O Segredo Proibido de Tambaba. Meu nome é Daniel. Tenho 34 anos e, pra quem me vê de longe, sou só mais um cara comum que frequenta as praias de nudismo da Paraíba. Mas a verdade é bem mais suja. Eu vivo pra me enfiar nos matos de Tambaba, com minha câmera Nikon full-frame equipada com lente de zoom 600mm, gravando em 4K tudo o que ninguém jamais deveria ver. Vou deixar abaixo nos comentários onde baixar tudo meu, de 2008 até hoje. O risco me deixa de pau duro: ser descoberto, apanhar, ser humilhado… ou pior. Mas o tesão de capturar bundas suadas, pés sujos de areia, cheiros fortes e atos proibidos é mais forte que qualquer medo. Cheguei cedo naquela manhã de sol escaldante. O mar estava calmo, a areia branca queimando. Passei pela área principal, onde as famílias naturistas ficam, e segui pelo caminho escondido entre as pedras e arbustos até a parte mais afastada — o paraíso dos safados. De um ponto elevado, quase invisível, posicionei a câmera no tripé camuflado e comecei a filmar.Logo vi elas. Três deusas sob os guarda-sóis vermelhos da Kaiser. A mais gostosa estava de costas pra mim: bunda grande, redonda, pele morena brilhando de suor e óleo. Usava um boné claro, cabelo preso, e segurava um copo de cerveja gelada. Gotas de suor escorriam pelo vinco da bunda, brilhando no sol. Meu pau endureceu instantaneamente.Caralho… olha essa bunda quente. Deve estar com cheiro forte agora, suor misturado com protetor solar derretido, aquele aroma azedo e doce de mulher que passou horas no calor. Imagino o sabor salgado quando eu enfiasse a língua bem fundo.Ao lado dela, uma morena de cabelo longo e molhado, bunda empinada, conversava rindo. A terceira, mais magra, estava agachada, abrindo as pernas sem pudor, a buceta depilada exposta. Eu gravava tudo, o zoom capturando cada gota de suor.De repente, uma das meninas pegou uma banana da bolsa térmica. Riu e passou a fruta devagar pela bunda da de boné, esfregando a casca amarela na pele suada. A banana ficou brilhando, marcada pelo suor dela.— Olha isso, tá melada da sua bunda quente — disse a morena, rindo safada.A de boné virou o rosto, sorrindo:— Então come, vai. Ninguém tá vendo.A morena mordeu a banana ali mesmo, lambendo o suor da casca com gosto. Eu quase gozei. Porra, que delícia. Comendo a banana que passou na bunda suada dela. O sabor deve estar misturado: doce da fruta com salgado forte do suor da bunda.Continuei filmando. Elas não imaginavam que a dois metros de distância, escondido nos matos, um voyeur tarado gravava cada detalhe.Desci um pouco mais o caminho, me aproximando da clareira escondida atrás das pedras. Foi aí que a coisa ficou pesada de verdade.Um casal estava lá. Ela, uma loira de uns 28 anos, corpo definido, estava de quatro na areia quente. O marido — um cara branco, magro, uns 45 anos — sentava numa pedra, pau semi-duro na mão, assistindo. Dois machos fortes estavam com ela: um negão musculoso e um moreno tatuado.O negão segurava a bunda dela aberta, cuspia no cuzinho e enfiava dois dedos grossos.— Tá apertado hoje, hein vadia? — rosnou ele.Ela gemeu, voz rouca:— Ai… devagar… tá doendo…Mas empinava mais a bunda, pedindo. O moreno se agachou na frente dela, enfiando o pau na boca enquanto o negão começava a meter devagar no cu. Ela fazia careta de dor, lágrimas nos olhos, mas gemia alto:— Porra… tá rasgando… mas não para… me fode fundo.O corno assistia tudo, batendo punheta devagar:— Isso, amor… deixa ele te arrombar. Você é minha putinha, né?— Sou… sou a putinha dele hoje… — respondeu ela, voz embargada de dor e tesão.Eu gravava em close. O zoom mostrava o cuzinho dela esticado ao máximo, brilhando de saliva e suor, o pau grosso entrando e saindo com dificuldade. O cheiro devia estar insano ali: suor, cu, buceta molhada, tudo misturado no calor.O moreno tirou o pau da boca dela e foi pra trás. Passou uma lata de cerveja gelada na bunda suada da loira, depois abriu e bebeu.— Geladinha da sua bunda, delícia — disse ele, rindo.Depois pegou um pedaço de melancia que estava numa bolsa e esfregou na bunda dela, o suco vermelho escorrendo pelo vinco. O negão pegou o pedaço melado e mordeu, lambendo o melado misturado com suor.— Porra, o gosto da sua bunda é melhor que a fruta — grunhiu ele.Ela riu gemendo:— Come tudo então… lambe minha bunda suada.O moreno obedeceu. Enfiou a cara entre as bandas, língua fundo no cu dela enquanto o negão voltava a meter. O barulho molhado da lambida ecoava. O corno só assistia, pau latejando:— Isso… come a bunda dela enquanto ele fode. Vocês são animais…Eu tremia de tesão. O risco era enorme — se alguém olhasse na direção errada, eu estava fodido. Mas não conseguia parar de gravar.Voltei o zoom pras três do guarda-sol. A de boné tinha sentado numa cadeira plástica vermelha, pernas abertas. A morena agachou na frente dela e começou a chupar os pés sujos de areia.— Seus pés estão suados pra caralho… gosto tanto — murmurou a morena, enfiando os dedões na boca, lambendo entre os dedos.A de boné gemeu baixinho:— Chupa gostoso… limpa meu suor com a língua.A terceira menina pegou um abacaxi cortado e passou as fatias nos pés e depois na bunda da de boné, esfregando devagar. Depois ofereceu pros outras duas comerem.— Come o abacaxi da bunda dela. Tá salgadinho agora.As três riam e comiam, lambendo os dedos, gemendo de tesão. Eu capturei tudo. Imagino o sabor: doce azedo do abacaxi misturado com suor forte de bunda e pés. Cheiro de mulher quente, proibido, viciante.Mais adiante, duas lésbicas estavam num canto mais reservado. Uma estava deitada de barriga pra baixo, a outra por cima, esfregando a buceta na bunda dela. Passavam sorvete derretido nas bundas e lambiam uma da outra, línguas longas, gemidos altos.— Sua bunda tá tão quente hoje… quero morder — disse a que estava por cima.— Morde então… marca minha pele.Eu gravei o close: línguas percorrendo o vinco, sorvete branco escorrendo, misturado com suor.Voltei pro grupo do corno. Agora o negão tinha tirado o pau e mandado a loira virar de lado. Ele enfiou de novo no cu, mais fundo, batendo forte. Ela gritava de dor:— Ai meu Deus… tá muito grosso… tá doendo pra caralho!— Aguenta, vadia. Seu corno tá adorando — respondeu ele, dando tapas na bunda.O corno se aproximou, ajoelhou e começou a lamber os pés dela enquanto assistia o cu da esposa sendo arrombado.— Lambe meus pés sujos enquanto ele me fode, amor — gemeu ela.Ele obedeceu, língua entre os dedos cheios de areia e suor. O moreno filmava com o celular, rindo:— Olha o corno lambendo pé enquanto a mulher leva no cu.Eu estava suado, pau latejando dentro da bermuda, gravando sem parar. O sol batia forte, o cheiro de sexo e suor devia estar insuportável ali perto. Meu coração batia acelerado — a qualquer momento alguém podia notar o reflexo da lente.Depois de quase uma hora, o negão gozou dentro do cu dela, tirou o pau e mandou o corno limpar.— Chupa o meu leite da bunda da sua mulher.O corno, vermelho de vergonha e tesão, enfiou a língua no cu arrombado, chupando o sêmen que escorria misturado com suor.Eu capturei o momento exato: a cara dele enterrada na bunda da esposa, lambendo tudo.Voltei pras três do guarda-sol. Elas tinham mudado de posição. A de boné estava agachada agora, bunda virada pra mim. A morena pegou um pote de mel e derramou devagar no vinco da bunda dela. O mel escorreu lento, misturando com o suor.— Agora lambe tudo — ordenou a de boné.A morena obedeceu, língua longa percorrendo a bunda, sugando mel e suor. A terceira menina enfiou os dedos na buceta da de boné enquanto isso, depois passou os dedos melados nos pés dela pra outra lamber.— Pés e bunda juntos… vocês são safadas demais — gemeu a de boné.Eu quase gozei ali mesmo no mato.Quando o sol começou a baixar, guardei o equipamento com cuidado. Tinha mais de duas horas de gravação pura putaria: bundas suadas, comida passando e sendo comida, pés lambidos, anal doloroso, corno humilhado, lésbicas meladas, tudo.Voltei pra casa com o pau ainda duro. Enquanto editava os vídeos à noite, imaginava soltando trechos curtos na internet, daqueles que viralizam no Telegram e no X. Legenda: “Tambaba nunca decepciona… quem quer o pack completo?”Eu sei que é perigoso. Sei que um dia posso levar porrada. Mas o tesão de capturar esses momentos proibidos, esses cheiros e sabores que só eu sei que existem… é minha maior vício.Amanhã eu volto. E dessa vez vou tentar chegar ainda mais perto.Se você chegou até aqui e tá com o pau (ou a buceta) latejando, comenta “Quero o pack Tambaba” ou “Mais bundas suadas”. Eu sei que vocês estão aí, voyeurs como eu, loucos pra ver mais.Porque em Tambaba, o proibido sempre acontece quando ninguém está olhando… ou quase ninguém.
FLAGRAS absusros nos "BASTIDORES"! dessa praia de NUDISMO na Paraíba. Com fotos e vídeos.
Um conto erótico de Daniel
Categoria: Grupal
Contém 1526 palavras
Data: 14/06/2026 18:06:07
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