Ela se chama Helen, minha mãe adotiva e também minha treinadora de ginástica rítmica há mais de uma década e, desde os meus 12 anos, me preparava para competições. O ginásio particular dela era nosso mundo: cheiro de tatames limpos, o farfalhar das fitas, o som ritmado da música clássica ecoando.
Naquela tarde de treino privado, o ginásio estava vazio. Apenas nós duas. Eu vestia o collant vermelho justo, daqueles que marcam cada curva do corpo, e ela usia um top esportivo preto e uma legging que parecia pintada na pele. Seus cabelos castanhos estavam presos em um coque perfeito, como sempre.
— Vamos trabalhar o novo elemento hoje, Ana — disse ela, com aquela voz calma e autoritária que sempre me fazia obedecer. — O pivot com rotação e a transição para o split no chão. Preciso sentir seu corpo inteiro.
Começamos devagar. Ela me posicionava com as mãos firmes na minha cintura, corrigindo a postura. Seus dedos deslizavam mais do que o necessário pela curva das minhas costas enquanto eu girava com a fita na mão. O tecido roxo ondulava no ar como uma serpente sedutora.
— Mais quadril, Ana. Solte o quadril — murmurou ela perto do meu ouvido.
Eu obedeci. Meu corpo se abriu em um grande jeté, as pernas esticadas ao máximo. Quando desci, ela estava bem ali, colada. Seu corpo pressionou o meu por trás. Senti o calor da sua virilha contra minha bunda, um contato que durou um segundo a mais do que qualquer correção técnica exigia.
Surpresa me percorreu como um choque. Meu rosto queimou.
— Mãe... o que...
— Shhh. Continue o movimento — ela sussurrou, girando-me com as mãos.
No segundo exercício, ela demonstrou o split frontal. Sentou-se no tatame com as pernas abertas em 180 graus, o collant esticado marcando cada detalhe da sua intimidade. Depois me puxou para perto.
— Venha. Preciso alinhar sua pélvis.
Ela me fez sentar de frente para ela, pernas abertas, pés tocando os dela. Nossos collants se encostaram. O tecido fino era quase nada entre nós. Aquela eu chamo de mãe começou a balançar devagar, simulando o movimento ondulante de uma série de corpo no solo. Seus quadris giravam em círculos lentos, pressionando sua vulva diretamente contra a minha.
Senti o atrito quente. Nossos clitóris se encontraram através do tecido úmido. Um gemido escapou da minha boca antes que eu pudesse segurar.
— Mãe... isso... não é treino... — murmurei, envergonhada, tentando fechar as pernas. Meu rosto ardia. Eu estava molhada. Muito molhada. O cheiro da nossa excitação já se misturava ao ar.
Ela não parou. Segurou minhas coxas abertas com firmeza de treinadora.
— É exatamente o treino, filha. Sinta o controle do centro. O equilíbrio. — Ela pressionou mais forte, esfregando sua carne quente e inchada contra a minha em um tribbing lento e deliberado, como se fosse apenas mais um exercício de flexibilidade pélvica.
Eu tremia. Vergonha me consumia — era minha mãe adotiva, a mulher que me criou, me ensinou a girar com a bola, a dominar o arco. E agora nossos sexos molhados se esfregavam ritmicamente, o tecido escorregadio facilitando o deslize. Cada movimento circular dela fazia meu clitóris pulsar. Eu estava encharcada, o collant marcando uma mancha escura.
— Eu... não posso... — sussurrei, mas meus quadris traíram, dando um pequeno empurrão involuntário contra ela.
Helen sorriu, aquele sorriso confiante de quem domina o tatame e agora dominava meu corpo.
— Pode sim. Entregue o peso. Deixe fluir.
Ela tirou a parte de cima do meu collant devagar, expondo meus seios. Depois fez o mesmo com o dela. Pele contra pele. Seus mamilos duros roçaram os meus enquanto ela aumentava o ritmo do tribbing. Nossas bocetas nuas agora se encontravam diretamente — molhadas, quentes, escorregadias. O som obsceno do atrito molhado preenchia o ginásio.
Eu ainda resistia um pouco, envergonhada demais para admitir o quanto queria aquilo. Mas minha mãe era implacável. Segurou minha perna erguida como em uma posição de equilíbrio, abrindo-me ainda mais, e pressionou forte, clitóris contra clitóris, esfregando em movimentos precisos, como se executasse uma série perfeita de corpo.
— Olhe para mim, Ana — ordenou.
Eu olhei. Seus olhos estavam escuros de desejo. Nossos sucos se misturavam, escorrendo pelas coxas. O prazer subia em ondas cada vez mais intensas. A vergonha começou a derreter, transformando-se em algo quente, urgente, necessário.
— Mais... — pedi finalmente, a voz rouca.
Sorriu vitoriosa. Acelerou o tribbing, quadris girando com a maestria de quem treinava movimentos complexos há anos. Nossas bocetas se batiam, deslizavam, pressionavam. Eu sentia cada dobra dela contra as minhas, o clitóris inchado pulsando no ritmo do dela.
A entrega veio completa. Eu segurei seus ombros, puxando-a mais forte contra mim, gemendo alto enquanto rebolava desesperada, buscando o atrito máximo. Não havia mais mãe e filha — só duas mulheres molhadas, suadas, perdidas no prazer proibido.
— Goza pra mim, minha linda — ela sussurrou, mordendo meu pescoço.
Eu gozei com um grito abafado, o corpo convulsionando contra o dela. O orgasmo me atravessou como uma sequência perfeita de giros e saltos. Gozou logo depois, tremendo, nossos fluidos misturados escorrendo pelo tatame.
Ficamos ali, coladas, ofegantes, pernas entrelaçadas.
— Isso foi só o aquecimento — murmurou ela, beijando minha boca com fome. — Amanhã vamos trabalhar com o arco... e com o hoop.
Eu sorri, ainda envergonhada, mas completamente rendida.
Mal podia esperar pelo próximo treino.