Júlia ainda estava sentada no meu colo, ofegante, com meu pau amolecendo devagar dentro dela. Ela deu um beijo demorado na minha boca, mordeu meu lábio de leve e sussurrou:
— Depois a gente continua… agora vamos ver o que tá rolando lá fora.
Nós nos arrumamos rapidamente. Ela vestiu o biquíni de novo, eu puxei a bermuda molhada pra cima. Saímos pela porta dos fundos, ainda com o corpo quente e o cheiro de sexo no ar.
Quando chegamos perto da piscina, o clima tinha mudado completamente.
A música continuava tocando, mas agora mais baixa. Lucas, Diego e Ruan estavam todos dentro da água, formando um semicírculo ao redor de Fernanda. Ela estava no meio deles, com água batendo na cintura, o micro biquíni vermelho completamente fora do lugar.
O top do biquíni foi jogado na borda da piscina. Lucas foi para atrás dela, colado, com uma mão apertando um peito dela com força enquanto a outra segurava o queixo dela, virando o rosto pra beijá-la. Fernanda gemia dentro da boca dele, o corpo tremendo.
Diego estava na frente, chupando o outro peito com fome, mordendo o mamilo e puxando com os dentes. Ruan, ao lado, tinha a mão mergulhada entre as pernas dela, mexendo devagar, os dedos entrando e saindo enquanto ele beijava o pescoço dela do outro lado.
Fernanda estava completamente entregue. A cabeça inclinada pra trás, olhos semicerrados, boca aberta gemendo enquanto os três a devoravam ao mesmo tempo. A água ao redor deles estava agitada com os movimentos.
Lucas soltou a boca dela só pra falar rouco:
— Olha pra ele, vai… mostra pro seu namorado como você tá gostando.
Fernanda virou o rosto devagar na minha direção. Seus olhos encontraram os meus, cheios de tesão e um pouco de vergonha. Ela mordeu o lábio quando Ruan enfiou dois dedos mais fundo.
— Amor… — gemeu ela, a voz manhosa e quebrada — eles me pegaram assim que você entrou…
Eu senti o pau endurecer novamente na bermuda só de ver a cena. Júlia parou ao meu lado, passou o braço na minha cintura e deu um sorrisinho, apertando minha bunda de leve.
Lucas sorriu ao me ver, sem parar de apertar os peitos da Fernanda.
— Chegou na hora certa, irmão. A gente tava só aquecendo ela pra você assistir. Tá gostando do show?
Diego tirou a boca do peito dela, deu um tapa molhado no outro seio e completou, rindo:
— Porra, ela fica molhada pra caralho quando a gente fala que você tá assistindo. Já tava encharcada antes mesmo de tirar o biquíni.
Fernanda soltou um gemido mais alto quando Ruan acelerou os movimentos dos dedos. Lucas segurou ela pela cintura, mantendo-a firme entre os três.
Eu me aproximei da borda da piscina, sentando na espreguiçadeira mais próxima, o coração acelerado e o pau latejando.
— Continua… — falei, a voz rouca. — Não para por minha causa. Quero ver ela sendo bem usada por vocês.
Fernanda soltou um suspiro trêmulo ao ouvir minhas palavras, rebolando devagar contra a mão de Ruan. Lucas deu um tapa forte na bunda dela por baixo da água e enfiou a língua na boca dela novamente.
Júlia sentou do meu lado, passou a mão na minha coxa e sussurrou no meu ouvido:
— Olha como ela tá derretendo… você realmente ama isso, né?
Eu apenas assenti, sem tirar os olhos da cena. Lucas começou a puxar o biquíni dela pra baixo, lentamente, enquanto Diego e Ruan continuavam chupando e apalpando cada parte do corpo da minha namorada.
Júlia sentou do meu lado na espreguiçadeira, mas não ficou parada. Enquanto eu assistia hipnotizado a cena na piscina, ela deslizou a mão pela minha coxa molhada e puxou minha bermuda pra baixo sem cerimônia. Meu pau pulou pra fora, duro e latejando.
— Olha pra ela… — sussurrou Júlia, a voz manhosa e quente no meu ouvido. — Olha como sua namorada tá sendo devorada pelos três… e você vai ficar aqui, assistindo tudinho enquanto eu cuido de você.
Ela se ajoelhou entre as minhas pernas, ainda olhando pra piscina, e lambeu devagar toda a extensão do meu pau. A língua quente e molhada subia e descia, circulando a cabeça antes de engolir tudo de uma vez. Gluck… gluck… gluck… Os barulhos molhados dela enchiam meus ouvidos enquanto eu não conseguia tirar os olhos da Fernanda.
— Isso… fica bem excitadinho pra mim — murmurou ela, tirando o pau da boca só pra falar, babando bastante. — Quero sentir você latejando enquanto vê ela virar puta pros seus amigos.
Na piscina, Lucas, Diego e Ruan tinham colocado Fernanda de joelhos na parte mais rasa, água batendo na cintura dela. Ela estava cercada pelos três paus duros.
Fernanda segurou o pau do Lucas com uma mão, o de Diego com a outra, e começou a chupar o de Ruan com vontade. Gluck… gluck… gluck… Ela alternava entre os três, babando, lambendo saco, batendo punheta molhada e engolindo o máximo que conseguia. Os gemidos dos caras ecoavam junto com o barulho da água.
— Porra, que boca gulosa… — grunhiu Diego, segurando o cabelo cacheado dela.
Lucas sorriu, olhando na minha direção:
— Tá vendo, Matheus? Sua namorada mama melhor que qualquer puta que eu já comi.
Fernanda tirou o pau de Ruan da boca, cuspiu na cabeça dele e respondeu ofegante, olhando pra mim:
— Amor… eles são tão grossos… tô toda molhada chupando eles pra você…
Júlia acelerou o boquete, chupando mais fundo, garganta apertando meu pau enquanto eu gemia baixo, a mão no cabelo liso dela.
Depois de um tempo mamando os três com fome, Lucas puxou Fernanda pela cintura, sentou ela na borda da piscina e abriu as pernas dela bem abertas. Ele mergulhou o rosto entre as coxas dela e começou a chupar com força, língua entrando fundo, sugando o clitóris enquanto Diego e Ruan continuavam enfiando os paus na boca dela.
Fernanda tremia, gemendo alto, uma mão na cabeça do Lucas e a outra alternando entre os outros dois paus.
Lucas levantou o rosto, boca brilhando, e teve uma ideia. O sorriso safado dele apareceu.
— Chega. Vou levar essa puta pro quarto agora.
Sem avisar, ele saiu da piscina, pegou Fernanda no ombro como se ela fosse um saco de carne — uma mão firme segurando a coxa dela, abrindo bem. A buceta inchada e vermelha dela ficou completamente exposta pra todo mundo ver, brilhando de excitação e baba. Os lábios grossos abertos, pingando. A bunda empinada balançava a cada passo enquanto ele caminhava com ela no ombro, como uma vadia sendo carregada.
Fernanda soltou um gritinho envergonhado e excitado, batendo de leve nas costas dele:
— Lucas! Todo mundo tá vendo minha buceta assim… porra… - Falou ela com tesão.
— É exatamente pra isso — respondeu ele, dando um tapa forte na bunda exposta dela. — Mostra pro seu namorado como você tá pronta pra ser comida.
Diego e Ruan saíram da piscina rindo, paus duros balançando, e seguiram os dois. Eu fiquei sentado, pau latejando na boca da Júlia, vendo minha namorada ser carregada daquele jeito, buceta aberta e exposta ao sol, sucos escorrendo pela coxa enquanto Lucas entrava em casa com ela no ombro.
Eles sumiram corredor adentro em direção ao quarto principal. Lucas parou na porta, olhou pra trás e falou:
— Matheus, a gente vai foder ela direito agora. Dá licença, irmão? Quero ficar um tempo a sós com a sua puta primeiro.
Ele piscou, entrou com Fernanda ainda no ombro, Diego e Ruan logo atrás. A porta do quarto fechou com um clique firme.
Fiquei ali fora, sentado na espreguiçadeira, coração disparado. Júlia tirou meu pau da boca, subiu no meu colo e sentou devagar, enfiando tudo de uma vez na buceta quente e molhada dela.
— Eles vão destruir ela lá dentro… — sussurrou ela, começando a rebolar devagar enquanto me beijava. — E você vai ficar aqui comigo, sentindo cada gemido que vier daquele quarto.
Da porta fechada já dava pra ouvir os primeiros gemidos abafados da Fernanda.
Júlia se levantou do meu colo, meu pau saindo molhado da buceta dela. Pegou minha mão e me puxou pra dentro de casa.
— Vem… não vamos ficar aqui fora. Tem uma sala de TV bem ao lado do quarto principal. A parede é fina pra caralho. Você vai ouvir tudo de camarote.
Ela me levou pela casa, ainda pelada, bunda enorme balançando enquanto caminhava. Entramos na sala de TV escura e fresca. O sofá grande ficava encostado exatamente na parede que dividia com o quarto. Júlia me empurrou pra sentar e fechou a porta, deixando só uma fresta de luz.
Os sons já chegavam bem mais claros:
— Ahhh… porra… assim… mais fundo… — gemido abafado da Fernanda.
Júlia sorriu safada e sentou no meu colo de frente pra mim, encaixando meu pau de novo na buceta quente. Ela começou a rebolar bem devagar, quase torturante.
De repente, ouvimos a porta do quarto abrir. Passos no corredor. Ruan saiu com o pau completamente duro, suor escorrendo no peito. Ele passou bem em frente à sala de TV, viu a fresta da porta e parou por um segundo. Olhou direto pra gente: eu sentado, Júlia pelada rebolando devagar no meu colo.
Ele deu um sorrisinho sacana, balançou a cabeça e falou baixo:
— Porra… vocês tão curtindo o som também, hein? — Depois seguiu pra cozinha, pegou uma garrafa de água gelada e bebeu em goles longos antes de voltar pro quarto.
Assim que a porta do quarto fechou novamente, Júlia parou de rebolar, apertou meu pau dentro dela e sussurrou no meu ouvido:
— Espera aqui… vou dar uma olhadinha rapidinho.
Ela saiu de cima de mim, meu pau brilhando com os sucos dela, e saiu da sala na ponta dos pés. Ficou uns trinta segundos fora. Quando voltou, estava com os olhos brilhando de tesão. Montou no meu colo de novo, encaixou meu pau de uma vez e rebolou mais fundo enquanto falava baixinho:
— Amor… eles têm ela de quatro no meio da cama. Lucas tá metendo nela por trás, bem forte… Diego tá enfiando o pau na boca dela, segurando o cabelo. Ruan tá filmando com o celular. A cara dela tá toda babada, os peitos balançando… tem chupão novo no outro peito. Ela tá gemendo igual puta barata, falando o nome dos três.
Júlia acelerou um pouco o rebolado, gemendo baixinho no meu ouvido:
— Ela tá completamente entregue… nunca vi uma vadia tão molhada. Tá escorrendo pela coxa dela.
Eu gemia baixo, apertando a bunda grande dela, quando ouvimos a porta do quarto abrir novamente.
Dessa vez foi Lucas quem saiu. Pelado, pau grosso ainda duro e brilhando, suado. Ele parou na porta da sala de TV, viu a gente e sorriu largo.
— E aí, Matheus? Tá gostando de ouvir sua namorada sendo arrombada? — perguntou ele, sem vergonha nenhuma.
Eu só consegui assentir, a voz presa na garganta. Júlia continuava rebolando devagar no meu pau.
Lucas riu e continuou:
— Ótimo. Vou pegar uns brinquedinhos pra gente usar nela. Algemas, venda, um plugzinho pro cuzinho… e aquele vibrador que vibra forte pra caralho. Quero ver ela gozar até chorar hoje.
Ele piscou pra gente e seguiu pro outro quarto onde estavam as malas. Voltou pouco depois com uma pequena bolsa preta na mão. Parou novamente na porta:
— Fica escutando tudo, irmão. Daqui a pouco eu deixo a porta entreaberta pra você ouvir melhor… ou quem sabe até assistir um pouco.
Lucas voltou pro quarto e fechou a porta. Segundos depois, os gemidos da Fernanda ficaram ainda mais altos. Dava pra ouvir claramente o barulho de tapa, o som molhado de metida forte e a voz dela implorando.
Júlia segurou meu rosto com as duas mãos, me olhando nos olhos enquanto cavalgava mais fundo:
— Ouviu isso? Eles vão usar tudo nela agora… e você vai ficar aqui, sentindo cada gemido, cada tapa, cada vez que ela gozar no pau dos seus amigos.
Ela mordeu meu lábio e acelerou o ritmo, a buceta apertando meu pau enquanto os sons do quarto enchiam a sala.
Os gemidos vindos do quarto ficaram ainda mais intensos. Dava pra ouvir claramente a voz da Fernanda, rouca e quebrada:
— Ai Lucas… mais forte… me fode assim… ahhh!
— Isso… fode minha boca direito Diego… gluck… gluck… gluck…
— Ruan… aperta meu pescoço… por favor… eu sou a puta de vocês…
Ela gemia alto, quase sem fôlego, a voz misturada com tapas fortes e o barulho molhado de carne contra carne.
De repente, ouvimos o clique da porta do quarto sendo destrancada. Depois… silêncio. Nenhum gemido. Nenhum barulho.
Júlia parou de rebolar no meu colo, meu pau enterrado bem fundo nela. Nós dois olhamos para o corredor.
Fernanda apareceu na porta da sala de TV.
Ela estava completamente destruída.
O cabelo cacheado estava um caos, grudado no suor do rosto e pescoço. O rosto vermelho, rímel borrado escorrendo, boca inchada e brilhando de baba e porra. Havia esperma seco e fresco no queixo, no peito, nos mamilos e escorrendo pela barriga. Os chupões roxos marcavam os seios e o pescoço. As coxas tremiam visivelmente, brilhando de suor e gozo que escorria pela parte interna das pernas. Ela mal conseguia ficar em pé direito, apoiando-se no batente da porta, respirando pesado.
Olhou pra mim com olhos vidrados de tesão e falou naquele tom fofinho, irônico e de criancinha que contrastava absurdamente com a imagem de puta destruída que ela estava:
— Amor… — disse ela, voz manhosa, quase fazendo biquinho, balançando o corpo de leve — …eu posso dar o meu cuzinho pra eles? Por favorzinho? Eu tô toda molhadinha e eles querem me arrombar todinha… eu prometo que vou gemer bem gostoso pra você ouvir…
Ela terminou a frase com um sorrisinho safado, mas mantendo aquela voz doce e infantil. Era surreal ver ela daquele jeito — toda gozada, marcada, pernas tremendo — falando como se estivesse pedindo um doce.
Eu engoli em seco, pau latejando forte dentro da Júlia.
— Pode, vida… pode dar tudo pra eles — respondi, voz rouca.
Fernanda abriu um sorriso enorme, infantil e feliz, como se eu tivesse dado permissão pra ela brincar no parquinho. Deu um pulinho leve, mesmo com as pernas fracas, e saiu saltitando pelo corredor de volta pro quarto, a bunda empinada balançando e mais porra escorrendo pela coxa.
— Obrigada, amor! Eu te amo! — gritou ela, toda contente, antes de sumir dentro do quarto novamente.
Júlia riu baixinho no meu ouvido e se levantou. Virou de costas pra mim, empinou aquela bunda enorme e grossa, apoiou as mãos no sofá e olhou pra trás:
— Agora é minha vez… quero sentir você no meu cu enquanto a gente escuta eles começando a arrombar o dela.
Eu não pensei duas vezes. Cuspi na mão, passei na cabeça do pau e na entradinha apertada dela. Segurei aquela bunda com as duas mãos e fui enfiando devagar. Júlia gemeu alto quando a cabeça passou, e eu continuei até enterrar tudo. Comecei a meter com ritmo, fundo e gostoso, o cuzinho dela apertando meu pau deliciosamente.
— Isso… me fode o cu, Matheus… — ela gemia, empinando mais.
Pouco tempo depois, com meu pau ainda socando devagar no cu dela, Júlia virou o rosto pra mim, olhos cheios de malícia:
— Vai… assiste um pouquinho de camarote lá...
Eu me levantei, pau latejando. Fui até o corredor e abri a porta do quarto devagar, deixando ela bem aberta.
A cena lá dentro era brutal.
Fernanda estava no centro da cama, completamente dominada e destruída. Tinha algemas prendendo os pulsos dela atrás das costas, uma venda preta nos olhos e uma coleira apertada no pescoço. Diego estava deitado debaixo dela, socando a buceta com força pra cima. Ruan estava atrás, enterrando o pau grosso no cuzinho dela sem misericórdia — um DP violento que fazia o corpo dela tremer sem parar. A cama inteira balançava forte.
Lucas estava na frente, segurando a coleira com uma mão e fodendo a boca dela com o pau, enfiando até o fundo da garganta. Babava escorria pelo queixo dela, lágrimas desciam por baixo da venda, e o corpo dela estava coberto de marcas vermelhas de tapas, chupões roxos e cordas apertando forte os peitos grandes.
Fernanda gemia desesperada, voz abafada pelo pau do Lucas:
— Mmmph! Mmmph! — gluck… gluck… gluck…
— Arromba meu cu… me quebra toda… eu sou só os três buracos de vocês… ahhh!
Os três metiam sem ritmo, sincronizados no DP selvagem, estapeando a bunda e os peitos dela enquanto Lucas puxava a coleira, controlando a profundidade na garganta.
Júlia veio atrás de mim, ajoelhou no chão do corredor, bem na frente da porta aberta, e engoliu meu pau de uma vez. Começou a chupar com fome, garganta apertando, babando bastante enquanto eu assistia tudo.
— Gluck… gluck… gluck… — o barulho molhado da boca dela se misturava aos sons pesados que vinham do quarto.
Eu segurei o cabelo liso da Júlia com uma mão e fodi sua boca com vontade, os olhos fixos na cena à minha frente. Fernanda estava sendo usada como um brinquedo completo — buceta, cu e boca sendo arrombados ao mesmo tempo pelos três, corpo sacudindo, gemidos engasgados saindo abafados.
Lucas olhou pra porta, viu a gente e sorriu com tesão, puxando a coleira com mais força:
— Olha só… seu namorado tá assistindo enquanto a gente te destrói, vadia.
Fernanda gemeu ainda mais alto ao ouvir isso, tremendo inteira entre os três paus.
Júlia tirou meu pau da boca por um segundo, olhou pra cima com olhos lacrimejantes e sussurrou:
— Eles tão acabando com ela… olha como tá sendo usada como puta de verdade.
Depois voltou a chupar com tudo, engolindo fundo enquanto eu continuava assistindo o DP pesado e sem limites que rolava no quarto.
Júlia chupava meu pau com fome, garganta apertando forte enquanto eu assistia tudo da porta aberta.
Dentro do quarto, os três não davam trégua. Eles fizeram um rodízio cruel nos buracos da Fernanda.
Lucas tirou o pau da boca dela e tomou o lugar de Ruan no cu, metendo fundo com estocadas brutas. Ruan foi pra frente e enfiou na buceta dela, enquanto Diego fodia a garganta sem parar. Fernanda só gemia engasgada, o corpo sacudindo entre os três, completamente cheia.
Depois de alguns minutos, Lucas deu a ordem:
— Chega. Quero uma outra posição.
Ele deitou de costas na cama, puxou Fernanda por cima dele e encaixou o pau no cuzinho dela. Depois, passou os braços por baixo das pernas dela, dobrando-as pra cima e pra trás, travando as mãos atrás da nuca dela. (Full Nelson é uma posição dominadora onde o cara de baixo segura as pernas da garota completamente dobradas pra cima, imobilizando ela totalmente, deixando a buceta e o cu totalmente expostos e sem qualquer controle.)
Naquela posição, Fernanda ficou completamente presa, bundinha empinada e aberta. Diego se aproximou e enfiou o pau na buceta dela, começando um DP ainda mais selvagem. Ruan ficou ao lado, batendo o pau no rosto dela e enfiando na boca quando queria.
— Aaaahhh! Tá me quebrando… os dois tão me arrombando ao mesmo tempo… eu não aguento… — Fernanda gritava, voz rouca e desesperada, o corpo tremendo sem parar, completamente imobilizada.
Os tapas ecoavam. Lucas metia o cu dela com força por baixo, Diego socava a buceta por cima, esticando os dois buracos ao limite. Fernanda babava, choramingava e gozava sem parar, o corpo convulsionando na posição.
Depois de longos minutos destruindo ela assim, os três tiraram os paus e jogaram ela na cama, ainda algemada e vendada.
— Hora de pintar essa puta — disse Lucas.
O bukakke foi intenso.
Diego foi o primeiro, gozando forte nos peitos e no rosto dela. Ruan veio em seguida, jorrando na boca aberta, no queixo e nos cabelos cacheados. Lucas masturbou rápido e soltou uma carga grossa por cima dos olhos vendados, escorrendo pela venda e bochechas.
Fernanda mal reagia mais. Estava destruída, respirando pesado, corpo mole e coberto de porra, apenas soltando gemidinhos fracos.
Júlia tirou meu pau da boca e sussurrou:
— Vai você agora… goza nela também. Marca sua namorada junto com eles.
Eu me aproximei da cama, segurei o pau e gozei forte por cima dela — no peito, na barriga e um jato bom no rosto já destruído. Fernanda nem se mexeu, apenas soltou um suspiro fraco.
Lucas pegou o celular rapidamente, sorrindo:
— Caralho… essa foto tem que ficar registrada.
Ele apontou a câmera pra Fernanda — algemada, vendada, corpo inteiro coberto de porra grossa, cabelo bagunçado, marcas de tapas e chupões por toda parte.
Júlia se levantou na hora e interferiu, colocando a mão na frente da câmera:
— Ei, pera aí! Você não vai tirar foto dela assim desse jeito não, né? Coitada…
Lucas parou, surpreso. Júlia continuou, com um sorrisinho safado:
— …a menos que vocês três usem essa foto como plano de fundo do celular durante a semana inteira. Aí sim pode tirar. Quero ver todo mundo com a cara da Fernanda gozada no celular.
Lucas riu alto, Diego e Ruan se entreolharam surpresos, mas claramente excitados com a ideia.
— Porra, você é tão doente quanto eles… — disse Lucas, já abrindo o sorriso. — Fechado.
Ele tirou várias fotos da Fernanda naquele estado deplorável, o flash iluminando o corpo coberto de esperma.