Jhonny acordou renovado, um calor gostoso e familiar envolvendo-o. Abriu os olhos e sorriu. Em sua cama, dois pares de braços lhe envolviam, dois corpos macios e quentes aninhados ao seu. Agora não eram mais uma dupla, Andressa e ele, mas um trio. Agora, de verdade. Ele refletiu sobre o caminho tortuoso que os havia levado até ali, os momentos de voyeurismo que começaram tudo, as tensões, as risadas, as lágrimas, a briga… e apenas riu, um riso leve e feliz, sentindo a maciez da pele de Suzana contra seu peito e o abraço firme de Andressa em suas costas.
Suzana, já desperta também, com a cabeça aninhada em seu peito, levantou o olhar e lhe perguntou o motivo do sorriso bobo, sendo que ela mesma sorria como uma boba, os olhos ainda um pouco inchados, mas com um brilho novo. Jhonny comentou com ela seus pensamentos: "Sabe, Su, eu estava pensando na primeira vez que a sua exibição foi realmente intensa para mim. Aquela noite do roupão, lembra? Foi a primeira vez que eu te vi totalmente nua, e bem perto de mim. E também a primeira vez que você falou comigo francamente sobre o voyeurismo, sobre o que você sentia. Foi um misto de sentimentos e desejos que afloraram naquele dia. Raiva, tesão e muitas outras coisas começaram naquele dia. Mas muitas confusões começaram a clarear para mim naquela noite."
Suzana concordou, um suspiro escapando de seus lábios: "Sim, eu lembro perfeitamente. Naquela época, meu casamento já não estava mais tão firme com Chris. Eu tinha ouvido ele fazendo um comentário muito escroto sobre a beleza da Andi, e isso me deixou tão brava… Talvez isso tenha criado a primeira abertura…" Ela parou, um olhar distante em seus olhos, revivendo as memórias.
Jhonny, curioso, perguntou: "Que abertura, Su?"
Suzana o olhou nos olhos, um brilho intenso: "Foi a abertura para eu me mostrar totalmente para você, Jhonny. E para começar a te ver por completo. Um homem de caráter, esforçado, trabalhador, encantador, gostoso…" - Ela parou novamente, um sorriso maroto surgindo em seus lábios carnudos. - "Pronto, já estava me empolgando!" - Ela riu, e Jhonny a beijou na testa, sentindo o cheiro doce de seu cabelo. - "E principalmente, Chris, sem saber, abriu uma abertura para nós dois nos conhecermos intimamente, mesmo sem sexo. Eu acho que essa forte conexão começou a ganhar muita força naquela noite. Tanto que, apesar de nua e cheia de tesão, Chris nem ligou para mim naquela noite. E, de certa forma, pela primeira vez, eu não senti tanta falta dele. Na verdade…" - ela pausa, pensando nas palavras que diria.
De repente, Andressa, que parecia estar dormindo profundamente, quase gritou, a voz abafada pelo travesseiro: "PARA DE ENROLAR, SUZANA! CONTA LOGO!"
Suzana e Jhonny se assustaram de leve, mas logo todos riram, o som preenchendo o quarto. Suzana, com um brilho travesso nos olhos, finalmente revelou: "Aquela noite foi a primeira vez em que eu realmente desejei outro homem. Eu me imaginei rebolando no seu pau, Jhonny, mesmo sem sequer tê-lo visto. Eu me senti uma vadia por desejar isso ao lado do meu marido, mas estava muito excitada e era você que eu queria naquela noite." - Ela fez uma pausa dramática. - "E então, com Chris dormindo ao meu lado, eu me masturbei pensando em você. Fingi que meus dedos eram seu pau e tive que me controlar pra não chamar seu nome enquanto gozava... Acho que nunca gozei tão gostoso numa siririca. Eu gozava e lambia meus dedos, fingindo serem sua porra e logo já estava com eles dentro de novo... ah que noite foi aquela..."
Andressa estava espantada, mas logo riu, um som gostoso e alto: "Sua safadinha! Não acredito que você não me contou isso!" - Ela a beijou, um beijo carinhoso e cúmplice, sentindo a pele macia de Suzana.
Jhonny, com um sorriso sincero, admitiu: "Eu senti muitas emoções naquela noite, boas e ruins. Mas assumo que terminei me masturbando e gozando na sala, pensando em você, Suzana, enquanto pensava na Andressa também."
Andressa completou, um suspiro. "E foi naquela mesma semana onde eu acabei me empolgando negativamente na festa do meu antigo trabalho, que me arrependo de quase ter transado com a Lia e com o presidente, o Sr. Jorge Silva." - Ela olhou para Jhonny, os olhos cheios de amor - "Eu estava super excitada, mas meu amor e ser fiel a você era muito mais importante que meu tesão."
Jhonny a abraçou, beijando o topo de sua cabeça: "Foram todas experiências que nos levaram a este dia, a este momento. Cada erro, cada acerto, cada desejo reprimido ou explorado."
Após levantarem, eles três, mais Cintia e Anna, que levantaram logo depois, arrumaram a casa e se juntaram para o almoço do Natal. Anna e Cintia deixaram a manhã e a faxina rolar, mas tendo terminado, sem mais se aguentarem, perguntaram: "Podemos parabenizar o trisal?" - Os três riram, e Jhonny disse que sim, um sorriso largo no rosto. Uma festa de comemoração irrompeu, alegrando o restante do dia, tanto no almoço quanto na tarde do dia 25. Foi um dia de comemoração, zoando, ouvindo músicas e vendo filmes natalinos, um bálsamo após a tempestade.
Até que Suzana parou um momento e pegou no celular. Havia uma mensagem de Chris. Ela foi para o quarto para ler, o coração apertado. Ele pedia perdão pelas coisas que fez, por tê-la humilhado, ainda que não fosse sua intenção, e por tê-la traído. Porém, jogava na cara dela que ele já a perdoara uma vez, no passado. Suzana se segurou para não chorar ou se enfurecer, a mensagem um soco no estômago. Jhonny e Andressa chegaram no quarto e perceberam a mudança em sua expressão. Suzana disse, a voz embargada: "Eu não quero voltar." - Jhonny então sugeriu: "Vamos buscar suas coisas e, no dia seguinte, formalizar a separação no cartório." - Suzana concordou, a decisão firme em seus olhos. Ela ligou para Chris e disse isso, ouviu-se ele chorar e gritar do outro lado da linha, mas Suzana estava irredutível, enquanto Jhonny e Andi seguravam sua mão, transmitindo força.
Cintia e Anna chegaram, ouviram parte da conversa e pediram para ajudar. Após muitos minutos de conversa, Chris aceitou, mas falou que só Suzana entraria na casa. Ela não concordou. Ao contrário, ela pediu para Chris sair de casa, para evitar brigas desnecessárias, e que pegaria suas coisas com Jhonny e as meninas. Ela disse que não levaria nada demais, apenas suas coisas pessoais, como roupas e sapatos, maquiagem… coisas que Chris nem usa. Além de seus documentos. Ele, por fim, aceitou, a voz embargada pela derrota.
Os cinco então se arrumaram e partiram no carro de Jhonny para aquela visita que ele jamais imaginou fazer à casa de Suzana, mas que agora era inevitável. Chegando lá, Chris ainda estava na casa, mas prometeu não fazer nada com ninguém: "Apenas peguem tudo e partam. Sem xingamentos, sem afrontamento. Na paz." - Jhonny e as meninas olharam sério para Chris, desconfiados, mas aceitaram prosseguir. Suzana foi encaixotando suas coisas e, conforme enchia uma caixa, Jhonny levava. Se fosse leve, as meninas levavam, num esforço conjunto para agilizar a saída.
Por fim, houve um momento em que Andressa, Cintia e Anna estavam pelo caminho, levando cada um uma coisa, ficando apenas Jhonny, Chris e Su no quarto. Suzana arrumava a última caixa, com suas últimas coisas. Chris então pediu para conversar com ela em particular: "Uma última conversa, Su, por tudo o que vivemos." - Ela então aceitou, se sentando na cama, ao seu lado, o coração apertado. Jhonny pegou uma caixa que estava cheia e pesada e disse que logo voltava, mas os deixaria à vontade para conversarem. Suzana e Chris agradeceram, um silêncio tenso pairando no ar. Jhonny saiu e levou a caixa, uma das mais pesadas. Ele pediu para Andressa e as meninas não atrapalharem a conversa. Elas aceitaram e ficaram na rua, conversando ao lado do carro, enquanto Jhonny terminava de ajeitar tudo.
Passados cerca de uns 20 minutos, tudo guardado no carro, eles aguardavam na sala quando ouviu-se um grito de Suzana. Eles correram para o quarto, com Jhonny indo na frente, o coração disparado. Ao abrir a porta, ele encontrou Suzana em pé, chorando, xingando Chris. Ele, por sua vez, estava sentado na cama, o pau duro para fora, visivelmente molhado. Jhonny fechou a cara, a raiva subindo à cabeça, e perguntou o que houve. Suzana passou por ele correndo, pedindo desculpas, o rosto desfigurado pelo choro. Chris disse, com um sorriso cínico: "Suzana sempre será minha putinha, Jhonny. Lembre-se disso." - Mas antes que Jhonny partisse para a porrada, as meninas o seguraram, puxando-o para fora do quarto.
"Vamos sair daqui, Jhonny! Deixa tudo para trás! Por favor, meu amor!" Andressa então pegou um chaveiro antigo, que ela dera para Suzana anos atrás, que estava em cima da cômoda, deu uma olhada para o pau de Chris e, agora olhando nos olhos dele, disse com desprezo: "É uma pena você ser um cara tão imbecil e babaca, Chris, porque você perdeu a chance de ter uma amizade deliciosa com as mosqueteiras, além de perder a mulher mais incrível que eu conheço, que é a Suzana." - Chris disse que Andressa poderia ter seu pau quando quisesse, mas ela respondeu, com nojo: "Nunca trocaria o Jhonny por você. Vai se foder, babaca." - Cintia chamou Chris de otário, e Anna disse que ele perdeu algo realmente único na vida dele. Logo todos partiram também, deixando Chris sozinho no quarto. Eles notaram que havia vômito na porta da casa, mas ignoraram aquilo, a prioridade era sair dali.
Jhonny estava furioso e perguntou para Suzana o que tinha acontecido. Ele não alterou sua voz, conseguindo controlá-la bem, mas estava visivelmente furioso e magoado. Seus olhos pareciam que poderiam matar alguém. Ele olhou para Suzana, que chorava encolhida no banco de trás, e ela pediu para não conversar naquele momento. Jhonny respirou fundo e aceitou, mas com uma condição: "Em casa, você vai falar."
Por fim, em casa, o carro de Jhonny estacionado na garagem do condomínio, Suzana e os demais se reuniram na sala. O silêncio era pesado, quebrado apenas pela respiração ofegante de Suzana e o ranger dos móveis. Jhonny sentou-se ao lado dela no sofá, Andressa do outro lado, e Anna e Cintia se acomodaram nas poltronas à frente, os olhos fixos na amiga. Suzana, agora mais calma, mas ainda visivelmente abalada, respirou fundo e começou a revelar tudo.
"Eu… eu não sei nem por onde começar" - ela disse, a voz embargada. -"Durante quase todo o tempo da conversa, eu me sentia triste pela cara de choro do Chris. Querendo ou não, eu ainda o amava, ainda que bem longe do que fora no passado. As palavras dele, lembrando nossas juras de amor e tudo o que vivemos, atingiam-me como flechas de fogo. Ele falava das nossas memórias, dos nossos planos, de como éramos felizes antes… e eu, por um momento, me senti balançar." - Ela fez uma pausa, os olhos marejados: "Chris então pediu um último favor. Algo que ele amava e que, segundo ele, seria a despedida perfeita - Um boquete." - A sala ficou em silêncio, apenas o som da respiração de todos. Jhonny sentiu um nó no estômago, mas manteve o olhar fixo em Suzana, encorajando-a a continuar. - "Eu… eu estava tão mexida, tão condoída com tudo aquilo, mesmo sabendo que a culpa era dele. E eu aceitei." - Suzana continuou, a voz quase um sussurro: "Ele tirou o pau pra fora e eu me ajoelhei. Comecei a chupar. Eu não estava à vontade, não era o que eu queria, mas aquilo, pra mim, seria como selar nossos últimos momentos como marido e mulher. À medida em que eu chupava, eu juro, Jhonny, eu lembrei de muitos bons momentos que tivemos. E isso entrou em conflito com aquilo que eu queria de verdade: você e a Andressa! Eu comecei a me sentir uma vadia, uma mulher qualquer, suja… e comecei a chorar."
As lágrimas voltaram a rolar pelo rosto de Suzana. Andressa a abraçou forte, beijando seus cabelos: "Calma, meu amor. Você não é nada disso." - "Quando Chris viu isso" - Suzana continuou, a voz carregada de nojo: "ao invés de me consolar, ele disse que eu sempre seria daquela forma. Que eu seria a putinha dele por toda a vida, mesmo que estivesse com você, Jhonny. Naquele momento, todas as boas lembranças com ele se dissiparam. Eu lembrei por que estávamos nos separando. Por que eu não queria mais ele." - Ela apertou as mãos de Jhonny e Andressa: "Eu parei o boquete e tentei levantar, mas ele me impediu. Então eu gritei. E foi nessa hora que ele me deixou levantar, possivelmente esperando que você, Jhonny, entrasse e visse o pau dele duro e molhado à mostra. E foi o que ocorreu."
Jhonny sentiu a raiva borbulhar novamente, mas se forçou a respirar fundo. Ele olhou para Suzana, seus olhos transmitindo uma mistura de raiva e tristeza, mas também uma profunda empatia: "Eu não queria que você passasse por isso, Su. Ninguém merece ser humilhado dessa forma."
Andressa, com a voz firme, acrescentou: "Ele é um babaca. Um completo idiota. Caralho, que ódio... E você, meu amor, é muito mais do que ele jamais mereceu."
Anna e Cintia, com os olhos marejados, concordaram: "Ele é um lixo" - Anna disse, a voz embargada - "Você fez a coisa certa em se livrar dele."
Jhonny, então, olhou para Suzana, seus olhos encontrando os dela: "Eu sei que o que você fez foi um erro, Suzana. Um erro que me machucou. Mas eu também sei que você estava em um momento de extrema vulnerabilidade, manipulada por alguém que você amou e que te traiu. Eu não te vejo como uma vadia, nem como uma mulher qualquer. Eu te vejo como a mulher forte e linda que você é, que está tentando se reerguer. E eu te amo. Eu te amo por quem você é, com seus erros e acertos. E eu te perdoo."
As palavras de Jhonny foram como um bálsamo para a alma de Suzana. Ela desabou em lágrimas, mas desta vez, eram lágrimas de alívio e gratidão: "Obrigada, Jhonny. Obrigada por me entender... por me perdoar. Eu te amo tanto!"
Andressa, com os olhos cheios de lágrimas, abraçou os dois: "É por isso que eu te amo, Jhonny. Você é diferente. Você é o homem mais incrível que eu já conheci."
Cintia e Anna se juntaram ao abraço coletivo, todas chorando e dizendo que Jhonny realmente era um homem diferente de todos os caras que elas tinham conhecido. - "Sua idiota!" - Anna disse para Suzana, com um sorriso entre as lágrimas - "Cair na lábia do otário do Chris e ainda chupar ele! Porra, cara, que vacilo." - Suzana riu, um riso fraco: "Fui mesmo, Anna. E me arrependo amargamente. Mesmo se Jhonny não me quisesse mais, eu não pretendo encostar no Chris nunca mais em minha vida. Agora eu sou do Jhonny e da Andressa, e de mais ninguém."
Cintia e Anna então perguntaram, com um tom de brincadeira, mas com um fundo de curiosidade: "Então a gente não pode mais te tocar?" - Jhonny não respondeu de imediato, apenas continuou abraçando Suzana. Suzana, diante do momento, resolveu não prosseguir na brincadeira, mas Andressa interveio, com um sorriso malicioso: "Meninas, nós quatro somos família, com Jhonny como nosso homem. Essa pergunta é irrelevante." - Jhonny olhou para Andressa, um sorriso de aprovação, e acabou por concordar. As quatro, em uníssono, disseram que amavam Jhonny.
Após o jantar, um clima de paz e renovação pairava no ar. Todos se deitaram, com Anna e Cintia indo para o quarto de hóspedes. Durante a madrugada, Jhonny acordou e não viu Suzana e Andressa no quarto. Ele resolveu ir procurá-las e as achou no quarto de hóspedes, com Anna e Cintia.
Ele ouviu Suzana chorando, mas agora era um choro diferente, um choro de raiva e libertação: "Eu odeio o Chris! Nunca imaginei que odiaria ele algum dia. Eu esperava que Jhonny não me quisesse mais depois de tudo... mas agora eu amo ele mais ainda!" - Jhonny sentiu um alívio imenso com o que ouviu. Ele pensou se elas não estariam fazendo mais do que conversar, a imaginação já correndo solta. Andressa comentou, com um tom de quem avaliava: "O pau do Chris realmente era delicioso, mas o do Jhonny ainda é melhor." - Suzana, com um tom de desdém, disse: "Não vou sentir falta daquele pauzão, independente do tamanho." - Anna, sempre prática, acrescentou: "Eu não achei grande coisa." - E Cintia, com seu humor irreverente, gargalhou: "E eu que só chupei... agora já era, não dá mais pra provar! Não vou sentir falta!" - As demais riram, mas a risada de Suzana era mais suave, um misto de alívio e vergonha.
Jhonny então bateu na porta. Elas mandaram ele entrar. Quando ele abriu a porta, elas estavam uma sentada de frente para a outra na cama, com suas roupas de dormir ainda, de fato, só conversavam naquele momento. Cintia zoou, com um sorriso maroto: "Achou que a gente estava se pegando, Jhonny?" - ele riu e disse que era um pensamento comum para aquele grupo de meninas levadas, e Anna riu, dizendo que fazia sentido. Suzana então se levantou, enxugando o rosto, seguida por Andressa, foi até Jhonny, e o beijou. Agradeceu por ele tê-la perdoado e disse que o amava muito. Andressa então o beijou também, um beijo de cumplicidade e desejo. Andressa então disse, com um brilho nos olhos: "Faltava você para o sexo começar. Se você não viesse, possivelmente as quatro dormiriam na vontade, pois a regra é sexo, só com você presente ou assistindo." - Ela beijou Andressa novamente e, quando parou, Suzana o puxou, o beijo forte e pediu perdão mais uma vez. Ele olhou e percebeu que ela já estava nua, a pele morena brilhando à luz fraca do quarto. Ela pediu para ele ser dela por toda a vida, porque ela seria dele por toda a vida também.
Logo as quatro estavam nuas, os corpos se entrelaçando em um frenesi de paixão que explodiu no quarto de hóspedes. Jhonny se viu no centro de um turbilhão de desejo, seus olhos percorrendo os corpos nus das quatro mulheres que o rodeavam.
Primeiro, ele puxou Andressa para si, seus lábios se encontrando em um beijo faminto enquanto suas mãos exploravam cada curva de seu corpo. Ele a deitou na cama, subindo sobre ela, e a penetrou com força, sentindo a boceta apertada e úmida de sua esposa. Andressa gemeu alto, as pernas envolvendo sua cintura, incentivando-o a ir mais fundo.
Enquanto Jhonny fodia Andressa, Suzana se ajoelhou ao lado da cama, os olhos fixos no movimento dos corpos. Ela começou a se masturbar, os dedos ágeis em sua boceta molhada, a boca entreaberta em um gemido contido. Anna e Cintia, observando a cena, se aproximaram. Anna, com um olhar de curiosidade e desejo, tocou o rosto de Cintia. Seus lábios se encontraram em um beijo hesitante, que rapidamente se aprofundou. As línguas se exploraram pela primeira vez, um choque de sensações novas e excitantes. As mãos de Anna foram para os seios de Cintia, apertando-os suavemente, enquanto Cintia, em resposta, começou a chupar o mamilo de Anna, um gemido escapando de sua garganta.
Jhonny, Andressa e Suzana, que observavam a interação das duas, ficaram super excitados. Jhonny, ofegante, perguntou, a voz rouca: "Vocês… vocês transariam uma com a outra?" - Anna, com o rosto corado, balançou a cabeça, envergonhada. "Não… eu não sei…" - Mas Cintia, com um sorriso travesso e um brilho nos olhos, disse: "Eu a amo, Jhonny. Como irmã, como amiga, como parte das mosqueteiras.
Então… eu acho que isso vai acabar rolando." - Anna sorriu, ainda envergonhada, mas com uma carinha de safada que não passou despercebida.
Jhonny então se desvencilhou de Andressa por um momento, que já estava ofegante e satisfeita após um gostoso orgasmo, e puxou Suzana para cima dele. Ele a beijou com paixão, sentindo o gosto salgado de suas lágrimas e o doce de seu desejo. Ele a deitou de costas e a penetrou com força, ouvindo o gemido de prazer que escapou de seus lábios. - "Eu te amo, Jhonny" - ela sussurrou, rebolando em seu pau - "Chris não faz a menor falta. Seu pau é tudo o que eu preciso."
Enquanto Jhonny fodia Suzana, Andressa se ajoelhou entre as pernas de Anna, que estava deitada de lado, e começou a lamber sua boceta, fazendo Anna gemer e se contorcer de prazer. Cintia, por sua vez, se posicionou atrás de Andressa, beijando seu pescoço e mordiscando sua orelha, enquanto sua mão descia para a boceta de Andressa, massageando-a suavemente.
Jhonny alternava entre as quatro, beijando Anna, chupando os seios de Cintia, beijando o corpo de Andressa, sentindo o corpo de Suzana se contorcer sob o seu. Ele as sentia, as cheirava, as saboreava. Era um turbilhão de corpos, gemidos e prazer. Ele estava em êxtase, a cabeça girando com a intensidade daquela orgia.
Finalmente, Jhonny sentiu o clímax se aproximar. Ele puxou Suzana para si, a deitando de costas novamente, e a penetrou com uma última e poderosa estocada: "Vou gozar, meu amor!" - ele sussurrou em seu ouvido. Suzana gemeu, apertando-o com força. Jhonny gozou profundamente dentro dela, sentindo seu corpo se contrair em espasmos de prazer.
As outras três meninas, vendo Jhonny gozar dentro de Suzana, se aproximaram. Andressa, com um sorriso safado, começou a lamber a boceta de Suzana, limpando o sêmen de Jhonny. Anna e Cintia se juntaram, beijando e lambendo as coxas de Suzana, limpando cada gota. Suzana gemeu novamente, um gemido longo e profundo, sentindo o prazer da "limpeza" se misturar com o resquício do gozo de Jhonny, fazendo-a gozar mais uma vez, um espasmo que a deixou completamente exausta e satisfeita.
Após isso, ele assitiu Andressa e Suzana fazerem Anna e Cintia gozarem em suas linguas e dedos.
Eles, por fim, acabaram dormindo todos juntos no quarto de hóspedes, os corpos exaustos, mas os corações repletos de uma nova e poderosa conexão, fechando assim aquele Natal de 2023 com uma união inesperada e inesquecível.