Capítulo 13: A Fúria de Rafael
Cheguei em casa destruída, ainda com o gosto forte e salgado da porra do diretor na boca e o cu latejando da foda intensa que tinha levado na sala dele. A demissão pesava como uma pedra enorme no peito, sufocando qualquer chance de explicação. Mal abri o portão e já senti o ar pesado dentro de casa. Rafael estava em casa — algo raríssimo para uma segunda-feira à tarde. Ele estava sentado no sofá, o rosto fechado, os olhos fixos no chão como se já soubesse de tudo.
Assim que entrei, ele levantou os olhos e me analisou de cima a baixo: roupa amassada, cabelo bagunçado, o cheiro de sexo alheio ainda grudado na pele, misturado com suor e excitação.
— O que você fez agora, Bianca? — perguntou, a voz baixa, carregada de uma raiva contida que ameaçava explodir.
— Me demitiram… — respondi, a voz tremendo, quase um sussurro. — O diretor descobriu tudo.
Rafael se levantou devagar, os punhos cerrados com tanta força que os nós dos dedos ficaram brancos. A discussão começou rápida, violenta e sem piedade.
— Descobriu tudo? — repetiu, a voz subindo de tom. — Todo mundo já sabia que minha mulher é a puta da clínica! Quantos paus você já sentou nessa porra de lugar, Bianca? Felipe, Marcelo, Carlos, o técnico… quantos mais, sua vadia? Você virou o brinquedo sexual de todo mundo lá dentro?
Tentei falar, gaguejar alguma justificativa, mas ele segurou meu braço com força bruta, puxando-me para perto com um puxão que quase me desequilibrou. Seus olhos estavam vermelhos, cheios de raiva, dor e um tesão doentio.
— Você é uma vagabunda mesmo, né? Uma vadia sem vergonha, uma puta barata que abre as pernas e o cu pra qualquer um que tenha pau! Fica traindo a própria casa, traindo a mim, seu marido. Hoje eu vou tomar no seu cu também. Vou foder você como os outros foderam, mas pior. Vou te tratar como o objeto que você é.
Ele me empurrou com violência contra a parede da sala. Meu corpo bateu forte, o ar escapando dos pulmões. Sem delicadeza, Rafael levantou meu vestido até a cintura e rasgou a calcinha com um puxão seco, jogando o tecido no chão. Eu estava molhada, traidora do caralho, a buceta inchada e escorrendo mesmo com medo. Ele abriu a calça, o pau já duro como pedra, latejando de raiva e tesão, e enfiou na minha buceta de uma vez só, sem aviso, sem carinho, até o fundo.
— Toma, sua puta! — grunhiu, metendo com força bruta, os quadris batendo contra minha bunda com estalos altos. — Essa buceta tá toda usada, né? Quantos paus já passaram aqui hoje? Quantos caras gozaram dentro dessa vadia?
Ele me fodia com ódio, segurando meu pescoço com uma mão enquanto metia sem parar, cada estocada profunda e violenta, como se quisesse me partir ao meio. Eu gemia alto, o corpo tremendo contra a parede.
Rafael ergueu a outra mão e deu um tapa forte no meu rosto, fazendo minha cabeça virar para o lado.
— Olha pra mim quando eu te fodo, sua cadela! — ordenou, dando outro tapa, mais forte, na outra bochecha. Meu rosto ardia. Ele continuou metendo, o pau entrando e saindo rápido, melado da minha excitação traidora.
Ele puxou o vestido para baixo, expondo meus seios, e começou a dar tapas neles, alternando entre um e outro, fazendo-os balançar e ficarem vermelhos.
— Esses peitos que todo mundo mama, né? Puta nojenta! — xingava, dando tapas mais fortes, beliscando os mamilos com raiva. — São meus agora. Só meus pra usar e machucar.
A dor misturada com prazer era insuportável. Eu gozei pela primeira vez, tremendo violentamente contra a parede, a buceta apertando o pau dele como um vício. Mas Rafael não parou. Tirou o pau melado, virou-me de costas com brutalidade e cuspiu direto no meu cu ainda sensível.
— Agora vai tomar no cu, como a puta que você é.
Empurrou a cabeça grossa contra meu cuzinho e enfiou com força, sem dar tempo de me acostumar. Gemi alto, um misto de dor e prazer intenso. Rafael começou a foder meu cu com fúria animal, segurando minha cintura com as duas mãos, metendo fundo, os tapas na bunda vindo sem parar, deixando marcas vermelhas.
— Isso! Toma no cu, sua vadia! Abre esse rabo pra mim, puta! Você deu pra todo mundo na clínica, agora aguenta o seu marido te destruindo!
Ele metia com raiva, o pau saindo quase todo e entrando de novo com violência. O som molhado e obsceno enchia a sala. Eu empinava a bunda, pedindo mais mesmo com lágrimas escorrendo pelo rosto.
— Mais forte, Rafael… me fode… me usa… — implorei, a voz rouca.
Ele segurou meus cachos com força, puxando minha cabeça para trás enquanto metia ainda mais fundo.
— Puta nojenta… vadia sem vergonha… preta safada… cadela em cio… você não é mais minha mulher, é só um buraco pra eu descarregar raiva!
Rafael tirou o pau do meu cu, virou-me de frente novamente e me deu vários tapas na cara, alternando lados, fazendo meu rosto queimar.
— Abre as pernas, objeto! — ordenou.
Quando obedeci, ele começou a dar tapas fortes na minha buceta inchada e molhada. O som era alto, molhado. Cada tapa fazia meu clitóris latejar. Ele batia ritmado, olhando nos meus olhos com desprezo.
— Goza com tapa na buceta, sua puta barata! Mostra como você é vadia!
Os tapas continuavam, cada vez mais fortes, até que eu gozei novamente, jorrando um pouco, o corpo convulsionando, gemendo como uma louca. Minhas pernas tremiam tanto que mal conseguia ficar em pé.
Rafael me empurrou de joelhos no chão.
— Abre a boca, sua puta!
Obedeci imediatamente. Ele se masturbou rápido na frente do meu rosto e gozou com força explosiva. Jatos grossos, quentes e abundantes acertaram minha cara, minha língua, meus olhos, escorrendo pelos seios e queixo. Ele gemeu alto, xingando sem parar:
— Toma, sua vagabunda… toma toda a porra do seu marido… traidora do caralho! Engole o que sobrar, vadia!
Quando terminou, ofegante, ele não me deu descanso. Puxou meus cabelos com força, me arrastando pelo chão como um animal. Eu gemia, o couro cabeludo ardendo, enquanto ele me levava até o banheiro. Me jogou dentro do box e abriu o zíper novamente.
— Agora você vai tomar o que merece, sua porca.
Segurando meu cabelo com uma mão, ele mirou e começou a mijar em mim. O jato quente acertou meu rosto, meus peitos, descendo pela barriga até minha buceta e coxas. Ele mijava com raiva, balançando o pau para espalhar.
— Toma meu mijo, puta suja! Isso é tudo que você merece. Lavando a porra dos outros com a minha urina. Você é um objeto, Bianca. Um buraco usado.
Eu tremia, molhada de mijo, porra e excitação, chorando em silêncio. Quando terminou, ele me olhou de cima, o rosto ainda marcado por desprezo e posse.
— Você é uma puta barata e suja e eu sou seu dono.
