A FAMÍLIA G (III)

Da série A FAMÍLIA G
Um conto erótico de Cláudio_New
Categoria: Heterossexual
Contém 875 palavras
Data: 15/06/2026 08:41:52
Assuntos: Heterossexual

Acordei por volta das nove horas. A casa parecia vazia. No espelho do banheiro, um bilhete de Gilma, informando que tinham ido fazer um piquenique num descampado, ao longo do Tapajós, e que Giulia ficara para fazer o meu café e depois guiar-me até o local onde estavam.

Banho tomado, dirigi-me à cozinha, vestindo uma até discreta sunga. Lá estava minha jovem cantora, passando um suco. Um transparente roupão sobre o biquini laranja, o fio dental entregando uma bunda proeminente aos meus olhos. Evitei olhar muito. Eu sempre tivera um respeito muito grande por ela, principalmente por conta do trauma de assédio por que passara com um dos padrastos. O tesão que eu alimentava pela mãe e pelo irmão contrastava com a praticamente indiferença sexual que eu nutria por ela e pela avó.

Cumprimentei-a como sempre, com um paternal cheiro no ombro e me sentei. Ela falava trivialidades, que alimentei enquanto nos alimentávamos. Concluída a refeição, ajudei-a a lavar a louça e sentamos à varanda, olhando o verde que se estendia pelo terreno, eu bebericando uma dose de cachaça aromatizada, para “disciplinar a comida ingerida”, como se dizia por lá. O silêncio fazia-nos ouvir cada som da floresta vizinha.

Então ela se levantou de sua cadeira, postou-se diante de mim, e, sem qualquer arrodeio, falou:

– Cláudio, eu quero beijar você.

Fiquei estático. Eu nunca a vira como mulher comível. Até evitava fantasiar, mesmo ela tendo ganhado corpo e se transformado numa gostosura. Belos e redondos seios, arrebitados; coxas grossas e uma bunda – como já falei – proeminente. Apesar do choque, eu precisava dizer alguma coisa:

– Giulia, você sabe que Gláuria é mais nova do que eu?

Uma ruguinha se fez entre seus olhos:

– Sim, e daí?

– Isso quer dizer que tenho idade para ser seu avô.

Não devo ter dito isso com a firmeza que precisava para ser levado a sério, que ela sorriu, ironicamente. Estava difícil, mas, heroicamente, reuni minhas forças mentais em luta contra as sexuais, que já começavam a fazer endurecer meu pau, e continuei:

– Além do mais, temos uma saudável relação de amizade familiar, desde sua avó (evitei pensar na rola de Gaio, que eu conhecera na madrugada); tenho uma relação quase profissional com você, na banda...

– E eu não sou gostosa o bastante, não é? - falou fazendo beicinho, olhos no chão, dramática toda.

Ela foi cruel, mas eu nem imaginava quão mais ela poderia ser... Aquela frase fora terrível: se eu negasse, estaria concordando em comê-la; se confirmasse, seria mais um trauma para ela, além de ser uma mentira de minha parte.

– Não é isso, Giulia... É que tem a sua família, a confiança que eles depositam em mim... Você precisa se colocar no meu lugar.

Aí veio o tiro de misericórdia:

– Eu sei que você come minha mãe, faz tempo que escuto os rugidos de vocês trepando. E vi de madrugada o Gaio te comendo na piscina. Por que só eu não?

Eu estava literalmente com o cu na mão, o coração disparado, minha frágil argumentação completamente destroçada. Giulia não era tão ingênua quanto cheguei a cogitar. Eu não soube o que dizer. Ela aproveitou o meu silêncio embaraçoso, colocou uma perna em cada lado e sentou-se no meu colo (decerto sentindo a dureza do meu pau) e baixou seus lábios carnudos e macios sobre os meus, disposta a realizar seu desejo. Rebolei por terra o último resquício de pudor ou o que fosse, e me atraquei naquele beijo com toda a lascívia que satanás inventou no inferno.

Enquanto nos beijávamos, ela roçava acintosamente a buceta sobre meu cacete, que se projetava sob a minha sunga. Enfiei minhas mãos por sob a parte superior do seu biquini, libertando os seios mais durinhos e belos que eu já vira. Os mamilos rígidos, suguei-os com avidez, enquanto ela gemia. Sem largar minha boca, levantou-se do meu colo e puxou um dos laços laterais da parte inferior, mostrando-me a buceta completamente lisa e se derramando em tesão; a peça caiu ao chão e ei-la nua e lindamente sedutora em minha frente.

Sua boca largou a minha e viajou pelo meu pescoço, meus mamilos, enquanto suas mãos puxavam minha sunga e libertavam minha tora palpitante, que ela logo engoliu, num boquete divino – poucas profissionais têm essa competência. Nem mesmo a mãe era tão eficiente.

Quando eu já sentia os raios do gozo, ela largou meu pau e voltou a sentar sobre meu colo, desta vez enterrando minha rola em sua buceta alagada, e se requebrando languidamente, dizendo putarias, me chamando de viado velho safado e gostoso e a meu pau de tora de prazer a rasgar minha buceta.

Eu procurava me controlar ao máximo para não gozar naquela caverna de luxúria. Ela percebeu minha preocupação:

– Relaxe... Estou em dia com o anticoncepcionaaaaaallllllll... A última sílaba dilatou-se num grito lancinante de quem gozava estrepitosamente, aos solavancos...

Não tive como mais me conter, e minha rola explodiu todos os meus jatos, um a um, dentro daquela xoxota quente que cavalgava sobre ele, e agora éramos os dois que grunhíamos, pela força de nossos orgasmos... As respirações ofegantes, os corpos nus e suados abraçados, sua xoxota vazando meu mel sobre minhas coxas, os corações feito tambores dentro do peito, nossos rostos plenos de satisfação: eis o quadro.

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Comentários

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Essa continuação foi formidável.

Uma trepada logo após o café da manhã é muito bom.

fredcomedorr2022@gmail.com

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