Querido leitor.
Para entender melhor o contexto dessa história, sugiro ler o conto:
Eu era um patinho feio, me transformei em um cisne - capitulo I
Sou Vitória Isabel, tenho 20 anos. Estudo engenharia mecatrônica na USP, e moro com meu tio Gabriel, no bairro Alto da Lapa em SP.
Sou uma morena de pele clara, tenho 1.83 de altura, cabelos castanhos e olhos azuis. Fiquei menstruada aos treze anos, e depois disso comecei ganhar um corpo de mulher. Meus seios ficaram grandes e redondos, mas não exagerados, meus quadris ganharam contornos arredondados, minha bunda ficou bonita e sensual.
Lívia minha melhor amiga, falava que era uma “gostosa”, mas naquela época, eu tinha uma cabeça complicada, e não me achava bonita: Eu me achava um patinho feio.
Essa é a minha história!
A história de transformação, de uma garota simples do interior, em uma mulher bonita, gostosa e bem sucedida na vida.
Continuando:
Na segunda feira, quando cheguei na faculdade. Erik me olhava com um sorriso de vitória no rosto. As aulas transcorreram normais, mas eu só pensava nele. No fim de semana que transamos como loucos, e que gozamos um absurdo de vezes, tanto que perdi a conta.
No intervalo eu e Monica fomos tomar café conversar para espairecer.
- Vitória, você e está corada igual pimenta, a farra deve ter sido boa! Vai me conta: Erik comeu sua xoxotinha?
- Cala boca, Monica! Você quer me matar de vergonha.
- Que coisa mais meiga, você é minha amiga... vai, desembucha logo sua vadia.
- Monica, ele é muito... muito gostoso. Só voltei pra casa domingo de tarde.
- Ah sua vadia, você vai me contar tudo. Ele manda bem... você gozou?
- Amiga, Erik tem um pau delicia. Foi absurdo, nunca gozei tanto. Estou completamente apaixonada por ele!
- Me conta Vi, como é o pau dele. Quero saber os detalhes sujo de vocês dois.
- É muito lindo, mas por que você quer saber? Aquele pau é meu... só meu. Tira seu olho gordo de cima do Erik. Não vou deixar nenhuma biscate pegar nele. Não enquanto estiver comigo.
- Que horror, Vitória! Quando foi que ficou ciumenta e possessiva? Você nem queria sair com cara.
- Mas eu saí, e agora ele é meu... só meu!
Ouvimos um burburinho na roda de bate papo dos nossos colegas. Falavam alto dando gargalhadas, olhando para nós. Eu e Monica ficamos curiosas.
Erik abandonou o grupo e veio falar comigo. Se aproximou com aquele sorriso safado, me segurou pelo cabelo, e tascou um beijo na minha boca, na frente de todo mundo.
- Ai seu bando de otários, ela está comigo. Erik falou rindo deles.
Eu não sabia onde enfiar a cara, tamanha era minha vergonha. Todo mundo rindo, olhando pra mim, lembrei da aposta que Monica falou, aquilo me subiu um ódio.
- Erik, eu confiei em você! Agora está todo mundo zoando da minha cara.
- Você está falando de quê, Vitória?
- Da aposta Erik, da aposta que vocês fizeram?
- Que aposta Vitória? Não estou sabendo porra nenhuma disso!
- É sério Erik. Desabafei “puta da vida”, com meus olhos cheios de lagrimas. Puxei Monica pelo braço, eu só queria sumir dali. Erik veio atrás de mim, me segurou pelo braço.
- Escuta Vitória, você tem que me dizer o que está acontecendo?
- Vocês apostaram quem ia me pegar primeiro... e você venceu!
- Vitória, eu posso ser um safado, mas não sou mal caráter. Eu jamais faria isso contigo.
- Eu não acredito Erik! Nunca mais você vai colocar esse pinto em mim. Nunca mais, ouviu! Monica colocou a mão na boca escandalizada, com meu desabafo chulo.
- Escuta gatinha, vamos tirar essa história a limpo. Eu estava com muita raiva, resolvi afrontar aqueles nojentos. Puxei Monica pelo braço, para ir junto comigo.
- Estou “puta da vida” com vocês, seus canalhas nojentos. Vocês apostaram em mim. Os caras ficaram sem graça, começaram negar a brincadeira.
- Não fizemos nenhuma aposta, isso é fofoca.
- Sejam homens, vocês fizeram sim. Acusou a maioria dos colegas, sabendo que aquela brincadeira ia dar merda.
- Escuta Vitória, nós não temos nada a ver com essa história. Isso é coisa desses babacas. Falou um deles, apontando os autores da “façanha".
- Vitória, e se você tocar isso pro pau, nós vamos ficar do seu lado.
- Homem de verdade não faz esse tipo de coisa. Isso é assédio. Se acontecer outra dessa comigo, vou denunciar vocês. Quando a coisa começou esquentar. Monica me tirou de perto deles.
- Vocês são um bando de otários. Merecem ser denunciados, disse Erik. Quando se afastou deles, falou comigo.
- E você gatinha! Merece um castigo por ter duvidado de mim.
- Ai Erik por favor, me desculpa.
- Desculpa não é suficiente. Você precisa ser castigada. Vai logo à noite no meu aptº.
- Desculpa, mas hoje eu não posso. Voltamos pra aula. Monica foi me arrastando pelo braço, sorrindo com cara aquela de deboche. E eu “puta da vida”.
- E você sua vadia, não ri de mim. Mas Monica ria sem parar, engrossando a voz, repetindo a sentença do Erik:
- Gatinha...“Desculpa não basta, você precisa ser castigada”, logo à noite no meu aptº. O que você quer, Vitória? Que eu chore dessa situação. É isso que dá ser a musa gostosa da engenharia. Monica não parava de rir, aquilo estragou meu dia.
Erik me mandou uma mensagem pelo whatsapp.
- Gatinha, não fica triste. Isso só aconteceu, por que você é linda e gostosa.
- Erik você é um amor, mas por favor; para de fazer troça com minha cara.
- Não estou fazendo, a maioria das garotas daria tudo; para ser gostosa igual você.
- Para de me chamar de gostosa. Você é um safado sem vergonha.
- Gatinha, te ligo logo à noite. Voltei minha atenção para aula. No final da tarde, dei um beijo na Monica e fui pra casa. Depois do jantar conversei com Gabriel até 21.30h, depois fui pro quarto estudar. Pouco depois Erik fez uma chamada de vídeo.
- Oi gatinha... tudo bem? Mais tranqüila agora?
- Tudo bem. Só por mensagem... não quero que meu tio ouça nossa conversa.
- Gatinha... estou com saudade...
- É sério... pois eu não acredito!
- Doido pra te ver de novo...
- Voce é um safado, Erik.
- Gatinha você me deixa maluco...
- Também penso em você... o tempo todo.
- Cheio de tesão. Não vejo a hora de ver você de novo...
- Sexta-feira! Respondi.
- Olha como estou... Erik mandou uma foto do seu pinto duro. Fiquei toda molhada.
- Gatinha, mostra pra mim. Puxei a calcinha de lado e mandei uma foto, aparecendo só a metade da pepeka... e dei boa noite. Me masturbei com plugue no cuzinho, gozei pensando naquele pau gostoso, depois dormi toda relaxada.
No dia seguinte, cheguei na faculdade realizada. Monica continuou zoando minha cara, mas não dei trela e entrei na pilha.
- Puxa vida Vitória, você está linda. Conta pra mim. Erik te comeu gostoso?
- Amiga, foi demais. Meu “pau delicia” quer de novo. Está cheio de saudade.
- Eu também ia querer comer essa bunda gostosa. Rssss.
- Cala boca Monica, para de falar merda.
Na quinta-feira avisei meu tio, que ia pra casa da Monica.
- Ok Vitória, mas se for sair de noite tenha cuidado. Se você precisar alguma me liga.
- Gabriel, como um cara bonito igual você, não tem namorada? Gabriel ficou vermelho, todo embaraçado na hora de responder.
- Tem uma garota que fico com ela de vez em quando.
- Então... meu tio tem uma ficante! Puxa vida Gabriel, você e seus segredinhos heim.
- E você Vitória, já tem namorado?
- Tem um cara lá na faculdade, que quer ficar comigo; mas eu não quero. Estou aqui para estudar. “Mentira, eu estava louca pelo Erik”, terminamos de conversar e fui estudar.
Na sexta-feira caprichei no visual. Coloquei um vestido leve no corpo, um conjuntinho de sutiã e calcinha boxer, combinando com meu vestido e calcei um tênis branco.
À noite nós fomos numa pizzaria. Já passava das 22h, quando chegamos no aptº. Erik me abraçou por trás, pegando nos meus seios, virou meu rosto para trás me beijando na boca, me tocando por cima do vestido. Sussurrando coisas indecentes no meu ouvido.
- Escuta sua putinha, estou louco nessa buceta. Abaixou alisando minhas coxas, lambendo minha buceta por cima da calcinha.
- Que delicia Vitória, você tá meladinha... agora sua puta, você precisa ser castigada. Me pegou pelos cabelos, me dando tapas na cara. Plaft... e me colocou ajoelhada no sofá.
- Você precisa de um corretivo. Plaft... Plaft... Plaft... na minha bunda. Cada tapa me deixava louca de tesão. Eu gostava daquele jogo sensual, adorava ser uma putinha pra ele.
- Aiiii amor, desculpa... eu não faço mais... não me bate.
- Puta safada, o que eu sou pra você? Fala sua vagabunda.
- Você é meu macho... meu dono. Eu queria apanhar, queria que ele me batesse mais.
- Plaft... Plaft... Plaft... mais tapas nas bunda, ele abaixou minha calcinha até no joelho.
- Ahhiiinnn... amor não me bate... tá doendo.
- Plaft... abre a bunda pra mim, sua safada. Minha bunda estava roxa, marcada dos tapas dele. Começou lamber meu cuzinho, dando voltas nele com a língua, me enfiando o dedo grande. Aflita subi no encosto do sofá, aquele dedo me deixou desorientada. Erik pegou um plugue metálico brilhante, começou esfregar na buceta.
- Vai safada... abre a bunda, e começou passar o plug melado no meu cuzinho.
- Ahhiiinnn safado... não faz isso... não faazzz aiiiiii.... ahhiiinnn.
- Fica quieta sua vadia... você vai ver como isso é gostoso.
- Ahhiiinnn amor... meu cu é apertadinho... coloca devagar.
Eu estava cheia de tesão, adoro usar um plugue. Erik se despiu, seu pinto duro pulou fora da cueca. Começou bater com pau na minha bunda, puxava o plugue até na metade, depois soltava de volta, aquilo dá uma tesão absurda. Ficou puxando o plugue, batendo com o pau na minha buceta. Sussurrando coisas indecentes.
- Ai gatinha, que delicia essa buceta... e socou tudo de uma vez... entrou tudo.
- Aiiiiii cachorro assim não... aiiii safado assim dói. Ele tirou de dentro e me colocou pra chupar seu pau, esfregava a pica no meu rosto, colocava e tirava da minha boca e socava na minha buceta.
Erik foi bruto, socou tudo de uma vez, aquela pica grossa me levava à loucura.
- Aiiii safado... não faz isso... dói... assim eu não gosto.
- Plaft... na minha cara. Puta gostosa... você tem que apanhar e tomar na buceta.
Erik socava até no talo. Eu estava com a buceta inchada de levar surra de piroca.
- Aiiii seu filho da puta... não faz assim... não faz isso comigo... ahhhiiinnn seu cachorro safado... está machucando.
- Sua putinha, você vai me dar esse cuzinho... não vai?
- Não... só deixo na buceta, vai safado mete tudo... aiii amor... eu não agüento mais... ahhiiinnn amorrrr... eu quero gozar ahhiiinnn... ahhiiinnn... vou gozzz.... gozzzeeeiiiiiiii.
Erik sentou no sofá, seu pau estava duro e todo inchado.
- Vem gatinha... chupa meu pau, bate uma punheta no seu macho.
Cuspi na palma da mão e comecei devagar. Abraçando aquele pau gostoso com as duas mãos, massageando lentamente na cabeça. Minha mão deslizava sua extensão, levantando e abaixando a pele do prepúcio. Parava colocava na boca, dando voltas com a língua. Aquela punheta estava me deixando louca, o mel escorria da buceta, molhando minhas pernas, me deixando toda melada. Erik gemia, revirava os olhos de tanto prazer.
- Caralho gatinha, onde você aprendeu fazer isso... pqp... i s s o é m u i t o g o s t o s o.
- Gostou seu safado... então goza pra mim... goza seu tarado. É excitante ver um homem gozar, ver seu pau expelir o sêmen, lambuzar sua mão, com aquela quantidade absurda de porra, enchendo o ambiente com cheiro de sexo.
- Ai caralho... vou gozar... e ele gozou muito. Chupei aquele pinto até ficar limpo. Deitamos agarradinhos igual namorados, aquele jogo sensual de tapas e xingamentos, me deixava louca. Eu estava molhada, cheia de tesão. Meu cuzinho latejava com o plugue enfiado nele, me deixando alucinada.
- Escuta gatinha, me dá seu cuzinho. Erik sussurrava alisando minha bunda, puxando e soltando o plugue, falando indecências no meu ouvido.
- Vai gatinha estou louco pra comer essa bunda gostosa. Aquilo me deixava louca.
- Fala sério Erik, você gosta de cu?
- Eu adoro gatinha... o seu é lindo, rosadinho, apertado... puta merda, eu só penso nisso.
- Eu quero amor, mas tenho medo de você me rebentar... seu pau é muito grande.
- Gatinha, não vou machucar você... vou ser carinhoso, depois você vai gostar.
- Não vou não... isso dói, você é um tarado. Então foi por isso que me deu o plugue.
- Foi sim, o plugue dá sensação de preenchimento, serve para estimular, depois que acostumar com esse, te dou um maior. Sussurrou prendendo meus mamilos com os dentes, mordiscando meu clitóris com sua boca, chupando, enfiando a língua na minha buceta.
Erik me abraçou por trás, levantou minha coxa esfregando o pau na minha racha colocando tudo. Cada estocada pressionava o plug no meu cuzinho, me deixando descontrolada, gemendo, arfando, com aquela piroca atolada na buceta.
- Ahhiiinnn... safado, não faz isso... você vai acabar comigo... isso é muito ahhiiinnn... ahhiiinnn... i s s o é m u i t o g o s t o s o.
- Fala sua putinha... você gosta de dar pro Erik?
- Eu gosto muito... gosto do seu pau.
- Safada! Agora você é minha puta, só vai dar essa buceta pra mim.
- Isso amor... só você come minha bucetinha... vai seu safado mete gostoso... aiiiii delicia seu pau... vai mete tudo... ahhiiinnn... a m o r m e t e t u d o q u e e u vou g o z z z... gozarrrrr.
Já passava de meia noite quando fomos tomar banho para dormir. Erik acordou às 6h, foi na padaria comprar pão de queijo, pro nosso café da manhã.
- Escuta gatinha, você gostou de ontem à noite.
- Gostei muito, mas você é um cachorro safado.
- Um cachorro que você gosta, não é sua puta.
Erik estava com pau duro estufando a cueca, besuntou o dedo na manteiga e passou na cabeça do pau.
- Chupa minha gatinha... chupa seu pão com manteiga... sua vadia.
Eu adoro chupar aquele pau. O gosto da manteiga me deixou molhada. Erik me segurou pelos cabelos, fodendo minha boca, até eu engasgar... eu chupei tudo. Erik besuntou o dedo novamente na manteiga e passou na minha buceta. Fomos para o sofá. Sentei de pernas abertas com os pés no assento, ele começou me lamber e me chupar igual um cachorro.
- Que delicia... buceta com manteiga. Caralho gatinha, você é muito gostosa.
Erik pegou o plugue e começou chupar, deixou ele todo molhado de saliva.
- Levanta e abre a bunda. Ele colocou o plugue na entrada do meu cuzinho. Forçou e o plugue pulou pra dentro me deixando louca de tesão.
- Gatinha, vai me dar esse cuzinho? Sussurrou me chupando, olhando nos meus olhos me deixando maluca. Ele parou de lamber e me colocou de bruços no assento.
- Aiii amor... o que você vai fazer comigo?
- Plaft... plaft... plaft... vadia gostosa, e socou tudo na buceta.
- Aiiiii... cachorro... seu bruto fdp... assim dói.
- Fica quieta sua vadia... grita, chora, geme no meu pau e toma na buceta... que delicia. Erik socava forte e de repente ele parou, começou puxar o plugue, me deixando louca de tesão. Começou socar devagar, tirando o pau e colocando o plugue, depois tirava o plugue e colocava o pau, aquilo estava me deixando completamente louca.
- Ahhiiinnn... cachorro, não faz isso comigo... não faz... ahhhh safado... você vai me matar de tesão... aiiiiiiiiiii Erikkkk... não faz isso... ahhiiinnn... a m o r e u v o u g o z a r r r r r r.
- Gatinha... chupa meu pau... faz seu macho gozar. Ele gozou na minha boca, gozou porra com gosto de manteiga, eu engoli tudo.
- Caralho gatinha... você vai acabar comigo, que boquinha gostosa.
Ficamos acabados levantei pra tomar banho. Minha buceta estava quente, inchada, toda vermelha. Eu tinha gozado muitas vezes, estava com as pernas bambas, exausta de tanto meter com ele. Depois do banho, me vesti para ir embora. Eu precisava descansar, estudar e revisar e algumas matérias. Cheguei em casa, cai na cama e dormi até no meio da tarde.
Estudei um pouco, mas minha cabeça estava nele. Estava viciada naquele pau gostoso, que me fazia gozar. Fiquei excitada, coloquei o plugue no pensando nele! “Gatinha estou louco pra comer seu cuzinho”, aquele delírio me deixava maluca; “Ai Erik, você gosta de cu... perguntei”... ele disse que adorava meu cuzinho. Isso não é uma coisa normal, agora só penso em dar meu cu pra ele. Me masturbei com um plugue enfiado no rabo, pensando naquele pau gostoso.
Na faculdade, nós combinamos ficar juntos no fim de semana. Erik trouxe um plugue maior, 12x3cm. Eu estava louca com aquilo, só de sentir o peso fiquei molhada. A noite em casa coloquei o plugue, custou entrar. Era grande pro meu anelzinho, mas quando entrou eu gozei. Gozei com aquele plugue enfiado no cuzinho.
Na sexta-feira eu me preparei. Fiz depilação, coloquei um conjunto calcinha e sutiã cor de rosa, muito sexy. Um vestido leve marcando as formas do meu corpo.
Quando Erik me viu, mandou uma mensagem:
- Gatinha, você está linda. Passei o dia inteiro pensando nele.
À noite Erik quis sair para curtir a noite. Fomos a uma boate. Voltamos para casa de madrugada, os dois alterados por conta das bebidas. Tomamos banho e apagamos.
Acordamos às 11h, e fomos almoçar na rua. Depois do almoço apagamos novamente e despertamos às 16h. Tomamos banho e ficamos nus. Eu adorava andar pelada quando estava com ele, dá uma sensação deliciosa de liberdade e muita tesão. Erik fez café e preparou um lanche para nós, sussurrando coisas obscenas no meu ouvido.
- Gatinha coloca aquele plugue. Só dele falar me deixou cheia de tesão.
- Então coloca em mim seu safado, pedi dando um beijo gostoso nele.
- Plaft... ahiiiiinnnn safado. Erik pegou o plugue, untou com gel íntimo.
- Vadia gostosa, não sei como consigo manter minha sanidade perto de você. Sobe no sofá sua putinha safada.
- Plaft... ahiiiiinnnn... abri minha bunda com gestos provocativos e sensuais.
Erik esfregou o plugue no meu anelzinho, forçou um pouco e colocou dentro; aquilo me deixou muito excitada. Eu queria levar uma surra de rola, Erik nem deu confiança.
- Vitória, vamos tomar café, estou com fome.
- Ai amor... eu estou cheia de tesão. Depois a gente toma café.
- Escuta minha gatinha gostosa, só se você me der o cuzinho.
- Aiii amor, você é um chantagista... você sabe que eu quero, mas estou com medo.
- Gatinha, medo de quê?
- Seu pau é muito grande, vai doer.
- Só dói um pouco na primeira vez, mas depois é só prazer... a gente faz devagar.
- Você promete ser carinhoso comigo.
- Plaft... claro gatinha... vou te comer bem gostoso... safada.
Ninguém vai entender, Erik era muito carinhoso comigo, ele sabia ser gentil e bruto ao mesmo tempo. Eu estava apaixonada naquele macho gostoso, eu fazia tudo que ele pedia... tudo mesmo. Erik me colocou na frente dele, chupando meu mamilos, me lambendo, mordendo minha buceta, me infringindo uma dor deliciosa.
- Caralho gatinha como você é gostosa... agora seja uma boa menina e abre a bunda.
- Amor... deixa eu chupar um pouquinho. Falei choramingando toda dengosa.
- Gatinha, assim você acaba comigo. Eu adorava chupar uma rola.
Erik tirou o plugue e besuntou meu cuzinho com gel forçando até a cabeça entrar. Virou meu rosto para trás me beijando na boca, empurrando o pau lentamente. Meu cuzinho apertava o pau dele como uma luva de carne viva, até ali a dor era suportável.
Conforme ele empurrava abria minhas pregas, laceando meu cu apertado.
- Aiiii amor coloca devagar tá doendo, tira um pouco e me lambe. Erik tirou, me colocou de bruços, me lambeu.
- Aiii que delicia amor... me lambe... chupa gostoso... seu cachorro safado.
- Empina a bunda e abre pra mim... fala pra mim que você é uma putinha.
- Sou uma putinha safada.
- E você vai me dar seu cuzinho? Fala putinha.
- Vou sim... eu dou tudo que você quiser.
Erik me lambia igual um cachorro, alternando lambidas indecentes, e tapa na bunda.
- Aiiiiiiiiii.... safado... você está me deixando louca. Come minha bucetinha, eu quero gozar. Erik começou esfregar a pica na minha racha, e colocou tudo de uma vez.
- Aiiiiiinnn seu cachorro... assim não... Erik socava e tirava com brutalidade igual um animal. Ahhhiiiiinnn amooorrrr... eu quero na buceta... vai safado mete tudo ahhhiiiiinnn... come minha bucetinha... aiiiiiiinn amor não agüento mais... mete amor... mete... põe tudo na buceta aiiiiiiiiiii amor... hummmmm vou goz... vou gozzz.... ahhiiinnn... amor eu vou g o z a r r r r.
Erik estava insaciável, tirou da buceta esfregando a cabeça do pau no meu cu, forçou e a cabeça entrou, empurrando aquela rola grossa no meu rabo, arrombando minhas pregas.
- Aiiiiiinnn amor... meu cuzinho... tá doendo... põe devagar... põe devagar.
- Relaxa gatinha... relaxa... já entrou quase tudo.
- Você é mentiroso... tá me rasgando... ahhhiiiiinnn tá doendo muito... tira.
- Fica quieta sua vadia... relaxa... vou colocar devagar, e empurrou tudo. Senti suas bolas na minha xoxota, suas mãos fortes puxando meu quadril, atolando a pica no meu rabo, rasgando meu cu com uma dor insuportável.
- Aiiiiiiiiiii... seu filho da puta... você mentiu pra mim, isso dói muito... tá me rasgando.
- Fica quieta gatinha, relaxa... Pqp que cu apertado... relaxa que para de doer.
- Erik, você é um mentiroso filho da puta... isso dói muito... estou arregaçada. Virou meu rosto pra trás, me beijando na boca. Ele ficou imóvel, acariciando meu rosto me deixando relaxada. A dor foi diminuindo até ficar somente a sensação de preenchimento.
Erik sussurrava coisas indecentes no meu ouvido, massageando meu clitóris.
- Gatinha, nunca comi um cuzinho tão gostoso, você é muito apertada... vou... vou gozar.
- Então goza... goza seu safado... não é isso que você queria seu cachorro tarado.
Erik encheu meu cuzinho de leite quente. Quando ele tirou senti alivio imediato, mal deu tempo de chegar no banheiro. Tomei um banho demorado, meu cuzinho estava laceado, quente, latejando. Senti falta do pinto grosso me preenchendo, estava cheia de tesão. Sai do banheiro, vesti uma camiseta sem nada por baixo.
Depois do lanche Erik foi arrumar a cozinha. Eu fui pra cama relaxar, deitei de bruços mexendo no celular, a camiseta subiu deixando uma parte da minha bunda de fora.
Eu estava cheia de tesão. pensando naquele pau gostoso que tirou o cabaço do meu cuzinho. Eu estava provocando, queria que ele me comesse meu cuzinho bem gostoso.
- Porra gatinha, desse jeito você acaba comigo.
- O que foi que eu fiz? Erik começou Lamber e beijar meus pés, chupando meus dedos. Fiquei arrepiada com me lambendo, ele abriu minhas pernas e começou me lamber, igual um cachorro lambendo uma cadela no cio.
- Porra gatinha, você é deliciosa, chupa meu pau... chupa sua vadia. Eu mamei aquela pica gostosa, lambendo de baixo até na cabeça, colocava tudo na boca, deixando ele babado.
- Que boquinha gostosa... isso vadia chupa gostoso, você gosta disso não é?
- Adoro esse pau... quero que você coloca esse pau babadinho dentro de mim.
- Puta que pariu... mas que putinha safada.
- Coloca tudo... no cuzinho.
- Caralho gatinha... você vai acabar comigo... fica de quatro e abraça o travesseiro.
- Plaft... abre a bunda sua vadia. Deitei com rosto no travesseira, abri a bunda com as duas mãos, devagar, sensualmente. Eu estava molhada, o mel escorria pelas minhas pernas.
- Plaft... ele estapeou minha bunda, cada tapa me deixava alucinada.
Erik esfregou a pica na minha entrada, se molhando com meu mel, dando tapas de piroca na minha bunda, forçou um pouco e colocou a cabeça.
- Aiiiinnnn... meu cuzinho amor... coloca devagar.
- Relaxa gatinha... calma... já foi quase tudo.
- Aiii seu bruto... assim dói... coloca devagar...
- Fica quieta sua vadia... relaxa... e socou tudo. Senti aquele volume grosso me abrir, meu cuzinho apertando o pau dele, me deixando louca. Gemendo naquela piroca dura, igual uma gatinha manhosa querendo leite.
- Aiiiii seu bruto... assim não... você é muito malvado comigo... assim eu não gosto.
- Fica quieta sua putinha... puta merda que cu apertado.
- Aiiiii seu bruto... assim dói... assim eu não gosto... faz com carinho.
- Você pediu pra colocar tudo! Agora para de reclamar sua putinha safada.
- Eu pedi amor... mas tem que ser com carinho... faz com amor...
- Gatinha... você é muito apertada, nunca comi um cuzinho tão gostoso.
- Aiii amor... você gosta do meu cuzinho... então coloca tudo... mas põe devagar.
- Que vadia... pede de novo sua putinha safada.
- Aiii amor coloca tudo no meu cuzinho... soca bem gostoso...quero gozar no seu pinto.
Erik me segurou pelo quadril e socou tudo. Socava forte, tirava devagar, socava de novo me torturando. Eu sentia suas bolas bater na minha xoxota.
- Caralho... que cuzinho gostoso... não vou agüentar é muito apertado.
- Não goza amor... espera um pouco... espera...
- Gatinha... é muito apertado... não agüento, vou gozar... pqp...vou gozar.
- Ah seu cachorro, não faz isso comigo... come meu cuzinho... aiiinnnn amor... quero gozar com pau no cu... coloca tudinho... no cuzinho... aiiiinnn você vai me matar de tesão... ahhiiinnn... me fode seu tarado gostoso... aiiiinnnn vou gozz... aiiiiiii amor... gozei... gozeiiiiiiiiii.
Caimos na cama, com ele duro, quente, engatado dentro de mim.
- Ahhhiiiiinnn Erik... fica parado... não mexe... vou gozar de novo, com seu pau dentro... aiii amor... não mexe... ahhiiinnn amor... estou gozan... gozan.... aiii amorrrr eu gozeiiiiii. Gozei duas vezes seguidas, com ele dentro de mim.
- Gatinha, você é muito delicia, quente, apertadinha, isso foi muito bom.
- Erik você é um tarado sem vergonha, indecente, um cachorrão tarado.
- Gatinha, sou tudo isso... mas sou doido por você, agora me responde com sinceridade.
- O que é Erik... assunto sério agora?
- Vitória, eu nunca tive uma garota igual você.
- Por favor Erik, não vai me fazer chorar.
- É sério Vitória! Você está me deixando louco. Eu penso em você o tempo todo.
- Erik, você está me enrolando!
- Quer ser minha namorada?
- O quê! Não... não... pirou a cabeça. Você sabe que não posso. Eu vim para SP para estudar.
- O que tem uma coisa a ver com a outra. Podemos estudar e namorar.
- Tem tudo. Namorar envolve sentimentos. Eu não tenho cabeça pra isso, e também não foi isso que combinei com meus pais.
- Vitória, você é de maior, não precisa permissão para namorar.
- Eu dependo dos meus pais, e do meu tio para me manter. E você só é independente, quando paga suas contas.
- Gatinha, não quero perder o que nós temos.
- Nós não temos nada, Erik. Só temos transas safadas. Só isso, nada mais.
- Não pra mim, Vitória. Estou apaixonado por você.
- Olha Erik, eu gosto de você. O sexo é muito gostoso, você é meu boy delicia, eu sou sua putinha. Por favor, não estraga o nosso lance. Vem meu cachorrão safado, me beija. Quero você de novo, estou cheia de tesão.
- Agora! Nós acabamos de transar.
- Vem cachorro tarado deita de bruços, segura o pau com as duas mãos e não mexe.
- Quero fazer carinho em você seu safado. Comecei acariciar seu corpo lentamente, com a ponta dos dedos. Erik ficou todo arrepiado.
- O que você quer fazer comigo? Vai me bater de novo, me arranhar com garfo. Fala sua putinha safada.
- Quero dar umas chineladas nessa bunda gostosa.
Eu acariciava a parte interna das suas coxas, tocando seu saco, depois na bunda.
Erik ficou com a pele cheia de bolinhas, com os pelos eriçados.
- Erik, me fala uma coisa: O que você acha de igualdade de gêneros?
- Como assim! Eu acho que é o correto. Todo mundo é igual, ou pelo menos deveria ser.
- Ah... que bom eu saber disso!
- Gatinha, até agora não entendi por que essa pergunta. Beijei sua boca, apertando sua bunda durinha.
- Você já vai entender. Disse sussurrando no ouvido dele.
- Vitória, o que você está tramando agora?
- Cachorrão safado... eu quero comer seu cuzinho. Erik mudou de posição.
- Como que é! Não entendi! Que porra é essa, Vitória! Não, de jeito nenhum.
- Você entendeu sim, seu safado... agora deita de bruços e coloca as mãos no pinto sujo, senão vai apanhar de chinelo... e peguei um pé de havaiana do lado da cama. Erik deitou novamente de bruços.
- Garoto obediente... é assim que eu gosto. Sentei esfregando a bucetinha nele, sussurrando no seu ouvido: Vou comer seu cuzinho gostoso.
- Não caralho... de jeito nenhum! O que você pensa que eu sou. Sai de cima e dei três chineladas na bunda dele, Plaft... plaft... plaft.
- Aiii... porra Vitória, isso dói pra caralho.
- É pra doer mesmo seu viado... e você vai me dar sim... vai dar o cu pra mim, senão vou te bater até cansar meu braço.
- Não vou dar porra nenhuma... eu não sou viado.
- Agora sim... falou o macho alfa. Você acabou de falar que todo mundo é igual, ou que deveria ser... você falou ou não falou? Escuta aqui, seu cachorro fedido... você sabe a dor que eu passei, para te dar prazer. Você rasgou meu cu e me comeu, agora eu vou comer o seu. Igualdade seu cachorro fedido, safado, tarado, sem vergonha.
- E se eu não quiser. Eu posso levantar, e acabar com essa porra agora.
- Ok. Você pode. Não vou te obrigar, mas se você fizer isso... acabou para nós. Vira de lado deixa eu ver. Erik, você está de pau duro. Plaft... plaft... dei dois tapas no pinto dele. Agora seu cachorro fedido, coloca as mãos na cabeça e não me toca. Comecei lamber seu pinto duro.
- Puta que pariu Vitória, que delicia... você é uma putinha gostosa.
- Agora seja um bom garoto! Fica de bruços igual um veadinho... segura esse pinto sujo e não mexe... seu cachorro fedido. Peguei o plugue médio, besuntei com gel. Erik me olhou apavorado.
- Vitória... sua putinha safada... não faz isso...
- Plaft... plaft... plaft... vai obedecer o quer apanhar mais... fala seu veadinho.
- Aiiii... aiii... filha da puta... isso dói pra caralho... vou obedecer... mas não coloca isso.
- Plaft... plaft... plaft... aiiii... putaquepariu... para de me bater.
- Eu vou colocar sim... agora tira as mãos desse pinto sujo e abre a bundinha.
- Ok, mas por favor... para de me bater.
- Garoto obediente, assim que eu gosto... mantém a bundinha aberta, igual um veadinho. Deitei do lado dele beijando sua boca, acariciando sua bunda, sussurrando coisas no ouvido dele. Passei gel no seu cuzinho, ele tremeu arrepiado.
- Sabe seu veadinho safado, eu adoro você. Tenho um profundo e irresistível tesão nesse pinto sujo. Você é o cara que me come gostoso... adoro todo tipo de sacanagem que a gente faz... falei esfregando o plugue nele, Erik contraiu a bunda.
- Relaxa senão vai doer... você vai gostar seu safado e comecei enfiar devagar.
- Aiiii caralho... vai devagar com isso e... o plugue entrou.
- Puta merda... isso dói pra cacete. Porra Vitória, quem é você? Que porra de fetiche é esse? Quem te ensinou ser uma puta safada?
- Eu era virgem... seu safado. Eu não sabia nada de sexo, você me ensinou tudo.
- Puta que pariu... então eu criei um monstro.
- Lembra quando você me comeu, com o plugue enfiado no meu cuzinho... é muito gostoso, agora nós vamos fazer de novo. Você ver ver como é gostoso... vira de lado.
- Erik meu amor... olha como seu pau está duro.
- Vem seu safado... me fode bem gostoso, primeiro na buceta... depois no cuzinho, mas antes vamos trocar esse plugue.
- Porra Vitória... você está de sacanagem comigo.
- Estou sim... seu veadinho safado. Agora deita de bruços e abre a bundinha. Senão vai apanhar na bunda. Erik deitou segurando o pau. Tirei o plugue médio e besuntei o maior com gel, esfregando no cuzinho dele. Comecei empurrar devagar, o veadinho ficou todo arrepiado com cuzinho apertado.
- Aiiii Vitória, puta merda... põe devagar... e o plugue entrou.
- Puta merda... isso dói muito.
- Você gostou do plugue amor... então arregaça minha bucetinha, vem seu safado... mete tudo... aiiiiiiinn faz assim amor... mete esse pinto sujo...na minha bucetinha... ahhhiiinnn... mete seu cachorro... mete com força... ahiiinnn amor... me fala... tá gostando de meter com plugue no cuzinho... ahiiinnn amor... vai me fala...
- Caralho, vou arrombar sua buceta... sua putinha safada.
- Vem cachorrão... mete gostoso... agora você vai saber como é bom tomar no cu... ahiiinnn amor eu adoro seu pinto sujo... fode sua puta... eu quero gozar no cuzinho... vai mete seu safado... ahiiinnn... que pau gostoso... eu vou goz... goz... ahiiinnn amor gozeeeiiiii
Caímos na cama ofegantes, exaustos, suados de tanto transar. Ficamos abraçadinhos relaxando, esperando nossa respiração voltar ao normal, depois fomos tomar banho. Já era quase meia noite quando fomos dormir.
Acordamos às 9hs. Transamos mais uma vez, no chuveiro, depois me vesti e fui pra casa.
Gabriel tinha saído de manhã. Mandei uma mensagem para ele: Tio, vou fazer comida caseira, quer almoçar comigo?
Sim, respondeu ele. Eu e meu tio almoçamos e passamos o domingo juntos, conversando sobre a família, e sobre a faculdade. Gabriel me falou que engatou namoro com uma garota. Eu falei do Erik, mas disse que era só uma paquera sem importância.
Depois da nossa formatura. Erik conseguiu contrato em uma construtora, e voltou para Porto Alegre. Nós fomos amantes durante os anos da faculdade. Erik ter ido embora, me deixou arrasada e destruída. Levei meses para recuperar minha sanidade.
Bem mas a roda do tempo girou, depois da formatura fui contratada em uma multinacional do setor de automação industrial. Foi quando minha vida começou mudar.
Continua no capitulo III
Queridos leitores:
Não busco ganhar estrelas. Peço apenas um breve comentário sobre o conto.
Para mim, as criticas são importantes; sejam elas construtivas ou não.
Será de grande ajuda, para melhorar a composição criativa dos personagens, e no processo da escrita.
Sempre visando proporcionar uma leitura interessante, aos amigos leitores da casa.
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