Nova fase: Larissa, a hotwife assumida

Um conto erótico de Larissa
Categoria: Heterossexual
Contém 1629 palavras
Data: 12/06/2026 16:06:23

Oi, gente… Meu nome é Larissa, sou casada com Roberto, e depois de tudo o que contei — as aventuras com aqueles negões dotados que me foderam até o limite, e especialmente a despedida de solteira da Daniela, onde eu virei a puta principal da noite junto com ela —, eu finalmente esculachei de vez. Chega de meia-boca. Eu sou uma puta casada, uma hotwife safada, viciada em rola preta grossa e no prazer de humilhar meu corno do marido. O Roberto agora vive pra filmar, incentivar e gozar vendo a esposa sendo destruída como a vadia que eu sou.

Tudo começou com as roupas. Eu virei cliente vip das lojas de putaria online e das boutiques ousadas. Chegava em casa com sacolas cheias e fazia desfile particular pro Roberto.

— Olha esse vestidinho, amor — falei, vestindo um micro vestido preto colado, decote em V até o umbigo, sem sutiã, a saia tão curta que minha bucetinha depilada quase aparecia se eu me inclinasse. — Tá vendo como meus peitos ficam quase pulando? E olha atrás… a bunda inteira quase de fora. Agora eu saio assim na rua. Todo mundo vai saber que eu sou uma puta casada.

Roberto já tava com o pau duro na mão, filmando.

— Caralho, Larissa… você tá uma vadia completa. Os caras vão te comer com os olhos. Eu amo isso.

— Claro que ama, seu corno — respondi rindo, rebolando devagar na frente dele. — Você adora ver sua esposa virando puta pública. Toca aqui… tá molhada só de imaginar os negões olhando pra mim.

Saímos pra jantar num restaurante movimentado. Eu de salto alto vermelho, pernas à mostra, bunda balançando a cada passo. Os homens viravam o pescoço, alguns até paravam de comer. Sentei com as pernas abertas de propósito pra um garçom negão alto que não tirava os olhos dos meus peitos.

— Tá gostando do que vê, negão? — perguntei baixinho quando ele trouxe o prato, mordendo o lábio. — Minha buceta tá piscando pra você…

Roberto ficou vermelho, mas com o pau latejando por baixo da mesa. Em casa ele me fodeu como louco, mas eu só gozei imaginando rolas maiores.

A grande virada foi a viagem pra São Paulo. Reservamos um fim de semana na capital e eu escolhi o Caesars Resort na Rua Augusta — um lugar famoso pela putaria, com clima escuro, luzes vermelhas, música alta e muita safadeza rolando. Perfeito.

Chegamos sexta à noite. Roberto pagou a entrada e sentou numa mesa de canto, como um cliente qualquer, câmera do celular discreta mas gravando tudo.

Eu vestia um vestidinho vermelho absurdamente curto, decote profundo, sem calcinha nenhuma, maquiagem de puta: batom vermelho vivo, sombra esfumada, cabelo solto e selvagem. Entrei rebolando devagar pelas mesas.

— Vem cá, gostosa. Quanto? — chamou um cara.

— Depende do que você aguenta, querido — respondi, sentando no colo dele por um minuto, roçando a buceta molhada na coxa dele.

Mas aí eles apareceram: Tiago e Jonas, dois negões de viagem, altos, musculosos, uns 30 e poucos anos, com aquele porte que já mostrava o tamanho da mercadoria na calça. Tiago pele bem escura, sorriso predador. Jonas mulato claro, braços tatuados e olhar faminto.

— Vem pra cá, princesinha. Quer companhia pra noite toda? Motel aqui perto, a gente paga bem — disse Tiago, puxando uma cadeira pra mim.

Sentei entre os dois, uma mão na coxa grossa de cada um.

— Vocês nem precisam pagar, meus amores — falei baixinho, apertando os volumes deles por cima da calça. — Eu sou casada. Olha ali meu marido, o Roberto. Ele tá filmando tudo. Ele é corno, adora ver a esposa sendo puta de negão. Topam? Ele vai junto pro motel, filma e curte olhando.

Os dois explodiram numa gargalhada alta.

— Porra! Que corno foda! — riu Jonas. — Então você é uma vagabunda casada assumida, vadia?

— Sou sim — respondi orgulhosa, apertando mais os paus deles. — Depois da despedida de solteira da minha amiga, eu assumi de vez. Sou viciada em rola preta. Quero vocês dois me arrombando enquanto meu marido filma. Vão me humilhar bastante? Quero ouvir tudo.

— Ah, vamos sim, puta casada — rosnou Tiago, enfiando a mão por baixo do vestido e enfiando dois dedos grossos na minha buceta encharcada. — Olha como tá molhada essa bucetinha de casada… seu marido deve ter um pintinho que não te satisfaz, né?

— É pequeno demais… — gemi, rebolando contra os dedos dele. — Por isso eu preciso de negão grandão como vocês pra me encher direito.

Saímos os quatro do clube e entramos no carro do Roberto — ele dirigindo como se fosse nosso Uber particular, enquanto Tiago e Jonas sentaram no banco de trás comigo no meio. Assim que as portas fecharam e o carro começou a andar, a putaria explodiu.

Tiago puxou meu vestido pra cima até a cintura e enfiou três dedos grossos na minha buceta, metendo rápido e fundo. Jonas, do outro lado, tirou meus peitos pra fora do decote e começou a chupar e morder meus mamilos com força.

— Porra, que vadia molhada! Tá escorrendo no banco do carro do seu corno, biscate — riu Tiago, tirando os dedos melados e enfiando na minha boca. — Chupa seu próprio mel, puta casada. Mostra pro motorista como você é safada.

Eu chupei gulosa, gemendo alto enquanto rebolava no banco:

— Mmm… tá gostoso… me deda mais fundo, negão! Roberto, tá ouvindo? Olha pelo retrovisor… sua esposa tá sendo dedada por dois negões no banco de trás do seu carro!

Roberto dirigia com as mãos tremendo no volante, pau duro apertando a calça, tentando olhar pelo espelho.

— Caralho, Larissa… você tá uma puta completa… — murmurou ele, voz rouca.

Jonas riu, apertando meu mamilo com força enquanto enfiava a mão por trás e brincava com meu cu:

— Seu marido tá dirigindo enquanto a gente mexe na mercadoria dele. Diz pra ele que essa buceta e esse cu já não são mais dele, vadia.

— Roberto… amor… minha buceta e meu cuzinho agora são dos negões! Eles tão me abrindo com os dedos… eu tô pingando no seu banco! — gritei, rebolando desesperada.

Tiago abriu a calça, tirou o pauzão semi-duro e bateu na minha cara:

— Mama um pouco, quenga. Só pra aquecer enquanto seu corno dirige.

Eu me inclinei e engoli metade do pau dele, babando, fazendo barulho obsceno de gluck-gluck. Jonas enfiou dois dedos no meu cu ao mesmo tempo, dedando os dois buracos enquanto eu chupava.

— Olha essa boca de puta… engole mais fundo! Seu corno vai entregar a esposa fresquinha pro motel — provocava Tiago, segurando minha cabeça e metendo mais fundo na garganta.

Eu estava um caos total: vestido embolado na cintura, peitos pra fora, baba escorrendo no queixo e nos peitos, buceta e cu sendo arrombados pelos dedos grossos. Gozei forte uma vez só com a dedada deles, tremendo as pernas e gritando abafado pelo pau na boca:

— Aaaaiiihh… gozei… que delícia… obrigada, negões… Roberto, você tá vendo como eu gozo fácil com eles?

Chegamos no motel temático ali perto — suíte com espelhos nas paredes e teto, cama redonda enorme, luzes coloridas, hidromassagem. Assim que a porta fechou, eles me prensaram.

— Tira essa roupa, vadia — ordenou Jonas, puxando o vestido pra cima e deixando ele no chão. Fiquei só de salto.

Tiago agarrou meus cabelos e enfiou a língua na minha boca, enquanto Jonas chupava meus peitos com força, mordendo os bicos.

— Olha esses peitos de puta… tão durinhos. Roberto, filma direito, seu corno! — gritou Tiago.

Roberto sentou na poltrona, pau pra fora, gravando close.

— Isso, amor… filma sua esposa virando puta de motel — falei, olhando pra câmera. — Mostra como eu engulo rola preta enquanto você bate punhetinha.

Tiago tirou o pauzão — 24cm, grosso, veioso, cabeça roxa brilhando — e bateu na minha cara.

— Chupa, safada. Mostra pro seu corno como você mama gostoso.

Eu caí de joelhos, babando. Engoli metade, engasgando, olhos lacrimejando.

— Gluck… gluck… tá tão grande… muito maior que o do Roberto… eu amo rola preta! — gemia entre chupadas.

Jonas se ajoelhou atrás, enfiou a língua na minha buceta e depois meteu o pauzão de uma vez.

— Aaaaiiihh! Que rola grossa! Tá abrindo minha bucetinha de casada! — gritei.

— Toma, vadia! Essa buceta agora é nossa — rosnou Jonas, metendo forte, tapa na bunda. — Roberto, olha como sua mulher tá sendo destruída. Ela nasceu pra isso!

Eles me foderam de quatro por um tempo, trocando de buraco. Depois me colocaram de lado: Tiago na buceta, Jonas no cu.

— Devagar no cu… aaaahhh… tá rasgando meu cuzinho… mas não para! — implorei, empurrando pra trás.

— Cala a boca e toma as duas rolas, puta — disse Tiago, apertando meu pescoço levemente. — Seu marido tá ali babando, vendo a esposa ser duplamente arrombada por negão. Diz pra ele como é bom.

— Roberto… amor… é muito melhor que você… eles me enchem toda… eu sou uma puta barata agora… me humilha mais, negão! — gemia alto.

Eles me viraram de cavalo, eu cavalgando Tiago enquanto chupava Jonas. Diálogos não paravam:

— Isso, rebola nessa rola preta, branquinha de corno manso! — ordenava Jonas.

— Olha pro seu corno e diz que você prefere rola preta pra sempre! — mandou Tiago.

— Eu prefiro rola preta pra sempre! Seu pintinho nunca mais vai me satisfazer, Roberto! — gritei, gozando forte, squirting na barriga de Tiago.

Dupla penetração na buceta depois, esticando ao limite. Eu tremia, suada, maquiagem borrada, corpo cheio de marcas vermelhas.

— Enche minha buceta de porra preta! Quero vazar pra meu marido limpar depois! — implorava.

Tiago gozou primeiro, jatos grossos quentes enchendo meu útero. Jonas logo depois no cu, transbordando.

Quando tiraram, eu abri as pernas pra câmera:

— Olha, Roberto… seus buracos de puta cheios de porra preta. Lambê agora, corno.

Roberto se aproximou, filmando close enquanto lambia tudo. Depois me fodeu na cama melada, enquanto eu contava cada detalhe humilhante.

Essa é a nova Larissa. Sem limites, cada vez mais puta da negada, cada vez mais viciada. E o Roberto? Cada vez mais corno feliz.

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