SOCIEDADE SECRETA DO TERCEIRO ANO PT 2 A PROPOSTA

Um conto erótico de GABRIEL SILVA
Categoria: Heterossexual
Contém 3009 palavras
Data: 02/06/2026 12:19:44

No final da tarde de quinta-feira a tarde, depois da última aula, Paulo e Neguin me esperavam no portão da escola.

— E aí, Matheus — disse Paulo, batendo na minha mão. — Tá a fim de curtir um pouco? Nada de frescura. Só mas pingas baratas umas minas da sala… coisa tranquila.

Neguin completou, com um sorrisinho:

— Tá na hora de você conhecer o lado bom dessa merda de escola.

Eu hesitei por um segundo. Sabia que era uma armadilha, mas também sentia curiosidade. E, honestamente, depois de tudo que tinha acontecido nos últimos dias, eu precisava distrair a cabeça.

— Beleza — respondi. — Só não posso chegar muito tarde em casa.

Eles riram.

— Relaxa, novato. A gente cuida de você.

Fomos pra uma laje improvisada atrás da comunidade, um ponto conhecido dos alunos mais velhos. Tinha vista pro morro, umas caixas de som tocando funk antigo do furacão 2000, e um cooler com gelo. Chegamos lá com três garrafas de whisky barato (aquelas de litro e meio) e uma de pinga.

Três meninas da nossa sala já estavam lá: Jéssica, Larissa e Vitória. Todas repetentes, bonitas do jeito perigoso da quebrada — maquiagem forte, cabelo liso, corpo bem cuidado. Elas me olharam com curiosidade quando cheguei.

Paulo abriu a primeira garrafa e serviu em copos descartáveis.

— Hoje é pra relaxar, irmão. Sem pressão.

Bebemos. A bebida era ruim, descia queimando, mas depois de duas doses o corpo esquentou. As meninas riam alto, dançavam coladas com Paulo e Neguin. Eu ficava mais na minha, bebendo devagar.

Depois de um tempo, Paulo puxou Jéssica pra perto de mim.

— Vai, novato. Não vai deixar a mina só olhando pra tua cara.

Jéssica sorriu, meio bêbada, e se aproximou. Começamos a conversar, depois a nos beijar. Era um beijo quente, molhado, com pegada. Passei a mão na cintura dela, desci um pouco pra bunda. Ela não reclamou. Pelo contrário, se apertou mais contra mim.

Do lado, Neguin estava com Larissa no colo, mão por baixo da blusa dela. Vitória beijava Paulo, mas olhava pra mim de canto de olho.

A noite foi assim: beijos, mãos bobas, risadas, mais bebida. Nada de sexo. Só pegação mesmo. As meninas estavam soltas, mas sabiam até onde podiam ir. Depois de quase duas horas, elas disseram que tinham que voltar pra casa.

Quando as três foram embora, ficamos só nós três sentados na laje, bebendo o restinho da pinga.

Paulo acendeu um cigarro e falou:

— Hoje foram essas. Amanhã quem sabe a gente pega umas mais gostosas… ou até uma professora.

Neguin riu e completou:

— Nossa, a Aline hoje tava maravilhosa, porra. Aquela bunda… eu juro que um dia ainda vou comer ela.

Eles riram. Eu fiquei quieto, mas sorri de canto, fingindo que estava entrando na conversa.

Paulo me olhou sério por um momento:

— Tu é gente boa, Matheus. Tem potencial. Aqui na escola, quem tá com a gente não passa aperto nao. A gente cuida dos nossos.

Neguin concordou com a cabeça.

Eu senti que estava sendo puxado. Devagar. Mas estava sendo puxado.

No caminho de volta pra casa, andando sozinho pelas ruas escuras, eu pensava em tudo: na professora Isabela, na Aline, no Professor Ricardo,… e agora nisso. No dia seguinte, a escola parecia diferente.

Assim que entrei na sala, senti os olhares. As meninas da classe — Jéssica, Larissa, Vitória e outras — me observavam e cochichavam entre si, rindo baixinho com as mãos na boca. Algumas me olhavam de cima a baixo, outras desviavam o olhar quando eu encarava. Era óbvio que elas já sabiam do que tinha rolado na laje ontem. Provavelmente as três tinham contado tudo.

Sentei no fundo, como sempre. Paulo e Neguin chegaram pouco depois. Eles estavam diferentes. Não tinham o mesmo sorriso debochado de sempre. Pareciam tensos, trocando olhares rápidos, como se estivessem esperando algo.

A aula começou normalmente. Mas durante o intervalo, o clima ficou ainda mais estranho. Paulo e Neguin ficaram encostados na parede do corredor, falando baixo. Quando passei por eles, Paulo me chamou:

— Matheus, vem cá.

Fui. Neguin olhou pros lados antes de falar:

— Tá rolando um bagulho… o Ricardo quer falar com a gente depois da última aula. Só nós três.

— Ricardo? O professor de História? — perguntei.

— É. E não é bom recusar.

Eles não disseram mais nada. O resto do dia passou lento, com aquela sensação ruim no peito. Eu sentia que algo importante estava prestes a acontecer.

Quando o último sino tocou, Paulo e Neguin me esperavam na porta da sala. Fomos os três em silêncio até a sala dos professores. Ricardo estava lá, sentado atrás de uma mesa velha, sozinho. A sala estava escura, apenas uma luz acesa sobre ele.

— Sentem — disse ele, com aquela voz grave e calma.

Nós três sentamos. Ricardo nos olhou um por um, demorando mais em mim. Ele tinha um jeito de olhar que parecia ler dentro da gente.

— Eu sei o que vocês fizeram ontem — começou ele, direto. — A laje, as meninas, a bebida… tudo.

Paulo e Neguin baixaram a cabeça. Eu mantive o olhar firme, mas sentia o coração acelerado.

Ricardo continuou:

— Eu não vou contar pra ninguém. Por enquanto relaxem. Mas nada acontece nessa escola sem eu saber. Vocês três chamaram minha atenção. Especialmente você, Matheus. O novato que não se intimida, que tem porte, que joga bola bem… e que tem um pau que impressiona até esses dois aqui.

Ele sorriu de canto, mas não era um sorriso amigável.

— Eu tenho um trabalho pra vocês. Um trabalho que pode trazer muitas vantagens. Dinheiro, respeito, mulheres… poder. Mas pra isso, vocês vão ter que trabalhar pra mim.

Eu não aguentei ficar quieto:

— Que tipo de trabalho?

Ricardo me olhou fixamente. O sorriso desapareceu.

— Cala a boca. Logo você vai saber. Por enquanto, só obedeçam. Se eu mandar fazer algo, vocês fazem. Sem perguntas. Sem hesitação. Entenderam?

O silêncio na sala era pesado. Paulo e Neguin responderam quase ao mesmo tempo:

— Entendemos.

Ricardo olhou para mim, esperando.

Eu engoli em seco e respondi:

— Entendi.

Ele se recostou na cadeira, satisfeito.

— Bom. Vocês são inteligentes. Principalmente você, Matheus. Tem potencial. Não estrague isso sendo burro. Agora podem ir. E lembrem: boca fechada. Se alguém fora desse grupo souber de qualquer coisa… as consequências vão ser ruins pra todos nós.

Saímos da sala em silêncio. No corredor, Paulo soltou o ar que estava prendendo.

— Porra… ele nunca chama novatos tão rápido.

Neguin olhou pra mim:

— Bem-vindo ao jogo de verdade, novato.

Eu não respondi. Apenas caminhei com eles pelo corredor vazio, sentindo que tinha acabado de atravessar uma porta sem volta.

Enquanto íamos embora, eu não conseguia parar de pensar:

Quem era realmente o Professor Ricardo?

O que ele queria de nós?

E até onde essa “organização” chegava?

Eu estava entrando em algo muito maior do que imaginava. E o pior é que uma parte de mim… queria descobrir até o fim.

Na tarde seguinte, depois da última aula, Professor Ricardo nos chamou novamente para a sala dos professores. O ambiente estava escuro, apenas uma lâmpada acesa sobre a mesa dele. Ele não perdeu tempo.

— Vocês três vão ter a primeira missão hoje — disse ele, direto. — Professora Edna, de Artes. Quero tudo sobre ela: horários, lugares que frequenta, fotos, possíveis segredos. Quero saber quem ela é de verdade.

Ele tirou três notas de 200 reais do bolso e colocou sobre a mesa.

— Duzentos pra cada um pra ajudar nas despesas. O que sobrar é de vocês. Mas eu quero resultados. E quero discrição.

Paulo e Neguin pegaram o dinheiro sem hesitar. Eu peguei o meu com a mão um pouco trêmula. Duzentos reais era muito dinheiro pra mim naquele momento.

Ricardo nos olhou um por um, especialmente para mim.

— Não me decepcionem. E lembrem: se alguém descobrir… vocês vão se foder junto comigo.

Saímos da sala em silêncio. Assim que viramos o corredor, Neguin sorriu:

— Porra, 200 paus só pra seguir uma tia? Tá fácil.

Paulo olhou pra mim:

— Você tá quieto demais, novato. Tá com medo?

— Não é medo — respondi. — É que… ela tem uns 40 anos. É professora. Não sei se quero fazer isso.

Neguin riu baixo.

— Relaxa. Edna é gostosa pra caralho ainda. E tem segredos. Todo mundo aqui tem é só a gente descobrir.

Começamos a missão logo em seguida.

Edna era uma mulher de 40 anos, bem conservada, pele morena clara, cabelo castanho ondulado na altura dos ombros, corpo cheio mas firme parecia malhar. Tinha um jeito artístico, usava roupas soltas, brincos grandes e sempre cheirava a tinta ou perfume doce. Era professora de Artes e muito querida pelos alunos… pelo menos na superfície.

Nós três nos revezamos. Eu fiquei responsável por segui-la depois da última aula. Ela saiu da escola por volta das 17h20 e pegou um ônibus. Eu fui atrás, de moto (peguei do meu pai escondido). Paulo e Neguin iam de longe, de outro ônibus.

Ela desceu no ponto final, perto de um bairro mais simples. Caminhou uns 15 minutos até um prédio antigo de três andares. Eu me escondi atrás de um muro e tirei fotos com o celular: ela entrando, olhando pros lados como se tivesse medo de ser vista.

Por volta das 19h, ela saiu novamente. Dessa vez estava mais arrumada — vestido justo, maquiagem forte. Entrou num táxi. Nós três seguimos eu de moto os outros de bike.

O táxi dirigia lento e parou em frente a um prédio comercial antigo, num bairro meio abandonado. Edna entrou. Ficamos esperando do outro lado da rua.

Depois de quase 40 minutos, ela saiu acompanhada de um homem de uns 50 anos, bem vestido. Eles entraram num carro. Eu consegui tirar fotos dos dois juntos, inclusive um momento em que o homem segurou a cintura dela de forma íntima.

Neguin, que estava do meu lado, sussurrou:

— Olha aí… a tia tá se vendendo.

Voltamos quase às 22h. Nos encontramos num boteco perto do morro. Mostrei as fotos. Paulo e Neguin ficaram animados e eles me mostraram as deles.

— Isso aí já é bom — disse Paulo. — Mas Ricardo quer mais. Quer segredos pesado.

Eu fiquei quieto, olhando as fotos no celular. Edna tinha 40 anos. Era mãe. Professora. E ali estava ela, entrando num prédio suspeito com um homem mais velho. Senti um aperto no peito. Parte de mim sentia nojo. Outra parte sentia… excitação. Era confuso.

Neguin me deu um tapa no ombro:

— Bem-vindo ao jogo, Matheus. Logo você vai ver que quase ninguém aqui é inocente.

Fui pra casa tarde. Deitei na cama olhando pro teto, pensando em tudo.

No dia seguinte, entregamos as provas para o Professor Ricardo.

Ele analisou as fotos em silêncio, ampliando algumas no computador comparando com algumas que já tinha. Depois balançou a cabeça.

— Não é suficiente. Quero algo mais pesado. Quero ela realmente vulnerável.

Ricardo olhou para nós três e deu a nova missão:

— Paulo, você vai seguir aquele homem que estava com ela. Descubra quem ele é, onde mora, o que faz.

Matheus e Neguin… vocês dois vão ligar pra ela. Marcar um programa. Usem um número falso. Digam que são clientes novos, que pagam bem. Quero ela num motel. Vocês entram de máscara no começo. Depois tiram. Quero ver a cara dela quando descobrir que são alunos dela.

Ele nos deu mais 600 reais cada um para as despesas.

— Façam direito. E gravem tudo.

Neguin ligou para Edna usando um número virtual. Usou a voz rouca, dizendo que era um cliente recomendado, que pagaria 800 reais pela noite quase o triplo do que ela pedia. Ela hesitou bastante, mas aceitou. Marcamos no Motel Paraíso, quarto 17, às 19h30.

Chegamos antes. Colocamos máscaras pretas simples que cobriam metade do rosto. Eu estava nervoso. Neguin parecia excitado.

Edna chegou pontualmente. Vestia um vestido preto simples, maquiagem forte, tentando parecer mais nova. Entrou no quarto e ficou surpresa ao ver dois homens mascarados.

— Vocês são os dois…? — perguntou, voz insegura.

— Sim — respondeu Neguin, já se aproximando. — Pagamos mais por isso lembra. Relaxa.

Começamos devagar. Neguin beijou o pescoço dela enquanto eu passava as mãos pela cintura. Edna estava visivelmente nervosa, mas o dinheiro falou mais alto. Tiramos o vestido dela. O corpo de 40 anos era ainda muito bom — seios grandes , quadril nem largo, bunda grande e macia lisinha.

Neguin colocou ela de quatro na cama. Eu fiquei na frente, tirando o pau para fora. Edna olhou para o tamanho e murmurou:

— Meu Deus que pau grande…

Ela começou a chupar meu pau enquanto Neguin colocava camisinha e entrava nela por trás. O quarto encheu de gemidos. Edna chupava com vontade, como quem precisava do dinheiro uma verdadeira profissional. Neguin metia forte, segurando a bunda dela.

Depois de uns minutos, trocamos. Eu coloquei camisinha e entrei fundo na buceta dela. Estava quente, molhada, apertada para a idade. Comecei a meter com força. Neguin enfiou o pau na boca dela enquanto ela me cavalgava.

A cena era bruta. Edna gemendo, babando, sendo comida pelos dois alunos mascarados. Eu sentia uma mistura estranha de tesão e vontade.

Em determinado momento, enquanto eu metia nela com força, a camisinha estourou.

— Porra… — murmurei.

Não parei. Continuei metendo. Edna gemia mais alto, sem perceber eu acho. Neguin trocou de posição e enfiou no cu dela, usando bastante lubrificante. Ela soltou um grito abafado, mas não mandou parar só sorriu e continuou.

Eu fui na buceta sem camisinha, cada vez mais fundo. O tesão estava insano. Neguin metia no cu dela com força. Edna tremia inteira entre nós dois.

— Vou gozar… — avisei.

Não tirei. Gozei forte dentro da buceta dela, jatos grossos enchendo ela por completo. Edna soltou um gemido longo, gozando junto, apertando meu pau.

Neguin gozou logo depois, enchendo o cu dela.

Ficamos os três ofegantes. Foi aí que tiramos as máscaras ao mesmo tempo.

Edna virou o rosto e congelou.

Seus olhos se arregalaram em puro terror quando nos reconheceu.

— Matheus…? Neguin…? — a voz dela falhou completamente.

Ela tentou se afastar, mas Neguin segurou a cintura dela.

— Calma, professora… agora você sabe com quem tá lidando.

Edna começou a tremer. Lágrimas desceram pelo rosto dela. Ela parecia destruída, humilhada, em choque.

— Vocês… meus alunos… meu Deus… o que vocês fizeram…

Eu fiquei em silêncio, ainda com o pau dentro dela, gozo escorrendo. A sensação de poder era forte, mas também veio uma onda de culpa pesada.

Neguin riu baixo:

— Bem-vinda ao jogo, professora Edna.

Edna congelou.

Seus olhos, ainda vidrados de prazer segundos antes, se encheram de puro terror quando as máscaras caíram.

— Matheus…? — a voz dela saiu rouca, quase um sussurro quebrado. — Neguin…?

Ela tentou se afastar, mas Neguin ainda estava com o pau enterrado no cu dela, e eu ainda tinha o pau dentro da buceta. O corpo dela tremia violentamente. Lágrimas começaram a escorrer pelo rosto dela imediatamente.

— Não… não pode ser… Vocês são meus alunos… Meu Deus, o que vocês fizeram comigo?

Ela tentou se levantar, mas Neguin segurou firme a cintura dela, impedindo o movimento.

— Calma, professora… — disse Neguin, com a voz baixa e perigosa. — Tá tudo gravado. Tudo. Você gemendo, pedindo pra gente meter, rebolando essa bunda gostosa… Tudo.

Edna olhou para baixo e viu. A camisinha que eu usava tinha estourado. Meu gozo branco escorria devagar da buceta dela, descendo pela coxa.

— Não… — ela murmurou, em pânico. — Você gozou dentro… ai meu Deus… você gozou dentro de mim…

Ela começou a chorar de verdade agora, o corpo sacudindo com soluços. Tentou cobrir o rosto com as mãos, mas Neguin puxou os braços dela para trás.

— Professora… a gente sabe que você precisa do dinheiro. A gente sabe das suas dívidas, das parcelas atrasadas, do seu ex-marido te cobrando. A gente sabe de tudo.

Edna balançava a cabeça, negando, lágrimas caindo no lençol.

— Por favor… me deixa ir embora… eu imploro… eu nunca mais falo nada… só me deixa ir…

Neguin sorriu, ainda com o pau meio duro dentro do cu dela.

— A gente pode te deixar ir… mas primeiro a gente quer mais uma rodada. Cada um no seu cu de novo. Sem camisinha dessa vez.

Edna arregalou os olhos, em choque.

— Vocês já comeram meu cu… quer de novo? Não… por favor… eu não aguento… tá doendo… vocês são meus alunos, pelo amor de Deus!

Eu fiquei em silêncio, ainda dentro dela, sentindo uma mistura horrível de tesão, culpa e poder. Neguin continuou:

— Ou a gente manda o vídeo pra toda a escola. Pra direção. Pros seus filhos. Pros seus pais. Você escolhe, professora. Ou toma no cu de novo… ou vira a puta em vídeo da escola inteira amanhã.

Edna chorava copiosamente agora. O corpo dela tremia. Ela olhou para mim, como se pedisse ajuda.

— Matheus… você parece um menino bom… por favor… me ajuda…

Eu desviei o olhar. Não consegui sustentar.

Neguin puxou o pau do cu dela devagar, deixando o buraco piscando, vermelho e aberto.

— Decide logo, professora. A gente tá esperando.

Edna ficou em silêncio por quase um minuto inteiro, soluçando. Depois, com a voz destruída, quase um sussurro:

— Tudo bem… eu faço… mas por favor… não machuca mais… e apaga o vídeo depois…

Neguin sorriu satisfeito.

— Boa menina.

Ele pegou o lubrificante, passou bastante no pau e no cu dela, e começou a empurrar novamente. Edna soltou um gemido longo e sofrido quando ele entrou.

— Ai… devagar… por favor…

Enquanto Neguin metia no cu dela devagar, Edna olhou para mim, lágrimas escorrendo:

— Matheus… você também vai fazer isso? Você… que parecia tão quieto…

Eu não respondi. Apenas me posicionei na frente dela. Edna abriu a boca, aceitando meu pau, chorando enquanto chupava.

A cena era pesada. Edna de quatro, sendo comida no cu por Neguin e chupando meu pau, lágrimas caindo no lençol, gemendo de dor e humilhação.

Depois de alguns minutos, Neguin gozou dentro do cu dela. Eu gozei na boca dela. Edna engoliu parte, o resto escorrendo pelo queixo.

Ela desabou na cama, destruída, soluçando baixinho.

— Vocês… me destruíram… — murmurou.

Neguin deu um tapa leve na bunda dela e disse:

— Amanhã a gente te chama de novo por que tem a vez do Matheus no seu cuzinho. Seja boazinha.

Edna não respondeu. Apenas chorou.

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Comentários

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nem sei como descrever, muito bom, mas muito triste, tu escreve muito bem

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