01 – Protegendo minha filha com “Transtorno de Submissão Excessiva” – Obrigado a ser dominador para a proteger

Um conto erótico de Pai Protetor
Categoria: Heterossexual
Contém 6823 palavras
Data: 02/06/2026 08:59:34

Antes que digam que inventei o Transtorno de minha filha que dá origem a essa história, reproduzo a pesquisa do Google sobre o assunto e caso ainda duvidem, uma pesquisa lá vai tirar essas dúvidas.

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“Transtorno de Submissão excessiva, também chamado Transtorno de Personalidade Dependente

Uma vez que a pessoa com transtorno de personalidade dependente teme perder apoio ou aprovação, ela tem dificuldade em expressar desacordo com os outros. Ela pode concordar com algo que sabe ser errado, em vez de correr o risco de perder a ajuda dos outros. Mesmo em situações em que a raiva seria adequada, ela não fica irritada com amigos e colegas de escola ou trabalho por medo de perder seu apoio.

A pessoa com transtorno de personalidade dependente faz de tudo para obter cuidado e apoio. Por exemplo, ela pode realizar tarefas desagradáveis, submeter-se a exigências descabidas e até TOLERAR ABUSO FÍSICO, SEXUAL OU EMOCIONAL. Ficar só, faz com que a pessoa se sinta extremamente desconfortável ou com medo, porque ela teme que não conseguirá cuidar de si mesma.”

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De início a minha é uma história bem comum onde dois jovens adolescentes com uma paixão juvenil e hormônios borbulhando no corpo termina com a garota grávida, porém desse ponto em diante não é nada comum pois uma tragédia e a ignorância humana me tornou um pai solteiro.

Vou contar rápido esses momentos pois a história é sobre minha filha e não a história triste de seu nascimento.

Sua muito jovem mãe Jessica teve uma gravidez difícil e com as complicações do parto não resistiu e nos deixou. Se quando começamos o namorinho seus pais aprovaram, o que vim a descobrir depois foi terem aceito porque minha família tinha posses. Quando a filha faleceu culparam a mim e a bebê por sua morte dando início ao ódio por nós dois.

Quando foi para decidir a guarda de nossa filha foi que vi a má intenção diante da aprovação anterior de nosso namoro. Mesmo odiando a bebê e dizendo que se ficassem com a guarda a dariam para adoção, só aceitaram que a guarda fosse minha diante de uma compensação em dinheiro.

Meus pais aceitaram a proposta, mas com a condição de que eles nunca mais se aproximassem da neta, o que foi uma última tentativa de que a consciência deles aflorasse e desistissem de a vender, o que foi realmente o que aconteceu, uma venda da metade que lhes cabia.

Mesmo assim não se abalaram e depois de alguns dias abriram mão dos possíveis direitos que teriam a troco de dinheiro e minha filhinha veio morar conosco, o que só foi possível porque minha mãe assumiu a criação da neta. Como esperamos o desfecho da decisão de seus avós, só a registrei quando tinha 1 mês de vida e dei o nome que Jessica tinha escolhido se fosse menina e eu tinha concordado - Amanda.

As posses de meus pais e de meus avós eram grandes fazendas de laranjas no interior de São Paulo e porque gostava de estar com eles desde pequeno durante suas visitas e tinha tudo a ver com um patrimônio que seria meu, decidi que faria Agronomia.

Apesar de sermos fazendeiros morávamos na cidade grande da região e Amanda foi crescendo como uma menina normal e amada por mim e meus pais sendo o xodó da casa. Ela era uma menina meiga e pacata e não só nós, mas todos os parentes próximos a adoravam.

Por ser muito jovem, quando eu não estava no colégio cuidava dela ajudando minha mãe, senão como um pai ainda com autoridade, como se fosse um irmão mais velho que amava a irmãzinha. Quem não nos conhecia sempre pensava que éramos irmãos quando estávamos sozinhos e na companhia de meus pais tinham a certeza, mas se enganavam.

Apesar de nossa diferença de idade ser de só quinze anos, desde o dia que a vi na maternidade em meio a tragédia da morte de sua mãe já a amei mais do que tudo e decidi que seria o melhor pai do mundo. Naquele momento me tornei um adulto responsável, mesmo adolescente.

Amanda foi crescendo e por eu estar entre adolescentes era obrigado a ter uma atitude combativa para não sofrer as costumeiras intimidações juvenis no colégio, então algo nela achei estranho. O que os outros achavam ser uma qualidade muito boa por ser pacata e obediente, comecei a ver como um problema. Sendo tão dócil, como se defenderia na escola e depois na vida, eu pensava.

Minha mãe que cuidava dela, claro que gostava dessas características da neta porque Amanda era um criança muito fácil de se cuidar muito diferente de mim, um menino que tinha sido muito ativo, curioso e não raro desobediente.

Quando Amanda começou a frequentar a escola de base eu já estava com 20 anos e na faculdade e apesar da pouca idade, lia muito sobre filhos para ser um bom pai e querendo ser um decidi com minha mãe que assumiria a responsabilidade por Amanda na escola e seria eu quem participaria de reuniões e eventos.

A paternidade precoce e a faculdade tinham me deixado um jovem muito mais maduro do que os de minha idade. Era avesso as festas universitárias e preferia muito mais passar o tempo com minha filha e mesmo nas conversas com amigos era sempre deslocado porque minhas preocupações eram outras.

Fazendo a faculdade na mesma cidade com horários flexíveis e apenas ajudando meu pai e meu avô nas fazendas sem um compromisso fixo tinha tempo para me dedicar a minha filha e adorava ser pai, o que me afastou do interesse das garotas por mim e meu por elas, além do trauma de me sentir responsável pela morte de Jessica.

Conforme o ano foi passando, antes do final do primeiro semestre fui chamado à escola para conversar com a coordenadora e mesmo minha mãe se oferecendo para ir junto, decidi fazer aquilo sozinho. Fui ansioso porque não era uma reunião agendada com todos os pais como as vezes acontecia, mas só comigo. Sentado em frente a ela em sua escrivaninha, começou a me explicar o motivo pelo qual eu estava lá e minhas preocupações se tornaram realidade.

– É até estranho ter te chamado para essa reunião pois nunca aconteceu nada igual antes e é pelo motivo inverso pelo qual chamo quase todos os pais para reuniões.

Olhava para ela achando que pelo menos não iria falar mal de Amanda.

– Normalmente chamo os pais aqui para dizer que os filhos estão briguentos, agressivos, morderam ou bateram no coleguinha e que não respeitam e obedecem a professora, atitudes comuns nessa idade. O caso da Amanda nos surpreende muito porque nunca tivemos uma criança como ela. Além de ser pacata e não usar de nenhuma violência, se deixa ser agredida sem reagir, mas o que é muito pior é que ela atende, ou melhor obedece a qualquer coisa que seus coleguinhas a mandam fazer sem contestar. Qualquer coisa, e isso é muito perigoso para ela.

Meu jovem coração de pai estava partido de tristeza por ver que aquilo que percebia antes e imaginava que poderia mudar com o tempo era um grande problema para minha filhinha amada. Tão inexperiente e sabendo que meus pais bitolados em sua vida comum não conseguiriam ajudar, pedi ajuda àquela senhora experiente com crianças.

– Eu já tinha percebido isso, mas todos que a conhecem dizem ser uma qualidade ser uma filha assim obediente, então esperei para ver se ela mudava. Sempre fui de enfrentar os colegas e adultos e esperava que ela fosse assim para não se passar por boba e agora sinceramente não sei o que fazer. A senhora tem alguma ideia?

– Ser pacata e ouvir e pensar antes de reagir é uma qualidade, mas nesse ponto demasiado da Amanda, ela terá muitos problemas nesse mundo que vivemos. Não sou psicóloga, mas pedagoga e acho que você em algum momento mais a frente deveria a levar a uma psicóloga, que talvez possa ajuda-la.

– Aceitarei a sugestão e farei isso quando ela estiver maior, mas e até lá?

– É difícil. O que eu diria a qualquer pai é ir conversando e ensinado o filho ou a filha explicando que nunca reagir e sempre atender o que os colegas mandam que ela faça não está certo e deve haver limites, mas não sei se vai funcionar com a Amada.

– A senhora tem ideia do que poderia funcionar?

Aquela senhora ficou quieta e pensativa parecendo temer dar a sugestão que tinha em mente.

– Tenho receio de dar uma sugestão que a prejudique lá no futuro.

Estava no desespero sem ver a saídas e insisti.

– A senhora vai dar apenas uma sugestão. A responsabilidade de aceitar será minha como pai, pois posso recusar.

– Está bem. Como um paliativo até ela ter mais idade e você a levar a uma psicóloga, vou dar a sugestão que pensei. Como a Amanda obedece a qualquer coisa que a mandam fazer e ela te ama e você é a autoridade como pai, talvez se você a mandar não obedecer a ninguém além de você ou de quem você permitir, pode funcionar. Quando outra pessoa ou criança a mandar fazer algo haverá o conflito na cabecinha dela e é quase certeza que ela sempre vai escolher a ordem superior do pai que é não obedecer aos outros.

Enquanto pensava no que ela sugeriu praticamente concordando, aquela senhora preocupada finalizou.

– Até que ela consiga reagir e se defender sozinha, se é que um dia vai conseguir, é melhor que ela obedeça a quem a ama e quer protegê-la e não alguém mal intencionado, principalmente sendo uma menina tão linda.

Esse seu comentário me arrepiou até a espinha pois entendi que se referia a possibilidade de um abuso sexual e se já tinha aceito sua sugestão, naquele momento tive a certeza absoluta pensando nas piores coisas que poderiam acontecer a minha filhinha.

– A senhora tem toda a razão e vou fazer isso para ver se ela vai reagir conforme sua sugestão até que a leve a uma psicóloga. Podemos marcar uma nova reunião para daqui um mês para ver como ela vai estar se comportando?

– Acho uma ótima ideia e sugiro que você não converse com ela no improviso e pense bem no que vai falar pois ela assimila fácil, principalmente você sendo o pai dela. Só quero complementar essa reunião dizendo que no aprendizado ela é excelente, na verdade muito inteligente e melhor aluna da classe.

Tive um certo alivio com a última informação pois sendo inteligente, talvez fosse mais fácil que entendesse a situação e conseguisse mudar quando crescesse um pouco. Agradeci a Coordenadora e como faltava só 1 hora para o final das aulas, esperaria Amanda para não ter que voltar busca-la, pois sempre que podia alternava com minha mãe para ir leva-la ou busca-la.

Fui para o carro e fiquei me lembrando de toda a conversa e se a Coordenadora tinha aumentado muito minha preocupação com a passividade de Amanda, ao menos tinha me sugerido uma solução plausível, mas temporária.

Faria de acordo com sua sugestão até que Amanda pudesse mudar frequentando uma terapia e pesquisaria se havia esse tipo de psicóloga na região. Com certeza mulher porque após seu último comentário que me deixou horrorizado, a manteria o mais longe possível de homens adultos ou adolescentes.

Quando Amanda saiu e me viu esperando correu para mim toda sorridente e feliz aquecendo meu coração como sempre acontecia. No carro falava animada do que aprendeu e não havia nenhum traço de se sentir traumatizada por abusos dos coleguinhas.

Ao chegar em casa sabia que minha mãe estaria lá dentro e não daria para conversar a sós como queria, então decidi que seria lá na garagem. Quando desliguei o carro e Amanda ia abrir a porta, mandei que esperasse.

– Espera Amanda, o papai quer conversar com você.

Naquela hora que fiquei a esperando já tinha feito um roteiro do que falaria para não dizer nenhuma bobagem que a prejudicasse ao invés de a ajudar. Minha filha me olhava esperando que eu falasse.

– Como você está se dando com os colegas?

– Tudo bem papai. Gosto de todos.

– Lá na escola fiquei sabendo que quando eles te batem ou te empurram você não reage. Porque?

– Não gosto de machucar ninguém e eles são todos meus amigos.

– Você não deve começar, mas não pode aceitar sem reagir ou vão continuar fazendo.

– Ahh papai, eu não conseguiria. Não sou assim.

Já tinha percebido esse comportamento de Amanda, mas passando a ter uma relação muito mais frequente com amigos acentuou o problema.

– Também fiquei sabendo que você obedece a tudo que eles mandam.

– É porque eu gosto de ajudar todo mundo.

– Ajudar por sua vontade é uma coisa, mas eles podem abusar por você ser assim tão bondosa.

– Não sei, me sinto bem fazendo isso.

Foi uma facada no peito, pois Amanda não fazia inconscientemente, mas porque gostava de ser assim o que era muito pior e não vi mesmo outra solução a não ser a sugestão da coordenadora. Iniciei a preparando emocionalmente para estar mais aberta ao que eu diria.

– Você ama o papai Amanda?

– Mais do que ninguém, falou sorridente.

– Se é mais do que todo mundo, se eu te mandar fazer algo muito importante, você vai me obedecer acima de obedecer a qualquer outra pessoa?

– Eu vou papai. Você é meu pai e me ama, falou empolgada como não deveria estar por receber uma ordem sem saber do que se tratava.

Isso só me deu mais confiança para fazer o que faria.

– Então preste muita atenção Amanda. A partir desse momento você obedece só a mim e vai parar de obedecer ao que os outros mandam. Quando te mandarem fazer algo você vai se lembrar que mandei obedecer só a mim e não vai fazer. Você entendeu?

Parecendo feliz em me obedecer, não pensou nas consequências de minha ordem.

– Entendi sim papai. De agora em diante vou obedecer só a você.

– O que você vai fazer quando seus amigos mandarem você fazer algo?

– Não vou fazer pois você me mandou não obedecer a mais ninguém e você é meu pai.

– Não vai te deixar triste não obedecer mais a eles?

– Não, pois vou estar feliz de estar te obedecendo.

– Então vou te mandar fazer outra coisa. Quando te baterem, empurrarem, puxarem o cabelo ou te xingarem você vai reagir e fazer o mesmo. Não com muita força para machucar, mas para saberem que você não é bobinha. Você vai me obedecer?

De novo, parecendo gostar de que eu estivesse dando ordens a ela, Amanda concordou.

– Está bem papai. Vou reagir, mas sem machucar.

– Faça isso Amanda. Lembre-se do que estou falando. Essas ordens valem também para os adultos. Nunca fale com estranhos nem aceite nada deles, não entre no carro e nem vá dar um passeio com alguém que eu não tenha deixado antes. Principalmente homens jovens e adultos. É muito importante isso. Você entendeu e vai se lembrar de tudo? Isso é uma ordem.

– Sim papai, se eu obedecer só a você e fizer só o que você me mandar ou me deixar fazer, vou estar fazendo o que você me mandou.

Não sabia até que ponto Amanda realmente me obedeceria, mas se obedecesse a tudo o que mandei fazer, estaria muito limitada e não queria minha filha aprisionada por minhas limitações.

Teria que amenizar e abrir exceções para que pudesse ser uma criança comum, mas como explicar a alguém tão jovem o que é um pedido despretensioso e educado de uma ordem mal intencionada? Teria que ir aos poucos acompanhando e fazendo as alterações necessárias.

– Já que de agora em diante você obedece só ao papai, quero mandar que você obedeça também a vovó, o vovô e a professora.

Amanda sorriu.

– É, a vovó vive me mandando fazer coisas.

Minha mãe agia como mãe e não tinha como eu dizer a Amanda que se achasse que era abuso, não obedecesse a sua avó.

– É, ela te ama muito e no caso dela faz isso para seu bem. Sua professora também te ensina coisas e você deve obedece-la como sempre. Só vai obedecer a outra pessoa além de mim e dessas 3 pessoas se eu mandar. Tudo bem? Isso também é uma ordem.

– Tudo papai.

Precisava também amenizar a regra de não obedecer a mais ninguém porque um pedido com um por favor, não é uma ordem. Não teria como cobrir tudo, mas dava para liberar com limites.

– Já vou terminar filha. Só um última coisa. Não é para obedecer às outras pessoas, mas no caso de seus amigos de escola, se pedirem algo dizendo por favor, você atende ou não, dependendo de sua vontade. Porém se pedirem mais de 3 coisas por dia já vai ser abuso e aí você não atende. Entendido? E só vale para seus amigos.

– Tudo bem papai, todos os dias a professora ensina a pedir com educação falando por favor.

– Então está combinado filha. Saiba que estou fazendo isso por te amar muito e só querer seu bem e se tiver dificuldade com algo que eu disse, converse com o papai e resolvemos, falei me inclinado no banco do carro até a abraçar.

– Está bem papai.

Nos dias seguintes não tinha como avaliar se o que fiz estava dando certo, pois em casa Amanda continuava a mesma, estudando, fazendo as coisas que gostava e obedecendo a mim, minha mãe e bem menos a meu pai que pouco ficava em casa.

Um mês depois estava ansioso quando fui conversar com a coordenadora e quando ela começou a falar, uma alivio enorme caiu sobre mim quando disse que Amanda tinha mudado totalmente e parecia uma menina normal. Só em raros casos ela travava um pouco quando algum amigo a mandava fazer alguma coisa, talvez tentando discernir se era pedido ou ordem. No entanto, me tranquilizou dizendo que esses eventos vinham diminuído conforme Amanda ia se acostumando e finalizou afirmando que talvez eu precisasse reforçar todas as ordens que dei a Amanda de tempos em tempos.

Saí feliz da escola pois minhas grandes preocupações de Amanda sofrer qualquer tipo de abuso sem reagir, verbal ou físico, tinham diminuído muito, quase eliminadas. Claro que vendo as tragédias do mundo, seria impossível evitar abusos mal intencionados mesmo reagindo e foi por isso que uma de minhas primeiras atitudes foi a colocar em uma escolinha de defesa pessoal administrada por uma ex-lutadora de muai-thai.

Não bastava porque não queria que minha filha apenas me deixasse despreocupado porque se comportava daquela maneira por estar obedecendo minhas ordens. O que eu realmente queria era que ela se livrasse desse controle e quando chegou a pré-puberdade a levei a uma psicóloga muito bem recomendada por um amigo médico que atendia adolescentes.

Tinha me formado há uns 3 anos a trabalhava para as fazendas de meu pai e avô, mas também para outras não dependendo mais financeiramente da ajuda deles e decidi me mudar para uma casa pequena, só minha e de Amanda.

A terapia começou e nesse tempo nos mudamos com Amanda empolgada por morarmos sozinhos. Ela adorava cuidar da casa tendo aprendido tudo com sua avó por sempre ser muito interessada em aprender e a ajudar. Pensei em arrumar uma faxineira, mas nem isso ela quis dizendo que a casa não era grande e daria conta sozinha. Na verdade, parecia estar muito feliz em ser dona de casa mesmo sendo adolescente.

De mim ela conseguia tudo o que queria, isso se eu já não tivesse dado antes. Sendo filha única e eu não tendo relacionamentos dispendiosos, ela era meu único interesse e não me sentia nenhum pouco culpado em mima-la. Fora a amar, queria fazer tudo para ela sabendo de sua condição.

Uma das coisas que fazia para evitar abusar dela sem intenção era evitar ao máximo dar alguma ordem ou a mandar fazer alguma coisa, pois Amanda fazia tudo mostrando prazer naquilo o que me entristecia percebendo que mesmo com a terapia, quase nada havia mudado em sua condição.

Ao longo dos anos, conforme ela foi crescendo e começando a perceber a maldade das pessoas não sendo mais tão ingênua, fui atenuando as ordens que tinha dado lá trás pois ela já discernia o que era abuso. No entanto não foi possível tirar a ordem de só obedecer a mim e quem eu permitia que eram sua avó, seu avô e os professores do ano que ia tendo ou seria uma presa muito fácil se tirasse essa trava.

Mais uns 3 anos se passaram e de uma menina linda Amanda se transformou em uma adolescente mais linda ainda e minhas preocupações aumentaram muito com o interesse dos garotos. Nada havia mudado em sua condição com ela mostrando uma felicidade enorme quando me descuidava e a mandava fazer algo. Tive que manter as regras que criei, mas sem a oprimir e as vezes tendo conversas com ela.

– Amanda, você não se sente oprimida com as limitações que te impedem de namorar?

– Nenhum um pouco. Não tenho interesse neles. São todos garotos imaturos que não acho graça nenhuma.

– Posso atenuar suas restrições.

– Não, não precisa. Te juro que estou bem assim.

Lá atrás, com a terapia, Amanda tinha tomado conhecimento do porque fazia o tratamento e de sua condição e junto veio ela saber o que eu fazia criando restrições que ela obedecia com prazer, mas era puramente com o intuito de a proteger.

Claro que tendo essa condição que a deixava passiva a tudo, principalmente a mim, não achei que fosse se revoltar pelo modo que a controlava, mas ao menos iria ficar chateada e não foi isso que aconteceu.

Quando voltou da sessão em que a psicóloga tinha me informado antes que entraria nesse assunto com ela, minha ansiedade se dissipou logo. Amanda me abraçou e chorou.

– Obrigado por me proteger papai. Sei que como pai não deve ser fácil ter que fazer isso, mas você me ama tanto que correu o risco de que eu não aceitasse. Não porque sou assim obediente, mas porque te amo como pai, fiquei muito feliz de ter você com esse controle sobre mim e não outro.

O tempo passou com meu coração muito mais aliviado, mas as vezes chegávamos aquelas conversas que estávamos tendo sobre garotos e sempre Amanda me dava a mesma resposta. Ela era jovem ainda e teria muito tempo para ter um relacionamento e minha esperança recaía sobre a terapia que parecia não evoluir, até que um dia a psicóloga pediu que eu também fosse a sessão com Amanda. Após uma introdução de que me daria um relatório, pediu que ela saísse da sala por um tempo.

Se já estava nervoso, quando começou a falar piorou muito.

– Te chamei aqui pois estamos há anos fazendo a terapia e parece que não vou conseguir ajudar. O que ela tem é uma condição da personalidade dela. Da mesma forma que não posso mudar uma pessoa que nasceu com uma personalidade de líder e faze-lo aceitar passivamente a liderança de outros, não posso fazer a Amanda mudar sua personalidade de subserviente para uma pessoa normal. Talvez possa ser levemente atenuada, mas não mudada. Sendo assim estou dando alta pois não seria correto a manter vindo aqui sem resultados.

Meu coração se apertou de tristeza pois sabia muito bem o que era subserviente e sempre tentei não pensar nessa palavra a relacionando com Amanda e a psicóloga destruiu minha esperança de que minha jovem filha deixasse de ser como era.

Após mais algumas explicações e me deixando livre se quisesse a levar a outra profissional a chamou de volta para a sala e deu a ela as mesmas explicações de um modo mais brando dizendo que estava dando alta pois não havia evolução e a terapia estava sendo ineficaz. No final perguntou como Amanda se sentia.

– Como você se sente sobre isso?

– Acho que a doutora tem razão pois também não sinto nada mudar. É o que sou. Sei que não deveria ser assim e mesmo sabendo não consigo mudar.

– Você poderia tentar uma outra profissional.

– Para que se nada vai adiantar? Nunca vou ser como as outras pessoas e ter uma vida normal. Felizmente tenho meu pai para me proteger.

Meus olhos lacrimejaram por perder as esperanças e por ela confiar tanto em mim.

– Se tem tanta certeza que não vai mudar, poderia treinar agir imaginando como seu pai diria para você agir. Apesar de muito jovem, ele pode não estar aqui para sempre e te proteger.

Amanda olhou para mim parecendo sentir um pavor imenso e chorou.

– Não diga isso doutora. Não duraria um ano sem meu pai. Primeiro por que sentiria muita falta e minha condição seria agravada e não conseguiria me proteger.

Estiquei minhas mãos e segurei as suas que estavam geladas.

– Vou estar aqui filha. Foi só uma suposição da doutora para que você pensasse na sugestão dela mais seriamente.

– Pensar em agir como você mandaria não iria adiantar pois o que me deixa feliz e me faz evitar fazer o que os outras pessoas mandam é você me mandar não as obedecer. Me perdoe ser assim papai.

Eu já chorava também e com o que ela falou só piorou.

– Me perdoe filha, pois sou o responsável de você ter nascido assim.

– Não foi sua culpa. Você é totalmente diferente de mim e por isso me sinto protegida. Se puxei alguém deve ter sido minha mãe.

Tinha pensado sobre isso um milhão de vezes e até fiz pesquisas. Um filho não herda só as características dos pais, mas também avós, bisavós... Jessica, a mãe de Amanda pelo menos enquanto esteve comigo não mostrou essas características, pois safadinha tomava muitas iniciativas e só transamos porque ela era assim. No entanto quando estive mais próximo de seus pais discutindo a guarda a mãe de Jessica ficava calada e muda quando seu marido falava e se falava era para concordar. Até sua atitude era submissa em relação a ele e se era genético, provavelmente era de sua avó materna que tinha herdado.

– Não importa e de qualquer forma sou responsável, pois se não puxou a mim, fui eu quem escolheu sua mãe. Estarei sempre com você, mas de qualquer forma vamos tentar amenizar essa situação.

A psicóloga tinha acompanhado toda nossa conversa sem interferir, mas já era quase hora de encerrar e deu uma última opinião.

– Quanto mais tempo ela ficar sob sua proteção, mais ela será dependente. Como você falou, deem um jeito de pelo menos amenizar essa dependência.

– Faremos isso Doutora. Obrigado por tudo e por ser honesta não mantendo Amanda vindo aqui sem necessidade.

– Essa é minha obrigação e só lamento não ter podido ajudar mais.

Para se despedir de Amanda, deu um abraço bem apertado desejando uma ótima vida.

Quando saímos da sala, Amanda segurou minha mão bem firme até chegar ao carro e quando entramos, começou a falar.

– É papai, vou ter que ser obediente a você a vida toda, mas não se preocupe que me sinto bem com isso.

– Você se sentir bem em ser obediente é exatamente o que me preocupa Amanda. Ainda mais a seu pai. Como você vai ter um relacionamento desse jeito? Vou ter que mandar você obedecer a seu marido? Como vou confiar em qualquer homem para assumir essa responsabilidade e se ele te fizer algo de mal jamais vou me perdoar. Vemos hoje tanta gente que parece ser uma coisa e é outra.

Vendo meu desespero pela perda de esperança de que tivesse uma vida normal, minha jovem filha que era quem deveria estar mais desesperada me consolou.

– Calma papai, nós vamos dar um jeito. Sou jovem ainda, falou dando a entender que tinha alguma solução para o futuro.

Aceitei resignado e nos próximos dois anos até que fizesse 18 anos, nada mudou em nossa vida com Amanda sob meu controle e sendo feliz de estar sob ele. Em casa ela era a esposa que nunca tive e cuidava de tudo mesmo que ficasse bravo várias vezes não querendo que fizesse tanto. Poderia a mandar não fazer aquilo, mas a impedir de fazer algo que gostava era tudo que eu não faria como pai sabendo de todas suas dificuldades.

Na verdade, ela era uma jovem feliz apesar de tudo. Tinha amigas e se dava bem com elas e não deixava que nenhuma aproveitadora abusasse sob a proteção de minha ordem de não aceitar isso. Tinha entrado na faculdade e também escolheu Agronomia pois adorava me acompanhar as fazendas de seu avô, pois seu bisavô já tinha falecido.

Eu não tinha nenhum relacionamento e nem tentei na verdade imaginando que uma mulher em minha vida iria desestabilizar minha relação com Amanda e perder o foco nela não conseguindo mais a proteger do mundo e de uma companheira ciumenta.

Digo que nada mudou naqueles dois anos, mas não foi bem assim, pois sentia uma leve mudança ir acontecendo com Amanda parecendo a deixar mais inquieta. Aos 33 anos e sempre fazendo muitas pesquisas sobre sua condição e paternidade, não desconhecia o fato de que poderiam ser seus hormônios sexuais que a estavam deixando assim elevando minha tensão ao máximo pensando em como poderia resolver essa situação.

Amanda tinha 18 anos e já era uma mulher completa e que chamava a atenção tendo puxado muito de sua mãe. Morena com olhos verdes, maçãs dos rosto salientes, boca carnuda e nariz reto em um rosto oval a faziam linda, na verdade mais linda que sua mãe por quem eu me apaixonei antes de tudo por sua beleza.

Ela era também mais alta que sua mãe menorzinha tendo 1,69 metros e tudo estava muito bem distribuído. Nunca a olhei de uma forma que não fosse como pai, mas como pai reparava com estava linda e me orgulhava de sua beleza. Amanda tinha seios grandes que enchiam o sutiã e as camisetas ou blusas, mas quando a via de biquini ou de sutiã pela casa pareciam empinados e firmes mesmo com aquele tamanho que combinava com sua altura.

Sua cintura era fina, mas não exageradamente e seus quadris largos se destacavam a deixando com o corpo bem sinuoso. Porém o que mais chamava atenção era a olhar de perfil e ver seu bumbum cheio, perfeitamente redondo e muito empinado e se estivesse de short suas longas pernas marcadas na lateral lapidadas jogando vôlei completavam aquele perfil irretocável que me deixava orgulhoso.

Não só orgulhoso, mas muito mais preocupado com sua condição pois atraia muito mais atenção dos homens. Felizmente até aquele momento tinha lidado bem com o interesse os afastando sutilmente.

Talvez fosse por isso sua inquietude também percebendo que um momento perigoso estava chegando para ela e por consequência para mim. Teve outra mudança que percebi e dessa vez fui eu quem ficou inquieto.

Quando não tinha jeito de evitar alguma ordem ou escapava por descuido a via tremer o corpo e sorrir feliz, muito mais do que antes. No começo não entendi sua reação, mas não demorou e me dei conta que estando com os hormônios à flor da pele por sua idade, aquele tremor poderia ser prazer e se antes seu prazer em obedecer era emocional, naqueles momentos com aqueles tremores também poderiam estar sendo sexuais. Mas com seu pai?

Com quem mais poderia ser? Se o prazer de obedecer tinha deixado de ser só emocional para ser também sexual, além de mim ela podia obedecer só a seus avós, então é claro que aquelas novas sensações só poderiam ser comigo. Foi algo que fui me dando conta devagar principalmente nos 6 meses anteriores e sabia que teria que conversar com ela e a liberar de meu controle. A vigiaria de perto, mas não podia a deixar se excitar pelo próprio pai.

Eu não tinha vida afetiva e me resolvia me masturbando, mas minha filha se excitar por mim seria perigoso a ela e a mim, então decidi que seria no dia de meu aniversário de 34 anos após uma festinha com seus avós em casa.

Nos sentamos no sofá lado a lado cansados após arrumarmos tudo e comecei uma conversa como tantas que tivemos quando ofereci afrouxar o controle sobre ela o que nunca aceitou, mas agora havia algo mais a ser levado em conta.

– Amanda, de vez em quando temos essa conversa e agora que você já tem 18 anos acho que não tem mais como segurarmos. Esse é o momento de te dar mais liberdade.

Não queria comentar que percebia sua excitação quando estava dando alguma ordem e omiti isso. Ela me olhou muito assustada.

– Não papai. Fiz 18 anos, mas nada mudou. Vamos continuar assim.

Tinha que ser honesto ou seu medo de perder a proteção nunca deixaria que mudássemos e como uma mulher linda, jovem, inteligente e saudável ela iria precisar de uma vida sexual, aquela que não consegui ter e que não desejava para a pessoa que mais amava no mundo.

– Pelo que tenho percebido, mudou sim. Você agora parece se excitar com as ordens que dou e sou seu pai e você não pode se excitar comigo. Temos que te dar liberdade para poder se excitar com outro homem.

Amanda me olhou chocada percebendo que descobri seu segredo e não conseguiu dizer nada. Tentei colocar a lógica da situação para amenizar seu choque.

– É natural em sua idade Amanda. Com 3 anos a menos que você fomos pais e sei o quanto os jovens tem necessidades e curiosidades. Foi assim que te fizemos. Com sua condição de gostar de obedecer é evidente que uma hora ia direcionar para a parte sexual e como você só pode obedecer a mim, claro que isso iria acontecer. O que temos que fazer é dar uma abertura para que você direcione essa excitação a outra pessoa e tudo ficará bem.

Ao terminar, eu tinha gostado da explicação que dei falando com naturalidade e diminuindo o impacto de saber que ela se excitava comigo. Antes de falar qualquer coisa, Amanda fez algo que só fazia quando era criança, se virou no sofá e se ajoelhando me montou sentando em meu colo olhando para mim com meu rosto um pouco abaixo do seu.

Ela vestia um vestido de verão floral bonito até pouco acima dos joelhos e no pé não tinha mais nada, pois tirou enquanto arrumávamos a casa. Eu vestia uma calça jeans e uma camiseta.

Não sabia do porque daquela sua atitude e não pensei em nada sexual, pois jamais Amanda se insinuou sexualmente para mim com ações sensuais, roupas provocantes ou palavras de duplo sentido. No início nem dei importância por como estava sentada em mim, pois me lembrando de quando era menina até gostei daquela sensação, então ela falou.

– Você está certo papai. Eu confesso. Fiquei mesmo excitada com você dando ordens, mas sei como podemos resolver isso.

Achei que fosse uma pergunta, mas era só a preparação para o que diria.

– Sua sugestão foi me dar liberdade para que eu me excite com outro homem. Você acha que é o que eu quero? Acha que será seguro para mim? Já pesquisei muito e descobri que na hora do sexo, os homens adoram serem dominadores e dar ordens para as mulheres. É isso que você sugere? Que um estranho dê ordens para sua filhinha e ela o obedeça em tudo o que pedir? Você passou sua vida me protegendo e agora vai abrir mão te todo esse esforço?

Havia pensado antes em cada uma dessas possibilidades me corroendo, mas ouvir de sua boca foi como um trem passando sobre mim. Um calor subiu por meu corpo não aceitando nenhuma daquelas possibilidades, mas o que poderia fazer?

– É evidente que odeio cada uma dessas possibilidades, mas se não deixar você tentar, poderá me culpar lá no futuro.

– E o oposto? Já pensou? E se me der liberdade e isso acabar com minha vida e eu te culpar por isso, vai se perdoar?

Levei a mão aos meus cabelos o desarrumando em desespero.

– Então o que vamos fazer? Eu quero que você seja feliz, falei quase gritando.

– Se você quer que eu seja feliz e esteja protegida só tem uma solução e ela está em sua frente, mas você não quer enxergar.

– Pare de joguinhos Amanda. Não estou conseguindo raciocinar. Me diz logo.

– Você é a solução para mim pai. Se eu for sua mulher não teremos nenhum desses problemas e continuarei segura como sempre. Você não terá desperdiçado sua vida até aqui me entregando a outro e será recompensado por ter arruinado sua vida sexual na melhor idade só para cuidar de mim.

Estava em choque não só por minha filha de 18 anos, a quem sempre vi como minha garotinha, estar me propondo termos um relacionamento sexual, mas também porque o que ela falava tinha muita coerência. Se eu não fosse seu pai....

– Sabe, esses são somente argumentos coerentes para justificar o que realmente eu quero. Não porque você me mandou querer, mas porque quero por mim. Eu te amo mais do que tudo, você é tão jovem ainda e é lindo de aparência e de coração. Por favor papai, é o que mais desejo em minha vida, falou começando um leve movimento com o quadril me fazendo sentir pela primeira vez o calor de sua xoxota

– Mas não podemos filha.

– Ahh pai, se depois de tudo o que falei você me responde só isso é porque concorda com tudo. Pode pensar em infinitas possibilidades, mas nenhuma vai reunir tudo o que desejamos como essa. Você já deve ter aceitado, não é? Tem outra possibilidade?

– Sim filha, pensei muito e essa seria a melhor, se eu não fosse seu pai.

– Então, se considerarmos que por ser meu pai essa passa a ser a segunda melhor possibilidade e não temos como usar a melhor, vamos usar a segunda melhor.

– E seus avós, suas amigas....

– Você já se convenceu que é o melhor para nós e está tentando colocar obstáculos. Eles não vão saber. Pense bem papai, se já me excito com você dando qualquer ordem, imagine como seria bom para mim você me dar uma ordem sexual, falou se esfregando mais forte em meu pau que estava prestes a perder a batalha de não se importar com sua bucetinha cada vez mais quente.

– Não é certo filha. Não vou me perdoar de fazer isso com você por causa de sua condição.

– Melhor não se perdoar por fazer algo bom que eu quero tanto do que por acontecer algo ruim comigo se não aceitar. Já sou praticamente sua esposa fazendo tudo para você. Só falta o sexo e quero muito ser sua.

Meu cérebro fervilhava tentando uma solução melhor do que a proposta de Amanda, mas não encontrava e com todos aqueles pensamentos e sensações nunca iria achar. Porque não existia.

Percebendo que eu estava próximo a rendição, saiu do modo convencimento e entrou no modo provocação sendo um ser sexual como nunca imaginei que minha filhinha poderia ser.

– Eu adoraria obedecer a suas ordens enquanto fizéssemos amor papai. Imagine que eu obedeceria a qualquer coisa que você quisesse e me sentiria muito excitada e feliz com isso. Quero ser a esposa que você nunca teve, não só cuidando da casa, mas na sua cama também. Nenhum outro homem teria uma esposa tão amorosa, dedicada e obediente como eu.

“E tão linda”, pensei comigo mesmo. Minha filha usava sua condição que sempre me causou sofrimento para me excitar e me provocar e estava conseguindo, pois, meu pau crescia com seu contato se esfregando nele.

– Você sabe papai. Você sabe muito bem que ninguém poderá me fazer feliz como você. Tenho certeza que teria os mesmos sentimentos por você se não tivesse o problema que tenho. Você me acha bonita?

– A mulher mais linda que já vi.

Ela sorriu feliz.

– Então. Uma mulher que te ama mais do que qualquer uma poderia te amar, linda e obediente por vontade própria. O que mais um homem iria querer?

“Que não fosse a própria filha”, pensei sem falar.

– Ah, tem mais algo mais que ele iria querer. Que ela fosse virgem. Sou virgem papai, completamente virgem. Nem um selinho em um garoto eu dei.

Não tinha mais o que fazer. Estava rendido e meu pau quase totalmente duro contra aquela bucetinha escaldante, possivelmente vazando em minha calça jeans.

Com todos seus problemas minha garotinha tinha se transformado naquela deusa erótica que me seduzia por amor e eu faria qualquer coisa para a fazer feliz. Levei minhas mãos a seus joelhos e devagar fui subindo por suas coxas com seus olhos acompanhando e quando entraram por baixo do vestido ela sorriu feliz sabendo que tinha conseguido o que pretendia.

– Isso papai, é tudo seu agora. Sonho com isso há tanto tempo.

– Nunca imaginei que você fosse tão safadinha, pois nunca me deu um sinal. Desde de quando?

– Desde a puberdade sou apaixonada por você. Te amava como pai, mas você é tão lindo e tão legal que foi impossível não me apaixonar.

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Comentários

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Eita que capítulo sensacional! Essa parte final é surpreendente

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Gostei desse conto! Muito bem conduzido, envolvente. Meus parabéns!

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