Se a vida viesse acompanhada de um trailer, daqueles que revelam os melhores — ou piores — momentos do mês, talvez evitássemos algumas gafes memoráveis. Não passaríamos por certos constrangimentos, nem protagonizaríamos cenas capazes de nos fazer querer desaparecer por alguns minutos.
É verdade que muitas dessas situações rendem histórias engraçadas e inesquecíveis. Ainda assim, evitá-las parece, à primeira vista, a melhor escolha.
Digo "à primeira vista" porque o relato que vou compartilhar aconteceu justamente por causa de uma dessas situações embaraçosas que, com o tempo, acabam se transformando nas histórias favoritas do casal.
O relato cômico que ocorreu conosco, meu maridão e eu, no carnaval deste ano, em pleno estacionamento de um hiper mercado, lotado, e posso garantir que a vergonha só não foi pior pq eu sou prevenida e metódica.
Casada com Marcos, meu homem é um macho viril, quase dois anos de vida matrimonial, ainda estamos em plena lua de mel, o fogo do meu rabo não passa, confesso que eu sou mais foguenta que ele, digamos que seja saciado, mas retorna com mais força, e é aí que eu admiro meu macho, está sempre pronto pra me atender, seja na chupada divina que ele faz, seja me maltratando com seu cacetete viril preto, grosso, robusto, a paixão entre nós nunca encontrou repouso. Somos intensos, provocativos e completamente apaixonados.
Naquela noite, enquanto o esperava sair do banho, percebi que bastaria uma pequena provocação para transformar uma cena comum em mais um capítulo inesquecível da nossa história.
Eu estava só de calcinha na cama mexendo no celular, já tinha passado perfume, espelhei o creme pelas curvas do meu corpinho e a depilação estava em dia, e eu olhando fotos de homens pelados, quer deixar o negão enfurecido ?
É ver fotos de outro homem nu, o Marquinhos fica louco de ciúme, e quando ele viu, deixei que visse o que eu assistia de forma proposital, ele começou a perguntar pq eu estava olhando aquilo, indagou se a piroca dele não me saciava, se ele não resolvia meus desejos, eu ouvindo aquilo , querendo ri, dobrei a aposta dizendo que as vezes ele era fraco, e passei a tela do celular pra ver a próxima imagem, nessa hora ele arrancou o telefone da minha mão, jogou sobre a cama, e me puxou pelo cabelo, talvez pra vc que está lendo seja agressivo, mas eu amo essa coisa de ser dominada, eu sou uma mulher pequena, franzina, ruiva e delicada.
Como dizia me excita ser tratada desta forma, era a primeira vez que eu fiz isso, já sabia que ele não gostava pq ele já tinha comentado, e aproveitei a situação para trazer algo novo para nossa alcova.
Ele me pegou pelo pescoço, com os olhos vidrados em mim, gritando que não gostou do que viu, a saliva batia na minha cara a cada esbravejo, eu bem plena, passando a mão no seu corpo, as palavras entrando pelo meu ouvido, trazendo uma sensação indescritível, meu corpo todo arrepiado, meus mamilos estavam enrijecidos, ele tão cego não percebia, minha bucetinha rosada, pequena e apertada já estava molhadinha, imagino meu olhar de pedinte que eu fazia, ele me xingando, a ficha dele não tinha caído que era compulsório a provocação, eu continuava alisando e beliscando seu mamilo, até que em me soltou, eu soltei a calcinha, era de lacinho na lateral, na cor vermelha com a mensagem " chupar antes de comer", e fui atrás dele, já na sala de casa, peguei a sua mão e coloquei na minha ppkinha mostrando como estava.
Acredito que nesse momento a ficha caiu, o beijei bem gostoso, masturbando sua piroca que crescia na minha mão, falando no ouvido dele que só quero ele, e roçando meus seios no seu corpo, só a rola dele me interessa, e chupando seu mamilo enquanto olhava para suas expressões, e a minha mão só no vai e vem segurando seu mastro, perguntei se ainda estava chatiadinho ou se o cuzinho apagaria toda tristeza que lhe tinha causado.
Impressionante como consigo inicitá-lo, o meu negão me pegou pelas pernas, já no seu colo fui carregada até a cozinha, já na mesa que almoçamos, de perna aberta, toda arreganhada, me masturbando, perguntava se ele estava com fome, se tinha trazido o hashi pra comer o sashimi, enquanto ele puxava a cadeira pra se sentar, eu apertava meus seios e continuava me masturbando, nesse momento com voracidade ele chupou minha bucetinha que a essa altura estava babada, chupou deliciosamente meu cu, eu ja com os cotovelos apoiados na mesa, bem aberta, de olhos fechados, levei um susto quando ele bateu na minha cara, só deu tempo de dizer que gostava de apanhar, fui puxada e fiquei em pé e debruçada na mesa e o meu negão comeu meu cuzinho como sugerido.
A penetração foi perfeita, agressiva, sem carinho e com a minha ajuda, já que fiquei bem empinadinha e paradinha, ah ia esquecendo, eu abri minha bunda pra facilitar.
Claro que a provocação continuava, eu dizendo que ele deveria provar que eu estava errada em ter olhado a jeba de ouro macho, e com o dedo na boca, olhando por cima do ombro, falava que ele ainda não tinha me convencido, ele gritando pra não repetir, me chamando de piranha, eu pedindo pra ele provar que era melhor, e o movimento da sua piroca destruindo meu botaozinho rosa mostrava o tamanho da sua ira, eu amando aquilo, e expressando através dos gemidos, pedindo tapas na bunda com força, queria ficar marcada, ele batendo, passei a implorar por soco na costela, ele deu, nesse momento disse que era bater como homem, levei três socos bem dados na lateral direita, que não deu pra segurar e gozei, não tente entender, mas eu gozei de molhar o chão, o squirt saindo, eu gemendo, me contorcendo, me tremendo toda, não conseguia me controlar, os olhos virados, ele disse depois que nunca tinha me visto daquele jeito, obviamente ele também gozou deixando meu anel todo cheio de porra, era tanto esperma que descia pelas minhas pernas conforme eu caminhava até o nosso banheiro.
Fudemos de novo na cama, eu montada no meu cavalo, cavalguei muito, gozei mais e naturalmente peguei no sono depois dessa loucura toda.
No outro dia, bem cedo acordei com a minha mãe me ligando desesperada, ligando pro Marcos, achei que tinha acontecido algo, mas a coroa queria ir ao mercado, minha genitora é muito acelerada.
Assim que chegamos no mercado, a bonita entrou para as aquisições, eu fiquei no carro com meu marido, ajeitando meu cabelo por conta do vento que tinha bagunçado, e aproveitei pra perguntar o que ele achou do nosso sexo, eu estava de vestido sem calcinha e sem sutiã, o vestido marcava meu piercing que coloquei nos mamilos, outra confusão que passei quando coloquei, em outro momento eu conto.
Marcos ficou chateado mesmo, falou grosso novamente, usei o momento pra extrair mais safadeza, e com a mão sobre o seu short, pedi pra ele explicar pq estava tão nervoso, já que não havia razão de tanto histerismo, mais uma vez confessei que só ele era meu homem, que só ele saciava meu desejo, que as fotos não tinha poder de me fazer gozar, já que dependeria de uma masturbação, e ele fazia eu gozar gostoso, mas o Marquito dizendo que não gostava de saber da mulher dele vendo outros homens, e a cada reclamação, minha mão apalpava seu membro, e a rola foi crescendo, foi ficando grossa, eu coloquei pro lado, já fora do short, aquela cabeça grossa, rola preta estava brilhando, cheguei a salivar e não iria perder a oportunidade nunca se chupar aquele pau e cair de boca.
A voz grossa foi dando lugar a uma voz mais branda, meu maridinho já estava me chamando de boqueteira, piranha e vagabunda, empurrando minha cabeça de contra a sua piroca, eu tentando acoplar aquilo tudo na minha boca, a cada empurrada a sua piroca ia na minha garganta e voltava, as lágrimas eram reais nos meus olhos já vermelhos, e aí aconteceu algo inusitado.
Ele gozou na minha garganta, eu não consegui controlar o jato que foi forte e vomitei todo café da manhã no seu colo, no carro, caralho, que cena deprimente, somado a preocupação da minha mãe voltar e ver aquela cena, peguei minha bolsa, ando sempre com papel higiênico, limpei o carro, dei papel pra ele se limpar, na mala tinha o short que ele usa pra jogar bola nos finais de semana, coloquei os papéis sujos na lixeira espalhada pelo estacionamento e aproveitei para ajudar a mamãe que voltava com as compras.
Marcos já tinha deixado tudo limpo, jogou um odorizador de ambiente, e mamis não percebeu nada.
No almoço em sua casa, marido elogiou o papa, e acrescentou que a sogra sabia fazer só coisa boa, eu agradeci, e ele me chamou de presunçosa, pelo celular, deixei a mensagem no whatsapp dizendo que a noite lembraria da presunção quando ele quisesse me comer.
Mamãe perguntou pq eu estava com hematomas na lateral direita, já que nesse momento estava de biquíni curtindo a piscina, pedi pro Marcos explicar, o cara só sabia gaguejar, coitado foi pego de supetão.
Ajudei o gago respondendo que gostava de levar uns tapas na hora do sexo, Dona Gisele ficou apavorada.
Em casa rimos muito do nosso dia, das loucuras que passamos e da confissão pra minha mãe, e foi o gatilho pra mais sexo selvagem naquela noite, isso tudo se deu sem precisar de ver fotos de outras pessoas, mas as provocações verbais não findaram, disse que tinha visto um homem lindo no mercado qdo fui desprezar os papéis no lixo, fui soltando e conquistando a raiva que ajuda ter um sexo perfeito.
Só imagino quando ele souber que quero ir a casa de swing.
É isso, vive sua fantasia com seu parceiro (a).
Bjs até a próxima
