MEU CU foi ARROMBADO NUMA JAULA, por VÁRIOS MACHOS, na frente do CORNO MANSO.

Um conto erótico de Clara e Daniel
Categoria: Grupal
Contém 1409 palavras
Data: 14/06/2026 11:19:28

Foi um dia foda pra caralho, daqueles que saem do normal e viram putaria sem limite. Meu marido, aquele belo corno manso, ligou pra uma porrada de machos e alugou a suíte SADO no motel de Dois Irmãos, no Recife. O motel fica na rodovia entre a Avenida Caxangá e o horto de dois irmãos. Pena aqui não dá para colocar fotos, mas deixarei onde você baixar meus vídeos e fotos nos comentários, ok? Ele sabe exatamente o quanto eu adoro me entregar pros meus fãs, e os fetiches mais sujos são sempre os que mais me deixam molhada. E pra quem acha que corno tem direito a respeito, pode esquecer. Ele nem teve permissão de tirar a roupa. Ficou só no canto, pelado da cintura pra cima, de coleira, gravando tudo com o celular tremendo na mão. Corno serve pra isso mesmo: registrar a mulher sendo destruída por paus de verdade.Quando os três primeiros machos chegaram, eu já estava pronta, pelada, de salto alto e plug no cu, esperando na jaula que tinha no meio da sala. Abri a portinha e entrei de quatro, empinando a bunda bem alta.— Vem, seus machos. Hoje esse cu é de vocês. Meu corno só vai filmar e aprender como se fode de verdade.O primeiro, um negão alto, forte, com pauzão grosso como meu antebraço, entrou atrás de mim dentro da jaula. Senti a cabeça quente e grossa roçando na minha bunda. Ele cuspiu direto no meu cu e empurrou.— Caralho, que rabo guloso… — rosnou ele, enfiando tudo de uma vez.Gemi alto, quase uivando. Cada estocada fazia um barulho molhado, sujo, e meu cu soltava peidos altos, barulhentos, bem na base do pau dele.— Pede desculpa, vadia! — ele riu, metendo mais forte.— Desculpa, macho… meu cu tá soltando peido no seu pauzão… mas continua, por favor… me arromba!Meu marido, do lado de fora da jaula, só gemia baixinho, pauzinho duro mas proibido de tocar.O segundo macho, pau médio mas veioso e curvado pra cima, se ajoelhou na minha frente e enfiou tudo na minha boca sem aviso.— Chupa, puta. Engole até o saco enquanto seu corno filma.Eu chupei com fome, babando, engasgando, enquanto o negão metia no cu e soltava um peido longo bem na cara do outro, só pra zoar.— Tá sentindo o cheiro do cu dessa puta? — perguntou o negão pro parceiro.— Tá delicioso… fedido e quente. Combina com a vadia.O terceiro, dono de um pau enorme, grosso, com veias saltadas, ficou batendo a rola na minha cara, esfregando as bolas suadas na minha testa.— Olha pra câmera, corno. Filma sua mulher virando puta de três machos ao mesmo tempo.De repente ele gozou forte, jorrando porra quente no meu rosto, escorrendo pelos olhos, pingando no queixo. Eu nem parei de chupar o outro. Continuei gemendo, lambendo, enquanto o negão metia fundo e soltava mais um peido longo e quente bem na base do pau, fazendo o cheiro subir.— Tá sentindo, corno? Seu cu de mulher tá peidando na pica dos machos que tão te cornando!Saímos da jaula suados e sujos. Fomos pra sala principal, onde tinha uma cama enorme de couro preto. Me amarraram de quatro, mãos e pés presos, bunda pra cima.— Agora é hora de usar essa vadia direito — disse o terceiro, dando um tapa forte na minha nádega que estalou alto.Cada um revezava. Um no cu, um na boca, um batendo a pica no meu corpo. Eu gritava de prazer:— Me fode mais forte! Me usa como uma cadela barata! Meu corno nunca conseguiu me dar isso!O negão tirou o pau do meu cu, todo brilhando de suco e merda leve, e enfiou direto na minha boca.— Limpa, puta. Prova o gosto do seu próprio cu enquanto seu marido filma.Eu lambi tudo, gemendo, sentindo o sabor forte, depravado. Depois ele sentou na minha cara.— Cheira essa bunda, vadia. Inspira fundo.O cheiro era forte, suor, cu sujo, macho dominante. Eu enfiei a língua bem fundo, lambendo enquanto ele peidava direto na minha boca.— Isso, engole meu peido, corna. Seu marido aí só pode cheirar de longe.Meu corno estava de joelhos, gravando, pauzinho babando pré-gozo no chão.— Você gosta disso, né, corno? — perguntei, voz rouca. — Ver sua mulher cheirando bunda de macho e engolindo peido?— Gosto, senhora… — ele respondeu baixinho, humilhado.— Fala mais alto, porra! — mandou um dos machos, dando um tapa na cara dele.— Eu amo ver minha mulher sendo usada assim! Sou um corno inútil!Eles riram alto. Me viraram de costas, pernas abertas, e começaram a foder minha buceta e cu ao mesmo tempo. Dois paus enormes me esticando. Eu gritava de prazer e dor misturados.— Arromba! Me rasga! Quero andar torto amanhã!Um deles segurou minha cabeça e mandou eu olhar pro marido:— Fala pra ele o que você é.— Eu sou uma puta insaciável… uma vadia depravada que precisa de pau de verdade… meu marido só serve pra pagar motel e filmar.Eles me foderam por quase uma hora naquela cama, trocando de buraco, cuspindo na minha cara, dando tapas nas tetas e na bunda. Eu gozei várias vezes, esguichando no couro da cama.Depois fomos pro banheiro temático, com banheira grande. Me colocaram dentro, de quatro, e os três mijaram em mim ao mesmo tempo.— Banho dourado pra puta — riu o negão, mijando direto na minha boca aberta.Eu engoli um pouco, o resto escorrendo pelos peitos, pela buceta. Meu corno filmava tudo, cara vermelha de vergonha e tesão.— Cheira isso aqui, corno — um deles disse, encostando o pau molhado de mijo na cara dele. — Sente o cheiro da mulher que você não consegue foder.Em seguida me foderam dentro da banheira, água misturada com porra, mijo e suor. Eu peidava sem parar, agora de propósito, soltando peidos longos toda vez que um pau entrava fundo no cu.— Peida mais, vadia! — exigiam eles.— Olha o cheiro, corno! Sua mulher tá soltando gás no pau dos machos!Fomos pra piscina pequena do motel. Lá, me foderam boiando, um na boca, um no cu, enquanto eu segurava na borda. Água batendo, corpos molhados, tapas ecoando. Eu chupava, engolia, lambia bolas, enfiava a língua no cu deles enquanto eles me comiam.— Você nasceu pra isso, né? — perguntou um, metendo devagar na minha garganta.— Nasci pra ser puta de macho… nasci pra humilhar meu corno…O corno, sentado na borda, filmava em silêncio, pauzinho latejando.Mais tarde voltamos pro quarto. Eles me amarraram numa cruz de santo andré e começaram uma sessão pesada. Velas quentes pingando cera nos meus peitos, tapas fortes, pinças nos mamilos. Eu gemia e pedia mais.Um deles sentou na minha cara enquanto os outros dois me fodiam. O cheiro da bunda dele era forte, suor do dia todo. Ele peidava sem parar, longos e barulhentos, direto no meu nariz.— Respira fundo, puta. Cheira o cu do macho que tá te cornando.Eu respirava, lambia, enfiava a língua. Gozava sem parar. Meu corpo inteiro tremia.— Corno, vem aqui — chamou um deles.Meu marido se aproximou, tremendo.— Segura o pau do seu amigo enquanto ele fode minha mulher.Ele obedeceu, segurando a base do pau grosso que entrava e saía do meu cu, sentindo as estocadas.— Tá sentindo como ela tá molhada? Como o cu dela aperta? Isso que você nunca vai ter.Eles gozaram várias vezes. Na minha cara, dentro da boca, dentro do cu, na buceta. Porra escorrendo por todo lado. Eu estava destruída, suja, feliz.No final da tarde, os machos se vestiram. Um deles olhou pro corno:— Bom trabalho, corno. Sua mulher é uma das melhores vadias que já comi. Continua trazendo ela pra gente.Eu, ainda de quatro no chão, olhei pro meu marido:— Obrigada por organizar isso, meu corno. Você viu como machos de verdade me tratam? Agora vai limpar meu cu com a língua enquanto eu recupero as forças.Ele se ajoelhou, rosto vermelho, e enfiou a língua no meu cu arrombado, cheio de porra e peido. Eu gemia baixinho, acariciando o cabelo dele.— Isso… lambe tudo que os machos deixaram… prova o gosto de quem fode de verdade.Os machos riram, deram um último tapa na minha bunda e foram embora.Eu e meu corno ficamos mais um tempo no motel. Eu, satisfeita, ele, humilhado e excitado. Foi uma manhã e tarde inesquecível, cheia de depravação, cheiro de bunda, peidos na pica, humilhação e prazer sujo.E mal posso esperar pela próxima.

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