Fiu ALGEMADA NA GRADE DE UM MORO, fiquei NUA e macho de CARALHO ENORME arrombou o MEU CU A SECO! E ptovo com fotos e vídeo.

Um conto erótico de Toxeta
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 1697 palavras
Data: 14/06/2026 15:29:01

Aquele momento está eternamente gravado na minha memória. A foto que você vê agora me mostra exatamente como eu estava: completamente nua, algemada contra a parede de pedras, o corpo suado brilhando sob o sol forte, a bunda empinada e oferecida, as pernas tremendo de excitação e exaustão. Meus cabelos negros caíam bagunçados sobre as costas, os pulsos presos nas algemas frias acima da cabeça, e eu mal conseguia respirar direito. Era o instante perfeito de total entrega, de puro desejo selvagem.

Tudo começou numa tarde quente, quando ele me procurou. Priapus. O homem com o pau mais grosso e monstruoso que eu já vi na vida. Ele sabia exatamente o que eu queria: uma foda sem limites, bruta, dolorida, aquela que faz o cu arder por dias. Eu adoro quando me usam com força, quando a dor se mistura ao prazer até eu não conseguir distinguir mais. Quando ele me mandou a mensagem propondo isso, meu corpo inteiro reagiu. Senti a buceta latejar e o cu piscar só de imaginar. Pena não poder mostrar aqui, mas nos comentários deixarei como ver essa e todas as minhas fotos e vídeos, desde 2008 até hoje. leia abaixo do conto

“Quero te arrombar hoje. Sem piedade. Quero ouvir você gritar enquanto eu te rasgo”, ele escreveu.

Eu respondi quase imediatamente, o coração acelerado: “Vem. Me usa como quiser. Quero sentir esse seu caralho enorme me destruindo por trás.”

Marcamos na mesma hora. Fomos para um lugar reservado, um cantinho escondido com uma parede de pedras rústicas e uma grade de ferro velha. O sol batia forte, o calor era sufocante, e o chão de pedra queimava meus pés descalços. Assim que chegamos, ele não perdeu tempo.

“Fica de frente pra parede”, ordenou com aquela voz grave e autoritária que me deixava molhada na hora.

Obedeci tremendo de tesão. Ele me despiu devagar, tirando cada peça de roupa com calma sádica, roçando os dedos grossos na minha pele. Quando fiquei completamente nua, senti o ar quente tocando meus mamilos duros e minha bunda exposta. Ele pegou as algemas de metal frio e prendeu meus pulsos na grade alta, esticando meus braços para cima. Fiquei na ponta dos pés, o corpo alongado, a bunda projetada para trás, completamente indefesa.

“Olha só essa bunda gostosa... Hoje ela vai levar tudo”, ele murmurou, passando a mão espalmada nas minhas nádegas, apertando forte, abrindo-as para ver meu cuzinho rosado. “Tá piscando pra mim, vadia? Tá pedindo pra ser arrombada?”

“Sim... Por favor... Me fode com força”, respondi, a voz já rouca de desejo.

Ele riu baixo, um som perigoso. “Você vai implorar pra parar antes de eu terminar. Mas eu não vou parar.”

Senti o corpo dele se aproximar. O pau já estava duro, pesado, roçando contra minha coxa. Era enorme. Grosso como meu punho, venoso, com a cabeça inchada e roxa. Ele cuspiu direto no meu cu, sem lubrificante nenhum, só saliva. O cuspe escorreu devagar pela fenda.

“Não... vai doer demais assim...”, gemi, mas meu corpo traía as palavras — eu empinava mais a bunda, oferecendo-me.

“É pra doer mesmo. Quero te ouvir choramingando”, ele rebateu, segurando minha cintura com uma mão enquanto a outra guiava aquela monstruosidade contra meu buraco apertado.

Ele empurrou. A cabeça grossa forçou a entrada, abrindo meu cu sem dó. Gritei alto, o corpo inteiro se retesando.

“Aaaahhh! Caralho, tá muito grosso! Devagar... por favor!”

“Devagar porra nenhuma”, ele rosnou, e meteu mais forte, enfiando quase metade de uma vez só. Senti meu cu se rasgando, uma queimação insana, como se ele estivesse me partindo ao meio. Lágrimas escorreram pelo meu rosto, mas a dor vinha acompanhada de um prazer doentio, profundo, que fazia minha buceta escorrer.

Ele começou a socar. Estocadas longas, brutais, saindo quase todo e enfiando de novo até as bolas baterem na minha pele. Cada vez mais fundo. O barulho molhado ecoava no pátio — o som obsceno da carne batendo, do meu cu sendo arrombado.

“Grita, vai. Deixa eu ouvir como você sofre no meu pau”, ele exigiu, puxando meus cabelos com força enquanto metia.

“AI, PRIAPUS! Tá me rasgando! Seu caralho é enorme demais... Meu cu tá ardendo!” gritei, a voz falhando.

Ele acelerou, montando em mim como um animal. Meu corpo balançava para frente e para trás com a força das estocadas. As algemas machucavam meus pulsos, mas isso só aumentava a excitação. Eu estava completamente à mercê dele, nua, suada, exposta ao sol, com aquele pau monstruoso destruindo meu cu.

Senti que não ia aguentar. A pressão era demais. Meu intestino se contraiu violentamente.

“Não... eu vou... ai meu Deus...”, choraminguei.

“Vai o quê? Fala!” ele ordenou, sem parar de foder.

“Vou cagar... Tá muito fundo... Por favor...”

Ele riu e meteu ainda mais fundo. “Então caga no meu pau, vadia. Mostra como eu tô te destruindo.”

E eu gozei. Não foi um orgasmo normal — foi uma explosão. Meu cu apertou o pau dele com força enquanto ondas de prazer misturadas com dor me atravessavam. Gozei tão forte que minhas pernas tremeram e eu soltei um jato quente da buceta, molhando o chão de pedra. Ao mesmo tempo, perdi o controle e soltei um pouco, sujando o pau grosso que me invadia.

Ele não parou. Pelo contrário, pareceu ficar ainda mais excitado.

“Porra, que delícia... Olha como você tá me sujando. Isso mesmo, toma no cu sujo”, grunhiu, socando mais rápido, usando a lubrificação natural da minha própria sujeira para meter ainda mais fundo.

Eu gemia como uma cadela no cio: “Hummm... Ai... Tá tão fundo... Me fode... Me arromba toda...”

Ele me virou o rosto para o lado e me beijou com brutalidade, enfiando a língua na minha boca enquanto o pau continuava castigando meu cu. Depois mordeu meu pescoço, deixando marcas.

“Você é minha putinha anal agora. Esse cu é meu”, sussurrou no meu ouvido, a voz rouca.

“Sim... Sou sua... Me usa... Destrói meu cu...”, respondi, completamente entregue.

Ele continuou por longos minutos, alternando ritmos. Às vezes metia devagar, girando o quadril, fazendo a cabeça grossa massagear minhas paredes internas. Depois voltava a socar com violência, batendo fundo, fazendo minhas nádegas vermelhas do impacto. Eu sentia cada veia do pau dele pulsando dentro de mim. Meu cu já estava completamente arrombado, aberto, inchado, latejando.

Em certo momento ele saiu todo, e eu senti o vazio horrível. Meu cu ficou piscando, vermelho, dilatado, com uma mistura de cuspe, porra e sujeira escorrendo pelas coxas.

“Olha o estrago que eu fiz”, ele disse, dando um tapa forte na minha bunda. “Abre mais pra mim.”

Eu obedeci, separando as pernas e empinando o máximo que as algemas permitiam. Ele cuspiu de novo e enfiou de uma vez, agora entrando até o fim com facilidade. O cu já estava tão aberto que ele conseguia meter com tudo.

Comecei a gozar de novo. Um orgasmo anal profundo, daqueles que vêm da barriga, que fazem o corpo inteiro convulsionar. Gritei sem controle:

“Estou gozando! Ai caralho, tô gozando no cu! Não para... Me fode mais!”

Ele segurou meus quadris com as duas mãos e meteu como um louco, o suor dele pingando nas minhas costas. O som era ensurdecedor — pele contra pele, meus gemidos, os grunhidos dele.

“Porra, que cu guloso... Tá me apertando todo... Vou encher você de porra”, ele avisou.

“Enche! Goza dentro! Me enche toda!” implorei, rebolando contra ele apesar da dor.

Ele urrou como um animal quando gozou. Senti o pau inchar ainda mais e depois jatos quentes, grossos, enchendo meu intestino. Ele gozou tanto que transbordou, escorrendo pelo meu cu arrombado enquanto ele ainda metia, empurrando a porra mais fundo.

Ficamos assim por um tempo, ele ainda dentro de mim, pulsando, meu corpo tremendo contra a parede quente. Quando finalmente saiu, senti um rio de porra e sujeira escorrendo pelas minhas pernas. Meu cu estava destruído — aberto, vermelho, inchado, latejando. Eu mal conseguia ficar em pé.

Ele me soltou das algemas e eu caí de joelhos no chão de pedra, ofegante, suada, marcada. Ele segurou meu queixo e me fez olhar para ele.

“Olha o que você fez no meu pau”, disse, mostrando a bagunça.

Sem ele pedir, eu me aproximei e comecei a limpar com a língua. Lambi tudo — o gosto forte, sujo, misturado com a porra dele. Ele gemeu de prazer.

“Boa garota... Agora vira de quatro. Quero foder esse cu mais uma vez antes de ir embora.”

Eu obedeci, mesmo exausta. De quatro no chão, bunda para cima, cu arrombado piscando. Ele se ajoelhou atrás de mim e enfiou de novo. Dessa vez foi mais lento, mas ainda profundo. Ele me fodeu assim por mais uns vinte minutos, alternando entre meu cu e, às vezes, enfiando na buceta encharcada só para variar.

Eu gozei mais duas vezes. Uma delas tão forte que mijei um pouco no chão, misturando tudo.

Quando ele gozou pela segunda vez, foi na minha boca. Puxou meu cabelo, enfiou o pau sujo até a garganta e descarregou. Engoli tudo o que consegui, tossindo, lágrimas nos olhos.

Depois ficamos ali, eu deitada no chão quente, o corpo dolorido, o cu latejando, mas com um sorriso satisfeito no rosto. A dor era deliciosa. A sensação de ter sido completamente usada, arrombada, transformada em um buraco para o prazer dele era viciante.

Ele se abaixou, deu um tapa leve na minha bunda inchada e sussurrou:

“Amanhã eu volto pra te foder de novo. Dessa vez vou trazer mais brinquedos... e vou gravar tudo.”

Eu só consegui responder com a voz fraca:

“Volta... Quero mais. Quero que você me destrua sempre que quiser.”

Aquele dia mudou algo dentro de mim. Descobri o quanto eu amo ser dominada, sentir dor, ser arrombada sem limites. Cada vez que me olho naquela foto — nua, algemada, bunda oferecida — sinto o mesmo tesão. O sol queimando a pele, o metal frio nas mãos, o pau dele me invadindo... É uma memória que me faz molhar até hoje.

E toda vez que penso nisso, eu sei que vou querer repetir. Quero ser algemada de novo, empinada, usada e arrombada até não aguentar mais. Porque no final, a dor e o prazer se tornam a mesma coisa. E eu sou completamente viciada nisso.

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Comentários

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Conserte o título pois tem 2 palavras erradas Moro(Com 2 RR) e PTOVO( PROVO)

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