos dela, beliscava os mamilos e mordia seu ombro.
— Porra, você é gostosa pra caralho… — rosnei.
Ela rebolava, gemendo alto, sem se importar se alguém ouvia. Depois de um tempo, ela gozou tremendo, apertando meu pau com força. Eu não aguentei e gozei logo em seguida, enchendo ela por dentro.
Júlia ficou sentada no meu colo, ofegante, virando o rosto pra me dar um beijo molhado.
— Isso foi só o começo, Matheus… — sussurrou ela, ainda sentindo meu pau pulsar dentro dela. — Quero ver o que vai rolar lá fora com sua namorada também.