“Puxa vida, já faz uma semana, será que colocaram a bermuda para lavar?” Pedro buscava o contato de Márcio, o garçom que tinha atendido ele e sua esposa no Caravela’s durante o almoço na descida para a praia.
Entra no quarto e vai até o mancebo que fica no canto do closet. Os olhos brilham quando encontra a peça de roupa que tanto procurava. Pedro enfia a mão no bolso da bermuda. “Achei!”.
Apressado, vai até sua garagem dos anos 80, uma edícula localizada aos fundos da casa que ele reformou e transformou em seu escritório/refúgio particular.
O lugar é um misto de oficina do Professor Pardal com quarto de adolescente americano e garagem de filme dos anos 80. Pedro sempre foi fascinado por enlatados que ele assistia na TV quando criança e essa foi a inspiração para aquele espaço.
Posters de bandas de rock ao lado de um mapa lunar e do cartaz do filme do Indiana Jones e o Templo da Perdição; “Nossa, Harrison Ford era uma delícia nessa época!”.
Também há ali uma bancada de madeira rústica sobre a qual Pedro faz suas experiências, conserta coisas, desenha e na qual há uma imensa tela de computador que também serve como TV.
A CPU aberta, cheia de fios e HDs expostos. Réguas, escalímetros, paquímetros, estiletes, chaves as mais variadas, canetas e pincéis de todos os tipos, tudo em um pote, devidamente organizados em uma bagunça que somente Pedro compreende.
Papeis, cadernos, livros, revistas e gibis. Tudo isso junto a parafusos, remédios para dor muscular e óleo de máquina.
Também havia algumas pedras, uma impressora, duas caixas de som e um rádio relógio que Pedro trás desde seus 8 anos de idade e que ainda funciona perfeitamente. ‘Uma relíquia!’
Acima do balcão uma fileira de spots ilumina o espaço. A frente uma janela que dá para um pequeno jardim de plantas exuberantes. Do outro lado, bem em frente ao balcão e a tela do PC, um sofá cama para relaxar e curtir o lugar. Tudo bem ao gosto de Pedro.
Ali, naquele espaço só dele, Pedro pode ser ele mesmo, sem pudores, sem restrições, claro, desde que esteja sozinho em casa, sem amarras sociais, ser o Pedro que só ele sabe quem é.
A mulher de Pedro não frequenta aquele espaço, reclama que é empoeirado, que cheira a quarto de adolescente, que é bagunçado… E Pedro, percebendo isso, o mantém assim estrategicamente.
Dessa maneira ele pode manter lá sua ‘caixa de ferramentas’.
Na caixa de ferramentas de Pedro é onde ficam guardados alguns de seus brinquedos sexuais e o mais importante para ele naquele dia: o celular secreto de Pedro. Sim meus amigos, ele tem um. Muito necessário caso você queira fazer estripulias pelo WhatsApp e não queira revelar seu número pessoal.
Pedro liga o aparelho e verifica a bateria: “Melhor conectar o carregador.” Adiciona o contato e manda um oi.
- Márcio? Oi! Eu sou Pedro, do almoço no Caravela’s dia 4.
Passaram alguns minutos e a resposta veio.
- Oi Pedro! Demorou pra me chamar! Eu sou Márcio, prazer!
- Com prazer é mais caro! [foguinho] hahahaha
- Safado! kkkkkkkkkkk
Logo Pedro já pode ver a foto de perfil de Marcio. Exatamente como ele se lembrava: moreno, barba cerrada, porém muito bem feita, denunciada pelo contorno cinzento que se desenhava naquele maxilar bem pronunciado, masculino, cabelo negro como a noite, levemente ondulado, olhos igualmente escuros, profundos, levemente puxados, boca carnuda, deliciosa. Deveria ter perto da altura de Pedro. Tórax grande, ombros e peitos largos, braços grossos, de quem malha.
- Então, curte o que? Perguntou Márcio.
- Você!
- kkkkkkkkkkkkkk! Na cama?
- Eu curto de tudo! Mas o que eu mais gosto é uma pegada mais macho com macho, entende?
- Tô ligado. Pera!
Chamada de vídeo. O coração de Pedro dispara. “Atendo ou não!?”, “Caralho!”
No impulso Pedro atende, mas não abre sua câmera. Medo.
Na tela um pau maravilhosamente duro, escuro, moreno, cabeça vermelha, levemente encurvado para cima, pentelhos aparados, escuros e brilhantes, mão grossa com pelos nas falanges agarrando aquele mastro pelo tronco, quase no saco. E que saco! Pendurado, grande, com duas bolas bem desenhadas dentro dele…
- Macho tipo isso? Pergunta Márcio com uma voz safada enquanto balança o pau em frente a tela.
- Caralho! PQP! Expressou Pedro.
- Curtiu?
- Muito! Você é muito gostoso!
Pedro podia ver que além de uma bela bunda, Márcio também era dono de uma bela ferramenta. Além de um corpo normal, barriga não muito definida, mas também peluda, com pelos igualmente aparados. Márcio era todo peludo, estilo urso, uma verdadeira delícia morena em forma de homem.
A essa altura Pedro já estava pelado, jogado no sofá-cama e com o pau na mão, duraço, apontando para o teto. As primeiras gotas de baba começavam a brotar do olho do seu pau, a outra mão segurando o celular e os olhos grudados na tela.
- Então, não vai me mostrar nada aí não?
- Opa, desculpa! Fiquei maravilhado com isso tudo que até esqueci!
Pedro então abre a câmera de seu celular apontando para seu pau que já pulsava e babava, o que ajudava na lubrificação da punheta que ele batia com tesão pela cena que observava na tela.
- Massa seu pau também! Babão!
- Sim, baba muito!
- Bom para uma briga de espadas!
- Você curte!
- Beijando e falando putaria? Curto muito!
- Safado!
- Puto!
Pedro sorria com cara de safado, embora Márcio não pudesse ver, enquanto sua mão seguia subindo e descendo a pele de seu pau, hora cobrindo a cabeça melada, hora descobrindo e deixando a glande brilhar pelo mel que saía de seu buraquinho.
Márcio, do outro lado da tela, cuspiu na cabeça do pau e seguia masturbando aquele pau uncut que fascinava Pedro. Com a outra mão agarrava o saco pela base e puxava levemente para baixo, esticando as bolas e deixando a pele brilhante. Pedro ia à loucura!
- Cara, que tesão essas bolas!
- Cê gosta, né putão!?
- Muito!
- Quer cair de boca né!?
- Caralho, mano, não fala isso não…
- Seu puto, safado, eu sei que tu gosta!
Márcio abaixa um pouco o rosto próximo a câmera, chupa dois dedos, deixa bem babado, vira de costas e mostra aquela bunda redonda e empinada que Pedro havia visto apenas na calça do uniforme. Uma bunda peludinha que ele abre na frente da câmera deixando a mostra uma rodinha marrom avermelhada, com pêlos encaracolados nas bordas, nada depilado. Pedro para de se tocar. O pau está muito duro. “Caralho, não posso gozar ainda!”.
Então Márcio direciona os dois dedos babados até aquele anelzinho e começa a massagear, lambuzar e a gemer enquanto falava putaria para Pedro, que do outro lado massageava seu mamilo e seu piercing, o que fazia seu pau pulsar de tesão.
- Caralho, Márcio, seu puto! Que cuzinho gostoso!
- Você quer? Quer lamber? Quer chupar?
- Sim, quero muito!
- Então vem! Cai de boca! Me come com a língua! Enfia tudo lá dentro!
Enquanto falava isso, Márcio começava a introduzir os dedos melados de saliva em seu anel de couro, que se abria lentamente. Ele gemia de prazer. O coração de Pedro parecia que ia pular pela boca! O pau também pulsava na batida do coração. Babava muito.
Era tanta baba que escorria passando pelo saco e chegando até o cuzinho de Pedro. “Que tesão!”.
Pedro desceu sua mão até seu cu e começou a passar aquela baba de pau, massageando e brincando em movimentos circulares, testando a entrada, brincando com a portinha, sem penetrar totalmente. Seu pau pulsava e babava mais e mais. Então ele enfia dois dedos de uma única vez. Um gemido alto.
Márcio, do outro lado, acompanha tudo pela tela. Embora não pudesse ver o cuzinho de Pedro, ele sabia exatamente o que estava acontecendo.
- Tá curtindo, putinho?
- Aham! Pedro não conseguia elaborar uma resposta, somente concordar.
- Tá sentindo esse anelzinho abocanhar meu pau?
- Tô!
- Então vai, enfia tudo, vai, com vontade!
Pedro enfiou os 2 dedos até o talo, atingindo a próstata, o que o fez sentir aquele choque gostoso. ‘Meus deus!’, ‘Caralho!’, exclamou Pedro.
- Vai puto, goza! Disse Márcio enquanto observava Pedro se retorcer de prazer ao masturbar seu pau e sua próstata ao mesmo tempo.
Pedro, que havia apoiado o celular na guarda do sofá cama, acelerou a punheta e as estocadas em seu cu, o prazer era intenso. As pernas começaram a não obedecer e a tremer incontrolavelmente. O celular caiu com a câmera apontando para a parede dos posters.
Naquele quarto já não havia mais nada, apenas grunhidos, respirações, gemidos intensos de prazer, barulhos de paus e cus molhados sendo manipulados com desejo intenso até que Pedro anuncia:
- Vô gozá, caralhooooooooooooooooo!!! Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
- Goza, puto, ahhhhhhhhhhhhhhhh!!!
Pedro se arqueia no sofá, seu pau começa a pulsar, jatos voam no ar atingindo seu rosto, sua barba, seu cabelo, sua boca, seu peito e sua barriga.
Nem preciso falar do brilho intenso atrás das pálpebras, da surdez momentânea e do gemido de prazer, que de tão algo até parece um grito de agonia, né!?
Quando recupera o fôlego, Pedro ri como uma criança. Ele sempre faz isso. O gozo o satisfaz de tal forma que ele fica encantado. Para ele não há prazer maior no mundo. Ele vê ‘o estrago’ que fez em si, ri mais um pouco da ‘bagunça’, prova sua porra, sempre que pode ele o faz, e olha ao redor em busca do celular que está caído em um canto do sofá.
Na tela Márcio está jogado na cama, barriga peluda toda gozada. Pau caído, meio que de lado, ainda meio duro e escorrendo as ultimas gotas de porra.
- E aí, foi macho suficiente para o seu gosto?
- Hahahahahaha
- Quando poderemos nos ver?
- Cara, sobre isso, não vai rolar?
- Putz, cara, te achei mó gostoso…
- Mas não rola. Pelo menos por enquanto não.
- Então quer dizer que tenho uma chance?
- Quem sabe o que o futuro nos reserva?
- Tudo bem, então.
- Esse número eu só uso para putaria. Não adianta você chamar aqui. Quando eu quiser eu te chamo.
- Entendi. Bom, o meu número é esse e você já sabe como me encontrar, putão.
- Então blz.
- Bjo, seu gostoso!
- Bjo, gatão!
