Clara, a evangélica e a rola preta.

Um conto erótico de Thiago P.
Categoria: Heterossexual
Contém 2812 palavras
Data: 14/06/2026 10:25:24

Clara tinha 32 anos, casada há oito com Roberto, um homem correto e evangélico como ela. Magra, pele clara, cabelos lisos castanhos até os ombros e uma bundinha pequena e empinada que ela considerava apenas bonitinha e reservada exclusivamente ao olhar do marido. Devota fervorosa, frequentava o culto três vezes por semana, liderava o grupo de oração das mulheres e era conhecida na igreja como exemplo de pureza e castidade. Para ela, o sexo era unicamente para dentro do casamento, sempre com decência e sob a bênção de Deus. Dar o cu era algo absolutamente nojento, sujo, coisa de mulher da vida, um pecado grave e abominável. “Só vadia oferece a parte de trás”, repetia com convicção para as amigas no culto. “Deus não fez o corpo da mulher para isso. É porta de entrada para o demônio. Eu nunca, jamais, em hipótese alguma, farei uma abominação dessas. Meu corpo é templo do Espírito Santo e deve permanecer puro.”

Na festa de fim de ano da empresa do marido, Clara foi obrigada a comparecer por causa do cargo dele. Vestiu um vestido preto simples, justo o suficiente para marcar discretamente o corpo, mas comprido até os joelhos, com mangas e decote alto para manter total decência. Sentia-se desconfortável no ambiente cheio de bebidas, risadas altas e música mundana. Roberto bebeu demais e, ainda cedo, perguntou para Clara se ela se importaria de ficar, mostrando que ainda estavam na festa, ela estava passando mal e iria para o carro.

Clara, sem motivos para ir embora, concordou, já pensando na prensa que daria no marido por beber tanto.

Roberto mal entrou e apagou no banco do carro. Clara ficou sozinha, sentada num canto, orando mentalmente para que a noite passasse logo.

Foi então que Jefferson se aproximou.

Jefferson era o novo segurança: um homem negro alto, 1,95 metro, corpo musculoso de quem malhava pesado, braços grossos, peito largo, cabeça raspada e um sorriso confiante. Tinha 38 anos e fama de conquistar quem quisesse.

Ele estendeu uma dose de uísque com um sorriso.

— Aceita algo para relaxar, moça?

Clara ergueu o queixo, olhar firme e voz educada mas fria:

— Não, obrigada. Eu não bebo. Meu corpo é templo do Senhor e não vou contaminá-lo com essas coisas.

Jefferson não se intimidou. Sentou-se ao lado dela e começou a conversar. Elogiou seu corpo sem rodeios: “Você tem uma silhueta muito bonita... e essa bundinha branca parece bem apertadinha e intocada.”

Clara ficou vermelha de vergonha e indignação. Levantou-se imediatamente.

— Como o senhor ousa falar assim comigo? Eu sou uma mulher casada, fiel ao meu marido e a Deus. Não admito esse tipo de conversa suja. Isso é pecado e eu não vou participar de nada disso.

Jefferson riu baixo, voz grave:

— Pecado é sentir tesão e negar, branquinha.

— Eu não sinto tesão nenhum! — respondeu ela, voz elevada, mas trêmula. — Sou uma serva de Deus. Meu marido é o único homem que toca em mim. O senhor está sendo muito abusado. Vou voltar para o carro agora.

Mesmo assim, Jefferson a seguiu com o olhar. Mais tarde, quando Clara foi ao estacionamento verificar o marido, ele apareceu novamente. Encostou-a contra a parede atrás de uma pilastra, longe das luzes.

— Solte-me! — exigiu ela, tentando empurrá-lo. — Eu sou casada! Isso é adultério, é imoral!

Jefferson beijou seu pescoço com firmeza. Suas mãos grandes subiram pelas coxas por baixo do vestido. Clara lutava, empurrando o peito largo dele.

— Pare! Eu não quero isso! Sou casta! Meu corpo pertence somente ao meu marido e a Deus!

Mas o corpo dela traía. Quando ele enfiou a mão grande na calcinha, encontrou-a molhada apesar de toda a resistência. Clara gemeu baixinho, chocada consigo mesma.

— Não... isso não pode estar acontecendo... eu não sou assim...

Jefferson abaixou a calça. A rola dele saltou pesada: preta, grossa como o pulso dela, um cacete de uns 25 centímetros. Clara arregalou os olhos, horrorizada.

— Meu Deus... não... isso é enorme... eu não vou fazer nada com isso!

Jefferson a virou de frente para a parede, levantou o vestido até a cintura e puxou a calcinha para o lado. Cuspiu na mão, esfregou na rola e pressionou contra a entrada da buceta crente dela.

— Primeiro vou te comer aqui para você relaxar, santinha.

— Não! Eu imploro! Eu sou fiel! — choramingou Clara, mas a voz já estava fraca.

Ele empurrou devagar. Clara soltou um gemido alto, sentindo a rola grossa abrindo-a de uma forma que o marido nunca conseguiu. Jefferson meteu fundo, com estocadas fortes, segurando os cabelos dela. Fodeu com força por longos minutos até ela gozar pela primeira vez na vida com um pau daquele tamanho, pernas tremendo violentamente.

Clara ainda ofegava, recuperando o fôlego e lutando contra a culpa, quando Jefferson cuspiu direto no seu cuzinho virgem e rosado. Ela nem teve tempo de reagir.

— Não! O que você está fazendo?! Isso não! Eu tenho nojo, é pecado! Eu nunca vou permitir! — gritou em pânico, tentando se debater.

Jefferson segurou seus braços para trás com uma mão só e pressionou a cabeça grossa contra o anel apertado. Clara ficou completamente surpresa, corpo tenso.

— Jefferson, não! Eu nunca fiz isso! Tira! Por favor! Isso é abominação!

A rola forçou o cuzinho. Devagar, mas implacável. O anel resistiu, mas ele girou o quadril e empurrou. A cabeça entrou com um som molhado. Clara soltou um grito agudo e desesperado:

— Aaaai! Tá destruindo! Tira agora! Eu não quero! Isso é... É pecado mortal!

Ele continuou empurrando, centímetro por centímetro, até enterrar metade. Clara soluçava, lágrimas escorrendo, mas sua xana pingava no chão do estacionamento. Jefferson começou a meter devagar, depois com mais força, segurando a cintura fina dela. Cada estocada fazia o corpo dela tremer.

— Olha só... tá engolindo minha rola preta. Pecado gostoso, né?

Clara ainda protestava fraco, mas seu quadril começou a se mover para trás sem que ela percebesse. Jefferson deu tapas fortes na bunda, deixando marcas vermelhas. Acelerou, fodendo o cu virgem com ritmo bruto. Clara gozou de novo, o cuzinho apertando forte ao redor da rola dele.

Ele alternou entre a vagina e o cu, abrindo os dois buracos. No final, puxou a rola brilhante e gozou grosso dentro do cuzinho aberto, enchendo ela de porra quente. Clara tremeu inteira, outro orgasmo fraco.

Jefferson a deixou ali, pernas bambas, porra escorrendo pelas coxas. “Semana que vem te pego de novo. E você vai me pedir para arrombar esse cu.”

Clara voltou para o carro do marido ainda suja, o cuzinho latejando, mente em completo conflito. Jurou que nunca mais.

Mas na quarta-feira seguinte, ela mesma ligou para ele.

Três meses depois, Clara estava completamente viciada. Quando o marido viajava, ela ia direto para o apartamento de Jefferson já com o rabo preparado. Ajoelhava e pedia:

— Por favor, negão... come meu cu hoje. Eu preciso.

Jefferson a colocava de quatro, bundinha empinada, e metia tudo de uma vez. Clara gemia como louca:

— Isso! Mete fundo! Rasga meu rabo! Eu amo essa rola preta, fode meu cu!

Ele dava tapas, puxava o cabelo, alternava os buracos. Clara gozava várias vezes, implorando para ele encher seu cu de porra.

Uma noite, depois de ter sido arrombada por Jefferson mais cedo, Clara estava na cama com Roberto. Ele tentava o sexo de sempre, mas ela mal sentia.

— Amor... — murmurou ela, virando de lado e empinando a bundinha ainda marcada, que ele não via por sempre transarem no escuro. —Sei que você tem vontades... Já tentou antes... Eu estou disposta a tentar. Eu posso te dar meu cu... mas tem uma condição.

Roberto ficou surpreso. Clara explicou com voz doce:

— Se eu te der, você também vai ter que dar o seu. Para um homem de verdade. Se você aguentar, amor, eu também aguento. Afinal, quero que você saiba o tamanho do sacrifício que faço por ti.

—Quem viria amor? —ele perguntou, perplexo com a proposta da esposa mas imaginando comer o cu dela sempre que quisesse.

Eu convido um amigo da empresa.Tem um homem do mundo, que trabalha lá, ele deu indícios que toparia algo assim. Você assiste primeiro, depois ele te come. Se aguentar, meu cu é seu sempre que quiser.

—Quando você o conheceu, Clarinha? —o marido perguntou genuinamente surpreso.

—Lembra da festa de fim de ano? Você apagou, bêbado, e ele propôs dar um jeito em nós dois em casa. Óbvio que respondi indignada que não—ela excitou, mas continuou —o problema é que aquilo ficou na minha cabeça.

Roberto hesitou, barganhou, mas aceitou.

​No sábado à noite, Jefferson tocou a campainha pontualmente. Clara abriu a porta exibindo um sorriso nervoso, mas rigidamente controlado. Ela havia escolhido a dedo um vestido de algodão florido, totalmente fechado até o pescoço e comprido até os joelhos, e por baixo uma calcinha de algodão branca — a pura imagem da esposa serva e tradicional. Roberto estava na sala, vestindo calça social e camisa, com o suor frio descendo pela nuca e o corpo rígido de puro pavor.

​— Boa noite — disse Jefferson, a voz grave ecoando no ambiente enquanto apertava a mão de Roberto com uma firmeza esmagadora.

​— Entre, irmão Jefferson. Seja bem-vindo — disse Clara, mantendo o tom falsamente cerimonioso. Ela foi até o barzinho. — Vamos beber alguma coisa primeiro? Acho que todos nós precisamos relaxar o corpo para o que vai acontecer...

​Ela serviu três doses generosas de uísque puro. Roberto virou metade do copo num gole só, tentando anestesiar o pânico. Jefferson tomou o dele devagar, os olhos predatórios fixos no traseiro de Roberto, que se encolhia na cadeira.

​Enquanto passavam para a segunda rodada, Clara sentou-se ao lado do marido, adotando uma postura mística, destilando seu fetiche disfarçado de palavra pastoral:

​— Amor... lembra o que combinamos na cama? Para santificar o nosso matrimônio e quebrar o seu orgulho, você precisa passar pela provação da carne. O irmão Jefferson está aqui como um instrumento para testar a sua submissão. Seja forte.

​Jefferson largou o copo na mesa com um estalo e sorriu de canto, entrando no jogo da mulher.

​— Sabe, Roberto... na festa de fim de ano, quando você apagou no carro, eu vi o quanto sua esposa era uma mulher firme. Aquilo ficou na minha cabeça. E hoje estou aqui para ver se o homem da casa tem a mesma força que ela prega na igreja.

​Roberto engoliu em seco, o rosto vermelho pelo álcool e pela humilhação. Clara se levantou devagar, pegou a mão do marido e o guiou até o centro do tapete.

​— Fica de quatro aqui para mim, querido — pediu ela com voz suave, quase maternal. — Deixa a sua esposa te ajudar a cumprir o seu voto.

​Roberto, paralisado pela pressão e pelo uísque, obedeceu. Ficou de joelhos, trêmulo. Jefferson se aproximou, tirando a camisa e depois a calça sem pressa. Foi então que ele puxou o cacete para fora. A rola preta, grossa como o pulso de Roberto e com impressionantes 25 centímetros de pura carne preta, saltou pesada na luz da sala.

​Roberto olhou para trás e o queixo caiu. O pânico foi tão violento que ele sentiu o estômago revirar.

​— Meu Deus do céu... não... — balbuciou o marido, as lágrimas já brotando. — Isso aí é impossível, Jefferson! Vai me rasgar no meio! Eu vou morrer, Clara! Não tem como entrar!

​Clara olhou para o tamanho daquele monstro e sentiu uma fisgada violenta na intimidade. A xana dela pingou tanto de excitação que o algodão da calcinha branca ficou completamente transparente na frente, colado nos lábios da buceta inflamada. Mas ela não se despiu. Mantendo a pose de santa, ela se ajoelhou na frente do rosto de Roberto, segurando os braços dele contra o tapete, prendendo-o na posição.

​— Não vai morrer, meu amor... Vai caber inteiro, você vai ver— sussurrou Clara, a voz doce, os olhos brilhando de pura malícia enquanto via o marido chorar. — É a sua carne orgulhosa que está doendo. Deixa o irmão Jefferson te quebrar para você aprender a ser humilde.

Clara e Jefferson tiraram calmamente aas Roupas do corpo trêmulo de Roberto, sua bunda branca e virgem apontando para o alto.

​Jefferson cuspiu na rola e passou uma quantidade generosa de lubrificante no cuzinho de Roberto e pressionou a cabeça do pau devagar. O anel apertado resistiu, mas o segurança girou o quadril e empurrou com o peso do corpo.

​— Haaaaargh! Meu Deus do céu! Tá partindo meu rabo ao meio! Aaaargh! —ele soltou um urro grave e profundo, os dentes cravados no tapete.

​O corpo inteiro dele tremia. Jefferson segurou firme a cintura dele e começou a enterrar mais, centímetro por centímetro doloroso. Roberto rugia, uma voz rouca e sofrida:

​— Uuuuurgh! Tá queimando por dentro! Porra! Essa coisa tá me rasgando! Aaaargh! Tira, eu não aguento!

​Clara observava o massacre, a rola entrando centímetro por centímetro no rabo do marido, com o rosto colado ao dele, tentava confortá-lo enquanto passava a mão pelos cabelos já suados dele. Por dentro, ela delirava. Ver o homem certinho, que sempre se achava superior na igreja, sendo totalmente aberto e arrombado por aquela rola preta fazia a buceta dela contrair violentamente por baixo do vestido florido.

​— Aguenta, amor... olha como ele te abre todinho... que delícia ver você se entregando assim... — sussurrava ela, os olhos fixos no cuzinho do marido sendo esticado ao limite, enquanto sua própria calcinha ficava encharcada de excitação.

— Olha como ele te abre todinho... Eu não imaginava que seria... Que é bom.. que é uma delícia ver você assim...

Jefferson metia devagar, mas fundo, girando o quadril para forçar o cu apertado a se acostumar. Roberto suava frio, baba escorrendo da boca, lágrimas grossas caindo no tapete. Seus berros graves ecoavam pela sala:

— Roooaaargh! Tá destruindo tudo! Eu sinto ele no meu estômago! Haaaaargh! Para, para!

Jefferson acelerou aos poucos. As estocadas ficavam mais fortes, bolas pesadas batendo. Roberto tentava se mexer, mas Jefferson o segurava firme. O cuzinho dele estava vermelho, esticado ao máximo ao redor da rola preta. Cada vez que Jefferson saía quase todo e voltava com força, Roberto soltava um berro gutural longo e sofrido, a voz rouca e masculina contrastando com os gemidos agudos que Clara soltava quando era fodida.

Clara adorava cada segundo. Ela agora já se masturbava abertamente, gemendo baixinho:

— Isso, negão... rasga o cu dele... olha como ele berra... me deixa tão molhada ver meu marido sendo enrabado assim...

Depois de quase vinte minutos de penetração dolorosa, com Roberto berrando rouco sem parar, Jefferson tirou o pau brilhante e mandou Clara se posicionar ao lado, também de quatro. Ele alternava: metia fundo no cu já viciado dela, fazendo Clara gemer de prazer, depois voltava para o cu destruído de Roberto, que continuava soltando urros graves de dor.

Em seguida, Jefferson deitou no sofá. Clara sentou primeiro no pau dele, de costas, descendo até sentir tudo enterrado no cu. Rebolava gemendo de prazer.

— Agora você, Roberto. Enfia na vagina dela enquanto eu estou no cu.

Roberto, com o cu latejando e lágrimas no rosto, obedeceu. Entrou na vagina da esposa. Clara ficou completamente cheia.

— Aaaai! Tá muito fundo! Vocês vão me rasgar! — berrou ela, lágrimas escorrendo pelo rosto.

Por dentro, Clara delirava de prazer. Rebolava com força, apertando os dois paus, gemendo alto. Fingia dor e chorava teatralmente para o marido ver, mas gozava sem parar, corpo tremendo de êxtase. Ver o sofrimento do marido só aumentava seu tesão.

Jefferson estocava forte por baixo. Os três corpos se moviam juntos. Roberto metia feito um louco, estava duro de tesão, dar o cu e ser corno tinha deixado ele louco de vontade de destruir os buracos da esposa. Ele metia sentindo a rola de Jefferson roçando na dele.

No final, Jefferson gozou primeiro, enchendo o cu de Clara com jatos grossos. Roberto gozou logo depois na vagina dela. Clara desabou, porra escorrendo dos dois buracos.

— Viu, amor? — sussurrou ela. — Agora meu cu é seu... Pra sempre... Mas vai ter que deixar o negão comer o seu também.

Roberto, humilhado, destruído e com o cu ardendo, só assentiu, sabendo que iria querer muitas sessões como aquela.

Jefferson sorriu, batendo a rola ainda dura nos rostos deles.

— Semana que vem eu volto. E aí vamos ver quem aguenta mais.

No dia seguinte, domingo, Clara e Roberto estavam sentados no banco da igreja, vestidos impecavelmente, sorrindo serenos para os irmãos de fé. Clara com seu vestido recatado, Roberto de camisa social bem passada. Quando o pastor falou sobre pureza e santidade, os dois baixaram a cabeça em oração.

Por fora, pareciam o casal perfeito, exemplos de devoção. Por dentro, Clara apertava as coxas lembrando da rola preta destruindo o cu do marido, e Roberto se remexia no banco, sentindo o rabo ainda dolorido e latejando. Ambos carregavam o segredo sujo enquanto posavam como santos diante de Deus e da congregação.

O preconceito de Clara havia virado vício completo, e o casamento deles, um jogo perigoso e delicioso que ninguém jamais imaginaria.

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