Eu já estava há alguns meses separado de Sabrina, minha ex-esposa e mãe dos meus dois filhos, Pedro e Henrique, quando recebo uma ligação daquela desgraça:
—Porra, joão, já faz 3 semanas que os meninos não vão pra tua casa. — Sabrina começa a tagarelar já quase gritando.
—Essa hora da manhã, fia?
—Não enche. O combinado foi de você ficar com eles nos fins de semana. Vai ter que vir pegar eles hoje.
Revirei meus olhos na mesma hora. A voz de Sabrina entrou na minha cabeça igual um zombido de mosca. Ela é um saco no meu pé e não aguento quando ela se coloca num pedestal de ficar cobrando os outros.
Não me entenda mal, eu gosto dos garotos, eles são gente boa — são meu filhões, pô, e o pai aqui não bota dentro se não for pra fazer gol — mas tê-los comigo justo nos meus dias de foga é uma chatice. O filho da pu... Cofcof, o juiz tinha mesmo que ter decidido isso?
—Eu vou pegar eles hoje. — concordo contra minha vontade. Se não for, vou enfrentar coisa pior do que ter meu fim de semana atrapalhado mesmo — chego aí antes das 10.
Sabrina desliga sem falar nada. Já imagino o quão puta ela não deve estar comigo. Mas me da um desconto, foram só três semanas sem vê-los.... e o natal também. E o aniversário dos dois no ano passado. E as mensagens dos muleques que estão mofando no meu whatsapp...
Ta.
Talvez eu entenda a raiva dela.
Porra. Às vezes erro feio.
Levanto da minha nuvem (cama) na torre da minha masmorra (o meu quarto no meu AP) para ir à luta na batalha “pai fracassado vs. ex vaca” e buscar meus garotos.
Chegando perto da casa deles, desacelero o carro em velocidade suficiente para que os meninos entrem correndo mas rápido o suficiente para meter o pé antes que Sabrina venha foder meus timpanos.
Pedro e Henrique entram voando e rimos juntos da cara de Sabrina ao ser abandonada antes que possa me chicotear com sua lingua. E, CARALHO, eu queria arrancar essa porra dela.
Mas agora não importa mais. Sou só o paizão com minhas crias que vamos nos divertir pacas:
—E aí, gente? Preparados pro fim de semana?
Henrique grita empolgado que sim, e aposto que se o carro fosse grande o bastante, pularia no banco de felicidade. Ele é um bom garoto, e ama o seu velho. Eu também o amo.
Pedro assente e ri de forma mais contida que Henrique.
Ajeito o espelho retrovisor para olhar para os dois e ligo o rádio. O caminho até o meu apartamento é curto, mas o silêncio do Pedro no banco de trás me faz lembrar o “pequeno” abismo que criei entre nós nesses meses de sumiço. Nunca fomos tão próximos assim, mas ainda temos uma boa relação, apesar de tudo, mesmo não sabendo como. Acho que deveria agradecer por eles ainda quererem saber de mim.
Chegando em casa, descemos do carro e entro primeiro que eles, que me seguem.
—Fiquem de boa. A casa é de vocês. — digo me jogando todo aberto no sofá e soltando um bocejo.
Henrique corre para frente do sofá onde está o controle do xbox e, com as bochchas rosadas de alegria, pede:
—Paaai, liga pra mim? Quero jogar minecraft!
Seu jeito de falar me tira uma risada. Minecraft dito em voz alta da mesma forma que se escreve é algo que não se escuta muito.
Pedro sobe pro andar de cima enquanto ajeito o jogo do seu irmão. Daqui a pouco vou falar com ele quando terminar aqui.
—moleque, você me da um trabalho. — digo para henrique bagunçando seu cabelo ao mesmo tempo.
Terminando o trabalho pro meu caçula, vou ao banheiro mijar e, caralho, que alivio... Não mijava desde a noite anterior — mas também, ser acordado por sua ex do nada em um susto da porra pra buscar duas crianças em 10 minutos não me permitiria muito isso, né!?
Só é dificil mijar de pau duraço de manhã. O filhão acorda muito animado e o mijo da manhã piora isso. Pelo menos o som de mijar me relaxa e da mó prazer.
Boto o pau pra dentro do short e o volume ta bem grandão ainda... Ô se eu pegasse uma gostosa agora. Esse tanto de meses sem trepar vão me enlouquecer.
Viro pra sair do banheiro e:
—PORRA! — tomo um susto imenso ao ver henrique em frente ao banheiro. Tinha esquecido de fechar a porta e... O que ele tava fazendo aqui parado?
—Pai, o jogo travoou — henrique reclama com aquela carinha de coitado.
Um pouco desconcertado, vou com herique até o jogo ver o que aconteceu. Era coisa simples, só de desligar e ligar a TV de novo já arrumou.
Mas o que me deixou desconcertado mesmo não foi henrique ter me chamado. Foi ele ter me visto, ou melhor, eu ter deixado a porta aberta.
Pelo menos agora o moleque sabe o que é uma pica de homem, haha. O caba aqui tem uma rola de responsa, não gigante de mais e longe de me gabar, mas ela impõe presença.
Aposto que a dele vai ficar como a minha quando o garoto estiver mais velho — como eu disse, eu não boto dentro se não for pra fazer gol.
Subo para o andar de cima ver como Pedro estava. Ele ta jogado na cama do quarto deles (isso aí, eu deixo um quarto só pros dois) quando entro batendo na porta:
—Pedro? — Pergunto.
Com o silêncio que fica, me aproximo para vê-lo se está bem. E é, o cara já tá dormindo. Ele veio com um sono do cão, hein!? Mal chegou e já dormiu. Deve estar cansado da semana escolar.
Aquela porra de escola tira uma boa grana do meu bolso. Eu e sabrina não somos ricos, mas tanto eu quanto ela temos uma vida confortável, e escolhemos um bom lugar pra eles.
Só de imaginar o quanto aquele colégio deve cobrar dos alunos me da dor de cabeça. Acho que porque minha época escolar foi bem sem graça e eu odiava estudar. Lembrar disso hoje em dia me faz pensar que ainda odeio tudo aquilo.
Tenho pena deles. Aguentar aquele cacete todos os dias deve ser um tédio infernal...
Mas será que maior que o meu próprio tédio? O silêncio do quarto faz eu perceber que minha cabeça ta indo pra outro lugar. Boceta, meu tesão ta enchendo meus pensamentos. E essa porra não combina com papel de bom pai.
Volto para a sala e me deito no sofá, nas costas de henrique brincando com seu jogo, com meu braço apoiado atrás da cabeça. O peso do meu corpo debruçado sobre o sofá, que agora serve quase como cama, me relaxa a ponto de me esquecer que henrique estava ali.
Agora consigo sentir meu coração batendo e meu peito subindo e descendo conforme respiro. Subindo. E descendo. Subindo. E descendo.
Minha mão sobe e desce sobre o tecido fino azul do short que estou usando. A sensação da brisa entrando pelas coxas do short devido seu modelo folgado, e subindo até meu meninão, me provoca. E agora acorda o garoto que já estava abaixando.
Deus, que tesão. Meu pau está pulsando dentro do meu short, e o tato dele sendo esfregado pelo tecido o faz babar.
Preciso bater uma.
Abro meus olhos e olho pra petuberância que se forma logo no meio das minhas pernas. O montro ta mesmo acordado. Em pé. E pulsando.
Se eu fosse outra pessoa, estaria babando esse mastro como se fosse a oitava maravilha, assim como... meu filho?
Henrique está olhando para trás vidrado no pau do papai dentro do short. Seus olhos estão diretos na minha virilha. Tanto que nem pisca. Nem se meche.
Eu sei que não deveria, eu sei que é errado. Mas isso me deixa com mais tesão ainda. Estar sendo admirado tão contemplativamente assim me deixa louco. E ainda mais pelo meu próprio filho?
Caralho, Deus ta brincando comigo, só pode.
Não aguento a pressão e aperto meu membro duraço dentro do short. E henrique, ainda vidrado, quase baba ao se assustar percebendo que eu estava acordado.
Levanto do sofá, sem medo e sem vergonha, com meu pauzão erguido pra frente dentro do short e fazendo um volume insano. Por que eu teria vergonha? É só meu filho, não há maldade entre nós.
Me viro lentamente, dando a oportunidade do muleque saborear com os olhos minha picona, ainda que coberta, e vou ao banheiro.
Me tranco no banheiro, apoio minhas costas na parede e meu coração está batendo loucamente. Minhas mãos tremem, a respiração está lenta e meu pau duraço.
Como que eu consegui agir desse jeito com meu filho? Deus, ele só tem oito anos e é meu filho.
Mas eu to com um tesão do caralho, e foi tão gostoso ver aqueles olhinhos me olhando. Tão tesudo.
Nem me dou conta e já estou batendo uma freneticamente depois dessa situação maluca. Eu puxo e subo a pele da cabeçona do meu pau pensando naquela criaturinha. O meu próprio toque me arrepia, e a tensão de toda aquela esquisitisse faz eu apertar mais e aumentar a velocidade da punheta.
Eu vou mesmo gozar pensando no meu garoto olhando meu pauzão? Vou.
Em minutos, jatos fartos e fortes são jorrados pela minha rolona grossa em todo o banheiro. O cheirão de água sanitária se espalha por todo o comôdo quase me deixando zonzo de tão forte. E o esguicho da minha porra espessa mela o vaso, suja as paredes e gruda o chão com manchas brancas de leite de macho. Fiz um estrago danado.
Nossa, não pensava que uma gozada podia me cansar. Mas também eu estou a meses sem dar umazinha, qualquer coisa ia me enlouquecer... até meu menino?
Entro no chuveiro e ligo a água para tomar um bom banho quente. A água morna caindo sobre meus ombros e descendo pelas minhas costas faz meus músculos de todo o corpo relaxarem instantaneamente. O fluxo constante do chuveiro lava meu corpo, e sinto como se estivesse lavando minha própria mente.
Eu não sei o que deu em mim, nem porque eu fiz aquilo. Mas eu fiz, e senti tesão. Ainda por cima tesão por ele estar me vendo durão... o que será que ele pensou? Que o papai quer tora-lo? Eu não quero.
Eu acho que não.
Eu não quero... Quero?
Que se dane.
Saio do chuveiro e deixo o banheiro meio bagunçado. Meu short usado pensurado lá, o box molhado, shampoo aberto na pia. Não me importo, minha cabeça ta confusa demais pra me preocupar em arrumar essa porra agora.
Vou até meu quarto e me enfio debaixo das cobertas na tentativa de fugir do mundo. Um cara como eu que mostra a picona sem vergonha pro filho não merece ver a luz do sol.
Permaneço nessa lamura por vários minutos, revisitando e revivendo em minha mente aquela cena repitidas vezes. Não sei o que ele vai fazer, muito menos o que eu vou fazer pra olhar na cara do moleque. Quero sumir. Quero gozar de novo. Quero sumir. Sumir.
Acabo caindo no sono e acordo meio sem saber que dia é, que horas são, se to sozinho. Olho no relógio e ele marca 17horas. Caralho, já?
Meu piru já ta grandão de novo e eu to precisando dar uma esguichada de mijo. Vou até o banheiro e quase abro a porta, até perceber que alguém está lá.
Alguém agachado no chão... É o henrique. O que ele ta fazendo? Me inclino um pouco mais tentando ver o que diabo aquele garoto safado ta aprontando. E o que vejo faz minhas bochechas rosarem como se tivesse levado uma chinelada na cara.
O garoto está cheirando o meu short usado e melado de gozo. Henrique esfrega meu short em seu rosto e funga profundamente cada parte dele, como se o cheiro fosse sumir a qualquer momento. O tecido azul fino e brilhante se modelam no rosto da minha cria conforme ele meche para sentir o cheirão de macho do pai.
Henrique continua ali. Agachado e aproveitando o aroma gostoso de minha virilha no short. Porra, isso ta me deixando pior.
O moleque parece hipnotisado com aquilo, minutos se passando e ele continuando a cheirar, fungar, olhar, admirar o short. Até que percebe uma mancha, e o que faz em seguido me tira um gemido baixo e rouco. Ele mode o tecido melado e lambe a porra ja seca no meu short.
Seu pinto está visivelmente duro e ele alisando e mechendo em si próprio sem saber exatamente o que fazer.
O meu cheirão de macho tesudo e de gala está lhe enlouquecendo. E ele louco está me enlouquecendo.
O que devo fazer?