Começou como brother, terminou como fêmea Pt. 2

Um conto erótico de PedroAlpha1996
Categoria: Gay
Contém 4341 palavras
Data: 01/06/2026 01:30:04

Para entender o que vou contar nesse conto, vocês precisam ler o primeiro (Começou como brother, terminou como fêmea).

Tudo que aconteceu com o Rafa naquela transa foi muito louco pra mim. Eu nunca tinha imaginado que ia realizar um fetiche daquele jeito, foi coisa de filme pornô, o tesão foi intenso demais, acho que nunca gozei tanto na minha vida igual naquele dia.

E cara, como falei pra vocês, Rafa tá como minha fêmea há um ano, a gente transa muito, o tesão nunca acaba, mas essa loucura que vou contar agora, foi a segunda das três transas insanas que tivemos (essas foram as melhores fodas que tive na minha vida), e ela também foi digna de filme pornô.

Lembra que disse que dormimos juntos? Então, acordei logo pela manhã e ela tava com o rabão virado pra mim, branco, enorme, todo lisinho e de calcinha fio dental socadinha, não dava nem pra ver o cuzinho de tão grande que é o rabo, nem parecia que era meu brother, machão marrento e pegador de mina, que tava ali todo empinado. Não falei nada, levantei de mansinho, sabem como é, fiquei durão, mas estava com uma vontade desgraçada de dar um mijão, fui e ela continuou dormindo.

Voltei, ela estava na mesma posição, deitei bem quieto, levantei a banda da bunda dela, afastei a calcinha e ela deu aquela gemida de quem tá acordando, junto ela deu uma piscada e pude ver que ainda estava toda melada e cheia de leite da noite anterior.

Aproveitei, enfiei o dedo e comecei a tocar uma sirica no cuzinho dela. Ela começou a gemer, daquele jeitinho manhoso dela, quando percebi, ela estava acordada e olhando pra trás com cara de pidona. Não falei nada, meti o segundo dedo e aumentei a velocidade da metida, ela começou a ficar toda mole e gemer fininho. Fui e meti o terceiro dedo e comecei a dedar ela violentamente.

Ela olha pra mim manhosa e diz: - Meu machão, minha buceta tá coçando.

Eu: - Eu sei minha rabudinha, é que se tá molhadinha de ontem.

Ela: - Ahhhh… ainnnn… preciso do seu pauzão na minha xota, meu macho.

Eu: - É? Então fala quem é a minha fêmea?

Ela: - Eu… ainnn…. ahhh… eu sou sua fêmea…

Enquanto dedava ela, estava tocando uma, peguei e passei os dedos na cabeça do pau e passei o melzinho na boca dela, tirei os dedos da bucetinha dela, peguei e meti os 23cm de uma vez só.

Ela gritando fino: - Aiiin… meu machão… é grossão e grandão...

Eu: - Vai ter que acostumar, agora vai levar tora grande na xotinha todo dia. Nada de ser machinho.

Ela: - Aiiin… coça muito… acho que vou gozar meu machão... ainnnnnn...

Eu: - Então goza minha fêmea, enche a calcinha de leite, enche, que vou te encher de gagau, toma leitão na xota, toma.

Gozamos praticamente juntos. Tirei o pauzão de dentro, coloquei a calcinha no lugar e disse pra ela guardar o gagau o dia inteiro dentro dela, ela me abraçou toda manhosa, subiu em cima de mim deitado e ficou me beijando enquanto eu passava a mão no rabo dela.

Eu nunca tinha beijado outro homem, como disse, meu rolê era fuder machinho marrento metido a hétero. Eu ia, comia, gozava e vazava. Só que o com Rafa era diferente, ele tava com aquele rabão branco empinado, calcinha atolada, a frente sem volume nenhum e ainda tava toda encharcada do orgasmo que tinha acabado de ter. Só de imaginar que há menos de um dia ele era meu parça, hétero e machão marrento, me enchia de tesão, não resisti a ela assim em cima de mim gemendo fininho enquanto me beijava, eu tinha transformado mesmo ela em fêmea.

Ficamos quase 2hrs assim. Ela pedia pra mostrar meu muque pra ela, cheirava meu sovaco, me mamou de novo, tomou leitão na boquinha de café da manhã, beijava meu peito e minha barba, tudo isso de calcinha atolada e falando fininho e no feminino, como uma boa fêmea.

Fomos tomar banho juntos, dei banho ela, comi ela mais uma vez no meu colo, ela começou a ficar cada vez mais manhosa. Tava metendo nela no meu colo, foi quandoe la disse que quando eu metia, o cuzinho coçava muito e quando ela ia gozar, a coceira ficava muito forte na frente e ela sentia espamos (eu nunca contei isso pra ela, mas essa parte da coceira sempre foi a parte mais tesuda das nossas fodas, nunca conheci um viadinho ou fêmea com tanto fogo no cuzinho, que goza sempre sem se tocar e que sente essa coceira na próstata).

Quando estávamos nos enxugando, ela mesma pegou uma calcinha branca fio dental com um lacinho na frente, vestiu e colocou uma sainha preta curta de puta que tinha na gaveta da noiva. De repente, o telefone toca e é a noiva, ele atendeu e ficou todo desconfortável, quando acabou a ligação, me olhou com uma cara de arrependido, se levantou e se trancou no banheiro.

Não falei nada, fiquei quieto e continuei pelado na cozinha tomando meu café. Se ela não falasse nada ou saísse do banheiro, eu entenderia que foi coisa de uma noite e iria embora e avisaria por mensagem que vazei. Todos são adultos ali, ninguém fez nada obrigado e todo mundo gozou gostoso.

Deu uns 20min, comecei a pegar minhas coisas, me preparando para ir embora. Ela saiu do banheiro, me olhou com uma cara triste e disse: - A gente precisa conversar.

Eu: - Sobre?

Ela: - Você sabe!

Eu: - O que tem?

Ela: - A noite anterior não deveria ter acontecido. Eu era macho, vou casar, tenho mina, você é meu padrinho, somos parças de fut…

Cortei ela e disse: - Eu não discuto com fêmea minha, ontem você concordou com tudo com meu dedo atolado na sua xota. Não vi você reclamar de nada enquanto estava com minha tora gigante na buceta, gritando e gozando igual mina.

Ela: - Ah, mas…

Eu cortei novamente: - E outra, você falou certo: você ERA macho. Tanto é, que nem se preocupou em se trocar e tirar a calcinha, tá falando comigo agora de calcinha e com o cu cheio de leite. Faz o seguinte, eu não vou perder meu tempo com você, quando tu decidir o que quer, se sabe onde me achar.

Já estava com minhas coisas, virei as costas e deixei ela lá. Vesti minha calça no corredor, saí, entrei no meu carro e fui embora.

Se passaram umas 3 semanas, eu já tinha sacado que o que aconteceu foi coisa de uma vez só, já que ele não falou mais sobre a obra (mandei toda a papelada, afinal, combinado é combinado) e não me procurou mais. Fiquei de boas, ninguém fez nada obrigado, tinha sido bom pra porra, então bola pra frente.

Do nada, recebo uma ligação e era do Rafa, atendi e ele disse: - E ai, mano, como se tá? (deu pra perceber que ele tava esquisito, ouvi a mina dele falando no fundo e saquei “tá pagando de machinho”).

Falei: - Suave e ai?

Ele: - Suave também. É o seguinte, liguei pra te falar duas coisas. A gente vai começar a obra, a minha mina enrolou pra aprovar tudo, esqueci de mandar a papelada pra ela também, então assim que tu puder, me avisa.

Eu sabia que ele não queria mandar na nada mina dele, ela que deve ter pedido, falei: - Firmeza.

Ele continuou: A segunda coisa, é que vamos dar um churrasco no fim de semana pros mais próximos, não fizemos nada na casa ainda, não oficializamos o noivado, é coisa pra chegado mesmo, 10, 15 pessoas no máximo. Se vai colar?

Deu pra perceber que ele não queria fazer nada daquilo, mas eu sou macho, sempre cumpro com minha palavra, se ele quisesse desfazer algo, que falasse. Falei: - Suave… Colo sim, e a gente já fala sobre a obra.

Ouvi no fundo a mina dele perguntando “E aí, ele vem?” e ele falando “Vem sim”. Ela pegou o telefone e falou: - Oi, Pedro, que saudades! Ainda bem que você vai vir, sem você não tem festa.

Mandou um beijo e ele pegou de novo o telefone e disse: - Até sábado.

Eu: - Até.

Chegou o sábado, me aprontei e fui. Cheguei primeiro que todo mundo, a mina dele me recebeu, me cumprimentou e me abraçou, entrei. Rafa tava na churrasqueira preparando tudo, até parecia outra pessoa, já estava de short largo, camiseta do time dele e fazendo a pose de machão marrento que sempre fazia.

Eu tenho um problema sério, quanto mais a fêmea se faz de machinho, mais louco de tesão eu fico. Como disse no conto anterior, adoro ver a marra acabar com a minha vara grossa atolada no cuzinho delas.

Ele me cumprimentou: - E aí, mano.

Eu: - E aí, suave? Precisa de ajuda?

Ele: - Não, to de boas.

A mina dele: - Deixa de ser mentiroso, tava reclamando que não queria fazer isso agorinha.

Eu: - Deixa comigo que eu desenrolo.

Ele nem falou nada, abaixou a cabeça, me deu o garfo de churrasco e a faca e saiu da frente da churrasqueira quieto.

Os convidados foram chegando, eu fiquei ali assando carne e curtindo a música. Era um pessoal mais velho (os pais, avós e família deles), acho que de parça do Rafa, só tinha eu mesmo. Rafa não se aproximou, ficou fazendo mesa e me evitando o churrasco todo. Eu não falei nada, não fui atrás, e não mudo de opinião, ali, ele podia se fingir de machinho, mas entre nós, ele era a minha fêmea.

Deu umas 15hrs, a mina dele recebeu uma chamada e era pra ir pro hospital, precisava cobrir alguém. Ela tem essa vida corrida, como disse, vive em plantões e não recusa trampo. Não culpo ela, não tinha um macho de verdade com ela, tinha mais que trampar mesmo. Ela pegou, avisou os convidados que em umas 3hrs ou 4hrs estaria de volta e que era para todos ficarem e curtirem.

Pessoal já estava muito alto das cervejas, os sogros (homens) beberam muito, ficaram na beira da churrasqueira queimando umas carnes, as mulheres ficaram fofocando numa roda e tinha umas cinco pessoas na piscina. Como tinha dito, o terreno é gigante e a casa fica um pouco afastada.

Vi que o Rafa entrou pra arrumar e limpar umas coisas, fui juntando algumas coisas e fui atrás pra sondar. Como disse, posso não demonstrar ou correr atrás, mas estava trincando de tesão com o cu doce dela, ia provocar até ela ceder.

Cheguei na cozinha, ela estava na pia lavando as coisas de costas (a pia fica atrás de um balcão de frente pra porta de correr que tá nos fundos, o balcão é alto, ele pega o meio do meu peito, desse ponto pra baixo não dá pra ver nada). Peguei o que estava comigo, me aproximei sem ela ver, dei uma colada e uma sarrada bem safada no rabão dela. Ela olhou assustada e quando viu que era eu, ficou um pouco brava mas com aquela carinha manhosa e falou: - Se tá ficando louco? Meus pais e meus sogros estão aqui.

Eu: - E?

Ela: - Cara, não dá pra continuar com isso.

Eu: - Firmeza.

Ela estava lavando a louça, eu disse que ajudava (mentira) e continuei fingindo que nada estava acontecendo. Comecei a arrumar meu pau dentro da calça, e ela começou a reparar. Quando ele ficou meia bomba, ela não parava mais de olhar, quando me virei de frente pra pegar um prato pra guardar, ela bateu a mão “sem querer” e não falei nada.

O pessoal estava se divertindo muito lá fora, ninguém se atrevia a vir pra onde a gente estava. Aproveitei e fiquei durão, meu pau ficou latejando e babando na calça, marcando o lado esquerdo inteiro, quase chegando do outro lado da cintura, o volumão marcando tudo.

Ela virou pra passar um copo pra eu guardar e viu meu pau durão marcando, parou e não disse nada. Ficou encarando hipnotizada e eu sem falar nada, como disse, fez cu doce, agora ia ter que implorar pra ter a pica. Ela ficou assim, olhando manhosa, dei uma coçada na cabeçona por cima da calça e falei: - Quando o pau é grandão e grossão assim, incomoda, precisa ficar trocando de lado.

Ela: - Não sei de nada disso.

Eu: - Não sabe mesmo, tu tem grelinho, aposto que já toda melada, já.

Abri o zíper, tirei o pauzão durão, grosso, trincando e comecei a bater uma na frente dela.

Ela: - Alguém pode ver isso.

Eu: - Sim, minha fêmea tá vendo.

Ela: - A minha família tá toda aqui.

Eu: - Olha como é grossão, grandão e babão…

Ela começou a gaguejar: - Eu não posso… eu… e… é que…

Eu só olhei.

Quem via lá de fora, me via de costas, parecia que estávamos conversando. Ela pegou o pauzão e começou a tocar uma pra mim, passei o dedo na cabeça e peguei um pouco do pré-gozo e fui em direção a boquinha dela. Ela abriu bem tímida e eu passei o melzinho na ponta da língua. Nem deu tempo, ela se abaixou e começou a mamar ali mesmo.

Ela mal conseguia colocar a cabeça na boca de tão grande que é meu pau, lambia ele todo. Virei de frente para que pudesse ver quando alguém tivesse vindo, a gente pudesse parasse. Fingi que mexia em algo, e a fêmea ali, com a família toda na varanda, pagando um boquete bem babão pro macho dela.

Começou a grunhir manhosa com o pauzão na boca e eu falei: - Não vou gozar fácil dessa vez. Pra tomar leite, vai ter que implorar sua puta, nunca mais vai fazer o cu doce pra mim.

Ela tirou o pauzão da boca e falou: - Quero gagau de machão.

Fiquei quieto e continuei ali uns 20 min, foi quando ela começou a ficar manhosa e eu falei: - Vou ficar aqui a noite inteira.

Ela: - Meu macho, seu pau é muito grande e grossão, eu gosto do melzinho.

Eu: - Que bom, mama minha putinha. Mama até tirar leitão.

Ela: - Ainnnn… é grossão demais… ainnn… o melzinho que sai da cabeça é muito bom (passando a língua nas bolas e na cabeça do meu pau)

Ela: - Ai, eu tava com saudade do meu machao, como é grossão… é tão bom… ainnnn…

Eu falei: - Além de puta, tá ficando manhosa, até fala enquanto mama o pauzão.

Ficamos assim um bom tempo, foi quando dei uma pressionada na cabeça dela e comecei a gozar igual um cavalo. Ela ficou grunhindo baixo e fino, bebeu todo o leite, lambeu tudo, limpou as bolas, arrumou o pau dentro da minha calça e fechou o zíper.

Falei: - Fêmea minha tem que ser assim, obediente.

Ela: - Foi só uma recaída, não vai acontecer mais, cara.

Não falei nada. Ela se engatinhou e levantou, para parecer que veio de outro cômodo. Deu uns 20min, o sogro dela veio em nossa direção, a cozinha é gigante, ele ficou na região da porta (um pouco distante) e falou bêbado: - E aí seus cuzão, bora lá pra fora, o dono da festa tem que curtir! Vai casar com minha filhota.

Rafa estava do meu lado atrás do balcão, e nesse momento, meu instinto de macho alfa fez uma loucura. Enfiei a mão na bermuda dela, abri mais uma vez a banda do rabão dela e enfiei o dedo com tudo. Ela se estremeceu inteira, segurou forte na pia e o sogro dela perguntou: - Tá tudo bem, genrão?

Eu: - Sabe como é, né? Esse ai é fraco pra bebida, não é igual a gente. Nem bebeu muito e tá com essas tonturas.

Nisso, comecei a dedar ela violentamente, quase uma siririca na cucetinha dela. Ela ficou pálida, parecia que eu segurava ela pela minha mão, que os pés já não se sustentavam no chão, de tão leve que ela tava.

Nisso, o sogro dela: - Mas tem que afogar o ganso, né não, genrão?

Ela: - É… é… tem… tem sim… ahhh…. (começou a ter espasmos)

Ele: - Oh genrão! Se tá bem?

Eu: - Tá nada! Te falei que é fraco, nem nas resenhas esse aí aguenta. Agora mesmo teve que ir ao banheiro vomitar, fiquei aqui sozinho fazendo as coisas.

Ele: - Xiiii… pode não, tem que beber mais. Macho que é macho, bebe a noite inteira, aguenta o tranco.

Eu: - Mas ele aguenta bem o tranco quando precisa.

Continuei a siririca na cucetinha dela, que a essa altura os dedos já deslizavam. Aproveitei e enfiei o segundo dedo e continuei a dedada violenta.

Ele: - Bora lá pra fora com o Pedrão, vamo beber mais, genrão.

Ela pálida, quase tendo espasmos.

Eu: - Faz o seguinte, vou levar esse aqui pra vomitar no banheiro e a gente já vai. Vai indo na frente.

Ele: - Xiii… beleza, beleza, mas vai mesmo hein… Tira ele dessa Pedrão.

Eu: - Podexá, vo dá um trato no seu genrão.

Ele: - Quero só ver.

Assim que o sogro saiu, passei a mão na frente da bermuda dela e ela já estava toda molhada de pré-gozo. Ela me encarou manhosa, tirei os dedos do rabo dela e fui em direção ao banheiro do quarto dela. Ela foi atrás, igual uma cadelinha cheia de tesão.

Chegando no banheiro, eu entrei e ela entrou atrás, trancamos a porta e nem preciso dizer que meu pau estava estourando de tão duro. Tirei minha roupa, ficando peladão e tirei toda a dela. Me sentei no vaso com o pau durão pra cima e disse: - Primeiro, vamos falar baixo pra não chamar a atenção! Você é uma fêmea rabuda e escandalosa, se controle, porque depois de hoje, não vai ter um dia que você não vai implorar pra encher seu cu de pica. Vem, senta no meu colo e não é pra colocar meu pauzão dentro da sua xota, vou te ensinar uma coisa nova hoje.

Ela sentou entre a barriga o pau e eu falei: - Continuar o que comecei enquanto teu sogrão tava ali na cozinha.

Enfiei dois dedos na bucetinha dela e comecei a dedar. Ela começou a gemer fino e eu falei: - Tu tem que aceitar que tu é fêmea, mal sentou no meu colo e seu grelo já melou minha barriga. Toma dedada na buceta sua puta, toma...

Ela: - Ain, meu machão… ain, tá começando a coçar de novo…

Eu: - Tá coçando porque você tem uma bucetinha, bem rosadinha e apertadinha. E quando eu chego lá dentro, cutuco sua próstata e como você não tem pau, tem grelinho, dá essa coceirinha.

Ela: - Ain… nunca tinha sentido isso… é uma coceira diferença, coça tudo…

Eu: - Vou aumentar sua coceirinha, minha gostosa.

Enfiei 3 dedos e comecei a meter violentamente.

Ela mal conseguindo falar: - Ain… tá forte… tá coçando muito…

Eu: - Olha pra baixo, vê seu grelinho molhando minha barriga, vê. Vê no que te transformei.

Ela: - Ain…. ain… meu grelinho coça muito quando pinga esse negócio.

Eu: - Ah, é? Então toma quatro dedos na buceta, toma!!!

Ela: - AAAAAAIN, TÁ ME ARROMBANDO MEU MACHÃO…

Do nada, o telefone dela toca e é quem? Ela mesma, a corna. Rafa ia cancelar a chamada e eu: - Atende agora, to mandando.

Rafa atendeu e disse: - Oi, amor.

A noiva: - Morzin, tá tudo bem por aí?

Corta pra Rafa com 4 dedos atolados no cuzinho, levando uma dedada violenta.

Rafa: - Ahaaaaaaaaam… ahhh… tá sim….

Ela: - Tá tudo bem?

Rafa começou a me olhar e virar os olhos, se tremendo de tesão.

Ela: - Amorzinho, tá bem? Quer que eu ligue pro meu pai?

Rafa: - Nãaao precisa…. é que… ahhhhh… eu… bebi… bebi… demais…

Eu vi que ela não ia aguentar, fiz ela colocar o telefone no meu ouvido e falei: - Tô aqui com ele, ele bebeu muito e tá passando mal, mas tamo curtindo e tamo esperando você.

Ela: - Obrigado por cuidar do meu amor, viu Pedro?

Eu: - Magina, pode contar comigo.

Isso com o maridinho dela sentado no meu colo, com meus 4 dedos atolados no cuzinho, gemendo fino e suando frio igual uma fêmea, enquanto eu dedava ele.

Ela: - Mozii, te amo tá? Talvez eu atrase mais um pouco.

Rafa: - Tá bom… te amo… ahhh… leve o tempo que precisar…

Nisso ele desligou a chamada e eu falei: - Sabe no que te transformei?

Ela: - Ahhh… ain…. no que meu macho?

Eu: - Em uma femêazinha, rabudinha, gostosinha e mais tesudinha que a corninha que você vai casar.

Ela: - AAAAAAAAAAAAAAAAAAAH

Eu: - E sabe o que eu to fazendo com você agora?

Ela: - AAH… NÃO...

Eu: - Tocando uma siririca na sua buceta. Toma dedada na bucetinha minha fêmea, toma.

Ela: - Ain… tá coçando...

Eu: - Aproveita que se tá vendo seu grelinho pingando e faz como uma boa fêmea faria, brinca com os biquinhos do seu peitão, vê como é bom.

Ela pegou nos peitinhos, e começou a apertar. Ela ficou eufórica e disse: - Meu macho, isso é muito bom, aumenta a coceira… agora coça lá no fundo… tá coçando igual aquele dia…

Eu: - Continua olhando pro seu grelinho e continua brincando com os peitinhos, se tá quase pronta pra gozar igual a mocinha com sua primeira siririca.

Ela: - Meu macho… ain… ai ai tá coçando na frente… meu machão… tá coçando…

Eu: - É minha fêmeazinha? Coça aonde?

Ela: - A coceira é na frente… coça lá dentro… e coça muito forte… porque só você faz coçar assim?

Eu: - É porque sou seu macho e você é minha fêmea.

Ela: - Aaaaaaaa…. acho que tá vindo… aaaain… meu maridão…

Quando ela disse isso, me segurou no ombro e começou a tremer muito, começou a babar pela boca e virar os olhos e molhou meu colo inteiro de tanto gozar. E o mais gostoso, é que era aquele gozo ralo, de mina.

Mal esperei o orgasmo dela, e falei: - Maridão, é? Não vai ficar só na siririca hoje depois disso.

Peguei os 23cm durão e cravei com tudo na buceta dela.

Ela teve um espamo e disse: - Ain… meu maridão… é grossão…

Eu: - A tora tá toda dentro da sua bucetinha, minha tesudinha.

Meti uns 5min assim, quando olhei pro cesto de roupas, tinha uma calcinha usada da mina dele. Tirei o pau de dentro dela, ela me olhou e disse: - Eu fiz alguma coisa?

Tirei ela do meu colo, peguei a calcinha no cesto e disse: - Não! Veste isso. Já está com o cheiro de xota, vai experimentar como é ficar com cheiro de xota enquanto leva tora grossa.

Ela vestiu a calcinha, mais uma vez, o fio sumiu no meio do rabo. Peguei ela com força no meu colo e encostei na parede, afastei o fio e meti nela com tudo. Ela me olhou manhosa e cravou um beijo em mim.

De repente, o sogro dela bate na porta e fala: - Genrão, tá tudo bem por ai? Faz quase um tempo que se tá no banheiro, to preocupado!

Eu nem me dei ao trabalho de parar de meter, não mandei ter fogo na xota e querer dar pra mim na festa da família.

Ela: - Aaaah… é que… ahhh… o Pedrão tá aqui… tá me ajudan… ahhh…

Peguei as mãozinhas dela e levei pro bico do peitinho pra ela apertar, enquanto segurava ela com uma mão, ela se apoiava na parede, peguei a outra mão e enquanto metia, comecei a esfregar minha mão no espaço entre o cuzinho e o saco pequeno dela.

Fui e sussurrei no ouvido dela: - Brinca com o peitinho, brinca, enquanto teu seu sogro ta lá fora achando que a filha dele tá casando com um macho, mas na verdade você não passa de uma fêmeazinha que tá usando a calcinha da filhinha dele, levando uma trolha de 23cm na xotinha e que ainda vai gozar sem se tocar.

O sogro falou pra mim: - Precisa de alguma coisa, Pedrão? Ele tá bem mesmo? Padrinho bom esse, ele escolheu bem.

Eu: - Tá sim, já já a gente sai, ele se molhou todo, vai tomar um banho. A gente já vai lá pra fora.

Eu fui no ouvidinho dela: - Escolheu bem o maridão, né? Já fez tu gozar só esfregando seu grelo, já fez você gozar com a piroca toda empalada na xota, gozou agorinha com uma siririca enquanto estava no telefone. E aposto que vai se molhar toda com a trolha no cu enquanto o sogrão tá na porta te chamando.

Ela: - Tá coçaaando muito…

O sogro: Tá coçando o que?

Ela começou a virar os olhos, e não sei se das outras vezes eu reparei errado, mas como ela estava encostada na parede e de frente pra mim, eu vi a calcinha encher e vazar muito gozo. Ela se tremia como eu nunca vi, se contorcia, babava pela boca e ficou toda mole.

Eu falei pro sogro dela: - A garganta que tá coçando, ele vomitou muito. Falamos agora com sua filha, ela recomendou umas coisas, já estamos fazendo. Vou dar um banho no bebum aqui e a gente já vai.

O sogro: - Beleza, a gente tá esperando vocês, Pedrão. Obrigado por tudo, viu?

Enquanto falava isso dei uma segurada forte e cravei meu pau mais fundo que tudo e enchi ela de leite quente.

Olhei pra ela e falei baixo: - Fêmea do caralho, essa xota não aguenta, né? Vem, vou te dar um banho e tu ainda vai tirar gagau do pauzão aqui, vem.

Entramos no banho, e nem preciso dizer que ela me mamou e bebeu leitão. Do nada, ela me olha manhosa e fala: - Me deda de novo? É bom receber siririca e pauzão, coça muito.

Eu: - É, se gosta?

Ela: - Gosto, meu maridão.

Ficamos metendo mais de uma hora no banheiro até eu acabar com a coceira dela. Saímos quase umas 20h de lá, a mina dele chegou quase 21hrs, voltamos pro churrasco, ele andava todo feliz, se socializando, conversando com todos. Mal sabiam que a fêmea tava com o cu cheio do gagau do macho alfa dela.

Desculpem os erros de português, sempre sinto muito tesão escrevendo e lembrando. Se vocês quiserem, posso contar a outra transa louca no vestiário do futebol, foi com dois parças nossos, o zelador do lugar e um parça de outro time.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 6 estrelas.
Incentive PedroAlpha1996 a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários