Meu nome é Daniel, 42 anos, pernambucano raiz, e eu sou obcecado por bundas desde que me entendo por gente. Bundas grandes, redondas, firmes mas com aquela carne que balança quando a mulher anda. Bundas que parecem feitas pra sentar na cara de um homem e sufocar ele de prazer. Eu gravo vídeos desde 2008, posto fotos anônimas, conto minhas loucuras. Meu perfil é um santuário pra quem curte o proibido. E foi lá que Carla me achou.Carla. Porra, Carla. Quando vi as fotos que ela mandou, quase gozei só de olhar. Segurança de uma empresa grande aqui em Recife, casada, 38 anos, mas com uma bunda que parece ter sido esculpida pelo diabo pra tentar os santos. Pele morena clara, cabelo preto preso em coque, uniforme cáqui justo que marcava cada curva. Na primeira foto ela tava no mercadinho, de boina azul, óculos escuros, mão na cintura, olhando pro lado com aquele ar de “não me fode”. Na segunda, de costas, esticada pra pegar uma caixa de Nestlé na prateleira alta, a calça esticada até o limite, a bunda empinada, perfeita. Na terceira, segurando uma caixa de chocolates, olhando pro banheiro feminino. Na quarta, enrolada numa toalha, cara de nojo segurando um prato cheio de chocolate derretido. Eu soube na hora: essa mulher ia realizar minhas fantasias mais sujas.Ela me escreveu direto:
“Vi seus vídeos desde 2008. Achei que era montagem. Meu marido tem nojo de mim. Diz que minha merda é podre demais pra ele. Como pode achar isso de algo que sai dessa bunda? Quero tentar o negócio do chocolate com você. Domingo eu tô de serviço, mas posso dar um jeito.”Marcamos. Domingo, dia normal de trabalho dela. Nos comentários abaixo deixarei onde você pode ver e baixar meus videos e fotos com casadas safadas. Encontrei ela na porta do mercadinho na periferia da Zona Norte do Recife, por volta das 10h da manhã. O sol já tava quente, o cheiro de pão fresco e fritura saindo da porta. Carla tava linda pra caralho no uniforme: camisa cáqui justa nos peitos médios, calça colada nas coxas grossas, cinto marrom marcando a cintura, boina azul inclinada, óculos espelhados. A bunda... meu Deus, a bunda parecia ainda maior ao vivo, redonda, projetada, balançando levemente enquanto ela andava até mim.— Daniel? — ela perguntou, voz baixa, olhando pros lados pra ver se ninguém via.
— Sou eu, gata. Porra, você é muito mais gostosa que nas fotos. Essa bunda... eu já tô duro só de olhar.
Ela riu, nervosa, mas os olhos brilharam por trás dos óculos.
— Você é louco mesmo, né? Meu marido nunca me olha assim. Vamos logo antes que eu me arrependa.Entramos no mercadinho. Eu peguei uma cestinha e fomos direto pro corredor de doces. Comprei a maior caixa de chocolates sortidos que tinha: bombons, barras, trufas, tudo com recheio cremoso. Paguei rápido no caixa, enquanto a atendente olhava estranho pra gente. Carla tava quieta, mas eu via o jeito que ela apertava as coxas.— Vai pro banheiro agora — sussurrei no ouvido dela, entregando a caixa. — Enfia tudo. Um por um. Quero seu cu lotado de chocolate derretendo.
— Tá maluco? Aqui? — ela sussurrou de volta, mas pegou a caixa. — Isso é nojento... mas tô molhada só de pensar.
— Vai. Eu espero aqui fora. Quando sair, age normal.Ela demorou uns quinze minutos. Quando saiu, caminhava devagar, as pernas um pouco mais abertas, a cara corada. A bunda parecia ainda mais empinada, como se estivesse segurando um tesouro dentro.— Pronto — disse baixinho, aproximando-se de mim. — Tá tudo lá dentro. Os grandes doeu pra enfiar, mas... porra, tá derretendo. Sinto o chocolate escorrendo devagar no meu intestino. Tá quente, grudento. Tô me sentindo uma vadia completa.
— Como tá se sentindo?
— Curiosa. Excitada. E com um pouco de nojo de mim mesma. Mas a dor de barriga já tá vindo... suave ainda.Passamos as próximas seis horas assim. Ela trabalhando, eu fingindo que era cliente. De vez em quando ela me mandava mensagem:
“Já tá tudo mole dentro de mim. Sinto os bombons virando pasta.”
“Meu cu tá pulsando. Tô apertando pra não vazar.”
“Daniel, tô com fome de você comendo isso tudo depois.”Às 16h, fim do expediente. Carla tava suada, a cara de quem tava segurando o mundo no cu.— Vamos pro seu apê agora. Não aguento mais. Minha barriga tá doendo pra caralho. Preciso botar tudo pra fora.
No carro, ela sentou com cuidado, gemendo baixo.
— Ai... tá pressionando. Sinto o chocolate quente empurrando pra sair. Se eu soltar agora, vai vazar tudo na calça.Chegamos no meu apartamento no Cordeiro. Mal fechei a porta e ela já tava tirando o cinto.— Me dá um prato. Rápido. Vou cagar aqui na cozinha mesmo.
Peguei um prato fundo branco e coloquei no chão, bem no meio da cerâmica. Carla tirou a calça e a calcinha devagar. A bunda dela... porra, que visão. Redonda, suada, com marcas do uniforme. O cuzinho já tava levemente entreaberto, brilhando com chocolate derretido.Ela agachou por cima do prato, de costas pra mim, mãos nas coxas.— Não acredito que tô fazendo isso... você é um nojento, Daniel. Um louco.
— Sou o louco que adora essa bunda. Solta tudo, amor. Quero ver.
Ela gemeu alto, empurrando. Primeiro saiu um chocolate meio inteiro, escuro, brilhante de suco intestinal. Depois veio o resto: uma avalanche marrom, cremosa, quente, misturada com pedaços de bombom, trufa derretida, tudo com aquele cheiro forte, terroso, doce podre que encheu a cozinha inteira. Era muito. O prato encheu rápido, transbordando um pouco pros lados. Um cheiro denso, quente, íntimo subiu.— Olha o tamanho disso... — ela riu, envergonhada mas excitada. — Meu marido nunca aguentou isso. Diz que fede demais. Você acha isso podre?
— Podre? Isso é o perfume da sua bunda, Carla. É o cheiro mais delicioso do mundo.Eu me ajoelhei ali mesmo, o pau latejando dentro da calça. Peguei o prato, ainda quente. O chocolate misturado com a merda dela tava numa pasta grossa, marrom escura, brilhante, com pedaços visíveis. Cheirei fundo, sentindo o aroma doce-amargo invadir minhas narinas.— Porra, que delícia...
Carla tava se masturbando olhando pra mim, dois dedos no clitóris, gemendo.
— Come, seu doente. Come tudo que saiu da minha bunda. Quero ver você engolir.Dei a primeira mordida. O gosto era intenso: chocolate amargo misturado com o sabor terroso, salgado, levemente azedo da merda dela. Quente, cremoso, grudando na língua. Mastiguei devagar, sentindo os grumos passarem pela garganta. Carla gemia alto, se dedando mais rápido.— Ai que nojo... e que tesão ver você comendo minha merda com chocolate. Come mais, vai. Engole.
Eu comia como um faminto. Pegava punhados com a mão, lambia os dedos. O cheiro subia, a cozinha toda fedia a bunda dela, a sexo sujo. Ela se aproximou, ainda agachada, e esfregou a bunda suja na minha cara. Senti o resto de merda e chocolate lambuzando minha barba, meu nariz.— Lambe meu cu sujo, Daniel. Limpa com a língua.
Enfiei a cara entre aquelas nádegas quentes, enormes. A língua varria o cuzinho ainda aberto, sentindo o gosto forte, doce-podorento. Ela gemia, empurrando a bunda pra trás, quase me sufocando. Meu pau tava babando pré-gozo.Depois de comer quase metade do prato, levantei.
— Agora vou foder esse cu sujo.
— Faz. Me fode suja mesmo. Quero sentir seu pau na merda que eu fiz.Virei ela de quatro no chão da cozinha. A bunda toda lambuzada de marrom. Alinhei o pau e empurrei devagar no cuzinho dilatado. Entrou fácil, quente, escorregadio. O cheiro subia mais forte enquanto eu metia fundo.— Porra, Carla... seu cu tá uma bagunça deliciosa. Tá apertando meu pau com merda e chocolate.
— Mete forte! Ahhh... sinto sua rola raspando tudo que ainda tá dentro. Que nojo... que tesão...Eu metia com força, as bolas batendo nas coxas dela, o barulho molhado, obsceno enchendo o apê. A cozinha fedia pra caralho: merda, chocolate, suor, sexo. Peguei o resto do prato e passei na bunda dela enquanto fodia, lambuzando mais ainda. Depois enfiei dois dedos no cu junto com o pau, tirando mais sujeira.Ela gozou primeiro, gritando, o corpo tremendo, apertando meu pau.
— Tô gozando... seu louco... comendo minha merda...Tirei o pau, todo marrom, e virei ela de frente.
— Abre a boca.
Ela abriu, língua pra fora, olhos cheios de tesão e nojo. Gozei forte, jatos grossos na língua dela, misturando com o resto de chocolate e merda que ainda tinha na boca. Ela engoliu parte, cuspiu parte, rindo.— Você é completamente doente... mas eu adorei. Nunca me senti tão puta na vida.Ficamos ali no chão da cozinha fedida por mais de uma hora. Eu lambendo o resto dela, ela me fazendo comer mais, se masturbando de novo. Conversamos sobre o marido dela, que nunca soube apreciar o que saía daquela obra de arte que era a bunda dela.— Ele diz que é podre — ela falou, rindo. — Mas você... você adora.
— Porque é de você. Tudo que sai dessa bunda é sagrado pra mim.No final da noite, depois de mais uma rodada de anal sujo no banheiro, ela tomou banho, vestiu o uniforme de novo e foi embora pro marido. Mas antes me deu um beijo com gosto de chocolate e merda.— Amanhã eu te mando mensagem. Quero repetir... mas da próxima vez sem chocolate. Quero que você coma direto da fonte.Eu fiquei sozinho na cozinha ainda fedendo, pau duro de novo só de lembrar. Carla. A segurança de boina azul com a bunda mais perfeita e mais suja de Pernambuco.E eu, Daniel, o cara mais louco por bundas do Brasil, finalmente tinha encontrado minha parceira perfeita.