Esse conto aconteceu há um ano atrás. Me chamo Rafael (Rafa), tenho 1,89 m, 87 kg e um corpo até que razoável. Meus primos, Carla e Fábio, e eu, desde pequenos, brincávamos no celeiro da chácara de nosso avô de gato mia, pega-pega etc...
Hoje estamos com 26 anos e nos reencontramos na chácara de nosso avô para a festa junina.
- Oi, Rafa.
Eu respondi.
— Oi, Carla, faz tempo que não te vejo.
Aproveitei e dei um beijo no rosto dela. Carla era 1 ano mais nova que eu.
Virei e disse:
- ia Fabio blz
Fabio era um pouquinho mais baixo que eu, parecia um rapazinho novo, mas já tinha a mesma idade que eu. Ele vem e me cumprimenta com um abraço longo.
— Eu sempre achei que meu primo Fábio gostava de meninos, pois, quando éramos crianças, ele gostava de manjar rola.
Já minha prima, eu sabia que gostava de mim quando criança, e hoje ela virou uma mina gostosa do caralho.
Estávamos conversando, botando o papo em dia, quando minha prima lembra de quando brincávamos de gato mia, no celeiro.
Foi quando eu disse: "Poxa, era legal mesmo."
Carla vira e diz:
— Que tal brincarmos mais uma última vez?
Eu olhei para ela e pensei: "Ah, sei lá, não somos mais crianças." Mas, antes de falar qualquer coisa, Carla se aproximou de mim, passou a mão no meu pau por cima do short e disse no meu ouvido:
— Vamos, você vai ter a surpresa.
Eu já fico excitado, olho para ela e digo: "Beleza".
Chegando no celeiro, entramos e fechamos a porta para ficar escuro. Carla começa com o pega, ela vai procurando e, quando chega perto de mim, ela fala: "Gato mia". Eu mio e Carla se abaixa, tira meu pau do short e diz:
— Puta merda, Rafa, seu pau é grande.
Ela pega no meu pau e começa a chupar. Depois de um tempo chupando meu pau, Carla se levanta e sai, dizendo "gato mia". Antes que eu possa guardar meu pau, não demora muito, sinto pegar o meu pau de novo e começa a chupar novamente. Puta merda, Carla agora chupava meu pau como uma profissional, nem parecia ela. Foi quando eu escuto do outro lado do celular: "gato mia".
Era a voz da Carla. Olhei para baixo e falei baixinho: "Fábio, caralho, era meu primo chupando meu pau." Ele se levantou e disse baixinho:
— Me desculpe, Rafa, não fique bravo, eu sempre quis chupar um pau.
Eu fiquei quieto, guardei o pau na cueca e fiquei meio tentando entender o que tinha acontecido.
Nessa hora ele percebe que fiquei quieto; ele achou que eu ia ficar bravo ou bater nele. Ele pede desculpa, abre a porta e sai. Carla olha para mim sem entender.
Carla se aproxima de mim e diz:
— Oi, o que aconteceu com o Fábio?
Nessa hora eu não respondi nada; era a primeira vez que um homem tinha chupado meu pau, mas o garoto manjava no boquete.
Carla olha para mim e diz:
- Deve ser banheiro, ele sempre dá uma dessa.
— Rafa, que tal continuarmos de onde paramos?
Eu olho pra ela, Carla abaixa a calça e me mostra aquela buceta rosadinha dela. Eu já fiquei de pau duro de novo. Eu levanto ela na mesa do celeiro e começo a chupá-la. Ela fala: "Me fode, Rafa, pode ficar tranquilo, tô em dia com o remédio." Depois ela se apoia na mesa, eu começo a esfregar a cabeça do pau na buceta dela e começo a enfiar o pau. Seu quadril se contorcia para encaixar meu pau melhor. Começo então um vai e vem frenético. Carla gemia de prazer, seus olhos viravam de prazer enquanto eu fodia sua buceta. Olhei pra ela e falei:
- Carla, libera o cuzinho pra mim.
Ela olha, empina a bunda e diz: "Tá, mas vai devagar, porque não sei se aguento o seu pau, não."
- De boa, eu vou devagar e com carinho, eu dou umas lambidas no seu cuzinho para lubrificar e começo a colocar só o início, sinto seu cuzinho se abrindo e, ao mesmo tempo, a pressão no pau. Carla começa a gemer, eu falo: "Você quer que eu pare?" Ela fala: "Não, já estou me acostumando." Depois, devagar, eu começo o vai e vem. Carla olhava para mim e dizia:
— Hum... Nossa...
- Rafa, você fode gostoso.
Olhei para ela e disse: "Vou gozar", e comecei a liberar meu leite no cu dela.
Depois, Carla chupa meu pau, limpando-o todo.
Ficamos deitados no feno por um tempo. Carla, apoiada no meu peito, vira-se e diz:
— Nossa, Rafa, você fode melhor que o Fábio. O que será que aconteceu com ele? Ele nem voltou.
Eu viro para ela e falo:
— Como assim fode melhor que o Fábio, vocês dois.
Ela fala:
- É, Rafa, no início era só curiosidade, mas depois virou uma amizade com favores entre irmãos.
Não sabia que vocês dois gostavam de sexo assim, e o que o Fábio fala, ah, depois que o Fábio me contou que era gay, ele queria experimentar, fazer sexo com uma mulher para ter certeza se era.
— Mas ele já saiu com algum homem?
Não, ele me disse que nunca tinha nem chupado uma rola, mas que já tinha brincado com meus consolos.
— Ah, agora eu entendi.
Ela olha para mim e faz uma cara de que não entendeu.
Eu viro para ela e conto o que aconteceu. Ela olha para mim e ri, dizendo:
- kkkk
— É sério que ele fez isso?
Eu:
- Sim.
E você falou alguma coisa para ele? Eu não, só fiquei quieto. Aí ele me pediu desculpa e saiu naquela hora.
— Nossa, a cabeça dele deve estar a mil.
Então foi a primeira vez que um homem chupou minha rola, e aí, como foi:
- ha…
- O Fábio manja no boquete, chupa melhor que você kkkkk.
Carla me dá um soquinho dizendo "tonto".
Ela olha para mim pensativa e diz:
- Rafa, posso te perguntar uma coisa?
- claro.
— Se eu armar um sexo a três, você comeria o Fábio.
Eu olho pra ela, e penso um pouco e fala claro, so que nao sei se ele vai chegar perto de mim hoje.
- ta deixa comigo mais não vou falar nada pra ele, vai ser uma surpresa.
-Blz
- Vou chamá-lo para ir lá nas pedras, vou chamá-lo para brincarmos, aí você aparece.
- Ok.
Voltando à chácara, percebo que Fábio fica me evitando, com receio de que eu fale algo.
Mas à tarde, Carla passa por mim e fala: "Vou com ele lá."
Eu arranjo uma desculpa de que eu iria ajudar o vô.
Depois de um tempo, vou em direção às pedras. Chegando lá, fico meio escondido, só espiando. Carla e Fábio estavam pelados, se banhando no rio. Nessa hora, Fábio senta de costas para mim e Carla começa a chupar ele.
Eu aproveito, tiro a roupa com o pau durão, vou caminhando até os dois e fico parado atrás do Fábio. Ele nem percebe que eu estava atrás dele.
Nessa hora, com o pau durão, coloco do lado do rosto do Fábio. Nessa hora, Carla para de chupar o pau do Fábio e começa a chupar minha rola. Fábio, nessa hora, vira o rosto na direção do meu pau e se assusta, e depois vira o rosto na minha direção, todo vermelho, olhando para mim.
Eu balanço a cabeça e dou uma piscada para ele, mandando ele chupar também. Nessa hora, ele olha para Carla e diz:
— Nossa, Carla é grande, maior que aquele consolo seu.
— Não é.
— E sim, faz.
Ele olha para mim e, ainda envergonhado, diz:
- Rafa, que tamanho tem?
Eu olho para ele e digo:
— A última vez que medi, tinha 22 cm.
Carla, para de chupar, pega meu pau e vira na direção de Fábio e dá espaço para o irmão chupar também.
Os dois começam beijando minha rola e ficam revezando as chupadas. Nessa hora, Carla vira e diz:
- Fabio, me fode.
Nessa hora, Fábio olha para ela, Carla vira e diz:
— Calma, Fábio, o Rafa já sabe.
Fabio fica mais calmo e começa a foder a Carla enquanto Carla chupa meu pau.
Fabio fica manjando minha rola o tempo todo enquanto fode sua irmã.
Carla depois vira pra mim dizendo: "Agora é sua vez, Rafa."
Enquanto eu estava lá fodendo ela, Carla ficava chupando a rola do Fábio.
Nessa hora, Carla pede para fazer uma DP. Eu a pego pela frente e o Fábio por trás.
Carla gemia gostoso enquanto fodiamos ela; depois sentamos os três no chão.
Carla olha para mim e diz:
- Nossa, Rafa ainda está duro.
Nessa hora, Fábio olha para o meu pau e morde o canto da boca, desejando meu pau. Eu viro para a Carla e digo:
- Ele está assim, preparado para o segundo tempo.
Fabio ri e fala:
- Segundo tempo, e você aguenta um segundo tempo, Rafa.
Eu olho para o Fábio; ele tenta disfarçar, mas estava com uma cara safada de desejo.
Eu viro e falo:
— Claro, ou você acha que vai escapar de mim, Fábio?
Nessa hora, Fábio olha para Carla, Carla olha para ele e faz um sinal com a cabeça dizendo: "Vai".
Nessa hora eu viro para o Fábio e falo:
- Vem chupar a rola do primo.
Nessa hora, Fábio vem engatinhando até mim e começa a chupar meu pau, e, como eu já tinha dito, ele manjava no boquete.
Enquanto ele chupava, aproveitei para massagear seu cuzinho. Enfiei um dedo e cheguei até a colocar dois. Olhei para ele e disse:
— Preparado, vou te foder agora.
Ele vira e responde:
— Ah, Rafa, será que eu aguento?
Ele vira a bunda para mim; eu dou uma lambida legal no cuzinho para dar aquela lubrificada.
Vou te mostrar a diferença de um consolo e um pau real. Comecei a enfiar no seu cu. No início, seu cu estava aceitando de boa, mas, quando começou a engrossar, Fábio gemia. Pensei: "Ele não vai aguentar". Quando pensei em tirar, Fábio olhou para mim com uma cara de puta safada e disse:
— Nossa, Rafa, enfia tudo.
Nessa hora eu seguro seu quadril e começo o frenesi; Fabio gemia e rebolava no meu pau.
Eu o pego no colo, ele me abraça e me beija enquanto eu o fodo todo. Fábio não aguenta de tesão e começa a gozar sozinho.
Nessa hora eu olho para a Carla, ela fica sem acreditar, como seu irmão era uma vadia safada.
Nessa hora, Carla vira e diz:
— Ei, Fá, eu também quero participar. Os dois ficam de quatro para mim. Eu começo a foder o cu dos dois, revezando.
Depois de um tempo fodendo os dois, eu viro e falo:
- Vou gozar.
Carla abre a boca e fala: "Pode gozar, Rafa." Eu olho para ela e digo: "Desculpa, Carla, mas esse leite não vai para você agora."
- Fabio, vem cá.
- Fica sentado e abre a boca.
Nessa hora eu enfio meu pau na sua boca e começo a gozar, enchendo a boca dele de porra.
Quando eu olho antes de falar alguma coisa, ele engole a porra toda e depois dá uma lambida em todo o meu pau e termina lambendo o beiço.
Depois eu sento exausto, Carla e ele vêm e deitam no meu colo. Ficamos conversando os três quando Fábio vira e diz:
— Nossa, Rafa, achei que você estava bravo comigo pelo que rolou no celeiro.
Olhei para ele e disse:
— Fiquei bravo, não é que eu não sabia que você gostava de homens, e nenhum homem tinha feito um boquete para mim antes. Aí você saiu e eu não tive nem tempo de explicar a situação.
— Aí eu contei para sua irmã, ela me contou tudo e disse que você sempre quis ser comido, mas não tinha coragem de pedir.
Aí ela me disse que iria com você no rio, lá nas pedras, e disse: "Vai lá, Rafa, foder nós dois". Pensei: "Por que não?".
Carla levanta, veste a roupa e fala que vai voltar na frente.
- Beleza, respondo.
Depois de um tempo deitado no meu colo, Fábio vira e diz:
— Nossa, Rafa, adorei a surpresa e dá um beijo no meu pau.
Nessa hora meu pau reage e fica duro de novo. Eu olho para ele e digo:
— Ah... Fabio acordou o monstro, agora vai ter que dar um jeito.
Ele olha para mim e diz:
- Pode deixar.
Eu estava sentado de pau armado. Fábio vem na minha frente e começa a chupar meu pau, enfiando-o até a garganta, quase engasgando. Estava atrevido agora.
Depois ele senta no meu colo e começa a subir e descer devagar no meu pau. Eu aproveito que ele estava me saciando, abraço ele pela cintura e começo a bater uma pra ele. Como já era a terceira vez, dessa vez foi mais rápido. Comecei a gozar, enchendo o cu dele de porra.
Ele vira e fala:
— Nossa, Rafa, dá para sentir sua porra encher o meu cu, que sensação maravilhosa.
Então, Fábio, aproveita, começa a lamber minha rola para limpá-la toda.
Depois disso, nós nos lavamos, nos trocamos e voltamos para a chácara.
Chegando lá, Carla estava nos esperando e diz:
— Nossa, achei que tinha acontecido algo.
Eu respondo:
— Calma, Carla, só estava fazendo um carinho no meu primo.
Ela ri, olha para o Fábio e fala:
— Você é uma puta mesmo e dá um tapa na bunda dele.
Antes de irmos embora, marcamos de nos encontrar novamente na próxima festa, que seria daqui a dois meses.
Mal posso esperar pela próxima festa.
