O apartamento de Jhonny e Andressa ainda ecoava o caos da noite anterior. O clima estava super pesado, denso com a tristeza de Suzana e a raiva contida de todos. Suzana tinha ido pro quarto de Jhonny e Andressa. Anna e Cintia, com seus olhos vermelhos e inchados, se aproximaram de Suzana, oferecendo-lhe refúgio: "Su, vem pra nossa casa. Você não precisa ficar aqui, não precisa ver essa bagunça agora" - Anna disse, a voz embargada. Suzana, com um sorriso fraco e melancólico, balançou a cabeça: "Obrigada, meninas, de verdade. Mas não. Está na hora de seguir em frente, colocar a cabeça no lugar e recomeçar." - Ela se virou e caminhou em direção ao banheiro, a voz quase um sussurro: "Vou tomar um longo banho. Preciso me renovar."
Na cozinha, a frustração das meninas explodiu em murmúrios raivosos. Elas reclamavam e xingavam Chris, a cada palavra, a dor de Suzana parecia se refletir nelas. Logo, as lágrimas voltaram a rolar, misturando-se à raiva. Elas se jogaram na cama do quarto de hóspedes, abraçadas, chorando, xingando e reclamando, um coro de solidariedade e indignação.
Jhonny, por sua vez, tentava se acalmar, focando na limpeza da sala, que ainda carregava os vestígios da briga. Ele varria os cacos da árvore de Natal quebrada, cada estilhaço um lembrete da violência que havia irrompido. Andressa, Cintia e Anna chegaram depois, os olhos ainda vermelhos, mas com uma determinação renovada. Elas ajudaram a finalizar a arrumação, o silêncio preenchido apenas pelos sons da limpeza.
"Eu não desejava que aquilo tivesse acontecido" - Anna comentou, a voz baixa - "toda aquela dor e humilhação que a Suzana passou." - Cintia concordou: "Mas, no fundo, acho que agora ela estará melhor sem ele. Ele não a merecia." - Anna parecia meio triste, pois achava que Chris, no início, realmente parecia um cara legal.
Jhonny, ainda com a raiva borbulhando, mas tentando manter a calma, respondeu baixo: "Ele não era um idiota completo, Anna. Mas aquela relação deles… Ele não soube processar. Possivelmente, eu deduzo, que isso acabou trazendo à tona coisas que dificilmente seriam despertadas nele em um casamento... mais convencional." - Ele suspirou, passando a mão pela cabeça: "Não estou defendendo as ações ou palavras do Chris, apenas… tentando entender o que se passava na cabeça dele. Enfim..."
As meninas discordaram veementemente, mas acabaram concordando que só Chris sabia o que se passava na cabeça dele. Elas se aproximaram de Jhonny, abraçando-o com força. - "Obrigada, Jhonny" - Andressa sussurrou - "por ter nos defendido. Principalmente a Suzana." - Andressa lhe deu um beijo forte e demorado, um selo de gratidão e paixão, enquanto Cintia e Anna se contentaram com o abraço, sentindo a força e o calor de Jhonny.
Após mais de uma hora trancada no banheiro do quarto do casal, um silêncio preocupante pairava no ar. Jhonny, aflito, foi até a porta e bateu gentilmente. Ele ouviu o choro abafado de Suzana, mas não havia barulho de chuveiro: "Su? Você está bem?" - ele perguntou, a voz suave. - "Essa dor vai passar, eu prometo." - Mas não houve resposta. Jhonny bateu novamente, o coração apertado. As meninas também esperavam aflitas, as três deitadas na cama e abraçadas, olhando em direção à porta do banheiro. A preocupação estampada em seus rostos, mas deixando Suzana processar esse início sozinha, dando espaço para a amiga.
Por fim, a porta se abriu. Suzana estava de lingerie, uma das que Chris havia trazido, de renda preta, o sutiã agora rasgado em um dos lados, como se tivesse sido puxada com força. Seus olhos estavam inchados, o rosto marcado pelas lágrimas, mas havia uma nova determinação em seu olhar: "Em meu nervosismo, eu não consegui tirar essa porcaria" - ela explicou, a voz rouca -* "e agora está toda rasgada." - As meninas observaram em silêncio e voltaram a chorar, a dor de Suzana ressoando nelas, mas permaneceram na cama, dando espaço.
Jhonny então abraçou Suzana, apertando-a contra seu peito, e por fim, acabou chorando também, as lágrimas quentes molhando os cabelos dela: "Eu não queria essa dor para você, Suzana" - ele sussurrou, a voz embargada - "Nunca quis ser um peso no seu casamento." - Suzana logo retrucou, erguendo o rosto para encará-lo, os olhos marejados, mas firmes: "Você não foi nada disso, Jhonny! Eu que fui uma safada por me apaixonar pela minha amiga e pelo marido dela!" - Jhonny a defendeu, acariciando seu rosto: "Não, Su. Você já amava a Andressa e a Cintia mesmo antes de me conhecer ou ao Chris. E se o Chris tivesse conseguido se adaptar a isso, com amor e respeito, teria feito você feliz, teria sido feliz e ainda continuaria com essas amigas maravilhosas e únicas que são as mosqueteiras." - Ele fez uma pausa, olhando nos olhos dela: "O sexo, por mais que esteja presente entre nós, é uma consequência de uma conexão única que possuímos. Mas, ainda assim, é maravilhoso. Todas as quatro são únicas e extremamente lindas. Chris que foi burro por trocar você por uma ex qualquer." - Suzana chorou alto, abraçando Jhonny forte, sentindo o calor e a segurança de seus braços. Dava para ouvir o choro das meninas, um lamento coletivo que começava a se transformar em alívio.
Anna e Cintia então resolvem deitar, indo pro quarto de hóspedes, confiantes que Andressa e Jhonny conseguiriam ajudar Suzana. Apenas dão boa noite e se recolhem.
Jhonny então diz, a voz firme e cheia de carinho: "Eu amo você, Suzana. E se depender de mim, você já tem onde ficar." - Andressa logo chegou atrás deles, abraçando Suzana também, a voz cheia de emoção: "E se depender de mim também, Su, você já tem alguém para chamar de 'meu amor'. Nada de sofrer por quem não merece." - Jhonny continuou, a voz mais séria: "Traição sempre leva à dor, e eu e as meninas não estávamos certos na história também. Mas uma coisa que nenhum de nós fez foi tentar humilhar Chris, o que ele acabou fazendo com você. Agora que o estrago está feito e você está realmente separada, se quiser..." - ele diz, olhando nos olhos dela - "eu e Andressa seríamos os mais felizes do mundo se você nos aceitasse como seus novos amores, apesar de ainda ser cedo para isso." - Suzana, enxugando o rosto com as costas da mão, e diz com um sorriso que começava a surgir em meio às lágrimas: "Eu também seria muito feliz se vocês me aceitassem como mulher de vocês. Eu sabia que, se eu me divorciasse do Chris, acabaria com vocês, como sua segunda mulher. Na verdade..." - ela confessou, a voz mais leve - "eu penso nisso há alguns dias... ou melhor, semanas. Eu tentava não desejar isso, mas pensava... e desejava."
Suzana então beijou Jhonny, um beijo profundo e cheio de promessas, e disse: "Eu te amo." - Ela beijou Andressa, com a mesma intensidade, e disse também: "Eu te amo." - Andressa e Jhonny disseram amá-la também, em uníssono, e que desejavam fazer Suzana muito mais feliz do que ela jamais foi. Suzana, agora com uma expressão que saía do choro e da dor para a alegria pura, dizia que já tinha até sonhado com ela casando com eles. Eles se beijaram, se abraçaram e se acariciaram, um trio de corpos e almas se unindo em um novo começo.
Logo, Jhonny, junto de Andressa, ajudou Suzana a retirar aquela lingerie rasgada e enfim ficar nua e livre. Eles também se despiram, os corpos se encontrando em uma dança de desejo e afeto, e entraram juntos no banheiro. No chuveiro, Jhonny e Andressa deram um banho maravilhoso em Suzana, dizendo o quanto a amavam e almejavam tê-la em sua casa definitivamente.
Jhonny ensaboava suas costas, enquanto Andressa beijava seu pescoço e chupava seus seios, a água quente escorrendo sobre seus corpos. - "Você é minha mulher agora, Su" - Andressa sussurrou, a voz rouca de desejo - "E eu sou sua esposa também." - Suzana riu, um riso puro e feliz, e pediu dengosa: "Então, minha esposinha, me chupa bem gostoso."
Andressa o fez com gosto, a boca ávida no clitóris de Suzana, enquanto Jhonny beijava Suzana e chupava também seus seios, a cena um turbilhão de prazer e afeto. Jhonny disse mais uma vez, a voz rouca de emoção: "Eu amo você, Suzana. Assim como amo você, Andressa. E farei o meu melhor por vocês, sempre com muito respeito, afeto e com todo o meu coração." - Suzana o puxou e disse que ouvir aquilo era como um sonho e o beijou mais uma vez, um beijo molhado e cheio de promessas.
Então, Suzana e Jhonny deram um banho em Andressa, com o mesmo carinho e dedicação. Um chupando-a e o outro a beijando após ensaboá-la, e depois, vice-versa, em uma dança de prazer e cumplicidade. Por fim, as duas deram banho em Jhonny, suas mãos explorando cada centímetro de seu corpo. Nesse momento, Suzana hesitou, a voz um pouco incerta: "Andressa, eu… eu realmente posso chamar o Jhonny de 'meu homem', 'meu marido'?" - Andressa sorriu, os olhos brilhando: "É óbvio que sim, Su! Agora nós somos um casal triplo, ou melhor, um trisal!"
Após ensaboarem Jhonny, Suzana e Andressa dividiram o pau dele. Chuparam com todas as forças e com muito capricho, suas bocas se revezando, suas línguas explorando cada centímetro, cada veia. Andressa convidou Suzana para ser a primeira. Jhonny a colocou de costas e a penetrou gostoso, o corpo de Suzana se arqueando em prazer. Andressa, por sua vez, horas beijava Jhonny, horas Suzana, chupando também seus seios, em um frenesi de paixão. Após fazer Suzana gozar gostoso mais uma vez, foi a vez de Andressa, até ela gozar.
Terminado o banho, Jhonny se sentou na tampa do vaso, e Suzana agora o cavalgava, gemendo e dizendo que amava aquele pau gostoso, rebolando com uma intensidade que o levava à loucura. Andressa beijava ambos, com Jhonny também intercalando entre os seios de uma e de outra. Após mais um orgasmo gostoso, Andressa agora era quem cavalgava, os olhos passeando entre Jhonny e sua amada: "Estou tão feliz em ter você, Suzana, com a gente" - ela disse, a voz embargada - "apesar das coisas ruins que aconteceram para que isso fosse possível. Eu e Jhonny faremos você muito feliz." - Jhonny concordou e complementou, a voz rouca: "Vocês serão as mulheres mais felizes do mundo, no que depender de mim." - Elas o beijaram, um beijo triplo de promessa e amor: "Nós já somos" - disseram em uníssono - "e sabemos que realmente seremos."
Por fim, após gozar, Andressa dividiu o pau de Jhonny com Suzana e disse que o próximo beijo seria para selar seu novo relacionamento. Jhonny, estasiado por tudo aquilo, repleto de tesão por suas duas mulheres, então perguntou, zoando: "Como será esse beijo, minha loirinha?" - Andressa, com um sorriso malicioso, disse para Suzana não engolir a porra, mas apenas encher a boca: "Faremos um brinde, um beijo triplo, com o leite do nosso homem." - Suzana gemeu só de pensar na ideia, e Jhonny acabou gemendo também, sorrindo e chamando Andressa de safadinha. Logo ele gozou, jatos quentes e espessos. Elas fizeram como Andressa sugeriu, enchendo suas bocas com seu leite quente, sem engolir, e logo se direcionaram até a boca dele. Um beijo triplo molhado, grudento e salgado então se desenvolveu, com um lambendo a porra que escorria dos lábios do outro. Andressa dizia que aquilo era maravilhoso, gemendo somente com aquele beijo e diz que amava muito Jhonny e Suzana. - "Esse leite do Jhonny, repartido dessa forma, é uma lembrança de que nós agora somos um trisal, uma família, e que nunca deveríamos nos separar ou procurar homem fora de casa" - ela disse, com Suzana concordando: "Isso nem passa pela minha cabeça."
Jhonny, com a boca ainda suja de seu próprio sêmen e dos beijos delas, disse: "Admito que isso foi estranho, esse beijo lotado de porra quente, mas eu as amo e não me importo de beber da minha própria porra tendo vocês como esposas." - Ele lambeu um filete que escorria dos lábios de Andressa, que se arrepiou toda. Ela admitiu que aquilo a excitava demais e logo voltou a cavalgar em Jhonny, cujo pau não diminuiu mesmo após gozar. Suzana beijava Jhonny e dizia que faria seu melhor para fazer seu agora novo marido e sua esposa safadinha muito felizes. Não demorou muito e Andressa logo gozou mais uma vez, agora exausta. Suzana pediu muito dengosa que Jhonny comesse seu cuzinho, e ele o fez com o que lhe sobrava de forças, comendo-a de quatro, ali mesmo no banheiro. Suzana gozou gostoso enquanto Jhonny comia seu cuzinho e lhe massageava o clítoris, e ele mesmo gozou na camisinha, que usou para isso. Os três se deitaram na cama, exaustos, mas felizes, e riram agora. O caos do Natal e a tristeza que veio das brigas, enfim se dissipando, dando lugar a uma nova e excitante realidade.