O Fotógrafo da Minha Intimidade - Parte 4

Um conto erótico de A Esposa
Categoria: Grupal
Contém 801 palavras
Data: 15/06/2026 06:02:43

O Corpo em Leilão

Depois de toda a loucura da qual consegui me livrar, já que meu corpo estava todo marcado e a culpa, por conveniência, recaiu sobre o corno do meu marido, o mais engraçado é que ele se jactava por ter me deixado naquele estado. Eu, tomada pelo espírito do sadomasoquismo na hora H, pedia mais; provocava, instigando-o a desferir socos leves nas minhas costelas e tapas estalados no meu rosto. Adoro instigar meu corno; o homem é bruto, tem uma mão pesada que me fascina, gosto de me sentir dominada.

Já o Tadeu, meu algoz e fotógrafo tarado, desta vez extrapolou todos os limites da sensatez. Apareceu na minha casa com duas mulheres, rompendo um hiato de quase dez dias de silêncio. Para mim, aquele assunto já era página virada; eu só queria focar no romance com o maridão e viver nossa nova lua de mel. O retorno daquele homem que despertou minha safadeza não era bem-vindo, ainda mais atrapalhando meu home office na véspera do feriado. Eu estava animada para a noite, querendo reforçar as marcas pelo corpo. Havia enviado mensagens ao meu marido pedindo chicotes e acessórios; queria ser amarrada, apanhar, ser xingada, sentir o peso do cinto no pescoço enquanto balançava o rabo como um animal pronto para ser domado por ele.

Tadeu, impulsivo como sempre, decretou que seria a última vez. Ele tem esse jeito profissional, essa aura de quem transita entre o mundo da fotografia e um submundo de prazeres proibidos. Não consigo resistir ao seu olhar; suas propostas invadem minha mente com uma audácia incontrolável. Suas mãos já buscavam meus seios, e seus lábios roçavam meu pescoço, sussurrando promessas de êxtase com aquela voz rouca que me desarma. Ele sabe como me tornar frágil, como me despir de defesas até que eu não seja nada além de um objeto à mercê da sua vontade.

Nunca tinha experimentado uma mulher, mas ali estavam elas: lindas, com corpos esculturais e uma energia avassaladora. Eu, visivelmente inexperiente, assistia estática enquanto elas se beijavam e se acariciavam sob o olhar de comando do Tadeu. Minha maior angústia era a chegada do meu marido; eu não tinha como monitorar sua localização, mas o medo foi vencido por uma excitação crescente. As meninas sabiam exatamente onde tocar. Enquanto uma me masturbava com precisão, a outra me beijava, sugando meus seios até que expressões do meu corpo clamasse por mais. Tadeu, posicionado atrás de mim, deixava seu pau roçar contra minhas nádegas. Fui despida de tudo, inclusive da minha resistência.

Seguindo as ordens silenciosas de Tadeu, elas me transformaram em seu brinquedo. Meu corpo respondia com espasmos de puro prazer: mãos suaves apertando meu clitóris, a boca úmida mamando meus mamilos. Estava ensopada. Implorei pela penetração, e o canalha, com um toque firme, deslizou seu pênis na minha bucetinha que pulsava por ele.

Depois de algum tempo Tadeu retirou-se para observar, enquanto uma das mulheres o chupava e a outra, mais alta, explorava agachada atrás de mimno meu cu com dedadas profundas. Com as pernas bambas, eu me sentia a peça central de uma engrenagem de luxúria. Fui conduzida à cama, onde o cenário mudou: uma me envolvia com a língua enquanto a outra se sentava sobre meu rosto. Entreguei-me ao desconhecido, guiada pelos gemidos e espasmos daquela mulher, confirmando, pelo ritmo de seu corpo, que eu estava fazendo exatamente o que ela desejava.

A moça que me chupava já havia me levado ao orgasmo duas vezes antes que trocassem as posições. Perdi a noção do tempo, perdida naquele labirinto de toques e sensações inéditas. Quando tudo terminou, agradeci ao Tadeu com um beijo intenso e o mesmo nas mulheres com o mesmo fervor.

Eles se foram, deixando-me nua e em transe, rememorando cada detalhe. O celular tocou: era o marido. Chegaria em minutos. Ignorando as dezenas de mensagens perdidas, apenas retoquei a maquiagem, perfumei-me e, vestindo apenas saltos altíssimos, fui para a varanda com uma taça de vinho branco e o cigarro, só fumo quando quero transar. A excitação ainda vibrava em mim, e uma nova ideia tomou conta da minha mente: eu queria dividir meu maridão com uma mulher.

Quando ele entrou e me viu naquela penumbra, não permiti sua entrada no recinto. Recebi-o ali mesmo, nua, exposta, pronta para transformar aquele desejo em uma nova realidade.

Ele se aproximou rindo, eu fumando o segundo cigarro, olhando firmemente para ele, joguei o resto do vinho sobre meu corpo, deitei sobre a mesa, ele colocou o vinho que trazia e sua roupa na cadeira percebi que a noite estava apenas começando. Afinal, depois do que vivi hoje, o conceito de 'limite' já não me pertence mais.

O que aconteceu naquela varanda, sob o brilho das estrelas, foi apenas o aperitivo do que temos vivido diariamente.

Até a próxima

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