Aqui vai um novo começo bem caprichado, intenso e humilhante para a história da privada humana. Ele substitui ou precede o início original, criando uma introdução mais profunda antes da chegada do Mestre:
Tudo começou como uma fraqueza que eu já carregava há anos. Eu sempre soube que era um viadinho submisso, um nada que sonhava em ser reduzido a objeto. Mas naquela noite, rolando o feed de um app de fetishes, algo mudou de vez. O anúncio dele apareceu como um soco no estômago:
“Macho dominante procurando privada discreta para uso pesado. Watersports extremo, throat fucking brutal, humilhação total. Sem limites, sem conversa fiada. Só uso.”
Meu pau endureceu instantaneamente. Li e reli várias vezes, o coração martelando. Era exatamente o que eu precisava: ser tratado como mictório humano, como lixo, como algo que só serve para receber mijo e porra. Mandei mensagem tremendo:
— Mestre… sou um viadinho submisso que sonha em virar privada particular. Quero ser seu urinol vivo. Pode mijar tudo na minha boca, encher minha barriga até eu inchar, e depois destruir minha garganta. Sem limites. Sou seu.
A resposta veio rápida e direta, sem carinho:
— Então você quer ser minha privada? Ótimo. Amanhã às 20h na sua casa. Chego com a bexiga cheia pra caralho. Quero você nu, de joelhos, boca aberta esperando. Vou mijar direto, sem parar, até você engasgar e inchar. Depois fodo essa goela até vomitar. Se derramar uma gota, vai lamber tudo do chão. Entendido, puta?
— Sim, Mestre. Entendido. Vou ser o melhor mictório que o Senhor já usou. Porta encostada, eu esperando de joelhos como o lixo que sou.
Naquela noite eu quase não dormi. Ficava imaginando o cenário: eu, completamente nu, de joelhos no meio da sala, boca escancarada, língua para fora, olhos baixos. Um objeto. Uma privada humana. Meu pau latejava só de pensar no gosto forte do mijo dele enchendo minha boca sem parar, no medo de não conseguir engolir rápido o suficiente, na barriga inchando visivelmente enquanto ele usava minha garganta como funil. Eu me masturbava devagar, mas não gozei — queria chegar vazio, faminto, pronto para ser enchido só com a urina dele.
No dia seguinte limpei a casa obsessivamente, não comi nada desde o almoço para deixar espaço na barriga, tomei apenas água para não diluir o gosto que ele traria. Às 19h50 eu já estava posicionado: completamente nu, joelhos no chão frio, mãos atrás das costas, boca bem aberta, língua estendida como um tapete de boas-vindas. O ar-condicionado gelado fazia minha pele arrepiar, mas por dentro eu queimava de ansiedade e medo.
Quando a campainha tocou exatamente às 20h, meu estômago deu um salto. Eu não me mexi. Fiquei ali, imóvel, oferecendo-me como o objeto que combinamos. A porta se abriu devagar. Passos pesados entraram. Eu não levantei o olhar — privadas não olham para o dono.
Ele fechou a porta com um clique seco e parou na minha frente. Senti o cheiro dele: homem, suor leve, dominância pura.
— Porra… olha só a privada já no lugar. Boca aberta, língua pra fora… que puta bem treinada.
Ele abriu o zíper calmamente. O pau grosso, pesado e ainda meio mole surgiu bem na frente do meu rosto. Sem aviso, ele segurou minha nuca com uma mão firme, dedos cravados no cabelo, e encostou a cabeça inchada no centro da minha boca escancarada.
— Hoje você vai sofrer, mictório. Guardei mijo o dia inteiro pra você. Vai ser contínuo, forte e muito. Quero ver essa barriga inchando enquanto você engole tudo como a vadia barata que é. Se não aguentar… vai lamber o chão.
E então o fluxo começou: contínuo, implacável. como uma torrente quente e sem interrupção. Assim que ele relaxou a bexiga, o mijo jorrou forte, direto, enchendo minha boca em questão de segundos.
— Engole tudo, sua privada nojenta. Não para nem por um segundo.
A mão dele veio pesada na minha nuca, dedos cravados firmemente no cabelo, segurando minha cabeça no lugar como um objeto fixo. Ele empurrava meu rosto contra o pau, mantendo a glande grossa bem dentro da minha boca aberta enquanto o mijo quente e concentrado fluía sem trégua.
Minha boca encheu quase imediatamente. O líquido salgado, amargo e metálico subiu rápido, cobrindo a língua, batendo no céu da boca e inflando as bochechas. Tentei engolir o primeiro gole grande, mas o fluxo era forte e constante demais. Senti o mijo descer queimando pela garganta em um gole desesperado — um calor pesado e viscoso que caiu direto no estômago vazio, fazendo ele se contrair.
Mas o mijo não parava. O fluxo continuava implacável, enchendo novamente a boca em tempo real. Eu engolia o mais rápido que conseguia, grandes goles ruidosos e molhados, mas mal terminava um gole e a boca já estava cheia outra vez. O líquido quente transbordava pelos cantos dos lábios apesar dos meus esforços, escorrendo pelo queixo e pingando no peito.
O medo veio forte: Ele está mijando rápido demais… eu não consigo engolir na mesma velocidade. Vou derramar tudo e sujar o chão como uma puta inútil. Meu coração acelerou em pânico. A mão dele apertou mais a minha cabeça, impedindo qualquer movimento para trás ou para o lado. Ele me mantinha completamente imóvel, usando minha boca como um funil humano, forçando-me a receber todo aquele mijo contínuo.
— Olha pra mim enquanto bebe, mictório. Quero ver essa cara de vadia desesperada se afogando no meu mijo.
Eu olhava para cima com olhos lacrimejantes, nariz ardendo com o cheiro forte e penetrante. Outro gole enorme e sofrido — o mijo descia grosso, queimando a garganta, caindo pesado no estômago. Eu sentia o volume se acumulando lá dentro: primeiro um calor enchendo, depois uma distensão visível. Minha barriga começava a inchar, ficando redonda e pesada enquanto o mijo contínuo continuava entrando sem parar.
Cada gole era uma luta brutal. A boca se enchia até doer, bochechas estufadas, o líquido balançando dentro enquanto eu forçava a garganta a trabalhar sem descanso. O sabor ficava cada vez mais intenso, mais concentrado, quase insuportável. Às vezes o mijo subia de volta pela garganta por causa da pressão no estômago inchado, misturando com baba, e eu tinha que engolir de novo aquele gosto azedo e quente, tossindo e engasgando contra o pau dele.
A mão dele não dava folga: segurava minha cabeça com força bruta, dedos enterrados no cabelo, empurrando levemente para frente para manter o selo perfeito entre meus lábios e o pau. Ele ria baixo, sádico:
— Tá enchendo bem essa barriga de mictório, né? Olha como já tá inchada… Continua engolindo, caralho. Se derramar eu vou te fazer lamber cada gota do chão como a vadia barata que você é.
O fluxo contínuo parecia eterno. Eu engolia, engolia, engolia — cada gole mais difícil, mais desesperado. Meu estômago estava ficando dolorosamente distendido, pesado, estufado só com a urina dele. A barriga já estava visivelmente protuberante, esticada, fazendo um peso incômodo para baixo. O medo de não aguentar aumentava a cada segundo: meu corpo tremia, lágrimas escorriam sem parar, ranho e mijo misturados pingavam do queixo e do nariz.
Eu me sentia completamente degradado — uma privada humana sendo enchida sem piedade, boca sempre cheia, garganta queimando, estômago inflando como um balão de mijo quente e salgado.
Quando o fluxo finalmente começou a diminuir (depois de longos minutos de tortura contínua), minha barriga estava bem inchada, redonda e pesada. Eu ofegava, destruído, baba, mijo e ranho escorrendo pelo corpo inteiro, olhos vermelhos e garganta em fogo. A mão dele ainda segurava firme minha cabeça, lembrando-me do meu lugar.
