Eu sou aquela puta insaciável e casada com corno manso, e hoje vou contar sem filtro como fui usada, destruída e transformada em brinquedo sexual por quatro machos jovens, fortes e dotados pra caralho num motel barato de beira de estrada em Paratibe, paulista. Minha foto de perfil aqui foi feita nesse dia, veja. Olha as fotos e vídeos que meu corno filmou… dá pra ver tudo: minha bundona empinada, os paus grossos entrando sem piedade, meu corpo suado e marcado sendo passado de mão em mão.Quando a gente entrou no quarto simples, com aquelas paredes de azulejo branco sujo e a cama de casal apertada coberta por um lençol branco, eu já estava quase pelada. Só um fio dental preto minúsculo marcando minha cintura, mal cobrindo minha buceta já molhada e meus peitos fartos balançando livres. Os quatro garanhões me olharam como se eu fosse a última refeição do mundo. Dava pra ver os volumes enormes nas calças jeans, as picas já latejando, querendo rasgar o tecido.Mal fechei a porta, virei de costas pra eles, empinei aquela bunda grande e redonda, mexendo devagar, provocando. Não deu nem três segundos. Um deles, o mais alto, com corpo definido e pau grosso como meu antebraço, pulou em cima de mim feito animal. Senti o peso dele nas minhas costas, as mãos fortes agarrando meus quadris e, sem aviso, a cabeça grossa do pau dele forçando minha rosinha apertada. Eu gritei. Dor e prazer misturados explodiram dentro de mim quando ele meteu tudo de uma vez, sem lubrificante, só com a minha própria baba que ele cuspiu ali antes.“Ahhh porra… tá rasgando minha bunda!” berrei, mas minha voz saiu manhosa, pedindo mais.Ele não teve misericórdia. Começou a socar forte, fundo, fazendo meu corpo todo tremer. Cada estocada batia no fundo do meu intestino, fazendo minhas pernas bambearem. Os outros três seguravam meus braços e minhas coxas, me mantendo aberta, imobilizada, enquanto o primeiro me fodia como se quisesse me partir ao meio. Meu corno estava lá no canto, câmera na mão, gravando cada detalhe: meu rosto contorcido de prazer, a saliva escorrendo da minha boca, o pauzão entrando e saindo do meu cu estufado, brilhando de lubrificação natural.Depois de uns minutos martelando sem parar, o cara urrou e gozou. Senti jatos quentes, grossos, enchendo meu rabinho. Quando ele tirou, o esperma escorreu pelas minhas coxas grossas, descendo até os lençóis. Mal deu tempo de respirar e o segundo já estava na minha frente, de joelhos na cama, segurando minha cabeça pelos cabelos.“Chupa, vadia.”Abri a boca o máximo que pude. O pau dele era enorme, veias saltadas, cabeça roxa brilhando. Ele enfiou até bater na garganta. Engasguei, lágrimas desceram, baba escorreu pelos cantos da boca, mas ele não parou. Fodeu minha boca com força, batendo as bolas no meu queixo, enquanto os outros dois passavam as mãos pelo meu corpo: apertando meus peitos, beliscando os mamilos duros, enfiando dedos na minha buceta encharcada.Eles me viraram de quatro de novo. Um meteu na minha boca, outro tomou o lugar na minha bunda dolorida e esticada, e os dois restantes revezavam entre meus peitos e minha mão, esfregando aquelas rolaças duras na minha pele. O barulho era obsceno: pele batendo contra pele, gemidos, tapas na bunda, meus gritos abafados pelo pau que me sufocava.Trocaram de posição várias vezes. Um deitou na cama, me puxou por cima e me fez sentar no pau dele, enfiando tudo no cu de uma vez. Eu cavalguei desesperada, subindo e descendo, sentindo cada centímetro me abrindo. Outro veio por trás e tentou enfiar na minha buceta ao mesmo tempo. Dupla penetração bruta. Eu quase desmaiei de tanto prazer. Dois paus enormes me rasgando ao mesmo tempo, esfregando um no outro dentro de mim, só separados por uma fina parede de carne.“Mais fundo… me arrombem toda!” implorei entre gemidos.Eles obedeceram. Me foderam como se eu não fosse gente, só um buraco pra descarregar. Cuspiram na minha cara, nos meus peitos, me chamaram de tudo: puta, cachorra, buraco de porra, vadia insaciável. Cada vez que um gozava dentro de mim, eu sentia o jato quente explodindo, escorrendo, misturando com o suor e a babá.Em certo momento me colocaram de lado, uma perna pra cima. Um metia no cu, outro na boca, e o terceiro enfiava os dedos na buceta, me fazendo squirting no lençol. O quarto ficava filmando e batendo punheta, esperando a vez. O cheiro de sexo enchia o quarto: suor, porra, buceta molhada, tudo misturado.Horas se passaram. Eu perdi a conta de quantas vezes gozei. Meu corpo estava vermelho, marcado de tapas, mordidas e apertões. Meu cu e buceta latejavam, abertos, pingando porra dos quatro machos. Eles me viraram de bruços, empilharam em cima de mim. Um debaixo, metendo no cu. Outro por cima, metendo também no cu, dupla anal que me fez gritar de verdade. Os outros dois enfiavam na boca e nas mãos.Eu era só carne. Um objeto sexual. E eu amava cada segundo.No final, me deixaram deitada na cama, pernas abertas, corpo inteiro coberto de esperma grosso. Escorria do meu cu, da minha buceta, dos meus peitos, do meu rosto. Eu lambia o que conseguia alcançar, gemendo baixinho, ainda com tesão. Os quatro estavam suados, paus semi-duros brilhando, rindo satisfeitos. Meu corno continuava filmando, capturando o momento em que eu, completamente destruída e feliz, abria o cu com os dedos pra mostrar o estrago: vermelho, inchado, escorrendo porra sem parar.Aquela tarde foi só mais uma das minhas sessões insanas. Eu vivo pra isso. Pra ser usada, humilhada, preenchida, transformada em puta coletiva. Quanto mais bruto, melhor. Quanto mais paus, mais eu quero. Meu corpo foi feito pra dar prazer pra machos dominantes, pra ser arrombado, gozado e descartado até o próximo round.Se você curte ver uma mulher de verdade se entregando sem limite, sem frescura, só tesão cru e depravação… essas fotos são pra você. Olha como minha bundona aguenta, como minha boca engole tudo, como meu corpo vira um parque de diversão pra rola grossa.Eu sou viciada nisso. E quanto mais vocês assistem, mais eu quero repetir. Mais forte. Mais fundo. Com mais machos. Mais porra. Mais humilhação.Quer ver o resto? Quer acompanhar minhas próximas aventuras? Meu corpo tá sempre disponível pra ser filmado, usado e compartilhado. Essa sou eu: a puta insaciável que não tem limite.E o melhor? Tem muito mais onde isso veio. Muito mais.Agora me diz… tá com o pau duro só de ler e ver as fotos? Imagina então participar da próxima. Eu tô sempre pronta. Sempre molhada. Sempre aberta. Para ver tudo meu, basta buscar por: "Daniel Recife Anal" e entrar nos resultados.
4 MACHOS de caralhos enormes, grandes e grossos DESTRUÍRAM meu CU, minha BUCETA e BOCA, corno registrou tudo
Um conto erótico de Casada e Daniel
Categoria: Grupal
Contém 1123 palavras
Data: 14/06/2026 09:03:25
Assuntos: Grupal
Este conto recebeu 3 estrelas.
Incentive Coheh a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
