Peladinha Pro Pai da Minha Amiga

Um conto erótico de BunnyBlond
Categoria: Heterossexual
Contém 1279 palavras
Data: 11/06/2026 14:22:03
Última revisão: 11/06/2026 14:22:30

Na beira da piscina, uma música tocando e eu fazia coreografias com a minha amiga. Com um biquini branco e um sorrisinho de ninfeta sapeca. Girando e dando voltinhas. rebolando a raba pro alto.

O pai da minha amiga sentado de longe me olhando com cara de tarado.

Loirinha, vinte e poucos anos, baixinha e jeitinho de patricinha mimada. Com as coxas grossas de academia e uma raba de 98 de quadril usando um biquini fio dental completamente enfiado no meu rabo.

O pai da minha amiga, casado e com o dobro da minha idade. Um ar de coroa cafajeste comedor de novinhas. Fazendo churrasco e me olhando dançar. Eu dando pulinhos na pontinha dos pés e rebolando a bundinha de costas pro "tio" tarado.

Os lacinhos das laterais do meu biquini saltitando a cada giradinha. Meus peitinhos siliconados chacoalhando a cada rebolada. Meus cabelos loiros voando no meu rostinho e a cara de safada provocando meu coroa tarado.

Já tinham alguns dias que ele tava me comendo escondido. A esposa ali do lado sem perceber nada e eu toda sonsa me exibindo na beira da piscina.

Dando uma puxadinha mais pro alto nas laterais da calcinha do meu biquini. Deixando o fio dental completamente atolado e o meu rabo de fora. Com a pele brilhando molhadinha do mergulho na água e as marquinhas de biquini bombando do sol.

Vou postar esse vídeo dançando no Telegram que fiz pros leitores @bunnycontos com o biquinizinho enfiado e o bundão de fora. Na beira da piscina, rebolando e dando risadinhas de piranha sonsa.

Ou quem quiser, pode me pedir esse vídeo e outros menos comportada no meu email bunnycontos@gmail.com

Pra vocês entenderem a situação do meu tio tarado, tentando disfarçar com a esposa do lado. O montinho inchado da minha bucetinha no biquini branco e a ninfetinha loira mordendo os lábios da boquinha esperando ele me comer todinha de noite.

Já escrevi aqui nos contos anteriores das nossas transas escondidas, a minha bucetinha tava viciada na piroca do meu coroa dominador.

Eu provocava de dia e esperava de noite pra ele bater na porta do meu quarto. Com sainhas curtinhas cruzando e descruzando as pernas, pra deixar aparecer a minha calcinha. Ou com aquele biquinizinho branco na beira da piscina.

A noite, com a esposa dele dormindo no quarto do lado, o pai da minha amiga apareceu. Escuro e silêncio, eu fingia que dormia mas escutava ele se aproximando.

Eu estava deitada de ladinho. Com a bunda virada pra fora da casa. Ele surgiu alisando meus cabelos e meu ombro. Em pé na frente da cama. Descendo a mão pelo meu corpo por cima da coberta.

Deslizando do meu ombro até a minha cinturinha. Apalpando e apertando as minhas coxas grossas ainda coberta. Chegando na minha bunda, de mão aberta espalmada parando por ali.

Apertando lentamente e sentindo as curvas e as carnes da minha raba de 98 de quadril. Eu sempre desfilava e provocava dele de shortinho enfiado dentro de casa. Agora ele tava ali se fartando no rabo da novinha dorminhoca.

Eu ficava imóvel, fingindo que dormia e deixando ele me bolinar. Por alguns segundos, alguns minutos, até perder a coragem e puxar a minha coberta. Só que dessa vez, eu não estava de shortinho ou calcinha enfiada.

A loirinha peladinha com o bundão todo de fora, as marquinhas de biquini e a minha xaninha delicada de ninfeta escancarada na frente dele. Ainda dei uma giradinha ficando de bruços e deixando meu rabo pra cima e a minha xotinha vista por trás.

Meu telefone escondido filmando. Eu tenho esse vídeo pros meus leitores tarados. O safado puxando a coberta e eu toda peladinha segurando a carinha de tesão.

Não sei o quanto ele ficou tarado de vez ou perdeu totalmente o medo. Mas ele me agarrou toda, segurando meus seios e quase que deitando por cima de mim.

No escuro daquele quarto, um tarado com o dobro da minha idade enfiando a cara nos meus peitinhos e lambendo meus mamilos. Ele sugava de leve, lambia e mamava feito um neném, eu não sabia como reagir, não sabia se gritava, empurrava ele,enfim.... fiquei quieta, fingindo dormir.

Meus seios durinhos, de tamanho médio eram sugados, lambidos, mordidos de leve pelo meu tio tarado no meio da madrugada. As pessoas em casa dormindo nos quartos do lado. E eu com a bucetinha babada de tesão por toda aquela situação.

Suspirando e dando gemidinhas de leve, mesmo ainda fingindo estar dormindo.

Sem nenhuma cerimonia ele afastou minhas coxas e enquanto chupava meus seios, descendo as mãos pra tocar a minha xaninha de princesa. Esfregando os lábios da minha bucetinha e me bolinando mais forte.

Eu não resisti e abri os olhos. Ele parou por alguns minutos, mas não saiu de cima de mim. Fiquei paradinha, encarando ele. Peladinha e tarada. Sem falar nada.

Eu tava ofegante e com carinha de putinha com tesão. Ele percebeu que eu tava gostando. Me olhando com cara de tarado e voz rouca, falando baixinho sem tirar a mão da minha xaninha.

- Você quer que eu pare...?

Eu só acenei a cabeça fazendo que não...

Foi a resposta pra ele subir de vez em cima da cama, me abraçando de conchinha por trás de mim. Com os braços em volta da minha cintura e as mãos enfiadas no meio das minhas pernas. Beijando o meu pescoço e mordendo a minha orelha. Me chamando de gostosa e pedindo pra eu não fazer nenhum barulho.

A porta do quarto fechada, as pessoas dormindo ali do lado e o pai da minha amiga me agarrando por trás. Tirando a rola pra fora e cutucando a piroca nas minhas coxas. Com os braços em volta de mim e os dedos esfregando a minha bucetinha.

Encostando a cabeça do pau dele na entrada da minha xotinha por trás e começando a forçar. Me invadindo e fazendo pressão. Me abraçando forte pra eu não fugir.

Metendo a pica na minha bucetinha apertadinha de ninfeta. Me comendo no meu quarto escuro no meio da madrugada.

A cama tremendo, a respiração quente dele no meu pescoço, toda de ladinho levando pica por trás. Sentindo as bolas batendo na minha bunda e o caralho alargando a minha xaninha.

Eu gemia manhosa e ele botava a mão na minha boca pra abafar os meus gritinhos. A gente não podia fazer barulho, a gente não podia ser pego no falgra por ninguém.

- Ainnn hunnnfffff

- Shiiii... Aguenta putinha... Tá gostando?

- Uhuuummmmmmmm

- Novinha safada... Novinha gostosa...

- Ainnnn ainnnnnnnnn ainnnnnnhêêênnnnnn

Eu aguentava os trancos por trás e o meu tio tarado me comia com vontade. Me socando e me segurando firme. Tirando e botando a piroca com força. Toda de ladinho, toda de conchinha, levando uma rola grossa na minha xotinha pequenininha.

- Ainnnn hunnnnnnnnffff... Ainnnn safadonnnnnnn...

Ele me comeu por um pouco mais de 5 minutos. Foi um tesão diferente que eu senti. A adrenalina do proibido, de não poder sermos pegos. O tesão de me sentir vulgar, me sentir a novinha piranha levando rola do meu tio.

Descabelada e tarada. Peladinha na cama. Empinadinha de ladinho aguentando pica por trás. Gemendo na rola e gozando na vara. Quase mordendo a mão dele na minha boca pra abafar os meus gritinhos.

- Ainnnnnnnnnnnn ainnnnnnnnnnnnnnn

Eu gozei na pica do meu coroa, eu gozei molinha enroscada no pai da minha amiga. E esperei por ele mais vezes no meu quarto. Espero que vocês tenham gozado com esse conto também.

E quem quiser o vídeo dançando na piscina, as minhas nudes ou vídeo peladinha do conto de hoje, é só mandar mensagem nos meus contatos

telegram @bunnycontos

ou email bunnycontos@gmail.com

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