O sol da manhã entrou pelas frestas da janela. Carlos acordou com as duas mulheres ainda nuas na cama – Silvia encostada no seu ombro esquerdo, Patrícia no direito. Os cabelos pretos da sogra se misturavam com os cabelos castanhos da esposa no peito dele. As duas tinham manchas secas de porra e mel nas coxas, nas barrigas, nos rostos.
Ele sorriu. Sorriso de dono...
- Corno manso do caralho... olha a mulher e e filha dele onde estão... satisfeitas de tanto levar rola! - pensou, imaginando Arnaldo na estrada, voltando da pescaria com o isopor vazio.
O celular vibrou na mesa de cabeceira. Era Arnaldo.
Carlos atendeu. Colocou no viva-voz.
— Alô, Carlos? – a voz do sogro saía fanhosa, sonolenta. – A pescaria foi uma bosta. Peixe nenhum. Mas os amigos tão querendo tomar uma cachaça no Cabo Frio. Vou ficar mais um dia. Avisa a Patrícia.
— Aviso sim, seu Arnaldo – Carlos respondeu, os olhos verdes claros brilhando enquando já mordia os lábios imaginando a putaria que ia rolar na ausência do corno. – Fique à vontade. A gente cuida da casa.
— E a Silvia? Tá aí?
Silvia acordou com o nome. Olhou para o celular. Para o pau já duro de Carlos. Sorriu.
— Tô sim, velho – ela disse, a voz gostosa ... de mulher satisfeita. – Vá curtir com os amigos. Aqui tá tudo em ordem.
— Beijo, mulher. Volto amanhã.
Desligou.
Os três ficaram em silêncio por dois segundos.
— Passou bem – Patrícia disse, sentando na cama, os peitos nus balançando. – Meu pai é o corno mais corno do mundo!
— Não fala assim da seu pai, filha – Silvia respondeu, rindo. – Ele é só... distraído.
Carlos se levantou. O pau duro apontando para a cara das duas.
— Enquanto o distraído está no Cabo Frio bebendo cachaça, vocês duas vão me chupar no banho.
Patrícia e Silvia se olharam. Levantaram. Foram juntas.
O box do banheiro da suíte era grande, mas três pessoas ali dentro ficaram apertadas. A água quente caía sobre os corpos. Carlos no meio. Silvia à esquerda. Patrícia à direita.
Ele mandou as duas ajoelharem. Elas obedeceram. A água escorria pelos cabelos, pelos rostos, pelas costas.
— Olha como esse pau ta duro sogrinha.... olha paixão... esposinha safada... tem pau pras duas chuparem juntas... vem. Quero ver língua encostando em língua no meu pau.
Elas se olharam. Patrícia lambeu a cabeça. Silvia lambeu o saco. As línguas se encontraram no meio da haste. Beijaram o pau dele e se beijaram. A água quente escorria, misturando o gosto de sabonete com o gosto de pau duro.
Carlos agarrou os cabelos das duas.
— Isso, suas putas. Faz assim que o corno gosta de saber que a mulher e a filha estão sendo bem cuidadas.
Carlos dessa vez nem quis saber de segurar... teriam o dia todo... gozou na boca das duas. Elas dividiram o leite – metade para cada uma, um beijo no final para misturar tudo.
— Isso é café da manhã – ele disse, desligando o chuveiro. – Agora vão tomar café de verdade que hoje o dia é longo.
O sol estava forte. Patrícia e Silvia estavam de biquíni na piscina – a filha de azul turquesa, a mãe de preto. Os corpos molhados. As bocetas já se desenhando por baixo do tecido fino.
Carlos estava sentado na borda, os pés na água, de óculos escuros. Os olhos verdes claros percorriam as duas.
— Vem cá, Patrícia – ele chamou.
Ela veio. Ele abriu as pernas. Ela ficou entre elas, a água na cintura.
— Tira o top do biquíni.
Ela tirou. Os peitos pequenos e duros apareceram. Ele puxou ela para perto, enfiou a mão na parte de baixo do biquíni dela.
— Sua buceta já tá molhada.. minha puta.
— Tô, seu desgraçado – ela gemeu baixo. – Só de olhar pra sua cara de tesão.
— Senta aqui.
Ela sentou no pau dele dentro d'água abraçando Carlos com as pernas. O pau entrou na boceta dela fácil. Ele afastou mais o tecido do biquíni com os dedos. Ela começou a rebolar devagar, os peitos balançando, a boca aberta.
Silvia observava da borda.
— Mainha, venha...– Carlos chamou.
Silvia entrou na piscina. Veio até ele. Ele enfiou a mão por dentro da parte de baixo do biquíni dela.
— Peluda, peludona gostosa– ele disse. – E com essa bunda chapada, meu pau entra até o talo sem atrapalhar.
— Você mandou nunca mais usar calcinha, meu rei – Silvia respondeu. – E tô obedecendo.... biquini pode?
Ele tirou a mão da boceta de Silvia e enfiou na boceta de Patricia... junto com o pau. Alternava. A buceta lisinha da filha. A buceta peluda da mãe. Os dedos dele entravam em uma, depois na outra.
Patrícia gozou nessa putaria, se arrepiando toda...
— Vocês duas vão sentar no meu pau juntas.
Ele saiu da piscina. Sentou na espreguiçadeira. Pau duro, brilhando de molhado.
— Patrícia, senta na minha pica de frente. Silvia, senta no meu pau também.
— Como, seu louco? – Patrícia perguntou. – O pau é um só.
— Por isso que vocês vão dividir. Uma senta na pica. A outra esfrega a xota na cara da primeira.
Elas se olharam. Silvia riu.
— Essa é nova, meu filho da puta.
Patrícia sentou primeiro. O pau entrou na boceta lisinha dela, até o fundo. Ela gemeu. Silvia subiu e esfregou a boceta enxarcada na cara da filha, fodeu o rosto de Patrícia, a boceta peluda com o grelão protuberante e duro de tesão igual a uma pica pequena na boca da filha.
— Chupa a tua mãe, sua puta – Carlos mandou.
Patrícia lambeu... chupou... A língua entrando na boceta peluda, seguido de mamadas com barulho no grelo grande da mãe e então descendo para o cu dela. Quando a língua de Patrícia tocou no cu da mãe, Silvia gemeu de um jeito diferente – um gemido de dor misturado com tesão.
— Tá doendo, mainha? – Carlos perguntou.
— Tá – Silvia respondeu, a voz gostosa falhada. – Acho que fiquei com hemorroida ou machucada de tanto você me comer no cu esses dias.
— Porra, mainha – ele riu. – Você está tão viciada em dar o cu que rasgou?
— Tô, seu desgraçado. Tô viciada. E ta doendo. Mas não para não. Eu quero é doer mais.
Carlos sorriu. mando Silvia virar o rabo e apertou a nuca de Patrícia, forçando a cara dela contra o cu da mãe.
— Lambe mais fundo, Patrícia. Lambe a hemorroida da sua mãe. Faz ela gemer de dor e tesão.
O cu de Silvia parecia virado do avesso... Patrícia lambeu. A língua dela tocou no que parecia uma veia... um caroço inchado, roxo, quente, pulsando no cu da mãe. Silvia gritou – uma mistura de dor e prazer. O corpo tremeu. A boceta peluda esguichou escorrendo pelas pernas.
— Isso, sua puta – Carlos gemeu. — Chupa o cu arrombado da sua mãe que eu arrebentei
As duas rebolabam. Alternavam. Uma no pau, a outra na cara.... depois trocavam... uma putaria insana ... Os gemidos ecoando.
Carlos gozou dentro de Patrícia. Ela esguichou em cima. Silvia lambeu a filha e desceu para chupar o pau do genro, tirando a porra que sobrou.
— Tudo limpo – ela disse, mostrando a boca cheia de porra, antes de engolir e mostrar vazia...
Ficaram se curtindo até que o sol começou a se por. Os três saíram da piscina. Corpos molhados, biquínis encharcados. Carlos mandou as duas tirarem os biquínis de novo ali mesmo, na varanda dos fundos. Elas obedeceram. Ficaram peladas, o céu alaranjado do pôr de sol do Rio de Janeiro brilhando nos peitos, nas bundas, nas bocetas.
— Agora quero ver os dois cus — ele disse, sentando numa cadeira de plástico. — De quatro. Uma do lado da outra. Mão na nuca.
Patrícia e Silvia se ajoelharam. De quatro. Mãos na nuca. Os cus para cima. O cu lisinho, depilado, rosado de Patrícia. O cu de Silvia – inchado, detonado de tanto levar um pau do tamanho que não tava acostumada antes, a veia da hemorroida pulsava quente... aquela bolinha roxa e dolorida que pulsava. Do esfincter dela literambente se via como se o inicio do reto tivesse prolapsado.
Carlos se ajoelhou atrás das duas. Passou a mão nas duas bundas. Quando os dedos dele tocaram a hemorroida de Silvia, ela gemeu – dor e tesão juntos.
— Tá doendo, mainha?
— Tô, meu rei – ela respondeu, a voz gostosa trêmula. – Mas não para não. Eu quero doer. Eu quero sofrer. Eu quero lembrar que esse cu é seu.
Ela sabia como provocar Carlos...
— É minha mesmo — ele disse, cuspindo no cu dela e chupando... — E vai doer mais.
Ele enfiou a cara no cu de Patrícia. Lambeu. A língua entrou fundo naquele cu lisinho, depilado, rosado... lindo e ja acostumado au pau grande e grosso do marido sem parecer uma praça de guerra depois Ele lembrou que era o cu que Ricardo já tinha lambido. O cu que ele mesmo já tinha fodido tantas vezes. Patrícia gemeu alto.
Ele passou para o cu de Silvia. A língua tocou na hemorroida – aquela bolinha inchada, sensível, quente. Silvia gritou.
— AI, CARALHO, SEU DESGRAÇADO! TÁ DOENDO!
— Tá doendo, sua cadela? — ele perguntou, a língua lambendo devagar ao redor.
— TÁ DOENDO, PORRA! — ela gritou. — MAS NÃO PARA! LAMBE ESSA PORRA! LAMBE MINHA HEMORROIDA, SEU FILHO DA PUTA! CARLOS VOCE É LOUCO!
Ele lambeu. Enfiou a língua no cu dela, desviando da hemorroida, entrando fundo. Silvia gemia – dor, prazer, lágrimas nos olhos. O cu dela pulsava. A hemorroida latejava. Ela gozou só com a língua dele no cu – esguichou no chão, o corpo tremendo, gritando o nome dele.
Carlos se levantou. Passou a mão no pau. Estava duro.
— Agora vou comer. Patrícia, você primeiro.
Ele se ajoelhou atrás dela. Enfiou o pau no cu da esposa. Devagar. Patrícia mordeu o braço.
— Isso, sua puta. Toma essa pica no cu.
Ele metia fundo, rápido. Patrícia gozou em um minuto — se arrepiou e esguichou no chão.
— Um — ele contou. — Agora sua mãe. Vou comer o cu dela que eu mesmo machuquei.
Virou pr sogra e disse... eu vou comer seu cu... puta masoquista.
Ele tirou o pau do cu de Patrícia — escorrendo mel da lubrificação natural do reto— e encostou na hemorroida de Silvia. Só de encostar, ela gemeu.
— Vai doer, mainha.
— Eu sei, meu rei. Vai fundo... por favor... vai... por favor...
Ele enfiou. O pau entrou no cu dela devagar, mas a hemorroida quase arrebentou. Silvia urrou – um grito de dor pura. E o pau continuou entrando – a bunda dela era chapada, não tinha carne no caminho. Entrou tudo. A cabeça do pau bateu no fundo. O saco encostou na boceta dela.
— Porra, mainha – ele gemeu. – Entrou tudo.... que cu gostoso você tem mainha...
— Tô sentindo, seu desgraçado – ela gemeu. – Tá doendo. Tá ardendo. MAS NÃO PARA!
Ele começou a meter. Devagar. Mas ela estava louca de tesão... pediu mais.
— MAIS RÁPIDO, SEU FILHO DA PUTA! ME ARROMBA!
Ele acelerou. Meteu forte, fundo. Cada estocada fazia a hemorroida entrar e sair doer mais.. até que arrebentou. E a estocada de dor fazia Silvia gozar mais.
— TÁ DOENDO, SUA CADELA? — ele perguntou.
- Patricia aproveitou pra se vingar da mãe... veio pela frente.. agarrou pelo cabelo e dava tapas fortes na cara de Silvia ... chamando de puta... cadela... arrombada.. cuspindo na cara da mãe...
— TÁ DOENDO PRA CARALHO! — ela gritou, esguichando no pau dele. — MAS TÔ GOZANDO! NÃO PARA! NÃO PARA!
Ele não parou. Meteu por mais dez minutos. Silvia gozou três vezes – esguichando, gritando, chorando de dor e tesão. O cu dela escorria sangue mas Carlos não parava
Carlos gozou dentro do cu inchado... detonado... destruído e quente da sogra. Jorrou quente, grosso, fundo enquanto a filha batia na cara dela e xingava de tudo. A porra ardeu na hemorroida... sangue e esperma se misturaram. Silvia sentiu cada jato e gozou junto pela quarta vez.
Ele tirou o pau. Os dois cus escorriam. Porra e sangue escorrendo do cu fodido da mãe. E aquele mel lubrificante do cu lisinho da filha.
— Lambe — ele mandou.
Silvia se arrastou até o cu da filha. Lambeu a porra. Patrícia se arrastou até o cu da mãe. Lambeu tudo. As duas se beijaram dividindo o gosto daquele tesão.
— Agora vão limpar essa porra toda do chão — ele disse. — Com a língua.
Elas lamberam o chão. O esperma de Carlos. O esguicho das duas. O sangue que Carlos tirou do cu de Silvia. Tudo limpo.
Carlos acendeu um cigarro.
— Duas putas lindas — ele disse. — Agora vamos comer pizza.
A noite caiu. Pediram pizza. Comeram na sala, peladas, sentadas no sofá. Carlos no meio.
— O que a gente vai fazer quando meu pai voltar? — Patrícia perguntou para a mãe.
— Continuar — Silvia respondeu, mancando um pouco – o cu ainda doendo, a hemorroida latejando. — Só tomar mais cuidado. E dar um tempo no cu até sarar.
— Quem disse que você vai dar um tempo? — Carlos interrompeu, a mão descendo para o cu de Silvia, tocando de leve no estrago que ele fez.
Ela gemeu.
— Seu desgraçado...
— Eu vou comer esse cu arrombado todo dia até sarar. O Remédio sou eu.
— Vai me matar, meu dono.
— Matar não. Curar. Curar você de não ser puta o suficiente.
Patrícia riu.
Carlos passou os braços atrás das cabeças das duas.
— Quando ele voltar, vocês vão sentar na mesa de jantar com o cu cheio da minha porra – e o cu da sua mãe vai estar doendo, escorrendo. Ele não vai saber. Mas vocês vão saber. Toda vez que olharem pra cara daquele corno, vão sentir o meu leite escorrendo pelo cu.
Silvia gemeu.
— Seu desgraçado – ela disse. – Você vai matar a gente de tanto tesão.
— Matar não. Viver. Fazer viver.
Patrícia olhou para a mãe. Depois para Carlos.
— Eu nunca pensei que fosse dizer isso – ela falou baixo – mas eu tô gostando. De dividir. De ser sua. De ver minha mãe sangrar de tanto dar o cu.
Silvia pegou na mão da filha.
— É estranho, filha. É doentio. Mas é a verdade. A gente nunca foi tão feliz.
Carlos se levantou. Tirou o pau para fora. Já duro de novo.
— Isso aqui agora é todo dia... Vamos para a cama.
As duas se levantaram. Silvia mancou um pouco. Patrícia segurou na mão da mãe.
— Vai aguentar, mãe?
— Vou, filha. dói mas eu quero dar até o cu cair.
Subiram as escadas juntos.
A porta do quarto fechou.
longe dali, Arnaldo bebia cachaça em Cabo Frio. Na sua testa não tinha mais um centímetro sem um belo chifre... Mas por um motivo oculto ele estava gostando de ficar.
Dentro do quarto, os gemidos começaram.