Fazia de td para não olhar na direção dela naquela palestra sobre Beleza e Estética de Dentro Para Fora, mas o instinto de apreciação da beleza feminina teimava em me trair, e mesmo não querendo, qdo percebia, já a estava admirando junto com a sua irmã.
A razão de tentar não continuar olhando para Adenice era a necessidade de me concentrar fugindo de qualquer divagação mental sobre o tema q palestrava, para o qual me preparara mito bem mas ainda estava no seu início, qdo notei o magnetismo intenso q aquela loiraça me causava.
O surpreendente desta situação é q sendo loiro de olhos azuis, nunca senti atração por nenhuma loira, preferindo sempre as morenas desde as claras até as de tonalidade jambo, ou até mesmo as mulheres negras com quem tive alguns pegas.
Lembro muito bem de q a sua irmã Flora era uma morena comum, mas ela, porém, podia ser definida como dessas loiras impossíveis de não ser notadas, do tipo q ao chegar em qualquer lugar, não sobra nenhum resquício de atenção para mais ninguém.
Alta para a média brasileira nos seus 1,70 m, Adenice era detentora nos seus quarenta e cinco anos, de lábios grossos desses q pedem a toda hora um beijo, possuía seios médios bem firmes e destacados, era dona de cinturinha dessas raríssimas q destacavam a sua bunda solenemente arrebitada num quadril largo, e suas coxas, bem, as suas coxas super torneadas eram tão sensuais, q se tornavam um capítulo à parte qdo usava saias ou vestidos mais curtos, de modo q andar com ela se tornava mais complicado pelas buzinas q tocavam, e pelos olhares masculinos q provocava.
Já qto à minha descrição, sou um coroa desses grisalhos bem conservados, com 1,75 m, esbelto, empresário e professor universitário, loiro de olhos azuis q atraem as pretendentes naturais da mesma faixa etária, mas tb costumo chamar a atenção das gatinhas q preferem a experiência insubstituível na cama.
A duras penas consegui palestrar com a qualidade mínima esperada por mim mesmo, e ao me despedir de Adenice na saída e ser agraciado com um elogio q me pareceu sincero, achei oportuno pedir o seu telefone alegando continuar a conversa sobre o tema, pois coincidiu do assunto ser do seu interesse pq evitava cosméticos a fim de não ter reações alérgicas.
Logo no dia seguinte convidei Adenice por telefone para um encontro no bairro tradicional de Vila Isabel do Rio de Janeiro, e fiquei extremamente feliz qdo aceitou a minha proposta.
Qdo a vi mais uma vez toda maravilhosa num vestido justo e bem decotado q terminava no meio das suas coxas torneadas, tanto não consegui esconder a noção de q ela me atraía extremamente, q fiquei meio pasmado e paradão sem constrangimento algum a observando por alguns segundos, antes de nos abraçarmos carinhosamente, e trocarmos os tradicionais beijinhos no rosto.
A conversa fluiu tão bem entre nós naquela lanchonete especializada em sorvetes, sucos e açaí, q troquei de lugar deixando de ficar de frente para ela, para estar bem ao seu lado.
Pq estávamos num canto em q a visibilidade dos outros permitia mais intimidade, a maior proximidade facilitou colocar a mão q não tirei mais das suas macias e belíssimas coxas quase q inteiramente à mostra, passando a perceber um calor maior ao aproximar da calcinha, enqto ela tb passou a massagear deliciosamente o meu pau, por cima da calça.
Não costumo curtir situações arriscadas, mas aqueles momentos nos quais era muito bem correspondido, ficaram guardados em minha memória como dos mais prazerosos q vivi, num momento especial de conquista da mulher pretendida.
Tão entusiasmados ficamos um com o outro ao perceber a sua colaboração total, q minhas mãos não perdoaram nem mesmo os seus seios firmes e sem sutiã, com os bicos espetando o tecido fino, e quase transparente da blusa.
Ali mesmo demos nosso primeiro beijo sentindo o gosto e a química pedirem muitos mais, os quais foram atendidos tão de modo emergencial e intenso, q transpareciam um querer engolir o outro.
Assim, já excitadíssimos, a solução foi sairmos abraçados procurando com o carro um motel meu conhecido na Avenida Brasil, pois ambos estávamos na seca fazia algumas semanas.
Td melhorou ainda mais qdo Adenice comentou me prevenindo, q apesar de buscar ajuda médica jamais havia gozado como seria natural apenas pela bocetinha, e q conseguiria gozar somente se comesse o seu cuzinho, e ela ao mesmo tempo massageasse bastante o clitóris.
E por isso, Adenice contou q a sua realização máxima acabava sendo fazer o parceiro gozar mais vezes, sabendo já, q diferente da mulher, nós homens temos limites maiores para isso.
Ela ainda me perguntou se gostava de comer cuzinho, acrescentando face à minha surpresa com a pergunta pq costuma ser uma espécie de tara masculina, q embora praticamente todos gostem e até prefiram, havia encontrado um q se recusou escolhendo não sair com ela, apesar da beleza destacada da sua bunda e de todos os demais atrativos do seu belo corpo.
A pressa e o tesão decorrentes de Adenice ficar massageando meu pau em todo o trajeto se tornaram tamanhos, q ao entrar no apartamento do motel nem fizemos as costumeiras preliminares, com os tradicionais beijos, e o sexo oral.
Pq Adenice imediatamente já ficou de quatro com a sua bunda maravilhosa toda exposta na beirada da cama, pedindo desesperadamente me come, me come, me come, atende-la se tornou mais do q prioritário e obrigatório, até mesmo para demorar caprichando mais depois, nas etapas seguintes da transa.
Apesar de ser experiente e haver transado com muitas mulheres, não lembro de nenhuma vez na qual td foi tão rápido e tão intenso, como aconteceu com Adenice.
Mas tenho q admitir a ocorrência de uma situação muito difícil de repetir com outra mulher, pois da minha parte demoro muito pra gozar, e o fato dela não ter orgasmos de jeito nenhum apenas pela penetração da bocetinha, fazia q a transa terminasse somente qdo eu ejaculasse.
Ou então, na outra hipótese, qdo a sua bocetinha começasse a arder pelo excesso de metidas, como aconteceu já no final desta nossa primeira vez.
Mas foi maravilhoso comer o seu cuzinho sabendo q apreciava ser penetrada no rabo, e por isso colaborava sugerindo a provisão do lubrificante, e além da criatividade na variação das posições, q eram muito diferentes e gostosas para ambos.
Havia ainda mais tesão e aumento no erotismo com o ruído decorrente dos choques altamente estridentes da sua bunda com o meu quadril, na sua colaboração de empurrar a bunda com maior vigor na direção do pau, e a preocupação com a sua abertura das nádegas pelas mãos, para penetrar mais no seu rabo.
Saímos já bem de noite do motel, acabados pelo esforço feito para gozarmos, e tb ardidos, ela na bocetinha e no cuzinho, e eu, com o pau esfolado e estando muito sensível na cueca, precisando q o ajeitasse de modo a não ter atritos com o tecido.
Em nosso retorno chamou a minha atenção q apesar da minha insistência em deixar Adenice em casa, ela preferiu ficar em um ponto de ônibus e depois soube ser o seu motivo para não leva-la na sua residência, morar numa comunidade perigosa para visitantes.
Apesar desses contratempos nosso relacionamento ficou ainda mais íntimo e intenso nos próximos dias, pq Adenice demonstrou possuir muito apetite sexual ao ajeitar no seu trabalho numa escola estadual, a possibilidade de ir no meu escritório para transar todos os dias na parte da manhã.
Entretanto, apesar dessa rotina sexual q considerava intensa, Adenice demonstrou a vontade de passar dias inteiros metendo, transando, focando, e se dedicando mais à obsessão de gozar, especialmente depois q tiramos uma semana de férias, e fizemos uma viagem para o Sul de Minas Gerais.
Foi um período maravilhoso durante o qual nem colocávamos roupas a fim de facilitar transar, e nem saíamos à rua pois recebíamos no apartamento do hotel as refeições solicitadas, tendo toalhas cobrindo parcialmente o corpo.
Lembro com saudades daqueles dias em q transamos tanto, q o exercício regular e intensivo do pau aumentou o seu tamanho gerando um orgulho viril em mim e ainda mais satisfação na parceira, chegando ao ponto de Adenice afirmar maliciosamente quase em toda transa q o fizera crescer ainda mais, atribuindo a si mesma um poder especial nessa realização verdadeira, q tb me agradou.
Não q as dimensões do meu pau fossem pequenas, insuficientes, preocupantes, nada disso, muito pelo contrário, pois sempre foram bem satisfatórias tanto para mim, qto elogiadas pelas parceiras.
Aliás, foi tão perceptível esse crescimento do pau através do seu uso bastante aumentado e de forma concentrada, q nas transas nas quais comia a bocetinha de Adenice na posição em q ficava de quatro, passei a precisar cuidar q as penetrações fossem menos profundas para não machucar o seu útero.
Entretanto, todos sabemos q por mais realizadora e satisfatória q seja essa rotina sexual, é muito difícil ser mantida por longo tempo tal conduta focada no sexo, pq há muitas outras áreas q precisam ser bem atendidas.
Pq se as coisas não funcionarem exatamente assim, pouco a pouco as obrigações desatendidas passam a cobrar a sua execução, sob pena de haver contratempos até mesmo financeiros.
Daí, por isso, chegou o dia no qual tivemos q fazer a nossa temida e sempre adiada DR, a famosa discussão da relação, necessária, e até imprescindível, para todo casal.
Reconheço não haver sido das piores conversas, mas confesso q preferia não a ter enfrentado, pq sendo funcionária pública e tendo salários garantidos, Adenice parecia não entender q em função de ser o proprietário de um negócio, nossas manhãs não podiam continuar a ser dedicadas direta ou indiretamente para transar.
A solução q encontramos foi passar a morar juntos a fim de liberar nossas manhãs, pois onde residia era muito distante para Adenice se deslocar da sua casa, e depois ir trabalhar.
Porém, nessa discussão da relação surgiu tb a lembrança feita por Adenice de q enfrentara algo com alguma semelhança em um relacionamento anterior, havendo comentado tb com expressão de tesão suspeito q o sujeito era muito bom de cama, e q fora ele quem a havia viciado em dar o cuzinho, ao descobrir q dessa forma a minha garota podia e conseguia gozar.
Embora aparentemente não tenha dado nenhuma importância àquela informação transmitida junto com várias outras, sabia q a partir daquele instante havia algo novo introduzido entre nós consciente ou inconscientemente, q precisava resolver pq não era obra do acaso como alguém menos experiente poderia supor.
Então, depois de amadurecer bastante a ideia comigo mesmo, convoquei solenemente uma nova discussão da relação com Adenice, na qual a surpreendi ao tratar clara e abertamente sobre o seu relacionamento anterior q fora tão importante para ela, pois nele, simplesmente, havia descoberto o prazer de ter orgasmos negados por seu corpo até então.
Posso adiantar haver sido uma das conversas mais produtivas e satisfatórias entre eu e uma parceira, incluindo todas desde aquelas nas quais havia comprometimento sério, e tb nos relacionamentos mais simples qdo era somente um pau amigo.
Continua...