Caio rolava o celular tarde da noite, entediado, quando encontrou o perfil de Roberto num app de encontros para homens mais velhos. Tinha 23 anos, corpo definido e bundinha redonda, já experiente em muitas coisas, mas com uma curiosidade crescente por algo mais extremo. O perfil de Roberto, coroa de 52 anos, forte e peludo, era direto: “Experiente em fistar cu arrombado. Procuro novinho guloso para sessões intensas de abertura.”
A mensagem de Caio foi sincera:
— Oi. Nunca fui fistado na vida, mas a ideia me excita pra caralho. Topa conversar?
Roberto respondeu com voz grave em áudio:
— Gosto da sinceridade. Tenho uma tara forte: fistar um novinho pela primeira vez. Ver a cuceta apertada se abrindo devagar com minha mão, escutar os gemidos de dor virando prazer, ver ele se entregando por completo. Já fiz com vários. Quer ver como é?
Caio sentiu o pau endurecer na hora e respondeu:
— Quero. Me mostra.
Nos dias seguintes, Roberto enviou vídeos privados. Caio trancou a porta do quarto, baixou as calças e se deitou na cama com o pau na mão, lubrificante ao lado.
No primeiro vídeo, um rapaz de uns 24 anos estava preso numa cadeira sexual, pernas bem abertas. Roberto enfiava a mão devagar enquanto o garoto chorava baixinho, lágrimas escorrendo pelo rosto, gemendo de dor misturada com tesão, o corpo tremendo inteiro a cada movimento mais fundo.
No segundo vídeo, outro jovem aparecia claramente drogado — olhos vidrados, expressão mole e distante —, gemendo de forma arrastada enquanto a mão grande de Roberto entrava e saía da cuceta dele, a abertura bem esticada e vermelha, o rapaz balbuciando coisas sem nexo entre suspiros profundos.
Caio assistia hipnotizado, batendo punheta devagar no começo, depois mais rápido. O pau dele latejava enquanto via as cucetas sendo abertas, os gemidos ecoando no quarto dele. Ele imaginava o tamanho da mão de Roberto, a sensação de ser esticado daquele jeito.
— Caralho… — murmurava Caio, rebolando os quadris contra a própria mão, dedo médio já pressionando o anel do seu cu. — Nunca levei nada assim… mas quero sentir.
Ele mandou mensagem depois de gozar pela segunda vez assistindo aos vídeos:
— Roberto, esses vídeos me deixaram louco. Meu cu nunca foi fistado, mas eu aceito. Quero que você enfie sua mão e me abra.
Roberto respondeu satisfeito:
— Bom garoto. Vou te abrir direito. Quando chegar aqui, não tem volta. Vou transformar esse cu numa buceta bem larga e usada.
Caio marcou o dia, ansioso e com o corpo todo formigando de expectativa a cada novo vídeo que Roberto enviava.
O dia que marcaram chegou, Caio andou até o local q ia ser fistado.
O coração acelerado de expectativa, Roberto mandou ele tirar toda a roupa e sentar na cadeira.
Roberto começou a prender Caio na cadeira: pernas bem abertas e levantadas, preso por tiras macias nos tornozelos e coxas, tronco inclinado para trás, bundinha totalmente exposta e acessível. Roberto, o coroa forte e peludo, segurava o celular gravando tudo.
“Mostra para a câmera como esse buraco guloso já sabe receber,” ordenou Roberto com voz rouca.
Começou com o brinquedo menor. Caio soltou um suspiro de satisfação quando ele deslizou fácil. Depois veio o médio. Ele rebolava devagar, gemendo baixinho de prazer, acostumado com aqueles tamanhos.
— Hmm… gostoso… pode ir mais fundo — pediu, voz manhosa.
Roberto trocou para o grande, bem grosso. Caio gemeu mais alto, mas ainda aguentou, empurrando o quadril contra o objeto. Só quando chegou no enorme, longo e bem largo, que ele começou a reclamar de verdade.
— Ai… esse está esticando demais… está enorme… — gemeu, voz falhando enquanto Roberto empurrava devagar. O anel se abria ao máximo, vermelho e brilhando de lubrificante. Ele tremia, mas não pedia para parar. Roberto movimentou o objeto por vários minutos, girando e enfiando fundo.
— Olha isso… — Roberto aproximou o celular e filmou em close. — Mostra como seu buraco está escancarado agora.
Ele retirou o brinquedo devagar. A cuceta de Caio ficou bem aberta, uma cratera vermelha e pulsante, capaz de engolir vários dedos sem esforço. Roberto gravou o interior rosado piscando por vários segundos.
— Nossa… está bem largo mesmo… — murmurou Caio, envergonhado e excitado.
Roberto lubrificou bem a própria mão grande e posicionou o celular no tripé, ainda gravando em ângulo perfeito.
— Agora vem o principal.
Caio sentiu os dedos grossos pressionando. Quando Roberto começou a forçar, ele soltou um gemido longo e sofrido.
— Ahhh… está muito largo… sua mão é enorme… está queimando!
A dor era forte. O anel se esticava ao limite enquanto o coroa girava e empurrava. Caio jogou a cabeça para trás na cadeira, babando, corpo inteiro tenso.
— Não estou aguentando… está rasgando… ai meu Deus… — reclamou alto, lágrimas escorrendo.
Com um movimento firme e lento, a mão inteira deslizou para dentro. O punho passou pelo anel e se alojou fundo. Caio soltou um grito rouco, corpo convulsionando.
— Está toda dentro… sua mão inteira no meu cu…
Roberto começou a estocar devagar com o punho. Na primeira penetração profunda, Caio perdeu o controle completamente.
Sentiu uma pressão insana na sua bexiga, e sem conseguir se controlar, um jato forte e quente de mijo espirrou do seu pau, molhando as coxas, ssua barriga e o chão. O desespero tomou conta dele na hora.
— Não… estou mijando… para… eu não consigo segurar… ai caralho… — soluçou, voz cheia de vergonha e pânico, olhos arregalados, corpo tremendo sem controle.
Roberto não parou. Cada estocada firme fazia outro jato potente sair do pau duro de Caio, arcando no ar. O garoto entrava em desespero total, misturando dor intensa com prazer fundo e avassalador. Ele puxava as tiras da cadeira, choramingando incoerentemente.
— Está me abrindo demais… mas não para… eu estou mijando tudo… por favor continua enfiando!
Jato após jato, o líquido quente espirrava a cada movimento fundo, encharcando a barriga e chegando a acertar até o rosto de Caio, pingando da cadeira e formando poça no chão. O cheiro enchia o quarto enquanto Roberto seguia filmando o buraco se abrindo e fechando ao redor do antebraço grosso.
Caio tremia inteiro, destruído de sensações, se molhando sem parar a cada penetração, completamente entregue ao coroa na cadeira sexual.
Depois de longos minutos de movimentos ritmados, Roberto desacelerou, girou o punho uma última vez bem fundo e, devagar, começou a puxar a mão inteira para fora. Caio soltou um gemido longo e rouco quando o punho passou pelo anel esticado. Assim que a mão saiu, Roberto pegou o celular do tripé e aproximou a câmera bem perto.
— Olha o estrago que ficou na sua cuceta — disse Roberto com voz rouca de satisfação, filmando em close.
A abertura de Caio estava completamente destruída: um buraco enorme, vermelho escuro, escancarado como uma cratera pulsante, as paredes internas rosadas visíveis, tremendo e se contraindo devagar sem conseguir se fechar. Lubrificante e restos de mijo escorriam do interior dilatado. Caio, ainda preso na cadeira, olhou para baixo e gemeu de vergonha e excitação ao ver o tamanho do estrago.
— Caralho… está tão largo… meu buraco ficou arruinado… — murmurou, voz fraca.
Roberto não deu tempo para recuperação. Ele segurou o pau latejante e babando de Caio com a mão ainda molhada e começou a bater punheta com movimentos firmes e rápidos. O polegar passava pela cabeça sensível a cada subida, enquanto os dedos apertavam o comprimento.
Caio jogou a cabeça para trás, corpo convulsionando na cadeira. Os jatos de mijo já haviam parado, mas o prazer acumulado era insuportável.
— Ahhh… vai… bate mais forte… — implorou, quadril tentando se mexer contra as tiras.
Roberto acelerou o ritmo, torcendo o pulso no final de cada punheta, apertando as bolas pesadas de Caio com a outra mão. O garoto começou a gemer cada vez mais alto, incoerente, o corpo inteiro tensionando.
De repente, o orgasmo veio com força brutal. Caio gritou, o pau pulsando violentamente na mão de Roberto. Jatos grossos e longos de porra espirraram alto, o primeiro acertando o próprio peito e queixo, os seguintes caindo sobre a barriga e as coxas, um gozo interminável e abundante que parecia não acabar. Ele tremia sem controle, olhos revirados, boca aberta em gemidos roucos enquanto Roberto continuava batendo até tirar a última gota.
— Isso… goza bastante, novinho… olha quanta porra — rosnou Roberto, ainda filmando o buraco destruído e o pau esvaziando.
Caio ficou mole na cadeira, ofegante, suor escorrendo, a cuceta ainda aberta e pulsando, o corpo marcado pelo próprio mijo e pelo gozo farto. Roberto deu um tapa leve na bunda exposta, satisfeito.
— Boa sessão, garoto. Seu cu nunca mais vai ser o mesmo.
