O AMIGO DO MEU MARIDO acabou comendo o MEU CU!

Um conto erótico de Letícia Nakamura
Categoria: Heterossexual
Contém 1247 palavras
Data: 14/06/2026 09:42:01

Meu nome é Letícia Nakamura, tenho 25 anos, sou casada e sempre fui vista como a esposa exemplar do bairro. Meu marido, Rafael, é dono de uma confeitaria charmosa no centro de uma cidadezinha do interior de Minas Gerais. Todo mundo nos respeita. Mas por trás das portas fechadas, as coisas são bem diferentes.Rafael tem uma fixação: adora arrombar meu cuzinho apertado até deixar ele brilhando de gozo, todo melado e leitoso. Nos comentários, deixarei local para vocês acharem minhas fotos, pois aqui ainda não pode publicar. O que mais o excita, porém, é fantasiar que eu me transformo na putinha casada oficial da vizinhança. Ele me chama de “esposa VIP do clube dos cornos mansos”. Eu nunca disse sim, nunca disse não. Apenas deixava as conversas fluírem, e aquelas fantasias de chifre alimentavam nossas noites quentes, cheias de sexo suado e safadeza.Vou contar exatamente como passei de esposa respeitável a vadia assumida do bairro. Tudo começou de forma inocente… ou quase.Era época de Festa Junina no quarteirão. As famílias organizavam quadrilhas, fogueira e barraquinhas. Rafael se ofereceu para fornecer doces da confeitaria: pães de mel, canjica e roscas doces. Eu fiquei responsável por preparar as roscas caseiras em nossa cozinha. Foi aí que o destino (ou a safadeza) entrou em cena.Rafael tem um amigo de longa data chamado Bruno, que vive aparecendo em casa. Eu já havia reclamado várias vezes que ele me secava descaradamente. Meu marido nunca fez nada. Então, em vez de me cobrir, comecei a provocar: blusinhas finas sem sutiã, shorts jeans curtíssimos, andando descalça pela casa. Achava que ia ficar só na provocação. Mas as safadezas moram nos detalhes.Naquela manhã quente de junho, Rafael ligou da confeitaria:— Amor, como estão as roscas? Bruno e a esposa dele vão passar aí pra te ajudar.Meu coração deu um salto. Desliguei o telefone, tomei um banho rápido, vesti apenas uma calcinha branca minúscula e um top cropped rosa que mal cobria os seios. Fui para a cozinha descalça, o cabelo ainda molhado. A porta da frente estava destrancada — eles tocariam a campainha, eu teria tempo de me vestir. Pelo menos era o plano.Estava sovando a massa quando mãos fortes me agarraram por trás. Pelo reflexo na janela da cozinha, vi Bruno. Tentei me soltar.— Para! Vou contar pro Rafael! — sussurrei, nervosa.Ele riu baixo no meu ouvido:— Calma, Letícia. Eu tranquei a porta. Minha esposa ficou na festa. Ninguém vai saber que eu fodi essa bucetinha hoje.Antes que eu pudesse responder, ele abriu o zíper, tirou o pau grosso e comprido e puxou minha calcinha até os joelhos. Me ergueu como se eu não pesasse nada e me sentou na beira da pia, abrindo minhas pernas.— Deixa eu meter, vai… Só uma gozadinha dentro.— Não posso… Essa buceta é só do meu marido — respondi, a voz fraquinha.Mas Bruno já estava de joelhos, enfiando a língua quente no meu clitóris. Chupava com fome, lambendo em círculos. Meu corpo traiu na hora. O nervosismo virou tesão puro. Abri mais as pernas, empinando a boceta contra a cara dele.Ele se levantou, posicionou o pau na entrada e meteu devagar, centímetro por centímetro, até enterrar tudo. Gemi alto. Era maior que o do Rafael. Ele socou com força por alguns minutos, depois me virou de costas contra a pia.— Abre essa bundinha. Mostra o furinho pra mim. Eu bato punheta todo dia imaginando esse cuzinho piscando.— Eu não sou puta… — reclamei, mas já estava rebolando.— Hoje você é minha puta. Obedece.Eu obedeci. Empinei o bundão, contraí e relaxei as pregas do ânus várias vezes, abrindo e fechando como uma vadia profissional. Bruno ficou louco.— Caralho, Letícia! Que asiática gulosa! Abre mais, vai!Eu rebolava, mentindo que era só para ele ir embora logo. Na verdade, estava adorando. O barulho molhado da minha buceta encharcada ecoava na cozinha. Ele metia fundo, estocando sem parar.— Agora o cuzinho, amor. Eu quero arrombar esse rabinho.— Vai doer… — tentei resistir, mas meu corpo pedia.Ele me levou para o sofá da sala. Fiquei de quatro, empinando tudo. Bruno lambeu meu ânus com vontade. Eu cuspi no dedo e enfiei dois dedos no cuzinho, abrindo o caminho. Depois tirei e empinei mais.— Mete logo, Bruno. Arromba minha rosca.Ele forçou a cabeça grossa. Meu cuzinho foi se dilatando devagar até engolir tudo. A dor virou prazer insano. Eu rebolava como uma cadela no cio, apertando o pau dele por dentro.— Mais forte! Me fode como puta barata!Ele socou com tudo. Gozei esfregando o clitóris, o cuzinho piscando em volta do pau. Bruno não aguentou e encheu meu intestino de porra quente, jatos grossos e pastosos.O arrependimento bateu forte. Corri para o banheiro, liguei o chuveiro e sentei no chão do box, pernas tremendo. Minutos depois, Bruno apareceu com o pau ainda semi-duro, fios de esperma escorrendo.— O que você quer agora? Já não bastou? — perguntei, fingindo raiva.Ele sorriu e acariciou meu cabelo:— Sempre soube que você chupava pau muito bem.Aquilo quebrou minha resistência. Segurei aquela rola grossa, lambi o resto de gozo e engoli até o fundo. Ele fodeu minha garganta por vários minutos e gozou de novo, cobrindo meu rosto, cabelo, seios e barriga com esperma. Eu ri, limpando com os dedos e lambendo.Voltamos para o quarto. O telefone tocou — era Rafael.— Amor, as roscas estão prontas? Bruno e a esposa estão te ajudando?Eu estava nua, cuzinho latejando, e respondi com a voz doce:— Bruno já provou da minha rosca… mas ainda falta mais uma prova.Tampei o celular, apoiei as mãos na cama de casal e abri as pernas.— Bruno, vem comer minha rosca de novo antes do Rafael chegar.Enquanto conversava banalidades com meu marido, Bruno metia no meu cuzinho com força. Eu gemia baixinho, rebolando, respondendo “sim, amor” entre estocadas. Rafael não desconfiou de nada. Bruno gozou mais uma vez dentro de mim.Quando ele foi embora, ainda no telefone, resolvi testar os limites:— Rafael… é verdade que você quer ser corno? Ficaria feliz se eu traísse de verdade?Houve silêncio. Depois ele respondeu, voz rouca de tesão:— Contanto que eu saiba de tudo…Confessei tudo: buceta, cuzinho, gozo na boca, no rosto. Rafael ficou louco de excitação. Chegou em casa correndo, me beijou com fome, cheirou minha buceta melada e lambeu o resto de porra que escorria. Me fodeu com força na cama onde eu tinha acabado de ser arrombada, me chamando de vadia, putinha casada, enquanto eu o chamava de corno manso.A partir daquele dia, virou rotina. Na festa junina, Rafael me incentivou a chamar Bruno de novo. Eu deixava a porta aberta. Duas horas depois, ligava para meu marido:— Vem lamber a rosca e a buceta melada de porra do seu amigo.Ele vinha, lambia tudo, me comia sentindo o cuzinho frouxo e gozava feito louco.Com o tempo, a esposa de Bruno descobriu e confessou que o marido dela também era corno. Virou uma rede: eu transava com outros homens que ela me apresentava. Rafael impôs apenas uma regra — ninguém morando perto de casa. Ele gosta de assistir da janela da confeitaria, batendo punheta escondido enquanto me vê sendo comida por outros.Hoje eu sou oficialmente a putinha casada do bairro. Recebo rola, engulo porra, dou o cuzinho e volto para casa cheirando a sexo alheio. Rafael me espera de pau duro, pronto para limpar e foder a esposa recém-arrombada.E o melhor? Eu nunca fui tão feliz.

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