Capítulo 4: A Sala
O silêncio na sala durou exatos três segundos, mas para Cláudia pareceu uma eternidade deliciosa. André parado na porta, olhos arregalados, respiração pesada. Marcos ainda tentando fechar a calça às pressas, o pau murchando, rosto pálido de pânico. Cláudia, ajoelhada no chão da sala, rosto melado de porra branca e grossa escorrendo pelo queixo, pingando nos seios siliconados que subiam e desciam com a respiração ainda acelerada do orgasmo. A mini saia preta enrolada na cintura, buceta exposta e brilhante de excitação e do gozo recente, pernas abertas em pose de quem não tem vergonha nenhuma.
Ela não se mexeu para se cobrir. Pelo contrário: virou o rosto devagar para André, lambendo devagar um jato de porra que escorria do canto da boca. O celular ainda na mão, vídeo rodando em loop silencioso da própria cara suja.
“Chegou na hora certa, genro…”, murmurou ela, voz rouca e baixa, carregada de desejo e tesão. “Ou será que chegou cedo demais?” continuou passando a mão pelo seio cheio de porra, espalhando como se fosse um creme, um elixir da Juventude.
Marcos murmurou algo incoerente sobre “preciso ir” e passou correndo por André, quase esbarrando nele na saída. A porta fechou com um baque atrás dele. Ficaram só os dois.
André não se mexeu. Olhava fixo para ela: o rosto sujo, os seios melados, a buceta aberta e vermelha de tanto ser fodida minutos antes. A ereção na calça jeans era impossível de esconder.
Cláudia se levantou devagar, pernas trêmulas de prazer e adrenalina. Caminhou até ele, passos lentos e deliberados, os seios expostos rebolando a bunda nua. Parou a centímetros dele, o cheiro de sexo, tesão, porra e suor invadindo o nariz do genro.
“Viu tudo, né?” Perguntou sem esperar resposta, “Viu o Marcos me comendo na sua frente.” A voz doce e cheia de lascívia, “Viu ele gozar na cara da sua sogrinha tarada.” Continuou passando a mão sobre a calça dele, bem onde o volume se mostrava cada vez maior, “E agora… tá duro só de olhar pra mim assim.” falou com um sorriso sujo.
Ela pegou a mão dele e levou até o rosto sujo. Fez ele tocar a porra ainda quente que escorria pelo queixo.
“Prova. Lambe. Sente o gosto do que você perdeu… ou do que ainda pode ter.”
André hesitou por um segundo. Depois cedeu. Inclinou-se e lambeu devagar o queixo dela, provando o sêmen salgado misturado ao batom vermelho. Cláudia gemeu baixo, fechando os olhos por um instante.
“Isso… bom menino. Agora senta no sofá. Quero que você veja tudo que sei fazer.”
Ela o empurrou gentilmente até o sofá onde minutos antes Marcos a havia fodido. André sentou, pernas abertas, pau latejando na calça. Cláudia ficou de pé na frente dele, virou de costas e empinou a bunda. A mini saia ainda enrolada na cintura, expondo tudo, a buceta vermelha e molhada e cuzinho rosa e piscando de desejo.
“Olha bem. Essa buceta que o Marcos encheu… ainda tá escorrendo melzinho. E esse cuzinho guloso não foi usado hoje. Mas pode ser seu, se você quiser.”
Ela se abaixou devagar, abrindo as nádegas com as mãos, mostrando o anel rosado piscando. André respirava pesado, mão já abrindo o zíper da calça.
Cláudia virou de frente de novo. Sentou na mesinha de centro à frente dele, abriu as pernas ao máximo, pés apoiados nas coxas dele. Pegou o celular, colocou em modo vídeo e entregou para André.
“filma sua sogrinha puta.” Mandou. Ele pegou o celular trêmulo, “Quero que você grave como eu gozo com você me olhando.” André acentiu focando a câmera na buceta dela.
Começou a se masturbar devagar. Dois dedos abrindo os lábios, circulando o clitóris inchado, enfiando devagar na buceta ainda molhada de lubrificação natural. Gemidos baixos, olhos fixos nos dele.
“Olha pra mim, André… olha como a sogrinha se toca. Olha como eu fico molhada sabendo que você me espia… que você quer me foder.”
Ela acelerou, enfiando três dedos agora, a outra mão apertando o seio, puxando o mamilo duro. A porra no rosto ainda escorrendo, misturando-se ao suor. Gozou rápido, corpo tremendo, líquido escorrendo pelos dedos, pingando no chão da sala.
“caralho que delícia…” sussurrou entre espasmos, “ Agora vem… fode meu rabo.” Pediu com a voz pipoca “Quero sentir você arrombando essa puta suja .”
André não aguentou mais. Tirou a calça e a cueca num movimento rápido. O pau duro, veias saltadas, cabeça brilhando de pré-gozo. Cláudia se virou de quatro no sofá, empinando a bunda alta, abrindo as nádegas com as mãos.
André nem pensou e caiu de cara no rabo da vagabunda, lambendo e babando no cu dela que piscava sem parar pedindo rola. Encaixou a cabeça do pau no cuzinho babado e empurrou devagar. Cláudia gemeu alto ao sentir a invasão, o anel apertado cedendo centímetro por centímetro.
“Isso… devagar… me enche o cu… ahhh… mais fundo…” gemia ela cravando as unhas no sofá.
André segurou a cintura dela e meteu até o fundo. Ficou parado um segundo, sentindo ela apertar em volta dele. Depois começou a bombar, devagar no início, depois mais rápido. Cláudia rebolava contra ele, gemendo sem se importar com o volume.
“Fode o cu da sogrinha …” gemia ela quase gritando de prazer “me faz gozar de novo…” pediu.
O ritmo ficou selvagem. O sofá rangia, a bunda dela batendo contra a virilha dele. Cláudia enfiou a mão entre as pernas, esfregando o grelo enquanto era sodomizada. Gozou outra vez, apertando o cu em espasmos, gemendo rouco.
André sentiu o aperto e não aguentou.
“Vou gozar…” anunciou socando o pau mais fundo que podia.
“Enche meu cu de porra…” pediu sentindo o pau dele pulsar em seu rabo.
Ele empurrou fundo uma última vez e gozou forte, jatos quentes enchendo o interior dela. Ficou enterrado até o fim, pulsando, grunhindo baixo. Cláudia apertava em volta dele, ordenhando cada gota.
Quando ele saiu devagar, porra branca escorreu do cu aberto, pingando pelas coxas dela. Uma visão maravilhosa, aquele cuzão aberto cuspindo porra. Cláudia virou-se, ajoelhou no chão de novo e limpou o pau dele com a boca, lambendo devagar, olhando para cima com cara de puta satisfeita.
“Delícia, adoro quando o macho não têm dó do meu rabo.” falou ainda segurando o pau dele.
Foi quando ouviram o ronco familiar do motor do carro de Rubens entrando na garagem. O som inconfundível do portão automático abrindo.
Cláudia congelou por meio segundo, porra ainda escorrendo do cu e do rosto, André com o pau semi-duro na mão, calça nos tornozelos.
“Bem na hora…” Ela sussurrou rápido, olhos brilhando de tesão e risco.
André arregalou os olhos, pânico misturado ao tesão residual. Sem dizer uma palavra, puxou a calça para cima às pressas, tropeçando no próprio pé, e correu o mais rápido possível escada acima, subindo os degraus de dois em dois, desaparecendo no corredor do andar superior antes mesmo que o motor do carro desligasse.
Cláudia, por outro lado, não se apressou. Levantou-se devagar, ajeitou a mini saia para baixo, porra escorrendo pelas coxas internas, passou a língua nos lábios sujos e caminhou calmamente até a lavanderia, rebolando como se nada estivesse acontecendo. Entrou, fechou a porta com tranquilidade, abriu a torneira e começou a se limpar devagar, olhando-se no espelhinho pequeno acima da pia. Sorriu para o próprio reflexo, lambendo o último restinho de porra do canto da boca.
Ouviu a porta da frente abrir. Rubens entrando, voz alta e cansada:
“Cheguei, amor! Dia puxado hoje…”
Cláudia respondeu do fundo da lavanderia, voz doce e normal:
“Tô aqui na lavanderia, amor! Já vou!”
Enquanto esfregava o rosto com água fria, pensou: “Quase… mas que delícia seria se ele tivesse entrado dois minutos antes.”
