Raptada e iniciada no bondage

Um conto erótico de Leonice Quorra
Categoria: Heterossexual
Contém 663 palavras
Data: 11/06/2026 11:04:59

Era final de tarde, início de noite. A rua estava deserta, com muitas árvores, e muito escura devido à iluminação pública deficiente. Eu voltava para casa depois de mais um dia de aulas. Moro em uma cidade pequena próxima a Londrina, no Paraná, um lugar pacato onde todos se conhecem.

Observei um caminhão estacionado com a porta do carona aberta. Não me preocupei e continuei em frente. Quando passei ao lado da cabina, vi um homem se masturbando, com um pênis enorme. Acho que ele me viu chegar, então disse:

— E aí, lindinha, gostou do que viu?

Fiquei atônita, sem reação alguma: assustada e excitada, não sei. Paralisada. O homem, vendo minha reação, saltou do caminhão, me agarrou com força, tapando minha boca, e falou:

— Quietinha, meu amor, não vou te machucar. Não grite!

Tentei me desvencilhar, mas o cara era muito forte, e eu, franzina, com meus 1,55 m de altura e 45 kg, fui raptada para dentro do caminhão. Enquanto me continha, pegou um lenço dentro do porta-luvas, amordaçou minha boca e amarrou minhas mãos para trás. Estava dominada, com medo do que ele poderia fazer comigo.

Ele puxou as cortinas da cabina, colocou-me deitada na cama que existe atrás do banco do motorista e falou:

— Lindinha, faz tempo que estou de olho em você! Sei onde você mora, onde estuda, os horários que você passa por aqui. Tenho muito tesão por você. Hoje, vou te comer!

Pensei: E agora? Mas, afinal, o cara era bonito: loiro, olhos azuis, devia ter uns 40 anos, era um gato. E falou comigo:

— Gosto de transas fora do convencional. Você vai ver: não te machucarei, mas não serei muito carinhoso, não!

Furiosamente, tirou meus tênis, deixando-me só com as meias. Puxou minha calça jeans, arrancando-a rapidamente. Fiquei só de calcinha. Naquela época, eu usava calcinhas comuns, nada mais ousado. Não conseguiu arrancar minha camiseta, pois, como já disse, eu estava com as mãos amarradas. Então, puxou a blusa até deixar meus seios à mostra. Apertava e beijava meus seios, ainda virgens, nunca tocados por homem algum.

Virou-me na posição de bruços, agarrou-me pela cintura, e fiquei de quatro. Tive a calcinha arrancada e fiquei à mercê daquele homem. Não costumava depilar minhas partes íntimas: estava bem peludinha. O homem colocou a cabeça entre minhas pernas, cheirando e chupando minha buceta, mordiscando meu clitóris e me deixando muito, muito excitada e molhada. Queria ser fodida, penetrada, arrombada por aquele macho.

Instintivamente, comecei a rebolar muito, esfregando a buceta na cara dele. Ele respondia me chupando, enfiando a língua no fundinho da vagina, que já estava molhadinha. Deu uma cuspida no meu cu e enfiou o dedo, fazendo um vai e vem. No início, foi doloroso, mas, aos poucos, foi ficando muito gostoso e me deixando taradinha para dar para ele.

Foi quando ele falou:

— Querida, lindinha, vai ser agora. Vamos trepar!

Sinalizei com a cabeça que sim: Vem, me fode.

— Vou te deixar amarradinha e amordaçada, porque isso me deixa com mais tesão ainda! — disse ele.

Deitou-me de costas, pegou minhas pernas e colocou-as sobre seus ombros. Ficou pincelando o pênis na buceta, que, naquela altura, já estava muito lambuzada. Foi enfiando lentamente, num vai e vem cadenciado, sem forçar, pois ele desconfiava que eu ainda era virgem. Não se ouvia ruído algum do lado de fora do caminhão, somente aquele macho urrando de prazer enquanto me comia.

Conheci o orgasmo nas mãos daquele homem desconhecido. Ao ser raptada, submetida a ser amarrada e imobilizada, ele me fez conhecer o lado prazeroso que vai além do sexo casual. Após esse episódio — que foi o primeiro marco na minha trajetória sexual —, sempre que posso, direciono minhas transas para o lado da bondage, sem violência física.

Após me libertar, despedimo-nos com um beijo ardente e molhado, cheios de tesão para continuar. Mas, devido à condição de morar com minha família, não poderíamos nos encontrar novamente. Depois disso, ficaram só as lembranças, pois nunca mais o reencontrei.

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